Dom
Além de as pessoas frequentemente viverem de forma incompleta, muitas vezes elas também exigem que Deus participe dessa incompletude por elas, como se houvesse uma dívida divina a ser saldada por terem recebido o dom da vida.
Carta aos irmãos.
De modo especial escrevo aos irmãos de paróquia, aos irmãos de serviço e aos que, se da vontade de Deus for, serão futuros irmãos de comunidade.
Caríssimos,
Escrever é a forma mais eficaz de pensar,
pois no instante da escrita, você não está apenas criando um texto, você está dando vida, luz e eternidade aos pensamentos mais íntimos, racionais, emocionais e profundos.
A importância de meditar, debruçando-se sobre o escrito, traz à luz as mais profundas meditações.
Por isso, exorto-vos:
Escrevam sempre!
Escrever é não viver distraído.
É a arte de dar vida a tudo o que foi meditado. Escrever desperta interesses inesperados, ideias esquecidas, talentos adormecidos.
Escrever é vencer o tempo, cristalizar orações e memórias, e fazer memória do que está dentro.
É permitir que o tempo não corroa tudo o que precisa ser lembrado.
Renan Ribeiro, (renanfest)
Quinta-feira 23 de Janeiro de 2025 Anno Domini Nostri Iesu Christi
Preze sempre o que te dá prazer e satisfação,
Se permita respirar fundo, espreguiçar, os olhos fechar...
Recarregue com intensidade corpo, mente e coração,
Estar vivo é uma graça, um dom, forte motivo para comemorar...
Se você soubesse - De mãe para filho(a)
Filha(o) se você soubesse
O quanto me faz forte
Que ter você na minha vida
É muito mais do que sorte...
Filha(o) se você soubesse
Que com você aprendo todo dia
Que é o que me faz crescer
O motivo da minha alegria...
Filha(o) se você soubesse
Que o que tenho de mais precioso
É o dom de ser sua mãe
O tesouro mais valioso...
Filha(o) eu quero que saiba
Que estou aqui para o que precisar
Que você é luz na minha vida
O sinônimo mais puro de amar!
Ser acampamento juvenil é ser missionário como os apóstolos foram.
Onde mandavam ir, eles iam.
Se mandassem capinar, eles capinavam; plantar, eles plantavam; ouvir, eles ouviam; pregar, eles pregavam.
Sobretudo, eles estavam atentos à voz de Cristo. Isso é, de fato, ser acampamento juvenil:
Ser jovens autenticamente católicos.
A morte é cruel, é quase sempre inesperada,
Como inesperada ela pudesse realmente ser...
Somos seres muitos frágeis, pessoas afortunadas,
Devemos sempre, o dom da vida fazer por merecer...
Sempre vai ter alguém para rir da sua cara,
Que esse alguém, seja sempre você mesmo...
Leve a vida de maneira leve, de maneira rara,
Não desperdice o dom da vida a esmo... Pensador
Renascer
O sol nasce… Mas se põe
O sol se põe… Mas renasce
Ele sempre faz assim.
Talvez seja o destino
Deste ancião-menino…
Este é o seu ciclo sem fim.
A lua nasce e então cresce
Vê-se plena e vai minguando…
Mas depois rejuvenesce
Ainda com mais vigor
Ela sempre faz assim.
Talvez esta seja a sina
Desta anciã-menina…
Este é o seu ciclo sem fim.
Não tenho o fulgor do sol
Nem o esplendor da lua
Mas quem dera eu possa ter
Esse dom de renascer.
AO MESMO TEMPO
Concomitantemente
Assim de repente
Brotam choros e risos da mente.
Segue em frente,
Tendo à mão o que sente
Pulsando e com o sangue quente.
Persista, tente!
A vida por mais doída é coerente.
Lança teu pão, plante a semente.
Ela ao seu tempo brota e alimenta a gente.
Don Tiago da R. Sales Piauhy. Sampa, Sp, 29/01/2017
Soneto 63º aniversário de Brasília
O quadradinho visto em sonho
Riquezas ocultas entre os montes
De um ponto a outro, suponho
Tesouros de abundantes fontes.
Santo Bosco a ouvir amiúde:
Quão grande é a Prometida!
Oh! veluda voz não me ilude
Leite e mel jorrarão toda vida.
Nos graus 15 e 20 deságua,
Posto que cercada por espelhos d’água,
Reflete riquezas inconcebíveis.
De Colômbia a Sul da Argentina
Guiado por vozes audíveis
Dom Bosco viu a Terra de Brasília.
Assim, quando os textos sagrados são escritos, ali está a alma do homem que serviu de instrumento para divulgá-los ao mundo.
E não apenas os textos sagrados, mas cada coisa que colocamos no papel. Porque a mão que traça as linhas reflete a alma de quem as escreve.
O PAPEL DOS ASTURIANOS NA EXISTÊNCIA DE UM PORTUGAL CRISTÃO E A ORIGEM DOS RÊGOS!
