Dias da Semana
Saudade de uma época em que o delta era apenas um substantivo masculino e a quarta letra do alfabeto grego.
Quarta-Feira de Cinzas
Hoje, na Quarta-Feira de Cinzas, a Igreja inicia um tempo especial: a Quaresma. Não é um tempo de tristeza ou solidão, mas um convite ao amadurecimento espiritual.
São quarenta dias de reflexão, de olhar para dentro de si, revisitar escolhas certas ou erradas, e, nesse exame profundo, buscar a verdadeira conversão para entender o que significa ser cristão.
Essa data nos lembra que todos os nossos pecados foram consumados na cruz, pagos por Jesus. É um símbolo do dever de mudança de vida, um chamado para recordar a fragilidade da existência humana e a certeza de que somos pó, e ao pó voltaremos.
O ser humano precisa de momentos fortes para repensar a própria caminhada, avaliar suas escolhas à luz da Palavra de Deus e da oração.
1 Coríntios 11:27-29
27 – “Portanto, quem comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor.”
28 – “Examine-se cada um a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice.”
29 – “Pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação.”
Assim como Jesus se sacrificou por nós, a Quaresma é tempo de sacrifício e renúncia. São quarenta dias para deixar de lado algo que nos domina, como forma de lembrar que somos chamados à mudança.
Independentemente da religião ou crença, escrevo hoje em respeito a esta data sagrada para tantos cristãos. Vamos deixar para trás egoísmo, inveja, ódio, rancor, mágoa e tudo aquilo que nos afasta do amor. Porque todos nós somos iguais diante de Deus.
Não se esqueça: Jesus te ama.
“Tu és pó, e ao pó voltarás.”
Deus abençoe a todos!
Rodeio na Quarta-feira
Rodeio na Quarta-feira
é a expressão da tranquilidade
de uma privilegiada cidade
por montanhas circundada,
E exatamente é bem aqui
no Médio Vale do Itajaí
venho te esperando
para amar de verdade.
Quarta-feira em Rodeio
O Canário-da-telha veio
bem de mansinho
cantar na minha janela,
Um motivo para se alegrar
nesta Quarta-feira
na minha Cidade de Rodeio
que tem sempre beleza
para esbanjar o ano inteiro.
Nesta quarta-feira
de cinzas batizei
a minha inspiração
ao som de chorinho,
Para que renasça
este ano inteirinho;
Quero que no próximo
ano o seu Carnaval
seja celebrado comigo,
Sou eu o seu amor
e a poesia do destino.
QUARTA-FEIRA DE CINZAS: DO ENTENDIMENTO ANTIGO À SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA.
A Quarta-Feira de Cinzas é uma data que integra o calendário religioso cristão ocidental como o início formal do período de Quaresma, e ocorre quarenta e seis dias antes da celebração da Páscoa, variando anualmente com base na data pascal.
DO QUE SÃO FEITAS AS CINZAS DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS?
A Igreja determina claramente que nem toda cinza pode ser utilizada no rito de imposição. A cinza da Quarta-Feira de Cinzas vem da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Elas recebem a água benta e são aromatizadas com incenso.
Origem Histórica e Seu Contexto Religioso.
No seio da tradição cristã, especialmente na Igreja Católica, a Quarta-Feira de Cinzas inaugura uma fase de reflexão, penitência e jejum que prepara espiritualmente o fiel para a celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo na Páscoa. Esse período de quarenta dias - a Quaresma - remete ao tempo de quarenta dias que, segundo a narrativa bíblica, Jesus passou em jejum e tentação no deserto antes de iniciar seu ministério público. ( Evangelho de Lucas 4,1-13 )
A prática de associar as cinzas à penitência remonta a tempos antigos, inclusive prévios ao cristianismo formal, sendo um símbolo de arrependimento, tristeza e reconhecimento da fragilidade humana nos relatos do Antigo Testamento.
Personagens como Jó, Daniel e a população de Nínive cobriram-se de cinzas e vestiram sacos de pano como gesto de contrição e súplica diante de Deus.
Na Bíblia, cobrir-se de cinzas (frequentemente acompanhado de vestir pano de saco) era um gesto cultural e religioso que simbolizava luto profundo, humilhação, arrependimento sincero ou desespero. Esse ato demonstrava a fragilidade humana e a dependência de Deus.
Aqui estão os principais personagens e grupos que se cobriram de cinzas:
Jó: Após perder seus filhos e bens, e ser afligido por doenças, Jó sentou-se no meio da cinza como sinal de luto e, posteriormente, declarou arrepender-se "no pó e na cinza" (Jó 2:8; 42:6).
Mardoqueu: Ao saber do decreto de Hamã para destruir os judeus na Pérsia, Mardoqueu rasgou suas vestes, vestiu-se de pano de saco e cobriu-se de cinzas em um ato de grande consternação e clamor (Ester 4:1).
