Cronicas de Luiz Fernando Verissimo Pneu Furado
Tem muita gente perto, mas pouca de verdade – por Andre Luiz Santiago Eleutério
Tem coisa que só a vida ensina. A gente vai acreditando nas pessoas, se entregando, confiando. E aí, quando tudo desaba, olha pro lado e percebe: tinha muita gente por perto, mas quase ninguém de verdade. Tem abraço que é frio. Tem palavra que é vazia. Tem presença que é só aparência.
Tá cheio de gente que só aparece quando tem festa, quando o copo tá cheio, quando tem alguma vantagem envolvida. E quando você mais precisa, some. Vira silêncio. Vira ausência. Vira nada. E é assim que a vida vai ensinando quem realmente fica. Quem é real. Quem segura tua mão sem perguntar o motivo da tua dor.
Hoje, a maioria das relações parece descartável. Amizades de momento. Amores que acabam no primeiro problema. Pessoas que te tratam bem só quando precisam de algo. E quando não precisam mais, viram o rosto. Ignoram. Esquecem que você existe. Isso dói. Mas também ensina.
Você começa a entender que presença não é só estar do lado. É sentir junto. É se importar de verdade. É ouvir sem julgar. É apoiar sem interesse. Quem é de verdade não espera que você esteja bem o tempo todo. Quem é de verdade fica quando ninguém mais fica.
Tem gente que soma só por estar. Gente que não precisa falar muito, mas tá ali. Gente que não cobra, não julga, só cuida. Essas pessoas são raras. Mas quando você encontra, sabe. O coração sente. A alma reconhece. E é por isso que não dá pra aceitar menos do que isso.
Não viva tentando agradar quem só te enxerga quando tem algo pra ganhar. Não mude quem você é pra caber no mundo dos outros. Você não precisa provar seu valor pra ninguém. Quem é seu, fica. Quem sente de verdade, permanece. Quem ama de verdade, não mede esforço pra estar presente.
A vida é curta demais pra gastar energia com gente que só aparece na bonança. Que só te procura quando tudo tá bem. Que só lembra de você quando precisa. Relação de verdade é troca. É presença. É construção. E se só você faz esforço, isso não é vínculo. É desgaste.
Não tenha medo de se afastar de quem não te faz bem. De quem te drena. De quem não torce por você. Melhor estar só do que mal acompanhado. Melhor um silêncio verdadeiro do que palavras falsas. Melhor uma presença sincera do que várias que são só de fachada.
Quem é de verdade não precisa de holofote. Não precisa de aplauso. Só precisa estar. Do lado. No dia bom, no dia ruim, no caos, na calmaria. São essas pessoas que a gente deve guardar. Que a gente deve valorizar. Porque elas são poucas, mas são tudo.
Tem muita gente barulhenta por aí. Gente que fala bonito, que promete mundos, que se mostra demais. Mas na hora que você precisa, desaparece. Some. E o que fica é a sensação de vazio. De engano. De ilusão. Por isso, aprenda a ouvir mais do que as palavras. Observe os gestos. Eles dizem tudo.
Não adianta forçar laço. Não adianta insistir em quem não quer ficar. Laço de verdade se constrói com cuidado, com atenção, com reciprocidade. E se você tem que se machucar pra manter alguém, esse alguém nunca foi seu. Solte. Libere. Abra espaço pro novo. Pro verdadeiro. Pro que faz bem.
Você não precisa de muita gente. Você só precisa de gente certa. Que esteja com você sem precisar de motivo. Que olhe nos seus olhos e entenda quando o coração dói. Que te escute até no silêncio. Que torça pela sua vitória como se fosse a própria.
Essas pessoas existem. Mas não aparecem em qualquer lugar. Elas não gritam. Elas não se mostram demais. Mas quando chegam, mudam tudo. Porque o que é verdadeiro transforma. Acalma. Preenche. Cura.
Então, se hoje você olha ao redor e sente que tem mais quantidade do que qualidade, respira fundo. Comece a limpar. A selecionar. A guardar perto só quem te faz crescer. Só quem te respeita. Só quem te valoriza, mesmo nos seus piores dias.
No fim das contas, o que importa não é quem sorriu com você na festa. É quem ficou quando tudo desmoronou. Quem segurou sua mão quando ninguém mais quis. Quem acreditou quando nem você acreditava.
Esses, sim, são de verdade. E por eles, vale a pena tudo.
Pensa nisso.
