Dilema
"Conceber a vida como um design elaborado nos coloca diante do maior dilema do ser: a busca pela verdade e a necessidade de dar sentido à nossa própria existência, algo que, em última análise, se aproxima do fundamento da psicanálise." Dan Mena
O Dilema do Cego e Surdo - Deus é Injusto?
Ao ser abordado por um senhor com um livro embaixo do braço, não hesitei em lhe dar atenção. Ele me dizia que aquela palavra contida no livro era o único meio de salvação, foi então que eu lhe questionei:Deus é Injusto?
Ele com ar de espanto, me disse: Não, jamais! ele é bom.
Então perguntei: Como alguém que nasce sem olhos para ler nem ouvidos para ouvir fará para se salvar?
Um silêncio paira o diálogo, então eu lhe respondi:
Eu acredito que a descoberta de um caminho de iluminação está em seguir a voz que habita o íntimo de cada um, para longe das distrações que nossos olhos enxergam, tampouco das tantas idéias que enchem nossos ouvidos. Eu aprendi que meu caminho está numa árdua tarefa de desprezar o mundo de fora, algo que um cego e também surdo já tem capacidades naturais para se iluminar, pois ainda pode contar com revelações que lhe vêm em sonhos (assim como alguns relatos deste livro que você defende foram inspirados).
— Este é o dilema que Salomão representa: um homem que, em sua busca pela perfeição, por vezes, tropeçou nos próprios caminhos. No entanto, se tivermos olhos para ver, há um segredo escondido em sua jornada. E esse segredo, meus caros, pode ser mais relevante para os tempos de hoje do que imaginamos.
Ah, o clássico dilema do "amor cego" e suas consequências inesperadas. É curioso como a ideia de proteger pode, na prática, mais parecer um ato de sabotagem camuflado de carinho. Se negligenciar quem você ama parece confortável agora, ótimo, siga em frente! Só lembre-se de não terceirizar as suas desculpas, trazendo coadjuvantes para essa novela dramática, com a desculpa de "eu só estava tentando proteger".
Se passar pano para os erros do seu filho é uma forma de amor, eu pergunto: qual é o limite desse carinho? Até onde vai essa "proteção" que, de tão generosa, ensina que não há consequência alguma? Afinal, criar um pequeno tirano com o aval de mãe ou pai é um projeto que precisa de comprometimento.
O que talvez passe despercebido é que a realidade é uma daquelas professoras implacáveis que, uma hora ou outra, cobra a lição. E, spoiler: essa conta chega. Hoje é pano, amanhã talvez seja lençol, mas, em algum momento, será impossível ignorar o desarranjo.
Então, a escolha é sua. Mas reflita: é um investimento no amor ou na construção de um futuro potencialmente caótico? Se estamos falando de amor verdadeiro, não seria educar, puxar a orelha e, quem sabe, evitar um futuro de má índole? Afinal, amar é ensinar. E a vida, no fim das contas, vai ensinar de qualquer forma — talvez com menos carinho e mais brutalidade.
Ah, claro, porque é sempre muito mais divertido deixar o tempo fazer o trabalho sujo, né? Para quê sermos pais "severos" nas conversas quando podemos sentar, cruzar os braços e assistir nossos filhos terem aquela encantadora "severidade" com o próprio destino mais tarde?
Brincadeiras à parte, se a conversa parece dura agora, imagine o drama se ela nunca acontecer! A verdade é que uma boa dose de papo reto, mesmo que seja severo, é muito mais eficaz do que esperar que a vida bata com mais força. E, olha, a vida não tem o menor pudor em ser rude, sem contar que ela cobra juros.
Então, sim, gastar uns minutos sendo "o chato" que insiste na responsabilidade, no respeito, na noção básica de que ações têm consequências pode até parecer árduo. Mas, pelo menos, estaremos poupando nossos filhos de um futuro onde o destino — sem o menor senso de humor — decide cobrar a fatura de uma vez só. Melhor a gente endurecer o verbo agora do que vê-los endurecer a realidade depois.
"Em um dilema de amor impropério,
Indecoroso e tão desairoso,
Mas ainda assim, é o meu néctar, o meu ópio"
No labirinto das escolhas e da consciência, nossa existência se desdobra em um eterno dilema entre o conhecimento e a ação.
Sabemos, inerentemente, o que é certo, o que é virtuoso, mas muitas vezes hesitamos diante das complexidades da vida. A busca incessante por alinhar nosso ser interior com nossos atos exteriores é uma jornada repleta de desafios, mas também de oportunidades para crescimento.
É um convite para explorarmos as profundezas do nosso eu, desenterrando as raízes de nossa hesitação, enfrentando nossos próprios demônios internos e, assim, buscando viver com autenticidade e integridade.
No fim das contas, essa reflexão ecoa como um lembrete de que a vida é uma obra em andamento, onde a busca por agir em conformidade com nosso entendimento moral é a jornada que nos define e nos eleva como seres humanos.