O Rei de Nínive e o Povo: Após a pregação de Jonas, o rei de Nínive levantou-se do trono, tirou o manto, cobriu-se de pano de saco e sentou-se sobre cinzas, ordenando um jejum nacional como sinal de conversão (Jonas 3:5-6).
Daniel: O profeta Daniel relatou que se voltou ao Senhor Deus para buscá-lo com orações, jejuns, pano de saco e cinzas, ao interceder pelo seu povo (Daniel 9:3).
Rei Acabe: Após o profeta Elias condenar suas ações, o rei Acabe rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou, agindo com humildade (1 Reis 21:27).
Tamar: A filha do rei Davi, após ser violentada por seu meio-irmão Amnon, cobriu a cabeça com cinzas e rasgou a túnica como sinal de dor e desonra (2 Samuel 13:19).
Significado Bíblico:
O uso de cinzas era um reconhecimento visual de que o ser humano é "pó e ao pó voltará" (Gênesis 3:19), indicando a necessidade de purificação e conversão radical de vida.
No contexto cristão primitivo, penitentes públicos e pecadores graves eram submetidos a ritos de expiação que incluíam a cobertura com cinzas e a separação da comunidade até a reconciliação final. Com o tempo essas práticas de penitência pública evoluíram para um rito comunitário mais inclusivo, de forma que, desde aproximadamente o século XI, a imposição de cinzas passou a ser uma cerimônia litúrgica regular em toda a cristandade ocidental.O que ocorre no século XI é a universalização e regulamentação desse gesto no âmbito da liturgia oficial da Igreja Latina. O contexto é o das reformas eclesiásticas associadas à chamada Reforma Gregoriana, ligada ao pontificado de Papa Gregório VII. Nesse período, buscou-se maior uniformidade ritual e disciplina clerical. A imposição das cinzas deixa de ser um ato restrito aos penitentes públicos e passa a ser aplicada a todos os fiéis no início da Quaresma.
Um marco importante nesse processo foi o Concílio de Benevento, realizado em 1091 sob o pontificado de Papa Urbano II, o mesmo pontífice que convocaria a Primeira Cruzada em 1095. Esse concílio recomendou que todos os cristãos recebessem as cinzas na Quarta Feira de Cinzas, consolidando o rito como parte integrante do calendário litúrgico.
O Porquê das Cinzas: Significados Simbólicos e Antropológicos
As cinzas, como elemento, carregam uma potente carga simbólica. Antropologicamente, elas representam aquilo que resta do que foi consumido pelo fogo - morte, efemeridade, purificação e renovação. Em muitas culturas antigas, o uso de cinzas em rituais estava associado a tristeza e arrependimento profundo, um gesto de humildade diante dos deuses ou diante da própria condição humana.
Para a Igreja, esse ritual assume essas mesmas conotações, lembrando o fiel de sua mortalidade e da necessidade de conversão. Ao ser feita a imponência das cinzas na testa dos participantes geralmente em forma de cruz, pronuncia-se uma formulação tradicional que ecoa o relato do livro de Gênesis: “Lembra-te de que és pó e ao pó hás de voltar.” Essa frase retoma a ideia de que a existência terrestre é provisória e suscetível ao arrependimento e à transformação espiritual.
Nesse sentido, as cinzas funcionam como um memento mori - um chamado humano e universal à consciência da finitude e à busca de um sentido além do imediato. O antropólogo e historiador das religiões reconhece que tais símbolos, embora incorporados a práticas específicas como as da Igreja, dialogam com estruturas cognitivas universais: o fogo purifica, o pó remete à origem e à dissolução da forma, e o ritualiza-se como mediação entre o humano e o sagrado.
Sociedade e Transformações da Tradição.
A Quarta-Feira de Cinzas também marca uma fronteira cultural: o fim das festividades do Carnaval, festa popular de exuberância coletiva marcada por danças, folias e excessos, e o começo de um período mais contido e introspectivo. Historicamente, o Carnaval evoluiu de celebrações mais antigas de despedida das festas de inverno e de libertação social antes do período de abstinência quaresmal. Em muitas sociedades cristãs, essa transição representava tanto um encerramento de libertinagem quanto uma preparação moral e religiosa para o tempo de penitência.
No Brasil, essa encenação cultural e religiosa ainda é manifesto vivo - as ruas vibram intensamente até a madrugada da Quarta-Feira de Cinzas, quando então os espaços festivos cedem lugar a um silêncio ritualizado, simbólico de introspecção, autocrítica e reintegração à ordem social cotidiana.
