Enquanto o Sol Brilhar
Com você é mais fácil seguir
Uma constelação no olhar
Uma imensidão no silêncio
Brilhante como sol no amanhecer
Reluzente como a lua anoitecendo
Um sorriso como arco-íris
traçado com pincel
Ah, se vivesse em dias atuais Vicent Van Gogh
Desenharia cada detalhe seu
Da janela iria superar diversos sóis
Porque no horizonte dos seus olhos, encontraria a pureza do olhar de uma criança, com a mesma confiança que o pássaro tem nas asas
E sonharia...
E viveria...
E amaria pela eternidade
Porque o gostoso, é acreditar no amor
Não daqueles de contos de fadas
Mas, sim aquele que mesmo sendo imperfeito
Dá vontade de ficar!
Poema de autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 09/02/2021 às 20:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Quem diria
Na tempestade dele
Ela foi o sol
Foi a esperança
Foi a cura
Foi o brotar, até florescer
Mas, na tempestade dela
Ele foi o próprio vento
Foi a chuva forte
Foi quem derrubou suas folhas
Foi quem a fez acreditar, que havia algo de errado com seu corpo
Foi quem a empurrou de cabeça no abismo profundo
Foi quem a encurralou de frente a ansiedade
Foi quem sem se quer ter um punhal
Cravou uma imensidão de dor
Mas quem diria que um dia
Ela despertaria para uma nova versão
Então como um ipê
quando quase sem vida,
se fez florir antes das folhas
Hoje sozinha é cheia de si, completa
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 11/02/2021 às 16:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Meu nome procurei no Sol
Se queimou feito um paiol
Mas bastou meus olhos fechar
Vi a Lua a iluminar
O jogo que escolhi entrar
Não deixa desacelerar
Como o brilho do sol, ela ofusca sua visão, bem-vindas na tristeza e no ápice da alegria. Muitas das vezes ela vem com surpresas inesperadas. A maioria das pessoas não assumem que já aconteceu com elas, ainda mais se essa pessoa for orgulhosa. Muitos querem ser mais forte que ela, mas todos se rendem em sua presença. Nesse deserto da vida, em meio a uma tempestade de areia, deixe as lágrimas caírem espontaneamente. Elas irão limpar seu olhos para que você possa enxergar os obstáculos e ir além.
QUERO VOCÊ
Quero ser sol
que brilha reluzente na sua face;
Quero ser brisa
que suavemente deslisa
entre seus cabelos;
Quero ser riso facil
que desabrocha em sua boca sem pedir licença;
Quero ser a água do banho
que percorre continuamente no seu corpo.
Quero ser noite
que te cobre ao dormir.
Enfim quero ser parte
do seu cotidiano,
até ser totalmente parte inteira
de ti.
VERÃO .....
Verão... janeiro onde tudo esquenta
Em bando o raio do sol abafa o beiral
É mais triste o jardim na tarde sedenta
Onde as rosas já desmaiam no rosal
O alto verão! A hora é macilenta
Tem lerdeza, estio, sempre igual
Poeta, porque é que te atormenta?
Cá no sertão, é calor, chão tropical
Depois o seu entardecer é encantado
Dum horizonte de nuvem em novelo
Na grandeza do céu árduo do planalto
Verás sim, o abrasado torto cerrado
Em brado, as suas savanas em apelo
No pico da quentura, bafo, ponto alto! .....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
18/01/2021, 07’37” – Triângulo Mineiro
Sabe de um tempo pra cá estou igual Pinho Sol, eliminando 99,9% de pessoas bactérias da minha vida.
Era o seu coração idiota... Sempre otimista, sempre procurando por um raio de sol em um céu cheio de nuvens de tempestade.
Entenda...
O tempo passou mas não é tarde, o sol vem depois da tempestade clareando a visão, as folhas que caem se renovam para um dia, o dia viver.
“Porquê tenho dormido tarde”
Amanhã o sol celebra
Então aproveita, meu amor
Que hoje eu tomei calmante
E se o copo quebra
Eu não forjo nem com teu calor
Ele nunca mais vai voltar a ser como era antes
Eu ouvi dizer que só se vive uma vez
Mas pra mim isso não é o bastante
Roubo tua mágica, é isso que tu quer?
