Dominação
eu, por eu mesma
sempre
por implicância
ou insistência
por dominância
ou desistência
por arrogância
ou sofrência
por intolerância
ou impaciência
por relutância
ou subsistência
por substância
ou (in)coerência
por petulância
ou (in)decência
por (in)significância
ou impertinência
por abundância
ou carência
por (in)constância
ou (im)prudência
por ganância
ou urgência
por exuberância
ou aparência
mas sempre eu mesma
simples assim
com começo, meio e fim
do meu conto de fada
só que sou meio bruxa
me visto de arlequim
mascarada até os dentes
uso coroa de marfim
exalo cheiro de jasmim
tenho asa de anjo querubim
e tem quem ache o contrario
mas esta sou eu sim!!!
Hoje em dia, passamos por um momento que ele define como "dominado" pelo imediatismo: Tudo tem que acontecer agora, com quase nenhum caminho a percorrer. A capacidade de esperar e a perseverança está a ser perdida...
Cuidado com qualquer preconceito. Ele pode te fulminar num posterior arrependimento e te dominar por falta de conhecimento.
Não se deixe dominar pela raiva, lembre-se da abelha que após atacar alguém perde seu ferrão e morre, tornando-se vítima de seu próprio instinto.
Senhor,
Tu que disseste ao infante,
“Dominai sobre todas as criaturas”,
Fazei-me forte de corpo e alma,
Dai-me a graça de saber lutar com lealdade,
E vencer com justiça,
Mas se não merecer a vitória,
Morrer com dignidade,
Infantaria! Brasil!
Independentemente da dimensão em que você esteja há um homem com uma cabeça grande tentando dominar o mundo.
Eu poderia dominar o mundo se, assim, o quisesse, mas a amo e a quero feliz do jeito que quiser viver.
Minha consciência com a educação, não foi, e não pode ser: vendida e dominada por incompetentes e/ou corruptos.
A poesia me transforma, me domina, me preenche de amor,eu me sinto cada vez mais cheia de sentimentos, eu ainda não perdi a esperança
Suportar estigmas e chaga, pisaduras inexplicáveis, é aniquilar o vencido e dominar inferências do insuportável.
Meu mundinho perfeito esta se decompondo de novo, minha raiva está me dominando de novo, você está indo embora de novo, meu braço está sangrando de novo, meus olhos se encheram de água de novo, eu estava pensando em você de novo, eu quero beber pra esquecer de novo, você vai voltar para meus braços de novo?
Até quando eu vou viver nesse ciclo de, de novo, e de novo? A palavra de novo já até perdeu o sentido.
Então me diga
Que dia você irá voltar de novo? Me diga pra eu me preparar pra sentir aquela dor insuportável de novo
Que dia você irá partir de novo? Que dia você irá para de encher de promessas vazias? Você prometeu ficar até o nosso último segundo de vida e foi embora de novo
Os vivos ouvem poucamente. As plantas,
como o elemento aquático domina,
são dadas à conversa. A menor brisa abala
a urna de concórdia estremecida
que, assim, sensível, se derrama
e é solidão solícita.
Os vivos não ouvem nada.
Mas, havendo acedido a essa malícia
de experiência cândida,
os mortos deixam que o ouvido siga
o fluvial diálogo das plantas
umas com outras e todas com a brisa.
Melhor ainda. Quando, nas noites cálidas,
as plantas se sentem mais sozinhas,
os mortos brincam à imitação das águas
inventando palavras de consonâncias líquidas.
E esse amoroso cuidado de palavras
a urna de concórdia vegetal espevita
até que, a horas altas,
a noite, os mortos e as plantas
caiam no sono duma luz solícita.
Mas quem que acreditaria
Que eu ia dominar um dia?
Eu 'tô vivendo meu sonho
Vida boa, tendo tudo que eu queria
