Dilema
Prisão sem grade.
Hoje me vejo presa,
Presa em um dilema,
Não sei se posso fingir,
Não sei se posso sentir,
Só sei que é muito ruim,
Fazer parte desse sistema.
Sistema que me corrói,
Sistema que fere a alma,
Sistema que me maltrata,
Que quase me infarta,
De ficar trancado em casa,
E precisar manter a calma.
Calma para não chorar,
Calma para fingir estar zem,
Calma para aplainar o coração,
Para que o esforço não seja em vão,
Calma para que tudo passe,
E a mente retorne bem.
Calma pra manter o foco,
Calma pra paz reinar,
Prós cadeados destravarem,
Para as feridas curarem,
Pra essa prisão sumir,
E a liberdade aclamar.
Imperfeito coração que te ama, num justo e firme dilema da paixão que te conserva linda e fiel para o desejo com que nos entregamos rumo ao infinito.
A vida é um dilema que momentaneamente deixa de ser real, mas, em consequência do presente é o nosso futuro que nós impulsiona em busca de dias melhores.
O dilema da credibilidade do jornalismo reside no fato de que numerosos profissionais jornalísticos, carentes de responsabilidade, subjugam e exploram aqueles que buscam a verdade e os fatos. O Estado não teme as notícias falsas, mas sim a verdade, chegando ao ponto de distorcê-la em falsidades. Isso manipula a opinião pública e influencia o pensamento, inclusive no âmbito da imprensa.
DILEMA
Que eu te encontre Senhor no Dilema da Vida.
O dilema sou eu mesmo com a minha angústia...
Ela levará-me até Ti.
Ocaso da existência.
Angústia-terapia-ressurreição, resurrectio...
Amém!
O dilema de muita gente,
por vezes está
em duas pessoas
uma tem o que ela quer
e a outra o que ela precisa
Escrever é mais que arte, é desabafo e também fuga. Fuga de si mesmo, dos próprios anseios e dilemas. Escrever não requer apenas raciocínio ou lógica, requer sintonia entre pensamentos e sentimentos.
Esquecer
Ah, este meu dilema
de esquecer ou não esquecer
Esquecer me parece doloroso
Os gozos, os cheiros, os sabores
Medo de esquecer as doçuras da vida
No entanto, um me seria oportuno
Aquele, em relação a você .
Ah, o clássico dilema do "amor cego" e suas consequências inesperadas. É curioso como a ideia de proteger pode, na prática, mais parecer um ato de sabotagem camuflado de carinho. Se negligenciar quem você ama parece confortável agora, ótimo, siga em frente! Só lembre-se de não terceirizar as suas desculpas, trazendo coadjuvantes para essa novela dramática, com a desculpa de "eu só estava tentando proteger".
Se passar pano para os erros do seu filho é uma forma de amor, eu pergunto: qual é o limite desse carinho? Até onde vai essa "proteção" que, de tão generosa, ensina que não há consequência alguma? Afinal, criar um pequeno tirano com o aval de mãe ou pai é um projeto que precisa de comprometimento.
O que talvez passe despercebido é que a realidade é uma daquelas professoras implacáveis que, uma hora ou outra, cobra a lição. E, spoiler: essa conta chega. Hoje é pano, amanhã talvez seja lençol, mas, em algum momento, será impossível ignorar o desarranjo.
Então, a escolha é sua. Mas reflita: é um investimento no amor ou na construção de um futuro potencialmente caótico? Se estamos falando de amor verdadeiro, não seria educar, puxar a orelha e, quem sabe, evitar um futuro de má índole? Afinal, amar é ensinar. E a vida, no fim das contas, vai ensinar de qualquer forma — talvez com menos carinho e mais brutalidade.
Ah, claro, porque é sempre muito mais divertido deixar o tempo fazer o trabalho sujo, né? Para quê sermos pais "severos" nas conversas quando podemos sentar, cruzar os braços e assistir nossos filhos terem aquela encantadora "severidade" com o próprio destino mais tarde?
