Direito a Vida
ADIVINHA POPULAR : Torto assim__mas assim TORTO __roubo a VIDA ao mais DIREITO ___sem ser de veneno feito... __quem me ENGOLE fica : __MORTO!... ( A Resposta é __ANZOL...rsrsrs)
SOBRE O DIREITO À LEGÍTIMA DEFESA
Mas, quando a autoridade nos ameaçar o Direito à Vida e à auto-determinação, bem como à nossa Liberdade de existir como seres independentes e pensantes e nos tirem a escolha de crença, então estaremos diante de uma violência tal que invalida toda a dignidade daquele que se declara soberano. A Soberania é Ordem, e não opressão; conserva, ao invés de destruir; provê, ao contrário de privar; protege, ao invés de esmagar; liberta os fracos, sustenta os desvalidos e corrige os orgulhosos.
("As Termópilas e a busca pela Liberdade": http://wp.me/pwUpj-z6)
Respeitar o tempo é a prova mais difícil na faculdade de Direito. A vontade de enfrentar a vida lá fora extravasa os muros da faculdade, as paredes da sala de aula e as páginas de cada livro nessa jornada cronometrada de cinco anos na graduação. Contudo, esse cronômetro deve retomar sua contagem após a formatura, porque, do contrário, o diploma não passará de um pedaço de papel numa moldura cara, mas não pode haver no mundo moldura mais bonita que a nossa vontade de mudar a vida das pessoas com o nosso diploma e o nosso conhecimento. Por isso, a sina do estudante de Direito é ser pra sempre estudante.
Ser especial não tem a ver com tempo. Tem gente que nem entrou direito em nossa vida e já consegue arrancar os nossos melhores sorrisos, tristezas e sonhos. Alguém que consegue nos fazer feliz com os gestos mais simples.
Que tenhamos a capacidade de compreender que, a vida nos dá o direito de:
Escolher quais caminhos seguir, quais sementes plantar e quais decisões é mais conveniente tomarmos.
Mas que partindo dessas escolhas teremos que aceitar o destino do caminho que escolhemos, comer os frutos das sementes que plantamos e conviver com o resultado das decisões que tomamos!
Deus da a vida e e somente Ele, que tem o direito de tira- lá, quando assim, se fizer cumprido cada um a sua plena missão, na terra.
Na vida, concluiria um dia, todos têm direito a um grande amor. Uns achá-lo-iam num cruzamento perdido e com ele seguiriam até ao fim do caminho, teimosos e abnegados, até que a morte desfizesse o que a vida fizera. Outros estavam destinados a desconhecê-lo, a procurarem sem o descobrirem, a cruzarem-se numa esquina sem jamais se olharem, a ignorarem a sua perda até desaparecerem na neblina que pairava sobre o soliário trilho para onde a vida os conduzira. E havia aqueles fadados para a tragédia, os amores que se encontravam e cedo percebiam que o encontro era afinal efémero, furtivo, um mero sopro na corrente do tempo, um cruel interlúdio antes da dolorosa separação, um beijo de despedida no caminho da solidão, a alma abalada pela sombria angústia de saberem que havia um outro percurso, uma outra existência, uma passagem alternativa que lhes fora para sempre vedada. Esses eram os infelizes, os dilacerados pela revolta até serem abatidos pela resignação, os que percorrem a estrada da vida vergados pela saudade do que podia ter sido, do futuro que não existiu, do trilho que nunca percorreriam a dois. Eram esses os que estavam indelevelmente marcados pela amarga e profunda nostalgia de um amor por viver.
Todas as pessoas tem o direito de serem muito felizes, pois a vida passa muito rápido para se esmorecer sentado ao chá da espera.
"Nessa vida não devemos julgar e nem condenar ninguém sem antes lhe dar o direito de sua defesa, o direito de sua resposta.As vezes condenamos alguém por imaginarmos que algo foi feito, algo foi dito sem ouvir oque a pessoa tem a dizer.No tribunal da vida, muitos inocentes acabam morrendo sem ter a chance de se defender, de provar a sua inocência.Assim sendo, vamos ouvir mais e procurar a acreditar antes de darmos a sentença final, porque o tempo não volta e pode ser tarde demais".
Na vida temos o direito a inúmeras escolhas e tentativas. Desta forma, partindo deste pressuposto, a gente percebe que também ocorrem eventualidades ... Entretanto no decorrer da nossa existência quem determina o que é apropriado para nós, somos nós mesmos.Qualquer erro ou
acerto cometido neste sentido poderá comprometer alterando de alguma forma toda a nossa história.
Ser diferente, não lhe dá o direito de ser indiferente em relação as suas interferências na vida alheia.