O primeiro Rêgo foi Lourenço Mendo de Gundar, filho de Dom Mendo de Gundar natural das Astúrias que é um Paraíso Natural.
Os Asturianos, que se formaram a partir dos invasores romanos na Península Ibérica, foram os únicos Cristãos que conseguiram preservar o Cristianismo contra a invasão Muçulmana na Península Ibérica, sem Eles provavelmente não existiria um Portugal Cristão.
Os Asturianos desempenharam um papel fundamental para a existência e expansão de Portugal, na medida em que, eram os grandes Cavaleiros de Portugal que até passaram também a compor os Templários.
Pelas suas grandes qualidades, muitos Asturianos eram levados das Astúrias por Reis de Portugal para servir na Cavalaria de Portugal.
Um dos Asturianos de grande nobreza levado para servir Portugal foi o Dom Mendo de Gundar que foi um grande Senhor numa das Regiões do actual Distrito de Braga em Portugal.
Lourenço Mendo de Gundar, um fidalgo por ser filho do Dom Mendo de Gundar, era contemporâneo e um dos Cavaleiros do Rei Dom Afonso Henriques no século XII.
O Rei Dom Afonso Henriques conseguia saltar à cavalo um rego d'água de grande dimensão no Norte de Portugal, o que os seus Cavaleiros não conseguiam fazer limitando-se a cavalgar na água como forma de atravessar o rego d'água, contudo, o Cavaleiro fidalgo Lourenço Mendo de Gundar conseguiu saltar à cavalo o rego d'água tal como o Rei, com isso, o Rei concedeu a Lourenço Mendo de Gundar o sobrenome de Rego passando a ser chamado pelo nome de Lourenço do Rego.
Porém, a oficialização do sobrenome Rego ocorreu mais tarde, no século XIII, com a apresentação do Brasão de Armas da família Rêgo pelo Rei Dom Afonso III que era contemporâneo do filho de Pedro Viegas do Rego, um bisneto do Dom Mendo de Gundar e neto de Egas Mendo de Gundar, reconhecido também como Lourenço do Rego pelo Rei Dom Afonso III em honra ao primeiro Lourenço do Rego que foi contemporâneo do Rei Dom Afonso Henriques.
Foi a partir do facto da concessão do sobrenome Rego ao Lourenço Mendo de Gundar que o nome Rego se tornou até mesmo de uma Vila do Distrito de Braga em Portugal designada Freguesia de Celorico de Basto e que o salto de Lourenço Mendo de Gundar designado por 'Salto do Rego' se tornou uma Tradição até aos dias de hoje lá mesmo na Região Norte de Portugal.
Do Norte de Portugal, actual Distrito de Braga, o sobrenome Rego se espalhou por Descendências para as várias partes do Planeta Terra, com destaque para as colónias de Portugal que incluem Moçambique.
A Ascendência Rego de que tive Origem derivou-se de um dos Rêgos de Goa lá na Índia que foi habitar como Prazeiro na Região Central de Moçambique no Grande Vale do Zambeze por volta do século XVII.
No caso muitíssimo específico do falecido Avô como Médico no Distrito de Marromeu da Província de Sofala em Moçambique no século XX e finalmente no caso do falecido Pai como Técnico de Refinação do Açúcar no Sector de Açúcar Branco na Açucareira de Marromeu até a inviabilização da Fábrica pela Guerra Civil.
Conforme as histórias que me eram contadas pelo falecido Pai que tanto falava com admiração sobre o Rei Dom Afonso Henriques!
O amor de Deus é incomparável.
Reconcilie com Deus , com seu passado, com sua individualidade, com seu futuro e com sua maturidade, exercitando assim o dom da fé.
Cada pensamento ou emoção não manifestada acaba por ficar densificada no corpo sob a forma de dor, desconforto ou dom.
Quando chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua primeira epístola: "As mulheres sejam sujeitas a seus maridos..."
"Procuro meu próprio caminho, tenho meus objetivos e é na busca deles que vou percebendo meus dons e minha limitações".
A floresta está chorando
Triste de decepção, de medo
A jibóia e o jacaré nem saíram hoje
A onça e o macaco compartilham a dor
O verde perdeu até o brilho...
E por alguns instantes o dia deu lugar a noite
A pureza, a beleza e a criação parecem sem sentido
Diante da crueldade e do horror humanos
Mas, esperem... há movimento lá na frente
Índios coloridos vêm dançando,
Dá para ouvir o batuque, o chacoalhar
Entre eles...são dois deles
Os irmãos vêm abraçados
A pele clara já não faz mais sentido
Estão pintados, selvagens e livres
Agora, sem as amarras da carne,
Estarão mais poderosos
São lenda, são verdade...
Quem os cuida e treina são os Encantados...
A selva ganhou dois protetores...
Bem-vindos ao seu lar!
*para Bruno e Dom
Salve aos que com coragem e pacificamente servem de exemplo às mudanças e conclamam a todos a mudarem suas instituições através da verdadeira democracia: O VOTO LIVRE E ABERTO!
