Dedicatória para Mim
Se no sonho profundo o ventre verteu,
e se aqueceu de desejos de mim,
é que essa aragem traz o orvalho meu
e te rega como fosses meu jardim
eu amo acordar ao lado dele,
lhe dar um beijo,
ele sempre sorri pra mim
aquele sorriso que só ele tem
aquele por que me apaixonei.
mas sabe qual é a pior parte?
a que eu acordo do sonho.
O que faço com a minha vida e o que devo fazer dela, são duas realidades diferentes que só a mim dizem respeito. Não autorizo ninguém a dizer-me como viver.
Se lhe critiquei, peço-lhe desculpas, pois em você projetei uma perceptível recusa que a mim não pertence, mas ao pensamento invade. Somos escravos - às vezes - de nossos pensamentos confundidos com nossas emoções. De qualquer forma, se assim puder, me desculpe.
ANDANDO POR AÍ:
O Facebook pra mim é como se fosse uma grande avenida.
Se trombo com algum conhecido(a) ou amigo(a), cumprimento, dou bom dia, boa tarde e boa noite!
E se der tempo, jogo conversa fora, afinal de contas, não sei quando terei uma nova oportunidade.
E como numa avenida real, as vezes não me escutam ou não me vêem.
Mas torço por uma nova trombada!
Não tenho que dar qualquer motivo para que alguém goste de mim. Sou o que sou. Não me sinto obrigada a prová-lo. Ou me vêem, ou permanecem de olhos fechados.
As experiências do passado são somente aceites por mim como aprendizagens na aplicação que delas faço no presente e nunca como mágoas centrifugadoras da roleta emocional que muitos fazem questão de acionar no seu dia a dia. Saber lidar com as minhas próprias emoções torna-me surpreendentemente real e serena porque as desnudo e as deixo fluir, não fazendo qualquer esforço para lutar com elas. Assim me equilibro por saber olhar para dentro de mim, fomentando prazeres constantes e praticando todas as simplicidades que só me fazem bem.
Um dia eu te amei,mais você não me deu valor.
Um dia eu te prendi a mim mais você se soltou.
Então um dia eu fui embora,e você me amou.
MOCIDADE JAZ (soneto)
Mocidade em mim, em simpatia
A sua lembrança já é sem graça
Na arena, silêncio, pouca galeria
E já tão distante, saudade, lassa
Nesta morrinha, de lado a ideologia
Pois, acima ou abaixo, tudo passa
Apressadamente, serventia é ironia
Velhice, prudente palavra: desgraça
Nos licores de prazer, só mitologia
As perdas já fazem parte da vidraça
Do fado, e o entusiasmo na periferia
Porém, nem tudo é ledice sombria
Curtir a paisagem e brindar a taça
Do viver, dizer não, fazem a alegria
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Março de 2017
Cerrado goiano
Enfim...
Se é que existe um fim.
Seja depois do meio.
Ou quando chega o estopim.
Acredita em mim...
Seremos felizes sim.
Basta esperarmos pelo fim.
Enfim...
Quem és tu, Tempo?
O que tu queres de mim?
És, de fato, um amigo ou um mero espectador?
Eu sei do grandioso poder que tu tens da mudança.
E o que estás esperando?
Não podes começar logo com esse seu trabalho?
Eu já estou exausto.
Não aguento mais.
Faz tempo que lhe espero.
O que é um tempo, para quem esperou por muito tempo?
Tempo, às vezes não te compreendo, eu quero o sim, e o senhor me balança a cabeça e me grita o não.
Por que tanta divergência?
Eu vivo a me questionar.
Mas, por dentro, aceito e acredito nas tuas ordens.
Sei que fazes da melhor maneira...
Tempo, até parece que meu relógio está desajustado ao seu.
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