Encantamento
Pensamentos.....
Menina mulher, mulher menina, frita de lua, de sentimento e encantamento! Menina que encanta como a lua fixa lá jo céu, como um céu estrelado de sentimentos e encantamentos, lua cheia, lua crescente, ela entende e brilha seu luar como uma lua cheia de paixão! Pois eu estou ali, admirando e escutando a música da vida dela por ela e pra ela!
"Talvez meu encantamento por histórias, sejam elas como ou de quem, se dão pelo fato de não me permitir buscar novas respostas, mas sim novas perguntas. O novo dentro de um contexto passado, me fascina."
O Encantamento
A princípio, ele acreditou tê-la visto entre as colunas do templo. Não um templo de mármore — mas o da própria mente. Ali, onde as musas habitam como sombras antigas, ela surgiu. Seus olhos, tão serenos, pareciam conter os astros. Seu gesto mínimo, de afastar os cabelos do rosto, era um ritual solar. Ele pensou: É Ariadne. A filha dos deuses. A que guarda o fio do caos.
Ele era artista. Não dos que vendem quadros em feiras nem dos que frequentam coquetéis. Era daqueles que se perdem no traço de uma linha, ou em uma frase que nunca termina. Vivia no exílio da lucidez, no limiar entre o sagrado e o delírio.
E ela apareceu assim. Simples. Com um vestido qualquer. Mas para ele era sacerdotisa. Musa. Mistério. Sua mente parecia dançar sobre os abismos como uma acrobata dos ventos — e ele se encantou por aquela inteligência sem nome, por aquele silêncio que parecia conter todas as palavras do mundo ainda não ditas.
— Você não é daqui — ele disse, certo de que falava com uma mulher vinda de outra esfera.
Mas os dias passaram. E o que era véu foi tecido. O que era bruma, forma. A musa, aos poucos, se revelava humana. Com certezas comuns, opiniões previsíveis. Não havia abismo: apenas convicções. Ela acreditava em causas, em partidos, em fronteiras morais. Entre o sim e o não, ela nunca hesitava. Entre o bem e o mal, escolhia com pressa.
Ele, que vivia das nuances, das contradições, do absurdo, sentiu uma dor sem nome.
— Ela é binária — pensou.
E doía. Não porque ela fosse assim — mas porque ele havia amado nela o que ela nunca fora.
E então compreendeu: sua arte sempre fora isso — um esforço patético de ver divindade em quem só carregava o peso da humanidade.
O Encantamento
A princípio, ele pensou que ela fosse Ariadne — uma ninfa perdida entre os mitos e as constelações. Pensou que sua mente fosse um milagre oculto dos deuses, uma peça rara entre os destroços do caos. Via nela o brilho do improvável, como se cada gesto carregasse um segredo antigo.
Mas com o passar dos dias, ela foi se revelando... comum.
Pessoa binária — presa na contemplação medíocre entre o sim e o não, entre o bem e o mal. Uma alma regida por manuais. Uma mulher como tantas.
E ainda assim, ele a desejava.
Não por aquilo que ela era, mas por aquilo que ele imaginava que poderia ser, se ela aceitasse se lançar com ele ao vazio. Ele queria a vertigem. Queria sair do chão com ela, voar — não sobre nuvens, mas sobre abismos. Queria perder-se e, no fundo da queda, encontrá-la.
Ele era um homem subterrâneo.
Habitava no silêncio, na contramão do tempo. Carregava na alma uma solidão antiga, quase mineral. Tinha feito do abismo seu ateliê, seu altar e sua casa. E nela enxergava a possibilidade de dança, de salvação, de ruína bela.
Queria levá-la para esse mundo, onde a arte não tem preço e os gestos não pedem permissão. Queria que ela ouvisse o som da vertigem, o canto obscuro que move os artistas quando amam.
Mas ela tinha sonhos —
Sonhos com raízes, não com asas.
Queria se casar, ter filhos, construir uma casa com varanda e cortinas. Queria um homem estável, domingos tranquilos e filhos com nomes decididos muito antes de nascerem.
— E se não houver futuro? — ele perguntou, numa madrugada em que ela falava de imóveis e certidões.
— Então a gente inventa um — ela disse, sorrindo como quem jamais compreendeu a pergunta.
Ela não o entendia.
Achava bonito o que ele dizia, como quem acha bonita a chuva ou a música triste — mas não desejava se molhar, nem chorar.
Ele queria que ela rasgasse o destino e ardessse com ele num fogo sem nome. Mas ela dizia:
— Você precisa crescer.
E ele sentia que era exatamente o oposto: precisava desaprender.
No fim, ela partiu.
E ele ficou — com a ausência dela, com a vertigem não vivida, e com a verdade que o tempo traz como um veneno lento:
não era ela quem havia sido pequena —
era ele quem havia sonhado grande demais.
Conheça bem sua capacidade de pagamento. Escolhas assertivas são o alicerce do encantamento. Evite a compulsão, seja prudente na vida.
Viver dentro dos meios é a senda mais querida.
Livro: O Respiro da Inspiração
Quando a sensibilidade entra em ação, as belezas da vida mostram a sua cara e o encantamento acontece. Viver é um ato de emoção.
"Primavera
Primavera, estação das flores, de encantamento e de muito amor, onde a felicidade toma um lugar especial em minh'alma, faz pulsar o meu coração, deixando inebriantes perfumes.".
Convivência...
"No início, o encantamento; no decorrer da convivência, o sofrimento; e, no final, o desapontamento".
Pense nisso...
O amigo Valdemar Fontoura
O amor mais sentido envolve a alma num encantamento celestial, que prende a energia máxima de união e consciência.
Como não se apaixonar...
A gentileza ao tratar
A sedução ao te escutar
O encantamento do teu cheiro
Simplicidade o tempo inteiro.
Como não se apaixonar...
Pela beleza no olhar
Pelo sorriso que ela dá.
Esses cabelos lindos negros,
Por esse jeito doce e meigo.
O ENCANTAMENTO DO TEUS OLHOS CASTANHOS
Ah, eu cai de novo,
De novo
Cai no encantamento dos
Teus olhos castanhos
Eu ja tentei de tudo
Para não cair,
Mas seus olhos me
Destroem, parece bruxaria
É algo inimaginável
Deveria ser feita uma
Pintura dela, e colocar
No mais nobre
Palácio nórdico
Mas nunca farão isso,
Pois sua beleza é
Questionável sobre ser
Bruxaria,
Mais bela que o por do
Sol, mais
Letal que a aurora boreal
É como uma rosa
Num campo de girassóis,
Inexplicável a garota com a cor de cabelo que
Se expressa o outono
Nada poderia perturbar seu caráter de profunda serenidade e o encantamento glorioso e irreal daquele quadro.
Doses exageradas de autenticidade, criatividade, ousadia, encantamento e abnegação; inspiram.
Que o desconforto do desespero seja apenas por um instante, o tempo suficiente para uma profunda respirada.
Conscientemente ofereço o melhor, assim não ha equívocos.
O extraordinário acontece, a repercussão assusta…nada grave, unicamente a aventura da liberdade em fluxo…
Quem tem olhos para os céus
afim de apreciar a beleza da lua
e o encantamento do universo,
bem como, tem o prazer de cuidar da natureza,
não abre o coração para as maldades do mundo terrestre.
Os amores deveriam ser eternizados no exato momento que alcançam o ápice do encantamento.
Deveriam ser imunes a indiferença, alegres como dias ensolarados e definitivamente marcantes, registrando os melhores momentos das nossas vidas.