Brincadeiras à parte, se a conversa parece dura agora, imagine o drama se ela nunca acontecer! A verdade é que uma boa dose de papo reto, mesmo que seja severo, é muito mais eficaz do que esperar que a vida bata com mais força. E, olha, a vida não tem o menor pudor em ser rude, sem contar que ela cobra juros.
Então, sim, gastar uns minutos sendo "o chato" que insiste na responsabilidade, no respeito, na noção básica de que ações têm consequências pode até parecer árduo. Mas, pelo menos, estaremos poupando nossos filhos de um futuro onde o destino — sem o menor senso de humor — decide cobrar a fatura de uma vez só. Melhor a gente endurecer o verbo agora do que vê-los endurecer a realidade depois.
Assim pensa o poeta, em meio ao dilema entre fé e razão. Às vezes, ele anseia por acreditar, mas sua razão o leva a questionar a insensatez da fé. De forma inconsciente, a própria razão nega o que a fé propõe. E assim permanece a pergunta eterna: o que se esconde além do horizonte? O que existe atrás dos montes, sejam eles de retóricas ou metafísicos? Essa indagação, por sua mera existência, é capaz de gerar incerteza e dúvida.
No entanto, é justamente essa dúvida que impulsiona a pesquisa, a busca e a procura incessante por respostas. O ser racional se lança nessa jornada para compreender tanto o universo material em que está inserido quanto o metafísico em que foi gerado. Embora as respostas possam ser um simples "sim" ou "não", é essa ambiguidade que nos motiva a continuar. Afinal, na mente matemática, há um estímulo em explorar o que reside entre o "sim" e o "não".
O Dilema da Sabedoria Perdida
Tentando ensinar ao que não quer aprender,
É como dar pérolas a porcos, um esforço vão,
Pois na mente fechada, a sabedoria não há de penetrar,
E o risco é sempre duplo, um jogo sem chão.
Quando dizemos "sim" ao que não entende,
O simples assentimento pode até agradar,
Mas se a incompreensão é o que se defende,
A agressão, o acusar, não tardará a se manifestar.
É um esforço inglório, o confronto com o insensato,
Pois cedo ou tarde, a razão se esgota, se esmorece.
Seja pela força brutal ou pelo cansaço, um fato:
O desgaste é inevitável, e o desgaste, a vitória concede.
Tentativas de convivência se tornam um fardo pesado,
E a razão, em sua luta, pode se perder.
O estúpido, com sua ignorância e peito inflado,
É uma tempestade em que a sabedoria se vê a desaparecer.
O dilema é claro: a sabedoria não se impõe,
Mas a resistência e a negação têm seu preço.
Em cada tentativa, o risco se reescreve, e então,
O caminho do entendimento se torna um triste excesso.
Expectativa versus realidade.
Todos nós em algum momento vivemos este dilema entre o que se sonha e o que se realiza.
Sabemos que os sonhos alimentam nossas esperanças e nos impulsionam para algo além de nossas perspectivas.
No entanto vivemos em uma realidade em que quase nada funciona ao nosso sabor e vontade.
Saber dosar o sonho e a realidade, o desejo e a realização, não é tarefa fácil.
Trabalharmos nossos sonhos para que eles se concretizem, exige muita determinação, coragem e, em alguns casos desapego.
Não há conquistas sem renúncias. Se quer algo em suas mãos, com certeza terá que abrir sua mão de algo que já possui.
A física elementar diz que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, com a nossa vida não é diferente, para o novo entrar, necessário é desapegar do velho.
Assim, mantenha seus sonhos, mas, acima de tudo mantenha os pés no chão.
Lembre que o caminhar lhe ensina que enquanto um pé está no chão (realidade) o outro está no ar (sonhos).
Ambos são complementares e necessários.
Viva essa dualidade, aproveite, isso faz parte de você.
Pense, reflita.
Paz e bem.
