Dilema
"Estresse, rotina exaustiva, dilemas morais e políticos, todos os dias invariavelmente somos testados em nossos limites por fatores externos que põem em cheque nossa serenidade, suportar a isso e ao mesmo tempo aprender a conviver nesse ambiente hostil mantendo calma, lhaneza e lucidez eleva nossa alma e nos faz evoluir em nossa extraordinária e única, jornada de vida e autoconhecimento."
Ser ou não ser,
Dilemas de saber ,como se vive com eles" Vivo sem percalço...Com o meu raciocínio . Afastando pensamento alheios..!
Recuso.., temos Pena..!
Em meio a tantas discussões e dilemas, se algum dia dividirem este País, quero ficar do lado que tiver tocando forró raiz.
Desconfigurei a razão, o valor de Cristo é o perdão, sinfonias da alma, dilemas que me fizeram ser alguém, mantive a conduta sempre de quere fazer o bem, nas minhas falhas encontrei canalhas que apodrecem meu ser, centro do universo, dinâmica ancestral, choque entre realidade em propulsão, lentamente na contente sunguinea, fragmentos da verdade, ocasião promove o problema, ah preconceito em tudo que não aceito, ignorância, mania de querer ser, franqueando enigmas. Vida que termina em si mesma, avançando no contato, repiranso analisando o cardápio, menti quando falei que Maomé prouvparia com a sua opinião.
E quando é que te ensinam a superar e enfrentar os grandes dilemas da vida?
E quando é que te dizem que o mundo, as pessoas, e tudo mais está perdido?
E quando é que sabemos o que realmente estamos fazendo em todas as áreas da vida?
Estás são as questões que enfretamos ao crescer, ao enxergar que nem tudo são flores. E como disse Mano Brown "malandragem de verdade é viver". Hoje vejo que muitos adultos não sabem o que fazem, apenas fingem. Não sabem enfrentar e curar suas dores fisicas e emocionais, apenas mascaram.
E só sabemos disso quando chegamos a fase adulta. Mas, esse é o nosso desafio...
🎭✊🏻🖤
Dilemas todos vivem,
Agora o que falta é conhecimento para lidar com eles.
Somos jogados no mundo muito cedo
Cobranças e muitas convenções sociais
Podem nos tornar pessoas leves ou pesadas
Tudo depende do nosso auto conhecimento.
🌿Há um momento em nós que pede para parar.
Muitos são os dilemas, muitas são as perguntas.
Procurar as respostas, onde posso chegar? Não será melhor caminhar apenas, olhar a volta e respirar, seguir? Expectativas,as criamos todos os dias,mas o que me faz alimentá- lá? Devemos ter esperança mas sem esperar, viver cada segundo,se aventurar, não ter medo do próximo passo, talvez tropeçar,mas não nos enganemos, somos fortes e não podemos parar, pois o gostoso de tudo é nunca desanimar 🌻
Pelo gosto de controlar, o Homem criou os seus próprios dilemas, problemas e labirintos. Quem cria, tem o poder de descriar.
Umas das ironias ou dilemas existenciais é viver sob tensão entre as duas coisas que mais desejamos: segurança e liberdade.
Felicidade alheia incomoda.
Um dos meus grandes dilemas na vida é saber o porque que muitas vezes os mais próximos da gente são os que mais te prejudicam em alguma coisa boa que deseja e quer. O que realmente acontece com estas pessoas?
Falta de amizade verdadeira, inveja, diferenças mal resolvidas, maldade pelo simples fato de não querer que alguém próximo melhore, ou seja, vencedor na vida. Qual seria a razão de tantas palavras de desanimo, de críticas, sendo que muitas destas pessoas mal conseguem gerir suas vidas melhores do que quem é falado. Sendo que muitas tem problemas mais sérios a resolver nas mesmas questões em que me criticam ou fala mal de alguém.
Não deveria ser assim. Vendo tudo isso, vem à mente algumas questões. Porque a dificuldade de ver alguém ao seu lado ser feliz? Porque de tanto esforço para que coisas não se realizem e que sempre é tão difícil ver a felicidade estampada no rosto de alguém?
Sabido é que a felicidade alheia incomoda, são diversos exemplos durante toda a vida de cada um de nós, muitos disfarçados de amigos verdadeiros e preocupados em ajudar, mas que no fundo não passam de pessoas rancorosas e que fazem de tudo para atrapalhar e provocar a infelicidade.
São palavras falsas, atos, pensamentos e ações que acabam por minar sonhos, objetivos, provocam o sofrimento e constrangimento muitas vezes.
Tudo vale para destruir, para construir, nada de concreto. A hipocrisia rola solta e as máscaras cada vez mais elaboradas para disfarçar o malfeito.
Identificada estas verdadeiras cobras, que por mais que disfarcem, uma hora a casa cai, nenhuma máscara se mantém por tanto tempo.
O melhor a fazer é se manter longe de sua influência, longe de um contato mais próximo. Porque sempre haverá chance desta mesma pessoa te fazer mal novamente, muitas vezes o problema é de caráter, de hombridade e de honestidade.
Cabe a cada um saber a melhor forma de lidar com estas situações e suportar a carga, porque por mais que não apareça, sempre haverá um sofrimento e na verdade uma lição a ser aprendida.
