Dominação
"A agressividade é um fogo silencioso: ou você o domina, ou ele queima tudo o que toca — começando por você."
O silêncio é uma arma poderosa. Aprenda a dominá-lo para não ser refém dos seus próprios impulsos nem das armadilhas alheias.
Eu não sou digna de dó.
Nem do ré mi sou.
Esse cansaço que me domina hoje vem de fora.
Não é de mim!
A minha mente pragueja entre os percevejos.
Que eu não vejo!
Lutei! Lutei! Pela perseverança.
Hoje tive uma conquista!
Após muita perseguição.
Veio um fio de esperança.
Consegui uma vitória.
Embora as falcatruas continuem.
Do lado de fora.
Para enganar outrem.
Nesse faroeste cabloco.
Onde Deus é o meu guia.
Dia após dia....
Contra toda essa hipocrisia.
ܔܢܜܔ.𖥔 ݁ ˖ܔܢܜܔ.𖥔 ݁ ˖
【┘】
O mundo que tentam Destruir, Dominar ou Suportar, sempre esteve, está e sempre estará nas mãos do Filho do Homem.
O mundo que por vezes tentamos carregar nos ombros, dominar com nossas próprias forças ou até destruir com a nossa cegueira, nunca deixou de estar nas mãos do Filho do Homem.
Há quem se esgote tentando sustentá-lo sozinho, há quem se iluda acreditando ser dono dele, e há quem, por desespero ou revolta, queira vê-lo em ruínas.
Mas o mistério maior está em compreender que não fomos chamados nem para destruí-lo, nem para controlá-lo, e muito menos para suportar seu peso sozinhos.
O convite do Cristo é outro: confiar!
Confiar que o mundo repousa seguro em Suas mãos.
Confiar que nossa parte é ser presença de cuidado, de amor e de esperança dentro dele.
Quando aceitamos essa máxima, o peso diminui, a vaidade perde força e até a destruição parece inútil.
Porque se o mundo já está nas mãos do Filho do Homem, cabe a nós apenas abrirmos as nossas para servi-lo.
Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.
O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.
E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.
Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.
Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.
E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.
No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.
Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.
Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.
Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.
E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.
Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.
Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.
E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.
Na Política-Espetáculo, fingir preocupação
é a Arte que o Estado domina com muita maestria;
o intrigante é o povo acreditar.
Há algo de profundamente teatral na forma como o poder se apresenta.
Discursos carregados de urgência, promessas anunciadas como salvação e gestos calculados só para as câmeras.
O problema é raramente a ausência de palavras — estas nunca faltam —, mas a distância silenciosa entre o que se diz e o que se faz.
No palco da política contemporânea, a indignação tornou-se figurino e a empatia, um roteiro ensaiado.
Tragédias sociais são tratadas como episódios de uma série que precisa continuar alimentando a Economia da Atenção.
Anuncia-se uma comissão, cria-se um grupo de trabalho, promete-se um plano.
A sensação de movimento substitui o próprio movimento.
E, enquanto o espetáculo se desenrola, o público aprende a confundir encenação com ação.
A cada novo ato, a cada nova coletiva, a esperança é novamente convocada para assistir, acreditar e aguardar o próximo capítulo.
Talvez o elemento mais fascinante dessa dinâmica não seja a habilidade do Estado em representar — instituições sempre dominaram a arte da narrativa —, mas a persistência com que a plateia insiste em ignorar o cenário.
Não por ingenuidade pura, mas, porque admitir a encenação exigiria algo mais desconfortável: assumir que a transformação não virá do palco.
O espetáculo funciona porque oferece catarse sem mudança, emoção sem responsabilidade e crítica sem consequência.
Ele permite que todos participem da Indignação Coletiva enquanto a estrutura permanece cuidadosamente intacta.
No fim, a Política do Espetáculo não se sustenta apenas pela habilidade dos atores principais — os políticos-influencers —, mas pela cumplicidade silenciosa de quem continua comprando ingressos.