Estou vivendo um dilema novo em minha vida, observando o que há dentro de mim mesmo e confrontando o mundo exterior, o que dizem ser real. Parece até loucura, mas pode ser espiritual, é algo difícil de explicar, até mesmo de entender, pois me retraio dentro de meu ser, vivo as maiores aventuras, crio novos mundos, e neles, faço tudo acontecer... Estou dividido entre o que existe e o que talvez possa ser, é a imaginação tomando conta de mim, uma fuga da realidade sem fim. Manias de um poeta que tudo glamouriza, que vive e se esconde fazendo poesias, este sou eu, compartilhando com vocês este dilema de vida. Mas para não ficar totalmente fora desta confusa realidade, coloco em páginas toda a minha criatividade, pois deste modo, não serei retratado apenas como um maluco, uma pessoa desajustada, mas sim, como um simples poeta que se isolou dentro de uma história bem contada!
Dilema
Me perguntarão quem é o cantor? E eu
respondi; Dos tempos atuais? Ou dos áureos tempos remotos? A musicalidade atual é barulho. E barulho irrita, quem sabe algum dia isso mude, ou talvez teremos mais uma década de funk e outras barulheiras desagradáveis...
É amor fui predestinado para viver neste dilema, e nadar em um mar enfurecido nunca foi meu lema.....
Que dilema em Brasil?
Há essa política atual que me irrita, perturba
frequentemente meu lado sentimental. O povo
é abestado chamam político alienado de mito.
Acordem para realidade, somos muito mais que
esta atual desigualdade. Lá no planalto central chega a me arrepiar todo, nosso presidente frequentemente tem um piripaque diferente. E o PT? esse nem me fale, todo meiguinho com seus quatros dedinhos na mão esquerda aguardando ansioso para se candidatar. E nós eleitores ficamos igual "cobras cegas" sem rumo
sabendo exatamente em quem votar, que dilema em Brasil??
O maior dilema de qualquer governo populista é que, uma vez empossado, passa a fazer parte do establishment contra o qual se opunha.
Será que vale a pena?
A vida é um dilema incessante na cabeça do homem. Nascemos, aproveitamos a infância da melhor maneira que nossos pais podem nos propiciar, e finalmente crescemos; Crescemos, a fim de que? A fim de termos que obrigatoriamente lutar de segunda a segunda para garantirmos um salário mínimo ao início de cada mês? A fim de vivermos pra trabalhar? A fim do ser humano não ter tempo suficiente para se quer uma refeição digna?
Horas e horas de nossas vidas são compradas por pessoas que se quer sabem um terço de nossas histórias, pessoas nas quais, nós, representamos apenas números e mais números para garantir cada dia mais seu enriquecimento, será que vale a pena perdemos toda nossa vida servindo aos outros? Mas enfim, qual outra opção temos a não ser “vendermos” as horas das nossas vidas a fim de uma mixaria para se quer sobrevivermos.
Mas e aí? Será que vale a pena?
"Em um dilema de amor impropério,
Indecoroso e tão desairoso,
Mas ainda assim, é o meu néctar, o meu ópio"
#Dizem #que #burro #velho #prefere #capim #fresco...
Esse é o meu dilema...
Prefiro tudo mais arcaico...
Museu...Teatro...
A coroa do que o cetro...
As rugas com histórias...
O cabelo branco...
Barriguinha é um luxo...
Topete acho feio...
Prefiro aprender...
Não recuso ensinar...
Mas acho muito mais bonito...
Quem tem história para contar...
Um rosto marcado me fascina...
Também tem seu brilho...
Dele não me esquivo...
Lânguido me entrego...
Da carne firme passo batido...
Nela não escorrego...
Acho tão tola essa juventude...
Pouca paciência tenho...
Tudo tão repetitivo...
Enfadonha...
Pode ser que algum dia...
Espero que demore bem...
Deixe de gostar da sombra e da água fresca...
Que só a maturidade tem...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Pizzaria Romanella.
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