Doçura
Doçura de viver
Entregai os sabores das cores
nas brincadeiras das poesias
aos vossos desejos reprimidos
das loucuras interditas
pelos laços dos vossos lábios.
Vigiai os olhares dos mares
nas valentias das vossas ausências
aos vossos pecados cometidos
das ternuras alvuras
pelos dias e noites das vossas mãos.
Almejai os odores dos amores
nas aquarelas das vidas
aos vossos corpos entremeados
das capelas adoradas
pelos apelos dos vossos pensamentos!
Atenetti
A delicadeza de suas palavras em mim
A doçura e serenidade de sua meiga voz
São puras e santas como as asas de um serafim
Que velozes e fortes atacam seu algoz
Um relâmpago de luz reluzente no amanhã
Me mostra sua face flamejante e lúdica
Suas vestes e versos são meu o talismã
Dotado de poderes e energia mística
Tu és meu santuário profano
Desde tempos medievais e distantes
Da poeira de Atenas fora construída
Meu amor por ti é infinito e sacrossanto
Semelhantes aos montes belos e radiantes
Umbilicalmente ligado à pérola mágica druida
Aprecio o doce da ternura que se hospeda na amizade. Imagino não haver igual, algo de tamanha doçura.
Até quando, minha alma terá essa doçura. Este dom de discerni o amor, a intensidade do sofrer, a sensibilidade do olhar e sentir. Este poder de amar, de quando em quando inseguro mas seguro na segurança do Eterno, porque Ele vive, se permanecemos nEle: viveremos.
Existem pessoas que além de colocar toda a leveza e doçura da alma no sorriso, nos presenteia com ele.
Que o amor te pegue de surpresa, te abrace com doçura e te vire do avesso com muita ternura. Que te faça esquecer o endereço de tristezas que não serão mais suas. Que te traga simplesmente a alegria, o encanto e a pureza desta linda magia.
(Luiz Machado)
É tão perfeito
a leveza do seu toque, repleto de ternura,
impregnado de doçura.
Mergulho em ti,
Misturo-me nesse teu jeito meigo, encantador
parece magia, uma sintonia de almas, e no meio de nossas
imperfeições tudo se torna verdadeiramente perfeito.
Tinha a suavidade de uma música. A leveza de
Uma letra e a doçura de uma composição.
Fez-me orquestra, regente, fui seu servo.
Tirou-me para uma dança e me fez dançar.
Dancei, dancei, volto a repetir: Dancei!
Perdi o compasso. Fez-me perder as rédeas.
A direção. Fez-me pluma solta no espaço,
Flutuando e planando ao som do vento.
Fui seu amor, amante, te amei e re-amei
Do anoitecer ao amanhecer. Tinha olhos quentes,
Dois sóis entre corpo e alma, Refletindo brilho,
Luz e beleza. Foi estrela cadente caída do céu.
Estrela desgarrada, que me concedeu viver
entre sonhos. Além o apagar das luzes.
Sol lá
Do re dizem
O que o me fez sentir
Da lindeza do olhar
Até a doçura do ouvir
Fá só me sofre
Sol amanhece os dias
Lá te perdi
Si nas ondas não te vejo
Do me faz sonhar
Fragmento de ternura
Cibalho de sentimento
Migalho solto no vento
Cigalho e pouca doçura
Miga daquela brandura
Que mica, no popular
Vou bem mais extravasar
Contesto pouco desejo
Migalha, sobra, sobejo
Ensejo bem mais, amar!
Penso em ti com doçura, com a suavidade e leveza de bolhinhas de sabão se dispersando delicadamente pelo infinito azul do céu. 11/06/2015