#Aniz #Direitinho
DILEMA
É um grande dilema a ser superado. Parte dos profissionais experientes se veem como portadores do conhecimento, são saudosistas e descrentes na formação acadêmica da atualidade. Enquanto parte dos profissionais principiantes, utilizam da soberba ao afirmarem, que os profissionais que se dizem experientes, na verdade são absoletos. Existem jovens que são meros alienados propensos a mudar o mundo.
110923
Não saber o que se espera da vida pode ser um falso dilema, uma justificativa de si para si. Quase sempre, sabemos sim, intuitiva e racionalmente, o que queremos e devemos fazer. Não fazemos por comodismo ou covardia. Sempre haverá uma boa desculpa para não fazer o que precisa ser feito.
O dilema de ser forte é que muitas vezes as pessoas ao nosso redor assumem que estamos sempre bem, simplesmente porque costumamos lidar bem com os desafios que a vida nos apresenta. No entanto, por trás dessa aparente fortaleza, há um ser humano que também precisa de cuidado e atenção.É como se a nossa força fosse uma armadura que nos protege do mundo exterior, mas que ao mesmo tempo nos isola emocionalmente. As pessoas podem admirar a nossa resiliência, a nossa capacidade de superar obstáculos, mas raramente se preocupam em saber se estamos verdadeiramente bem.
O dilema da credibilidade do jornalismo reside no fato de que numerosos profissionais jornalísticos, carentes de responsabilidade, subjugam e exploram aqueles que buscam a verdade e os fatos. O Estado não teme as notícias falsas, mas sim a verdade, chegando ao ponto de distorcê-la em falsidades. Isso manipula a opinião pública e influencia o pensamento, inclusive no âmbito da imprensa.
Parece-me que, ao não sermos reconhecidos por nossos esforços ou méritos, o dilema da rocha sob as águas da fonte: ser impermeável ou sofrer o degaste!
A quem briga com o tempo esmurrando a situação vivido em dilema, o destino em conflitos traça os passos eronhos do ser humano sem direção, brigar não vai resolver a situação do tempo nem reparar o desastre acontecido.
Invocar as luzes
ou a escuridão é um dilema
que me leva quando
vejo a Humanidade exaltando
a guerra e desvalorizando
a vida e a própria Terra
deixando de ser poesia terna
para descobrir a chave
sublime do amor e da amizade.
Meu dilema:
Meu dilema reside na intensidade que carrego em tudo o que sou. Sou intenso no amor, na reflexão, na ação, na palavra e em cada gesto. A vida, para mim, parece breve demais para ser vivida com superficialidade ou moderação, por isso busco vivenciar com fervor tudo aquilo em que acredito e amo. No entanto, essa chama interior, esse querer avassalador, também me exaure. Tudo se transforma em um fardo, pois a intensidade é pesada e, muitas vezes, difícil de suportar. Minha mente nunca repousa, pois estou sempre imerso em pensamentos, e sinto-me esgotado de tanto pensar. Almejo apenas a serenidade, mas ela me escapa incessantemente. Desejo uma mente tranquila, anseio por não ser um fardo para ninguém. Contudo, estou exausto de lutar, saturado de tudo. Sinto-me pleno como um rio à beira da inundação. Só anseio por paz, por cessar essa torrente de sentimentos e, finalmente, conseguir me olhar com orgulho nos olhos.
A grandeza e o dilema de ser pai
Ser pai é destino, missão que se trama,
Nos fios do tempo, oculto, a se entrelaçar,
Não é só a vida que se deve perpetuar,
Mas a alma que, em silêncio, se inflama.
Os filhos, seres que nos atravessam,
Não nascem apenas do corpo, mas do sentir,
Cruzam nosso caminho, e ao nos invadir,
Transformam o vazio que em nós cessa.
É nesse encontro que o belo se revela,
Quando o inesperado faz-se em ser,
Almas que, de não ser, passam a viver,
Forjadas no calor que o tempo sela.
Paternidade, processo singular,
Feito de alegrias e de dor calada,
Reconhecida, mas quase sempre velada,
Nos gestos simples, nas palavras a silenciar.
Em cada ação, o pai, com jeito finito,
Revela o divino que em nós habita,
Semelhante a Ele, na tangente da vida,
Invisível, mas presente, o mundo infinito.
Talvez o pecado maior seja a ausência,
Escolha silenciosa que a distância impõe,
De herói a vilão, o pai assim se põe,
No desejo de moldar, com severa paciência.
Mas é nesse dilema que a grandeza reside,
Caminhar entre a presença e o deixar ir,
Dar o melhor de si, sem nunca mentir,
Que o amor, mesmo imperfeito, é o que nos divide.
E assim, no vasto papel que o pai assume,
Descobre-se que ser grande não é só estar,
Mas que, mesmo ausente, pode perdurar,
Sua essência, no coração que o resuma.
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