E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Quem fez dos bens materiais um fim, em vez de um meio, pratica idolatria, porque “ninguém pode servir a dois senhores, a Deus e ao dinheiro”. Quem serve é servo, escravo, inferior. Quem serve ao dinheiro proclama o dinheiro seu senhor e soberano, e a si mesmo servo e súdito. Mas quem obriga o dinheiro a servir-lhe é senhor do mesmo, porque usa o dinheiro como meio para algum fim superior.
Bom dia
Se toda vez que estiver em sua luta diária para manter-se em uma situação de conforto, parar e olhar para seu passado doentio atrasa sua caminhada, que podem ser em segundos minutos horas dias ou até anos. Fique atento a isso e ao que vale realmente a pena parar e olhar para o passado.
CONTO DE AMOR
Na primeira vez, somente o aroma e a cor
Semente que não dizia, mas era a primeira vez
Linda na forma, no jeito, no olhar que me desarmou
Nada soube do céu, do mar e da minha costela se fez
Na segunda vez, linda mulher me cativou
Eu já entendia ser perene, mas de nada sabia
E aquilo que a ti me levou, do mesmo modo me fragilizou
Era intensa luz que me feria, mas era a mulher que eu queria
Tempo que não se calava, tu estavas no meu coração
Quando via tua foto, sentia teu cheiro e mais sofria
A segunda vez me fez saber da nossa imensidão
Mas era eu, só eu e assim permanecia
Na terceira vez eu vi e tu vistes, somos um
Na terceira vez, tudo cessou, meu coração quietou
Hoje não nos perderemos de modo algum
Sei quem tu és, sabes quem eu sou
Um para o outro, do mesmo modo, a franqueza do amor...
Deus não esqueceu o mundo. O mundo foi quem esqueceu a Deus.
Da próxima vez que alguém pensar em dizer: "Onde Deus está que vê tanta maldade no mundo e não faz nada?" ou "Se Deus existe, por que Ele deixa tudo isso acontecer?", lembre-se que Deus não pode ser culpado pelas consequências que uma vida longe Dele trás.
A felicidade só é submissa à paz interior, que por sua vez só se submete a uma consciência tranquila. A felicidade reina onde há honestidade.
De vez em quando a gente precisa dar um tempo de tudo... Se afastar do que já não nos faz bem, cuidar da mente, do corpo e da alma para não adoecer.
" Já dividi um sentimento e fui enganado por momentos, desta vez irei rever esse tormento em forma de amor farei meus lamentos, apaixonado sou apaixonado serei, vivo cada dia pra fazer falta pra pessoa que um dia amei..."
Menina, é esse teu poder de deixar tudo subtendido que induz as pessoas a lhe procurarem outra vez, desejarem saber mais de você, como uma caixinha de surpresas nunca sabem o que irão encontrar vindo de ti. Isso instiga, mulher, isso acorrenta.
" Te esperei com aquela esperança no peito de outra vez te encontrar, sabia que não seria dessa vez que a nossa historia iria acabar, quantas vezes foram assim sempre voltávamos pro mesmo lugar! A saudade foi tanta que te fez VOLTAR, alguns dias nos separa, e ao teu encontro na sua boca com seus beijos vou me afogar. O nosso amor aquele mesmo amor do inicio, aquele que a distância nunca separou. Hoje outra vez esse mesmo amor em nossos corações brotou!!"
Toda vez que a vida não acontece do jeito e no tempo que havíamos programado ficamos achando que a vida não é boa com a gente, queremos os nossos desejos atendidos ao nosso tempo do mesmo jeito quando queríamos um brinquedo novo na infância, agora que tudo se realizou me sinto melhor, mas fiquei mal por um tempo com a ansiedade do desejo a ser satisfeito.
Deve ser horrível a vida de quem não enlouquece de vez em quando jogando seus bichos pra fora. Bichos retidos provocam enlouquecimento permanente sem volta.
Me disseram: morrer é ruim, porque só morremos uma vez; discordo, se fosse assim nasceríamos várias vezes.
CONTO DE NATAL: O Caçador e o Anjo
Era uma vez um jovem Anjo que duvidava da existência dos homens. Ele via uma forma de carne, ossos, sangue, pele, cabelos, uma forma material. Essa forma se movia, alimentava-se e descansava, mas ainda assim o Anjo duvidava de que fosse um homem.
O anjo sabia que os homens são espírito e matéria, e que ele tinha uma missão: cuidar de um deles. Porém, questionava se a forma rude que enxergava era mesmo de um ser humano.
O homem, chamado Estevão, só acreditava no mundo material e ria quando alguém lhe dizia que existiam anjos. Um dia ele foi caçar numa floresta e, correndo sobre o mato úmido atrás de um veado, bateu contra o tronco de uma árvore morta que estava caída no chão. A arma escorregou de suas mãos e um forte estrondo, como o rugido de um leão, agitou a floresta. Rapidamente os pássaros revoaram e animais pequenos voltaram a suas tocas. Ao cair no chão a espingarda disparara e o caçador, com tão pouca sorte, foi ferido.
Estevão, lá deitado, vendo o sangue escorrendo de seu peito, olhou para o céu a fim de pedir socorro e, num raio de sol que penetrava pela copa das árvores, divisou a imagem de um anjo com suas asas brancas.
O Anjo, por sua vez, ao ver o homem clamando por Deus, percebeu seu espírito. Ambos se olharam com curiosidade e, em seguida, passaram a se examinar mutuamente.
– Você é um Anjo? – Então os anjos existem! – disse o homem, admirado.
– Você é um homem? – Então os homens existem! – exclamou o Anjo.
Ambos deram-se as mãos. Estevão, no entanto, havia perdido muito sangue e desmaiou. Foi acordar num quarto simples, da casa de um lenhador que por acaso passara por onde ele se encontrava na floresta e, ao vê-lo ferido, decidiu a ajudá-lo.
Desde esse dia o caçador se fez amigo do Anjo, e o Anjo se fez amigo do homem. O humano sentiu-se tão feliz com seu companheiro celeste que deixou de matar outras criaturas. Agora, sua maior diversão era observar os seres da natureza: ondinas e gnomos, silfos e salamandras. Mostrou também seu mundo a seu amigo: casas e fábricas, lojas e clubes, cinemas, teatros e shoppings. Mas o ser celeste preferia as florestas, as montanhas e os mares, o ruído dos ventos, das ondas e dos pássaros.
O homem e o Anjo sempre permaneciam juntos, e os sensitivos que por acaso os viam, detinham-se perplexos a observá-los: ambos caminhavam juntos, tão serenamente que ninguém sabia se o homem era guiado pelo Anjo ou se o Anjo era guiado pelo homem.
Isabel Furini é escritora e poeta.
Toda vez que você adora, você tem a oportunidade de levar alguém contigo.
Adore, adoração é um ato contagiante.
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