Dilema
Poema: O dilema do nome
Leonina, mãe de Levina, não gosta de seu nome, prefere Nina de codinome!
Livina, filha de Leonina, assim como a mãe, prefere Fia, como codinome!
Então, Nina é mãe de Fia? E a Fia é filha da Nina? Que confusão! Fia filha da mãe!
Confusão! Só que não! Nina e Fia, parecem duas meninas!
Fia, dona Fia, tia Fia! Filha primeira de dona Nina!
Isso não termina? - Quem foi que disse?
- Elenice, filha da Fia!
Filha da Fia? Que Fia?
- Ah! A Levina, que filha da mãe!
Elenice significa iluminada.
- Iluminada por quem, ora?
Pela Luz divina, uma senhora!
Que senhora? A senhora tua mãe, a Fia!
- Que Fia, filha da mãe!
Luz divina, Iluminado? Tá explicado!
- Iuminado, somos todos nós, por ter a senhora do nosso lado!
Nada de errado com o seu nome! Levina leva luz divina em seu nome é ilumina todos nós!
Quem diria, Fia nos contagia, parece magia! Marcos Mùzel 21/10/2022
"Eleições em 2022, o brasileiro mais uma vez vive o dilema: a esperança no político outsider e a desconfiança no político known. Um povo que é sempre usado como meio para projetos alheios, escaldado muitas vezes, agora está desconfiado e o desafio dos políticos pretendentes, aos cobiçados cargos da República, é conquistar a confiança e despertar o desejo do povo a creditar seu voto num nome, num projeto".
E se o momento lhe parece improdutivo. Se o dilema é astuto e expressivo. Busque às respostas junto ao infinito. Esse é o argumento infalível.
"Dilema: nem tudo é o que quer que queira ser, assim como é o que é e não quer que seja. Todavia é o que não se faz ser, não sendo o que se fez ser, como assim é o que é, sem ser o que quer que seja, sendo o que é que nem é o que é, e é o que faz ser o que é e o que quer que seja é tudo o que é ser que sem ser se fez ser nada."
Sumo segredo é a VIDA.
A morte, estranho dilema.
São a chegada e a partida,
de Deus, vontade suprema.
No labirinto das escolhas e da consciência, nossa existência se desdobra em um eterno dilema entre o conhecimento e a ação.
Sabemos, inerentemente, o que é certo, o que é virtuoso, mas muitas vezes hesitamos diante das complexidades da vida. A busca incessante por alinhar nosso ser interior com nossos atos exteriores é uma jornada repleta de desafios, mas também de oportunidades para crescimento.
É um convite para explorarmos as profundezas do nosso eu, desenterrando as raízes de nossa hesitação, enfrentando nossos próprios demônios internos e, assim, buscando viver com autenticidade e integridade.
No fim das contas, essa reflexão ecoa como um lembrete de que a vida é uma obra em andamento, onde a busca por agir em conformidade com nosso entendimento moral é a jornada que nos define e nos eleva como seres humanos.
#Aniz #Direitinho
Não saber o que se espera da vida pode ser um falso dilema, uma justificativa de si para si. Quase sempre, sabemos sim, intuitiva e racionalmente, o que queremos e devemos fazer. Não fazemos por comodismo ou covardia. Sempre haverá uma boa desculpa para não fazer o que precisa ser feito.
O dilema é inventar um lema.
Para que possamos ficar tristes.
E assim, sentirmos a veracidade da nossa própria e estranha inquietude da mente.
BN1996
05/10/2021
Um grande dilema é que nem todos os profissionais respeitam outros profissionais como gostariam que a si o fizessem!
As diferenças sectárias que nos separam, nunca foram e jamais serão a solução para que nossos dilemas sejam enfim, resolvidos.
Só uma pessoa amiga pode compreender o lema e o dilema da pessoa que, também, a consolidou na qualidade de amiga.
“Qual o preço do amor? Ou melhor, o amor tem preço? Indago-me neste dilema, pois vejo, diariamente, pessoas gastando todo seu tempo, seu valioso tempo, com o amor. Em outros casos, a aposta sobe: vale-se a vida. Esse é o preço dele? Amar é entregar a vida? Ou seria uma troca; uma pela outra, sem troco. Não meu caro, minha vida vale algo que ninguém, absolutamente ninguém pode pagar, tampouco trocar. Por isso me amo mais que qualquer pessoa um dia me amará. Pode parecer uma idéia doente, mas creio que só assim terei uma troca equivalente.”
As Igrejas, ao longo do tempo, criaram o maior dilema para a moral humana: O perdão.
Se o perdão não for concedido, o indivíduo, "sem salvação", torna-se refém da maldade e já punido, antecipadamente por qualquer ato que possa atentar. Se lhe é concedido, fica "livre" para agir, como se nada houvesse acontecido.
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