A vida alheia é boa de se comentar porque os dilemas não lhe pertencem. É fácil supor, dar lição de moral, mas você já se perguntou se alguém precisa da sua opinião?
Eu fui fundo em feridas, mergulhei nos dilemas da vida, no que poucos tem coragem de fazer. Eu ousei ser diferente. Eu ousei ser eu, então não me peça para ser normal porque eu não sei o que é isso.
Quão doce é a solidão para a reflexão e os dilemas da alma! Quão perigosa é a reflexão nascida da solidão e dos dilemas saídos da alma!
Os dilemas de um franco-libertário - Ep. 2
A expressão mais ouvida pela boca dos conservadores é “liberdade”: liberdade para dizer o que querem, para fazer o que querem, como se não seguir as regras do jogo liberdade fosse. O que se mostra nítido é que não conseguem diferenciar o conceito de liberdade do de libertinagem, pois que a liberdade não precisa tampouco ser visível a olhos alheios, mas simplesmente que a vivencies em ti: antes em tua consciência, e depois em teus atos. E dessa forma, para o libertário que és, não serão as correntes do corpo que irão te cercear, mas aquelas que impões a ti mesmo quando atropelas todas as regras pelo exercício da tua alegada “liberdade”.
Por definição, não é apenas falsa, mas imoral, a liberdade que privilegia alguns em detrimento de outros, numa mesma escala de poder. “Numa mesma escala de poder?”, perguntarás... E te direi que não há nada mais desigual do que tratar desiguais de forma igual, e para tanto existem as diferentes escalas de atuação, e a cada qual se aplicam as regras que seus papeis lhes conferem. A isso chamamos de “ordenamento jurídico”, indispensável para que o direito à liberdade se estenda a todas as diferenças.
Liberdade, portanto, não é simplesmente pensar e agir do jeito que entendes ao cobrar o que é bom pra ti, mas transitar livremente dentro desse ordenamento; e opressão é lhe extrapolar as fronteiras, horizontal ou verticalmente, para subverter o pensar e o agir de outrem. Precisas antes aprender a pensar livremente, questionar – inclusive a ti mesmo – e formar tuas próprias opiniões não submetidas a dogmas e doutrinações. A tua real liberdade é, antes de tudo, a tua autonomia intelectual, sem o qual nunca serás livre. Enquanto não desenvolveres pensamento crítico para discernir entre uma coisa e outra não exercerás de forma autêntica a tua liberdade, pois que não se mostrará ética e, tampouco, responsável.
A liberdade legítima não pode prescindir da igualdade como um de seus pilares mais substantivos, asseverando a cada qual a posição que lhe caiba para escapar a injustiças. E quando atrelada a um “ismo” coletivo correrás sempre o risco de vê-la convertida de livre-arbítrio em efeito-rebanho, e é quando precisarás tonificar tua essência de franco-libertário, que só responde à própria consciência. O conceito de que “a união faz a força” não se estende ao cérebro, pois que, no grupo em torno de um lider, somente um exercerá a prerrotativa de pensar, cabendo aos demais segui-lo. Na ausência dele, por outro lado, nem dois dentre todos seguirão na mesma direção, o que pode se mostrar ainda mais desastroso do que a direção única, por mais equivocada que se mostre. Daí porque teu discernimento deverá ser o fiel da balança na batalha contra a opressão e a ignorância.
Súmula
Constituindo-se no segundo episódio da série "Filosofando”, o texto de Luiz R. Bodstein explora o conceito de liberdade a partir de uma perspectiva individualista e crítica, questionando a dicotomia entre liberdade e libertinagem, a visão superficial do conceito de liberdade, e defendendo que a liberdade em sua expressão mais plena consiste na autonomia intelectual e na capacidade de discernimento crítico sobre a complexa relação entre decisões individuais e ordem social. O autor argumenta que a liberdade não se manifesta apenas em ações visíveis, mas também na consciência individualizada, na capacidade de pensar criticamente e formar opiniões próprias, livres de dogmas e doutrinações. Pelo aspecto da interação social, afirma que liberdade não se resume à ausência de restrições externas, mas a capacidade de transitar livremente dentro de um sistema de normas e leis, respeitando a igualdade e os direitos de todos, sem que essa igualdade se traduza por uma homogeneização de pensamentos. Ele critica o tradicional conceito de que “a união faz a força” no que toca ao pensamento individual pelo argumento de que a liberdade de pensamento exige capacidade de questionamento e formação de opiniões autônomas. Bodstein destaca a importância do discernimento individual e da responsabilidade em relação ao próprio pensamento, advertindo contra a alienação e o conformismo advindos da adesão acrítica a ideologias ou líderanças que se estabelecem sem o crivo das análises racionais.
Reações, conflitos, dilemas e problemas surgem a cada instante, mas sigo com a certeza serena que dias melhores sempre virão.
Amei um amor despedaçado,
que veio com bagagem de ilusão,
problemas e dilemas na contramão.
Fugia de conflitos, de lamentos sombrios.
Mulher, me perdoa
não posso caminhar contigo
carregando o peso dos teus sofrimentos.
Entre outros dilemas humanos, duas questões filosóficas distintas, que interagem entre si, cujas respostas atormentam a vida e a todos: ser ou não ser e o amor ou o dinheiro.
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