De Repente Nao mais que Derepente
O ecumenismo não agrega em nada a fé cristã. Pelo contrário só cria mais dúvidas na cabeça de alguns.
Sentirei saudade, mas ali realmente não é mais o meu lugar. Eu preciso encarar a situação. Não vou deixar que as outras pessoas definam quem sou.
Nunca mais tentarei dizer a qualquer jovem o que fazer – os realmente talentosos não precisam de conselhos e os outros não conseguem recebê-los.
Não há nada mais benéfico do que o amor. Amar é sobre aquilo que transborda o peito, é o que te traz o estado de euforia e ao mesmo tempo a calmaria dos céus.
Cíclico
Tudo parece estar mais difícil agora, não é mesmo?! Calma. Antes de tentar encontrar culpados, assuma a sua parte da culpa.
Você nota que tudo se torna insuficiente demais, fraco demais, inconstante demais. O nosso tempo é de longe o mais estranho e de perto o mais acelerado.
A engrenagem desse mundo prende nossos dias em um ciclo vicioso e exaustivo. A vida nunca foi tão cansativa, tão comum, tão maçante. Você simplesmente se senta e vira refém da rotina.
As coisas perderam a graça. Busca-se tanto, que o pouco se tornou quase nada. A necessidade desacerbada de sucesso é tamanha, que a cada avanço nos anos nossa percepção vê os dias com menos horas, os momentos mais rápidos e o tempo ainda mais escasso. Nos perdemos tentando achar um caminho, e muitos ainda caem na grande ilusão de que tudo está bem, quando na verdade as coisas só pioram. Vem a melancolia e o vazio da solidão...O pensamento de incapacidade, remorso, culpa, desespero e ansiedade. Aquele dado momento no qual você se inunda em um mar de indagações e incertezas: - “Será que eu consigo”? “Qual o propósito de tudo isso?”
Consigo ver seus longos dias de procrastinação, sua linha tênue e bipolar na qual sua mente se encontra. Essa coisa aí que você não consegue denominar. Esse sentimento desesperador e angustiante de se sentir inútil, de sentir que mesmo tentando, nada tem o efeito esperado. É, entendo. Você simplesmente empurrando a bola de neve de neuras, não conseguindo conviver consigo mesmo. Podem até existir lapsos de alívio, esses que você aproveita de vez em quando como uma brisa de satisfação...Mas tudo acaba quando o assunto é o seu eu, seus projetos, suas metas, focos, objetivos...sonhos.
Você espera que tudo mude, mas não move nenhum músculo para que isso aconteça; Quer ser o exemplo vivo de uma mudança, o ponto fora da curva, aquele que vai contra o fluxo...Mas continua aí, nesse paradoxo de desgosto e auto-piedade, acumulando a culpa e deixando a vida passar por entre os seus dedos.
Você, que vê esses muitos exemplos; as exceções extraordinárias de vidas bem sucedidas, mas que não se sente apto para chegar à conquistas tão notáveis.
Sabe qual a única diferença entre você e eles? A falta de audácia. Te falta vontade. Te falta brilho nos olhos...Uma motivação realmente avassaladora que encha cada parte do seu corpo em um impulso contínuo de transformação, progresso e evolução.
Por viver dias completamente iguais, você sabe como é tenebroso repetir as mesmas exaustivas ações. Por isso: Pare agora. Analise. Examine. Encerre. Quebre o ciclo em que se prendeu. Veja-se livre dos velhos paradigmas, das idéias vazias e sem vigor. Pelo seu bem, entenda de uma vez: “O pior cego é aquele que não quer ver”.
Não deixar que as frustrações nos domine, é mais que necessário, pois no amanhã de cada dia sempre pode surgir alguma boa novidade, guardada ao que despi de suas magoas e ressentimentos e se propõe a caminhar com a cabeça erguida na direção de novos desafios..
Sou poeta mais não ator
Componho mais não exponho
Tenho medo de gostarem da minha dor,
Dor e sofrimento que um dia me causarão
Não entendo como minha dor pode virar amor
Te amo, mais não entendo como o amor que
sinto vira rancor
Gosto tanto de você mais não suplico por sua canção, canção que um dia destruiu meu coração!
Eu desabei
Não me restava mais nada a fazer
Como nos filmes, assisti os destroços, a poeira e tudo que eu tinha caindo por terra
Em câmera lenta, sentindo cada lágrima misturada ao suor
Só que não havia multidão
Eu estava sozinha
E ali eu entendi de uma vez
Que as mãos que tanto me acolheram
Eu as rejeitei
E apenas ficaram as minhas
Para reconstruir tudo sozinha
Digo com tal cuidado e respeito que, chegar perto das nuvens sozinho é perigoso, não escutamos mais nada por ali, nem ninguém, também não vemos mais ninguém, porém, vemos mais alto, e o silêncio se torna vivo, aos nossos olhos e nos nossos ouvidos e em todo redor de nós.
Aonde eu vago pelo mundo redondo
Daqui um minuto você vai embora
e eu não vou mais estar lá
porque a locura da vida vai me levar de novo a outro lugar
por favor não me esqueça
eu sei que a gente ainda vai se encontrar
e você vai se lembrar
vai lembrar que um dia
eu já te mandei te ferrar
então no fim
no fim
a gnt se reinventa
Quem prefere calar do que falar, alimenta com o silêncio a morte da alma. Uma hora não vai mais caber dentro de si as verdades armazenados, as vozes abafadas. Explodirá e jogará gritos para todos os lados, machucando até quem não merece ser machucado.
QUARENTENA IV
Vá outono...
Vá e não me surpreenda com mais nada.
Você me despiu, desfolhando as minhas vestes domingueiras. Deixou meus versos inertes, sufocados em minha alma sem se manifestarem.
Craquelou minha pele e ouriçou meus cabelos.
Envelheci.
Mas não foi só isso.
Foi no seu tempo que eu perdi minha liberdade de ir e vir.
Perdi os carinhosos beijos e abraços dos meus familiares e amigos.
Ah, e o medo que você permitiu que entrasse na minha casa sem que eu tivesse pra onde correr?
Fui apresentada cara a cara com a morte e a possibilidade de ir embora com ela.
Encurralou-me nos meus cômodos desbotados que eu já planejava colorir.
Negou-me as tintas, escureceu meus dias e encurtou minhas noites com sonhos agitados.
Os encontros na pracinha, as caminhadas na avenida, o sorvete nas tardes de domingo, os raros passeios de mãos dadas ao shopping. Folguedos evaporados que sustentavam minha iminente velhice.
Tive que despojar-me de minhas inúmeras máscaras para vestir a máscara universal, que denuncia toda a minha fragilidade perante um vírus invisível.
Vá outono, mas antes devolva-me aquele meu sorriso esfuziante, nem que eu não possa estampá-lo agora, mas o terei guardado para quando tudo isso passar, quiçá na primavera, no verão, no out...?
Não! Atrevo-me a fazer-lhe uma advertência, não volte aqui novamente sem trazer uma solução.
Quero cantá-lo como sempre cantei no passado, com versos alegres e rimados.
melanialudwig - 19/06/2020
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