Estou falando de como eram as praias de São Luiz, quando lá estive 12/2003.
De lá para cá certamente muita coisa mudou, mas a beleza da Natureza sempre existirá,
e encantará almas sensíveis as seus encantos...
Ósculos e amplexos,
Marcial
CONHECENDO AS PRAIAS DE SÃO LUIZ
Marcial Salaverry
Para falar das praias de São Luiz, há que se fazer uma volta ao passado, pois as modificações que ocorreram de 10, 12 anos pra cá foi algo de espantoso. Praias que eram quase selvagens, desde a Ponta do Farol até Praia do Olho d'Água, sem praticamente nada além de dunas de areia e mangue, transformaram-se em avenidas repletas de altos edifícios e hotéis de categoria internacional.
Onde havia apenas areia e mato, existe a Avenida Litorânea, com quiosques muito bem montados, onde existe de tudo, desde artesanato até refeições self-service. Para quem ficou muito tempo sem visitar, é uma surpresa atrás da outra. A Natureza pode ter sido prejudicada, mas está realmente uma beleza, que vale a pena ser visitada, principalmente o trecho na praia do Calhau, onde existe até um anfiteatro para espetáculos artísticos. Sentar-se nos bancos dessa praça, e contemplar a beleza do mar, e o por ou nascer do sol, é sempre um espetáculo maravilhoso. E ao cair da noite, com a lua e as estrelas iniciando sua vigília noturna, sempre agrada qualquer paladar visual.
Na realidade, para descrever as praias de São Luiz, podemos dizer que são uma só, com diversos nomes, pois desde a Ponta da Areia até Araçagi, passando por Calhau, Caolho (chama-se caolho, por ser o trecho entre Calhau e Olho d'Água), Olho d'Água e Araçagi, pode ser percorrida numa gostosa caminhada de 20 quilômetros, desde que se tenha vontade de andar, e que a maré esteja baixa, porque na maré alta, é impossível andar pela faixa de areia.
Há que se ressaltar, que a diferença entre as marés, chega a 9 metros. Então a praia, que na baixa tem uma extensão de mais de 2 quilômetros, fica reduzida a uma pequena faixa, e em muitos trechos, o mar chega até os contrafortes da Avenida Litorânea, já planejada prevendo a subida da maré, não havendo a possibilidade do mar chegar até a avenida. É muito lindo o espetáculo do mar batendo nas pedras, enquanto estamos confortavelmente sentados, degustando algumas especialidades culinárias locais, como arroz de cuxá, sarnambi, sururu, e outras delicias, como sucos de frutas locais, como cupuaçu, cajá, pitomba, pitanga. Enfim, vale a pena o sacrifício...
A praia em si, é muito irregular, pois apresenta trechos apenas de areia, sempre entremeados com algumas "ilhas" de pedras, que são um excelente esconderijo para siris, pescados com um método bem peculiar, pois basta mexer nessas tocas naturais, assustar os bichinhos para que eles saiam, e com um certeiro pontapé deixá-los meio tontos, e assim "colhê-los". Sem dúvida, um método bem científico. Esses trechos de pedras, quando encobertos pelo mar, são muito perigosos, pois as pedras ficam muito escorregadias, e uma queda aqui pode não ser muito saudável, razão pela qual sempre é melhor esperar a maré baixar para se aventurar numa caminhada. Nunca se sabe onde as pedras estão.
A Avenida Litorânea termina no Olho d'Água. Para chegar-se ao Araçagi, pode-se ir pela praia, quando na preamar, caso contrário, é necessário dar uma volta para ultrapassar o morro, pois este trecho é simplesmente intransponível quando da maré alta. Araçagi ainda conserva um pouco de seu encanto natural, meio agreste, que fatalmente será quebrado quando a avenida for aberta neste trecho.
Existem outras praias mais afastadas, como Raposo, Panaquatira, São José do Ribamar, Morros, que merecem um capitulo a parte. Estas ainda não foram atingidas pelo progresso, e se não apresentam a beleza arquitetônica da nova São Luiz, ainda conservam quase intactas as maravilhas com que a Natureza nos presenteia.
Assim, na expectativa do que nossos olhos poderão apreciar, vamos ter UM LINDO DIA, esperando um dia retornar para conferir como está a cidade e principalmente para visitar netos e bisnetos que lá estão vivendo...Um dia, quem sabe...