Fontes Fidedignas para Estudo
Para compreender em profundidade a Quarta-Feira de Cinzas e seus significados:
A enciclopédia Britannica oferece uma visão concisa e historicamente ancorada da origem cristã e da evolução litúrgica da data.
Conclusão.
A Quarta-Feira de Cinzas é, portanto, uma celebração ritual que sintetiza a memória cultural, a simbolização religiosa e a consciência antropológica da mortalidade humana, funcionando como um ponto de inflexão entre a festa popular e a reflexão espiritual, entre o corpo e o espírito. Ela nos lembra que qualquer jornada de sentido exige reconhecimento de nossas limitações e, ao mesmo tempo, uma busca consciente de transformação.
Meu querido,é quarta a noite.Não quero lhe falar sobre nossos dramas,sobre como foi perfeito (como sempre é)lhe beijar domingo,sobre como fiquei confusa com o que você disse segunda e como sua indiferença me cortou na terça.Quero lhe falar sobre como é bom amar,como os amigos conseguem pintar um sol no horizonte,de como rir pode ser a melhor coisa do mundo e de como o sorvete é bom quando não derrete.
É quarta- feira e estou elétrica, elétrica como se tivesse colocado o dedo na tomada e levado um choque, como se tivesse tomado 10 xícaras de café ou tivesse injetado adrenalina diretamente na veia. Mas eu só tomei uma xícara de café, e isso não é nem o suficiente para me deixar acordada pela manhã, então acho que esse estado de espírito se deve a mensagem que eu recebi daquele garoto. Isso fez eu ficar ligada no 220 e sair correndo pela casa e dar risada à toa, e isso é muito estranho. Eu fico tentando achar explicação para essa felicidade, dizendo para mim mesma que amanhã é feriado, que eu fui bem nas provas finais e que logo chega a pizza que eu encomendei, mas tudo isso não me convence, como se ele fosse o motivo do meu sorriso bobo, da minha distração constante e da minha agitação sem sentido, como se isso fosse resultado da paixão...
“A raíz da inovação está na teoria e nos métodos, não na
prática. Absorver as melhores práticas, como tem estado em moda, não gera aprendizagem real. A organização que aprende não é uma máquina de clonagem das melhores práticas de outros.
Sinto que a felicidade chegará... de avião, num vôo de sexta-feira. Sim, a felicidade chegará depressa.
Ééé, sexta-feira! Que vontade de beijar na boca, morder os lábios, trocar abraços, encontrar olhares. Mas a boca desejada, o abraço apertado e olhar hipnotizante estão longe!
Então vem um sentimento estranho, como se a sexta não fosse sexta, como se não estivesse chegando um final de semana, como se estivesse faltando um pedaço, a metade que completa o todo...
E realmente falta!
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
É no buteco eu encho o copo e seco
É no buteco que eu esbanjo de felicidade
É no buteco que eu choro de saudade
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
É no buteco que eu escuto um modão
É no buteco que eu bebo um litrão
é no buteco que eu afogo a minha paixão
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
poeta Adailton
Sexta-feira é e sempre será um ótimo dia para encontrar os melhores amigos, mesmo que estejam engarrafados...
Um dos maiores problemas da sociedade moderna é o de buscar "happy hour" em toda sexta-feira. Por que ao envés disso, não procuram a "happy life" para a vida inteira?
Não importa o dia se é sexta, sábado ou domingo.
O sol nasce em todos eles, então sejamos girassóis e caminhamos em direção da luz em busca da felicidade.
Aproveite que hoje é Sexta-feira Santa, ame e perdoe todas as pessoas, inclusive aquelas que lhe traíram.
Já é quase domingo e ainda não tirei a imagem de você na sexta da minha cabeça.
Quando você vai daquele jeito, é impossível não ficar impressionado e com você no pensamento por pelos menos os próximos três dias.
Que vontade mesmo de ter te colocado de baixo do braço e fugido.
Não precisava fugir pra muito longe. Podia ser pra Londres mesmo.
Eu to com um vontade tão grande de te dar um abraço daqueles, sabe!?
Acho difícil ganhar, mas... :'(
Pelo menos tenho bem vivo na memoria os dois que já ganhei.
Só fico pensando em você.
Minha cabeça viaja pra onde você está.
Saudades demais...
Não lhe desejo somente hoje. Quero-lhe na sexta à noite ao som de um bom e vivo Rock’in Roll e aos domingos a tarde para comer pipoca no sofá. Vou te escolher para fechar o zíper do vestido que está apertado e para lhe arrancar um sorriso do rosto quando me ver toda linda só para ir a festa com você. Se eu realmente lhe escolher, não é para que substitua ninguém, mas, para ser o meu único alguém. Peço que, quando eu lhe escolher, você se comprometa a ficar bem aqui, no lugar onde você nunca deveria ter demorado a chegar.
