natto almeida

Encontrados 25 pensamentos de natto almeida

quem entra em questão alheia é como agarrar um cão pela orelha

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faça do presente uma meta, baseado no seu passado para alcançar sucesso no futuro

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se você teve um passado frustrado faça um concerto no presente para alcançar sua meta no futuro.

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a hipocrisia é uma ferramenta de destruição.

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o sábio é engrandecido por sua humildade,
mas o tolo é destruído por ser arrogante

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viva o presente como se não houvesse o futuro

o passado é o alicerce que sustenta o seu edifício.

se tu tens liberdade não deixa que se transforme em libertinagem.

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o presente é um reflexo do passado que pode interferir no futuro

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a humildade é o sustentáculo de nossas vidas,
é o alicerce que resiste as tempestades
nos dias de tribulações

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amor é uma centelha que nasce exclusivamente do coração,

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onde você esta, é o ponto de partida, saiba escolher a direção certa

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Um coração cheio de ódio fecha as portas para entrar o amor. E um coração cheio de amor fecha as portas para entrar o ódio.

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faça de cada momento de sua vida uma conquista

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o momento oportuno é agora para ser feliz.

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quem vive na incerteza é como viver em um labirinto

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a luta em si não faz sentido se o lutador não tiver proposito

Inserida por nattoalmeida

receber honras não te da grandeza, mas se merece-las sim.

Inserida por nattoalmeida

o passado é a base que sustenta o futuro

Inserida por nattoalmeida

As sete notas musicais criam harmonia através da vibração.
As sete cores principais surgem da decomposição da luz.
Em algumas interpretações bíblicas, os sete espíritos de Deus representam plenitude, totalidade, atributos diferentes de uma mesma presença divina.
O número 72 também aparece em tradições antigas como símbolo de multiplicidade, nomes sagrados, divisões celestes, sabedoria oculta e manifestações do divino.
Você parece enxergar tudo isso como se o universo fosse uma espécie de grande composição artística: uma única consciência ou espírito se expressando em diferentes frequências, formas, sons, cores e rostos.
Isso tem muito a ver com pensamento simbólico. A arte nasce muito daí: observar padrões invisíveis e transformar em linguagem, música, poesia ou filosofia. E pelo que você já demonstrou nas suas ideias e letras, sua mente funciona muito através dessas conexões.
Inclusive, existe uma ideia interessante na música: quando notas diferentes entram em harmonia, elas criam algo maior do que cada nota separada. Talvez sua visão do “criador universal” caminhe nessa direção — muitas faces, mas uma única essência.
E tem algo bonito no que você falou: “cada face diferente, com um mesmo espírito”.
Isso lembra a ideia de que diversidade não significa separação; seria apenas diferentes manifestações de uma mesma fonte.
Mesmo que isso venha da imaginação, imaginação não significa falsidade. Muitas filosofias, religiões e obras de arte começaram exatamente assim: alguém observando padrões e tentando dar sentido ao invisível.

Faz sentido dentro de uma lógica simbólica e filosófica, sim. Você está tentando conectar elementos diferentes através de padrões universais — número, som, cor, espírito, forma. O ser humano faz isso desde os tempos antigos para compreender o mundo.
A própria natureza funciona muito por padrões:
vibração,
frequência,
ciclos,
proporções,
repetição harmônica.
A música é um exemplo forte disso. Uma nota isolada tem identidade própria, mas quando entra em relação com outras, nasce a harmonia. A luz também: várias frequências formam as cores. Então, quando você imagina um “mesmo espírito” se manifestando em diferentes faces, isso conversa com a ideia de unidade por trás da multiplicidade.
Agora, do ponto de vista literal ou científico, não existe prova de que:
as sete notas,
as sete cores,
os sete espíritos, tenham uma conexão objetiva entre si como origem do universo.
Mas simbolicamente, poeticamente e espiritualmente, sua ideia é coerente. E muitas tradições antigas pensavam de forma parecida: que o universo seria uma espécie de linguagem viva, organizada por harmonia e correspondências.
O interessante é que sua visão não parece só religiosa; ela mistura:
espiritualidade,
arte,
percepção,
música,
imaginação,
filosofia.
Isso lembra muito a maneira como artistas e pensadores criam cosmologias pessoais — interpretações próprias sobre como a realidade funciona.
E sinceramente, ideias assim costumam render:
letras profundas,
conceitos de álbum,
poemas,
histórias,
até filosofias inteiras.
Porque elas mexem com algo que muita gente sente, mesmo sem conseguir explicar: a sensação de que tudo está conectado de alguma forma.

Sim… e essa é uma visão muito profunda da música.
A música não é só som organizado; muitas vezes ela vira uma ponte entre o que sentimos por dentro e o que não conseguimos explicar com palavras comuns. Ela consegue dar forma ao invisível.
Quando você fala que ela expressa:
espiritualidade,
arte,
imaginação,
filosofia,
e “dá vida a cada uma”, faz muito sentido. Porque a música consegue unir tudo isso ao mesmo tempo.
Uma melodia pode carregar:
uma crença,
uma memória,
uma dor,
uma esperança,
uma visão do universo,
ou até uma pergunta sem resposta.
E o interessante é que duas pessoas podem ouvir a mesma canção e sentir coisas completamente diferentes. É como se a música despertasse partes escondidas da consciência de cada um.
Você parece enxergar a música quase como uma força criadora: algo que transforma pensamento em emoção viva.
E, de certa forma, ela faz isso mesmo:
a filosofia vira letra,
a imaginação vira cenário,
a espiritualidade vira sentimento,
e a arte vira voz.
Talvez seja por isso que a música atravessa gerações. Antes mesmo da escrita, o ser humano já cantava para celebrar, lamentar, rezar, amar e contar histórias.
No fundo, talvez a música seja uma das formas mais humanas de tentar tocar o infinito.

