Delírios
Eu te amei profundamente uma única vez... meu amor foi um oceano de desejo , delírios, paixão e loucura por ti... mas você não me correspondeu , não me deu a sua mão quando eu mais precisei .. então em meio ao caos sem ter você, naufraguei....
os urubus absolutamente rosas
os mares de bengala
as inefáveis nuvens..
delírios todos que me atravessam nessa segunda cheia de novidades e algumas inquietudes do andar..
a vida é esse caminhar pela floresta escura e temer, às vezes; o monstro que nem lá está..
d.
Essa menina sabe provocar...despertar sentidos, delírios...ela mexe com a imaginação das pessoas, mexe com os pensamentos, intensa,sedutora, atraente.. minha insônia, minha calmaria, minha paixão ardente... essa menina é um enigma, um quebra cabeças, um trevo de quatro folhas..poema, música, poesia... loucura, desejo, fantasia...ela é inspiração, suspiros, minha perdição, meu caos... ela é meu amor proibido, meu segredo escondido, ela é minha falta de lucidez, meu inferno astral, meu refúgio, minha insensatez..
Delírios 4
Nossa alma só se torna plena quando conectado ao Espírito, sendo Um...Alma sendo alma, é apenas extensão da alma-mãe-mundo, dos seres em diversificado graus evolutivo.
A alma-mãe buscará sempre ter o controle da sua prole(escravidão pela ilusão) para manter-se viva,
e a alma imatura permanece presa ao seu cordão umbilical, da mente adormecida e submissa num círculo vicioso
onde o Espírito permanece velado, aquele que desperta, amadurece e unifica a alma ao eterno e a plenitude por excelência da real vida.
O que não nos mata
Às vezes, nos enlouquece
Não é de repente que nos ataca
Os delírios começam lentamente
Marcelo Lima
Delírios 3
A personalidade é consequência da vida de uma alma que ainda não atingiu a comunhão plena com o Espírito(Uno), de uma certa forma a personalidade se torna filho da alma, trazendo as sequelas passadas para supera-la numa nova oportunidade, que deve disciplinar(inspirações, estudos e práticas) por intermédio do Espírito na busca da unidade que só se torna plena com o Espírito, se tornando Cristo.
No momento, ele está sofrendo de delírios de adequação.
... Vislumbro delírios
Em uma nova aurora
Nave que tanto sonhos decolam
Na busca de algo que não se sabe agora.
"Nave Negreiros não tarda a chegar
Muitos morrem sem te encontrar".
"Quando me lembro de voce e tao maravilhoso porque em meus delirios nao existe idade vc e aguela mesma pessoa"
Tenho Lirios
Tenho Lírios nos olhos,
da água ... Os Lindos delírios
e algumas orquídeas
Sobre a mão
Qualquer dia
Uma borboleta
Pousa no meu jardim ou
Talvez nas rosas
Que floresceram
em meu coração.
Outra vez me encontro com meus delírios
E outra vez eles me consomem.
Sou perito em remoer uma dor por longos anos
Idealizando um passado que poderia ter sido e não foi.
Acidentalmente me vem uma melodia,
Ela será o fôlego de que preciso.
Me transporto voluvelmente por minhas lembranças
Me recusando remediar a dor.
Coração teimoso e nada perspiscaz,
Insiste em despertar meu pranto
Trazendo de volta esse desamor
E me levando a exaustão
Vou vivendo o inverso da cura,
Chorando as mesmas lágrimas
Na esperança de que um dia elas me levem daqui
Ou tragam de volta o meu amor.
Os delírios do entusiasmo, que acolhe o momento, aos poucos vão apagando, ai resta simplesmente uma estrada a seguir
Da neurose à psicose
Tens a neurose furtiva,
Vives alucinado e em delírios.
Na tua neura temos diálogos,
Na tua psicose, espasmos.
Nos diálogos rouba-me a distinção,
Sente-te sobranceiro
Denodado em seu valor.
Quando entras na alma das sombras
Veste-te de altivez,
Dos teus delírios à empáfia
Rebusca com apreensão
Com esmero excessivo
À sensação que precede o ataque,
Que já na crise aflitiva
Suga-me toda a energia,
Abrindo sulcos na terra.
Vejo pelos profundos rastros
Deslizando abaixo
O primor que fostes um dia.
Entro em profundo desassossego
De ver-te neste estágio iminente
Indo ao encontro do desenlace fatal.
Sinto-me rigorosamente impotente
De controlar os teus propósitos
Desde logo, subsistentes.
Todos os dias! Caio em delírios silenciosos que em mim causa tentações me provocando com o seu olhar um tanto audacioso que tanto me faz bem;
Em silêncio te quero para em silêncio te beijar e acariciar a tua boca com minuciosos detalhes que minha libido tem para com os meus desejos;
Percorro-te em vista para te estudar e decifrar teus mais intensos segredos que me enlouquecem;
Imagino encostando meu corpo ao seu e sentindo a tua pele com um calor intenso que me faz loucamente entregar-me a ti;
Ouço seus suspiros em um gosto de querer-me mais para meus delírios complacentes;
Quantos homens adormecidos
em um prenúncio de tempestade
E em todos os seus delírios
Onde está a liberdade?
Se outrora estavas preso atrás das senzalas
ou nas masmorras acorrentado
agora não estás mais livres do que antes
apenas te apegas a doce ilusão do mundo
de não sentires as grades
nem o cheiro dos cadáveres
É aí que te engana o teu pensamento
Pois este anda tão aprisionado que nem sente
o fardo que carrega
as algemas que lhe prendem
Falta-lhe viço e ânimo
de não ocultar a realidade
e esta não satisfaz teu sonho
uma utopia que não cabe na mente humana
um delírio, um desatino
Que o melhor dos oprimidos
não fostes tu
E nem o carrasco
o teu semelhante
Talvez, afinal, eu devesse começar a acreditar em milagres. Em rezas, em sonhos, em delírios. — Caio Fernando Abreu.
“Estou cansado De vazios de me sentir sozinho, solitário e carente preso aos Meus delírios em meu mundinho próprio...”
