Direito a Vida
Dignidade para nascer é um direito.
Dignidade na vida é um dever.
Dignidade na morte é uma recompensa.
Querido papai noel sei que não tenho direito a reclamar
Minha vida é bem completa
Família maravilhosa
Filho querido e amado
Profissão bem sucedida
Tudo para ser maravilhoso
Inclusive o fato de ter sido criada
Como Uma princesa
Só que princesas
vivem em conto de fadas
Na vida real as princesas
passam a vida a esperar por um príncipe
Que não quer chegar!!!
Então neste Natal querido Papai Noel
pensa neste humilde pedido
e traz um príncipe só para mim!!!
"Quem não tem objetivos na vida ou não luta para criá-los, não tem direito de reclamar do que lhe for reservado no futuro."
César Ribeiro
Eu e somente eu, tenho o direito sobre minha vida. O próprio Deus quem me deus a vida, também me deu a liberdade de escolha sobra à mesma. Eu descido se sou triste ou feliz, se vivo ou se morro.
A vida nos dá o direito de apenas viver, o que faremos com ela é apenas lutar, e, aprender que a felicidade não é algo concreto, e sim momentos, que são apenas uma pausa para continuarmos lutando.
Pai
Pai é anjo
a serviço do céu
na vida dos filhos,
sem direito a descanso
na missão;
luta, noite e dia,
orando, provendo, protegendo,
depois fica de plantão
incentivando, socorrendo
carências,
amando, perdoando;
na correria,
vai aonde você não vai,
substitui ausências,
deixa na sombra do exemplo
a saudade do pai.
ADIVINHA POPULAR : Torto assim__mas assim TORTO __roubo a VIDA ao mais DIREITO ___sem ser de veneno feito... __quem me ENGOLE fica : __MORTO!... ( A Resposta é __ANZOL...rsrsrs)
SOBRE O DIREITO À LEGÍTIMA DEFESA
Mas, quando a autoridade nos ameaçar o Direito à Vida e à auto-determinação, bem como à nossa Liberdade de existir como seres independentes e pensantes e nos tirem a escolha de crença, então estaremos diante de uma violência tal que invalida toda a dignidade daquele que se declara soberano. A Soberania é Ordem, e não opressão; conserva, ao invés de destruir; provê, ao contrário de privar; protege, ao invés de esmagar; liberta os fracos, sustenta os desvalidos e corrige os orgulhosos.
("As Termópilas e a busca pela Liberdade": http://wp.me/pwUpj-z6)
Respeitar o tempo é a prova mais difícil na faculdade de Direito. A vontade de enfrentar a vida lá fora extravasa os muros da faculdade, as paredes da sala de aula e as páginas de cada livro nessa jornada cronometrada de cinco anos na graduação. Contudo, esse cronômetro deve retomar sua contagem após a formatura, porque, do contrário, o diploma não passará de um pedaço de papel numa moldura cara, mas não pode haver no mundo moldura mais bonita que a nossa vontade de mudar a vida das pessoas com o nosso diploma e o nosso conhecimento. Por isso, a sina do estudante de Direito é ser pra sempre estudante.
Ser especial não tem a ver com tempo. Tem gente que nem entrou direito em nossa vida e já consegue arrancar os nossos melhores sorrisos, tristezas e sonhos. Alguém que consegue nos fazer feliz com os gestos mais simples.
A vida nos ensina que algumas pessoas nos tratam conforme nossas posses. E temos direito apenas a uma pequena amostra de suas personalidades. Quando não temos nada, nos oferecem os espinhos. Quando temos alguma coisa a oferecer podemos sentir o doce e perfumado cheiro das rosas.
Que tenhamos a capacidade de compreender que, a vida nos dá o direito de:
Escolher quais caminhos seguir, quais sementes plantar e quais decisões é mais conveniente tomarmos.
Mas que partindo dessas escolhas teremos que aceitar o destino do caminho que escolhemos, comer os frutos das sementes que plantamos e conviver com o resultado das decisões que tomamos!
Deus da a vida e e somente Ele, que tem o direito de tira- lá, quando assim, se fizer cumprido cada um a sua plena missão, na terra.
Na vida, concluiria um dia, todos têm direito a um grande amor. Uns achá-lo-iam num cruzamento perdido e com ele seguiriam até ao fim do caminho, teimosos e abnegados, até que a morte desfizesse o que a vida fizera. Outros estavam destinados a desconhecê-lo, a procurarem sem o descobrirem, a cruzarem-se numa esquina sem jamais se olharem, a ignorarem a sua perda até desaparecerem na neblina que pairava sobre o soliário trilho para onde a vida os conduzira. E havia aqueles fadados para a tragédia, os amores que se encontravam e cedo percebiam que o encontro era afinal efémero, furtivo, um mero sopro na corrente do tempo, um cruel interlúdio antes da dolorosa separação, um beijo de despedida no caminho da solidão, a alma abalada pela sombria angústia de saberem que havia um outro percurso, uma outra existência, uma passagem alternativa que lhes fora para sempre vedada. Esses eram os infelizes, os dilacerados pela revolta até serem abatidos pela resignação, os que percorrem a estrada da vida vergados pela saudade do que podia ter sido, do futuro que não existiu, do trilho que nunca percorreriam a dois. Eram esses os que estavam indelevelmente marcados pela amarga e profunda nostalgia de um amor por viver.
