Dor
Inocência
Amor incondicional amor
Puro, Único, Sincero
Mas também cheio de dor
Amor incondicional amor,
Doença incurável,
Transmitida pela delicadeza de uma flor
Sentimento impossível
Que chegou imprevisível
Moça tão bela,
Inocência descrevia ela
O desfecho dessa história foi cruel
Mas a beleza de uma borboleta descreveu
A moça que foi voar no céu...
Caminho
Na beira da estrada da saudade...
A minha alma grita de agonia.
De dor
Alma em desassossego.
Pela ausência
Pela falta
Do toque dos teus dedos.
Do silêncio.
Dos lençóis acetinados.
Perdido no brilho.
Brilho do teu olhar doce.
Onde toca o meu coração quente.
Percorrendo cada canto do teu corpo.
Arrepio inimaginável desejo partilhado.
De memórias
Emoções
Suspiros de ternura.
Unindo os nossos corpos.
Como um raio de sol.
Magia dos sentidos.
Sentidos das as almas dos corações unidos!
Nos dias de silêncio.
O meu coração não tem voz.
A dor dos outros, são os meus olhos.
Que vê a profundidade da alma.
Os segundos passam.
Ficam as lembranças.
Na mente.
No corpo.
Elas só dizem que o tempo passou.
O resto é só saudade.
Triste das ondas, de uma voz calada.
Boca fechada.
Olhar ausente.
Hoje simplesmente.
Joguei o devaneio ao vento.
Num breve momento.
Sinto que a alma é livre.
Para toda a eternidade de uma vida vazia.
Murmurada ao vento.
Na sombra.
Cantada numa melodia triste.
Triste das ondas de uma voz calada.
Nos dias de silêncio, é só silêncio!
Eu sinto que nada apaga as lembranças que vivemos, não adianta iludir o coração, achando que a dor vai passar.
Eu vou tentando guardar a dor em um lugar escondidinho, onde ela me permita sorrir, onde seja possível falar de um amor sem transbordar em lágrimas.
O ser humano se sente culpado não só pelo simples fato em que falhou, mas talvez pela dor de assumi-lo ou corrigi-lo, pois pensar em nossos erros é uma atividade muito dolorosa.
nobres almas
despero
puro pesares,
acentuando
pequenas gotas de dor,
em tudo tenha nessa vida,
que lhe seja para sempre...
doces jogados ao vento...
espalhados em tua plena
solidão mesmo tão...
marcada ao mesmo tempo...
seja mesma dose de veneno,
que consome a alma perdida em pesadelos...
demarcadas pelos sonhos...
... sejam assim passados...
contemplados por assím...
assassinados por ter sonhado...
e assim seria passado.
por celso roberto nadilo
Com os erros aprendemos a acertar;
com a queda aprendemos a se levantar;
com a dor aprendemos a nos fortalecer;
com a fé aprendemos a crê;
com a esperança aprendemos a não desistir.
“Foi timidez” Poema
Às vezes, uma dor me desespera...
Nestas ânsias e dúvidas em que ando.
Cismo e padeço, neste outono, quando calculo o que perdi na primavera.
Em meus tristes versos sufoquei o amor que sentia.
Um grande amor eu sufoquei dentro do meu coração.
Numa explosão sincera eu te perdia.
Mesmo que houvesse mais cem vidas para viver...
Nunca amarei como amei você.
Sinto o que desperdicei por calar meu coração...
Deixando uma grande paixão sufocar minha alma.
Não sei se fui...
Mártir da hipocrisia ou da virtude.
O amor que não tive por tolice...
Por timidez.
O que sofre por amor não pode condenar um grande amor.
E por pudor os versos que não disse!
Ao Coração que...
Sofre e morre por amor.
Ao coração que sofre, separado...
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo...
Não basta o afeto simples e sagrado...
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amada...
Nem só desejo o teu amor.
Desejo ter nos braços teu corpo delicado...
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem.
Não me envergonham...
Dizer que amei...
Nem pela a terra pelo céu seu amor eu trocarei.
E mais elevei o coração num gesto simples de amar.
Ser para o ser amado sempre a maior pureza
Ficar na terra e humanamente amar.