Sua gata, cê vive 7 ou 6
Te quero comigo, te desejo nos meus sonhos, te ponho na minha estante
Você tá cada vez melhor, ein mulher
Eu não sei mais o que tu quer
Mas eu sei que a primeira refeição é sempre a melhor
Pois é nela que há mais calor
Você fica brava com o que eu fizer
Então se eu te disser que tu é a pior
É porque só há você, meu amor
Você nunca me deixa só
Por isso você é a melhor
E se tu quiser fugir de mim eu te dou um nó
Seu novo filme favorito eu sei de có
A minha insegurança me diz que tu só tá aqui por dó
E no fim da noite isso me deixa na pior
Mas o teu sorriso é a coisa mais bela do mundo
É por isso que eu esqueci que eu deveria morrer ontem
E estarei cantando amanhã
Olha pra lua, meu bem, meu mar, meu mel, meu mundo
Olha para as estrelas, minha lua, meu sol, meu tudo, razão dos meus sorrisos aos montes
Olha pra rua, minha estrela, meu banho de chuva, meu pingo d'água, meu mousse de hortelã
Me diz que sou louco
O mais doido dos tontos
Que eu te quero aos poucos
Quando eu te vejo me dá um sufoco
Mas se eu não te vejo eu fico aos prantos
Olho pra mim e rio, eu quem dizia ter o coração oco
Amo mesmo: (Simplicidade)
é o sereno do anoitecer,
o bem-te-vi no raiar do Sol,
a brisa fina pelo amanhecer.
Gosto do gosto da chuva,
o orvalho deitado nas flores,
o cheiro de terra molhada e turva.
No jardim a borboleta a revoar,
e a vida assim segue seu versejar.
O mundo do meio entre os opostos
Entre treva e luz.
Pelo raiar do sol e a inundante chuva.
Casado e solteiro.
O luar mais belo e a nuvem negra.
Lati e miar.
Cantar e silenciar.
Céu e inferno.
Deus e satanás.
Homem e mulher.
Deserto escaldante e uma floresta radiante.
Espada e escudo.
Freio e acelerador.
A brisa mais suave e o aspecto da dor.
Sim, é verdade, entre os opostos.
Vivemos risos e momentos indispostos.
Vitórias e derrotas.
A enfermidade e o semblante mais saudáveis.
A loucura e a sanidade.
Taí um embate.
Da força e fraqueza.
Quem deveras tem razão.
O que de fato avalia cada coração.
O mistério mais profundo.
As agonias do mundo.
Se falo não me escutam.
Se não falo condena me a ser mudo.
A liberdade.
A prisão.
É perigoso gritar.
Tem ouvidos cheio de ódio.
A inveja que envenena.
A bondade serena.
Enfim.
Somos tomados e desafiados.
O devaneio insensato de ignorar o irmão.
A sociedade impõe a condição.
Tudo vã, banal, naufragados na ambição.
O egoísmo vivo, o medo, a covardia.
E continuamos a ser navegantes.
Enquanto isso.
O próximo do próximo.
Que está a machucar o semelhante.
Giovane Silva Santos
Ocaso
No fim da tarde,
Sob a luz amarela do sol,
Os pequenos pássaros pulavam
Pelos galhos.
Ao fundo, as margens barrentas do rio
Alimentavam as massas verdes e,
Ainda mais ao fundo,
A cítara e a tabla
Contavam uma história
Que não tem fim.
E a noite, a Lua, virou o Sol, o dia.
Neste instante, o poeta, o guardião, varou a porta dourada e travessou o selo que separa o antes e o depois, o que era inconsciente do que era consciente, juntando tudo no agora. E a melodia do Destino soou para resgatar as almas que não existiam e fazer valer o amor esquecido. Somos senhores do mundo, mas quando criamos os seres, deixamos de ser nós.
DURANTE MUITO TEMPO
Durante muito tempo
Perdi a esperança
Mesmo quando chorava
Esperava ver o sol
Mesmo longe de casa
Esperava sempre voltar
A ver a tua presença
Mesmo quando chovia
No meu coração
Ficava com esperança
De poder ver o sol
Encontrei nas palavras
A forma de expor todos
Os meus sentimentos
E pensamentos
Acerca do amor e da dor
De tudo que me rodeia.
Despertou
Despida do inverno
Acordou sol
Despida da primavera
Acordou girassol
Despida do vento
Acordou borboleta
Despida do branco e preto
Acordou violeta
Despida do medo
Acordou esperança
Despida da angústia
Acordou mudança
Despida do fragmento
Acordou feliz
Entendeu as estações
Aceitou a cicatriz
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 23/05/2022 às 14:30 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
A rotina no roçado
é antes de o Sol raiar,
é alimentar o gado,
e a lavoura cultivar.
E, à noite, um forró
pra dançar com o "xodó",
e "adispois" ir namorar.
