Doçura
Até quando, minha alma terá essa doçura. Este dom de discerni o amor, a intensidade do sofrer, a sensibilidade do olhar e sentir. Este poder de amar, de quando em quando inseguro mas seguro na segurança do Eterno, porque Ele vive, se permanecemos nEle: viveremos.
Existem pessoas que além de colocar toda a leveza e doçura da alma no sorriso, nos presenteia com ele.
Que o amor te pegue de surpresa, te abrace com doçura e te vire do avesso com muita ternura. Que te faça esquecer o endereço de tristezas que não serão mais suas. Que te traga simplesmente a alegria, o encanto e a pureza desta linda magia.
(Luiz Machado)
É tão perfeito
a leveza do seu toque, repleto de ternura,
impregnado de doçura.
Mergulho em ti,
Misturo-me nesse teu jeito meigo, encantador
parece magia, uma sintonia de almas, e no meio de nossas
imperfeições tudo se torna verdadeiramente perfeito.
Tinha a suavidade de uma música. A leveza de
Uma letra e a doçura de uma composição.
Fez-me orquestra, regente, fui seu servo.
Tirou-me para uma dança e me fez dançar.
Dancei, dancei, volto a repetir: Dancei!
Perdi o compasso. Fez-me perder as rédeas.
A direção. Fez-me pluma solta no espaço,
Flutuando e planando ao som do vento.
Fui seu amor, amante, te amei e re-amei
Do anoitecer ao amanhecer. Tinha olhos quentes,
Dois sóis entre corpo e alma, Refletindo brilho,
Luz e beleza. Foi estrela cadente caída do céu.
Estrela desgarrada, que me concedeu viver
entre sonhos. Além o apagar das luzes.
Sol lá
Do re dizem
O que o me fez sentir
Da lindeza do olhar
Até a doçura do ouvir
Fá só me sofre
Sol amanhece os dias
Lá te perdi
Si nas ondas não te vejo
Do me faz sonhar
Fragmento de ternura
Cibalho de sentimento
Migalho solto no vento
Cigalho e pouca doçura
Miga daquela brandura
Que mica, no popular
Vou bem mais extravasar
Contesto pouco desejo
Migalha, sobra, sobejo
Ensejo bem mais, amar!
Penso em ti com doçura, com a suavidade e leveza de bolhinhas de sabão se dispersando delicadamente pelo infinito azul do céu. 11/06/2015
"Talvez o segredo da felicidade seja mesmo um montinho de doçura, um tantão de amor e muita fé todos os dias!"
Que ɑ doçura de que tɑnto fɑlɑmos tome contɑ do nosso ser e nos trɑnsforme, molde ɑfim de que possɑmos fɑzer do mundo um lugɑr melhor parɑ se viver. Saúde e Paz!
Não é o cotidiano, nem a rotina, nem a repetição, mas a falta de doçura, que estraga e torna amarga e azeda a relação. E, sempre fica algo doce lá no fundo, bem no fundo desse poço.
SEM PERDER A DOÇURA
Não me deixe perder a doçura
Não se apague de mim tal centelha
Que a raiz de qualquer amargura
Nem me faça franzir a sobrancelha
Não me deixe enganar por quem jura
Mas esconde de mim o ferrão
Se deixar de fazer o meu mel
Sobra tempo para até ser cruel
Não me deixe perder a postura
Quem protege a colmeia é o zangão
Que com toda a sua bravura
Sua melhor ideia é ação
Só reflexo, sem reflexão
Tão complexo feito um bufão
Como o alfa de uma alcateia
Sua vida é guardar a colmeia
Mas colmeia existe pra quê?
Senão pra oferecer o seu mel
Inundar o paladar de prazer
Adoçar até lábios de réu
Eu não passo de uma abelha
Pelo néctar sempre à procura
Na doçura da flor se espelha
Para nunca perder a ternura
Sem colmeia se vive ao léu
Ao sabor de qualquer aventura
Liberdade é feito um troféu
Só pra quem tem jogo de cintura
Plenitude de beleza,
Plenitude de doçura,
Plenitude de afeto,
Plenitude de carinho,
Plenitude de sensualidade,
Plenitude de prazer...
Mas mulher às vezes é um pé-no-saco.
O GRITO DOS BRAVOS
Onde se testou nossa bravura?
Onde se esgotou a vã doçura?
Onde se expôs tanta loucura
Capaz de destilar tão vil agrura?
Não, não foi nos campos de batalha
Onde o ódio se esvai, fogo de palha
Como nos tornamos desumanos?
Tão sagrados, tão profanos.
Tão sensatos, tão insanos.
D’onde vêm os gemidos que ouço?
Ecos vindos de um frio calabouço
Nada excede a frieza e a feiura
De quem covarde aos seus dedura
Que beleza pode haver na captura?
Na verdade extraída sem lisura?
Requintes de crueldade