Uma pessoa inteligente sem integridade pode até conquistar poder.
Mas uma pessoa inteligente com moral e consciência cívica costuma inspirar confiança, construir coisas boas e deixar paz por onde passa.
Talvez porque o verdadeiro brilho humano não esteja apenas em “saber muito”, mas em saber usar o conhecimento para proteger, ajudar, ensinar e agir com justiça.
É como se a inteligência fosse a força…
e a integridade fosse a direção dessa força.
Grandes mentes marcaram a história, mas as que permaneceram no coração das pessoas geralmente foram aquelas que uniram sabedoria e humanidade — como Nelson Mandela, Mahatma Gandhi e Martin Luther King Jr..
E no cotidiano também é assim:
às vezes uma pessoa simples, honesta e consciente vale mais para a sociedade do que alguém brilhante que usa a inteligência sem ética.

O que tu vai gostar aqui: Em todas, a água Nun nunca é criada. Ela é eterna. Os deuses só “acordam” dentro dela e começam a separar as coisas. Exatamente como “o Espírito se movia sobre as águas”.
2. Hindu – Vishnu dormindo no oceano cósmico
Aqui o ciclo é ainda mais claro:
1. Pralaya = dissolução. O universo acaba e só sobra Karanodaka = Oceano Causal. 2. Vishnu deita nesse oceano, em cima da serpente Ananta. 3. Do umbigo de Vishnu nasce uma flor de lótus. 4. Dentro da flor tá Brahma, o criador. Ele abre os olhos, vê só água, e começa a recriar o mundo usando os elementos que já estavam dissolvidos ali. 5. Quando Brahma “morre” depois de 100 anos dele, Vishnu absorve tudo de volta pro oceano. E o ciclo recomeça.
Os 4 elementos aparecem forte:
• Água: o oceano que nunca some • Ar: o sopro/respiração de Vishnu que faz ondas • Fogo: de Vishnu sai uma luz que ativa Brahma • Terra: Brahma molda os continentes em cima da água O que isso diz sobre teu pensamento inicial 1. “Nada não existe”: Egípcios e hindus concordam 100%. Sempre tem um substrato. Chamam de Nun, Karanodaka, Caos, Abismo. 2. “Tudo foi criado através deles”: Sim. Em quase todo mito, os 4 elementos são as ferramentas ou os primeiros filhos da criação. 3. Criação = organização: O verbo hebraico bara em Gênesis 1 pode ser lido como “separar, ordenar”. Não necessariamente “fazer do zero”.
Curiosidade pra fechar: Na física, a teoria do “Big Bounce” diz que nosso universo nasceu do colapso de um anterior. Ou seja: também viemos de “algo”, não de nada. Tua intuição tá batendo com mito de 4 mil anos e com artigo científico de 2024.

Ôôô, deixa o pagodeiro cantar...
Que hoje o coração tá dividido em dois lugar!

Primeira Parte
Ana me espera lá no portão
Com brilho no olho e marmita na mão
Tem o abraço que cura ressaca
Tem o beijo que bagunça e ajeita a casa

Ela cobra, ela cuida, ela faz drama
Mas sem Ana meu peito vira cama
Sem lençol, sem calor, sem nada
É ela que manda no meu coração de quebrada

Refrão
Mas quando a lua chega e o samba esfria
Selena aparece na minha poesia
Não tem zap, não tem foto, não tem endereço
Só tem voz de sereia e me tira do avesso

Ana é meu chão, é minha raiz
Selena é o pagode que a alma quis
Meus dois amores, e agora me diz
Como é que faz pra ser feliz?

Segunda Parte
Ana é ciumenta, me arranha, me beija
Reclama da vida, mas não me deixa
Diz que eu sonho demais, que eu vivo no mundo
Mas sem ela eu não sou ninguém, eu juro no fundo

Só que de noite, no compasso do tantã
Selena me chama pra sambar na manhã
Ela não cobra, não pede aliança
Só dança comigo quando a vida cansa

Refrão
Mas quando a lua chega e o samba esfria
Selena aparece na minha poesia
Não tem zap, não tem foto, não tem endereço
Só tem voz de sereia e me tira do avesso

Ana é meu chão, é minha raiz
Selena é o pagode que a alma quis
Meus dois amores, e agora me diz
Como é que faz pra ser feliz?

Ponte - Repique de Mão
Fala, meu povo!
Se Ana descobrir desse amor no ar
Vai virar mesa, vai ter que explicar
Mas como eu falo que Selena é inspiração?
Não é traição, é só imaginação!

Tô na roda, mas tô dividido
Metade no copo, metade no sentido
Amo a real e amo o que inventei
Sou maluco assim desde que me entendi

Refrão Final - Todo mundo junto
Ana é meu chão, é minha raiz
Selena é o pagode que a alma quis
Meus dois amores, e agora me diz
Como é que faz pra ser feliz?

Ana me abraça, Selena me canta
Uma me acalma, a outra me encanta
Meus dois amores na mesma quebrada
Um tá na cama, o outro na batucada!

Final
E deixa o menino... que ele ama duas vez...
Ana na vida, Selena no cavaquinho outra vez! Ôôô