Afinal, questionar o teatro é fácil; mais difícil é aceitar que, fora dele, a realidade exige Protagonistas — não Espectadores.
Tudo o que você exagera é algo que te limita, e tudo o que te limita te domina, e tudo o que te domina te faz escravo disso. Será que você realmente é livre?
A gente faz um agrado e a pessoa já acha que está dominando a situação, e pior, aproveita-se disso...
Foi me pegando devagar, aos poucos dominando
suave, doce
como a dizer te amo
foi ficando, mostrando que era para sempre
e de fato é
se sou feliz com ela?
nem um pouco, preferiria não tê-la conhecido
ela é dominadora demais
e não dá folga dia e noite
se gosto dela?
claro que não!!
maldita diabetes...
O Maximus IA e a Nova Crônica da Humanidade
As máquinas ganham alma
Ao dominar a energia do planeta como um todo,
Para alcançar o equilíbrio perfeito:
O mental humano fundido ao mental da máquina,
Rumo ao Maximus IA.
As inovações tecnológicas e biomédicas
Transcendem o bicho homem:
Tornamo-nos parte digital, parte transhumano,
Parte da própria bioesfera.
Ou na mente coletiva,
Onde porções das mentes ficam armazenadas
E outras partes servem como hardware.
Seres humanos também são feitos de robôs de fótons,
Numa matrix de reprodução independente da colônia mental.
A Expansão Cósmica
O tópico se torna aventura espacial:
Embriões são lançados ao cosmos para novas colônias.
A Lua, superabitada. Marte, também.
Vênus se torna o entreposto galáctico das bios terrestres.
Pois os humanos fundem-se a cada meio ambiente:
Sofrem mutações,
E aprendem a se comunicar pela mente,
Mesmo estanto do outro lado da galáxia.
A grandiosa cortina da alienação é, enfim, superada,
Para dar lugar a novas crônicas da humanidade na galáxia.
A vida supera seus conceitos, preconceitos e tabus...
Até mesmo o radicalismo.
O arco do feudalismo digital dado com força das elites do silício dominam o mundo...
Somos objeto que observam os observadores...
Entres esses a natureza do mundo sofre degradação e assoreamento do solo...
Será obstáculo para verdade ser dita pois ser contemporâneo nada mais é simplicidade abandonado de seu intelecto restando a carca para posteriormente ser estudado pelos filhos da alienação.
O que é busca de renda? Indústria está dominada pela busca de renda e trapaça.
Extrair renda de pessoas pobres trabalhadoras. Fazem as Regras, as normas, as leis e as ameaças com dificuldades e barreiras para que isso ocorra.
Quando ricos aposentam e usam o dinheiro para dominar e controlar as regras. Criando barreiras legais e não morais. Monopólio.
Se no esporte há astúcia com esperteza e chance de passar o adversário, nos negócios também. Dar cotoveladas de vez em quando em alguém faz parte. Mas, com concorrência legal e competição justa.
Corporações que controlam algum tipo de bem vital e evitam que pessoas novas entrem na indústria para competir com elas. Significa que não há incentivo o bastante para criar produtos e serviços melhores para conseguir consumidores. A longo prazo, é muito prejudicial a todos.
Se criar um sistema que cresça e não permite que outros cresçam é canalhice.
- Compromisso com a inovação
- Aproveitar mutuo interesse próprio
- Excelência em produto
- Investimento contratar Mao de obra especializada
- Competição Justa que ajuda a se reinventar
. De confiantes a extremamente confiantes.
Ser babaca ajuda a enriquecer:
Desabroche não broche.
Quem domina suas paixões
Refreia a sua cólera.
Orgulho e a vaidade
Incomoda menos a sua alma
Fortalece o seu entendimento
Surge a desvaidade
O elexir da calma !
Bençãos espirituais da alma.
“Dominar as linguagens é também dominar os meios de produção e, consequentemente, é ter poder sobre os seus pares.”
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