IDAS, IDEIAS, IDEAIS E ITENS (LUIZ MARIA BORGES DOS REIS)
Quantas idas sem volta
Quantas ideias sem ideais
E ainda assim, sem mais ou sem menos
Teimosamente caímos nos mesmos itens ou nos bis in idens.
Seria bem melhor se nós nos acautelássemos mais
Para tentar errar bem menos, porém, a pressa é tanta
Que queremos tudo em menor tempo
Atropelamos em nós mesmos em busca de algo que às vezes nem existe.
Por que será meu Deus que o mundo está tão assim
Se não temos tempo nem para respirar?
Quanto mais para agradecer, rezar e implorar
Pedindo ao nosso Deus um só tempinho para nós.
Com certeza muita coisa vai mudar
O dia em que lembrarmos que tudo passa e muito depressa
Porém, é preciso parar, pensar e respirar
Para que tudo se refaça e continuemos a andar.
Andar bem devagarinho com muito amor e carinho
Aproveitando bem o nosso tempo e até o tempinho.
Louvar mais e agradecer, parar de reclamar e assim,
Com certeza tudo irá mudar.
Castelo, ES, 04 de Dezembro de 2021.
Lagrimas de Um Povo
Luiz Carlos Paiva
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Lagrimas não brotam ou saem de uma pedra pomes,
Não se conhece as lagrimas de quem nunca chorou,
Lagrimas são encantos dados a quem sabe o que é amor,
Elas são encantamento de Deus que as temperou no sal.
Uma pedra de amolar, pode afiar ou desgastar o metal,
Um ato que também destrói a pedra que não sabe chorar,
Pedras podem ser imãs, um lado atraí ou outro repele,
Pedras sob pedras, edificam e dão forma ao novo lar.
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A água infiltrada na pedra aos poucos rompe a dureza,
Vaza inicialmente em pequenas gotas, são lagrimas,
Que aos poucos tornam mais densas, rompendo a pedra,
Lagrimas não doem o que doe são os motivos que as causa.
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Somos um povo vivido entre lagrimas, nascidas de pedras,
Pedras de nossos alicerces seguidamente abalados, alhures,
Que somados a interesses esdrúxulos para nosso espanto.
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Sem dúvida lagrimas de pedra angular sustento da nação,
Assistindo invasão de água suja, jorrada de cérebro vazio,
Abala a instituição, sob o sorriso debiloide ansioso de poder.
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Luiz Carlos Paiva / Estiva – MG / 08-01-23
D. A. R. Lei 9.610/98®©
A Chegada
Luiz Carlos Paiva
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A Campainha toca, atendo à porta, é ela,
Linda, charmosa, perfumada, sorridente,
Um frenesi invade meu corpo ao senti-la,
No abraço sinto o corpo e beijo-a nos lábios.
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Uma sensação de desejo invade meu corpo,
Sinto nela a reciprocidade, quando me acarinha,
Suave, e me enlaça se aconchegando no abraço,
Nossos corpos unidos se declaram, na entrega.
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Ainda não consigo entender como aconteceu,
Foi o instante certo que se fez presente,
Um encontro circunstancial uni você e eu,
Nas correntes do amor, atados eternamente.
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Quando você entra em minha vida, sou submissão,
Tudo que sempre quis, foi você, e a vida muda,
Transforma, são sonhos que se realizam vidas.
Cada vez que me toca, no silêncio, leva meu coração.
Abraça-me apertando suavemente, perco o folego,
Você e eu juntos, um sentimento, vivo de emoção,
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Luiz Carlos Paiva / Estiva - MG / 18/09/22
Direitos Autorais Reservados por Lei 8610/89 e Lei 9.610/98®©
Fidelidade
Luiz Carlos Paiva
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Que não seja imortal,
Porque segunda a jura é até que a morte os separe,
Não se faz do outro propriedade, pela jura de fidelidade,
Enquanto juntos foi servil amou um amor sem igual.
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Que ama ou amou, num gostar dividido, será sempre leal,
A reciprocidade nasce e cresce em peitos de sentimentos,
Trocados na confiança reciproca de amar e respeitar,
Sem competição, qualidade, verdadeira de um amar.
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Hoje em dia a fidelidade ficou difícil de se encontrar,
Não é no amor que está a dificuldade, é no confiar,
Essa é a essência de se manter fiel, amor verdadeiro,
Se compartilhado, aceito em todos os sentidos.
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Fidelidade é a marca registrada do amor verdadeiro,
O amor não sobrevive, quando existe a traição,
Sobrevive sim quando há maturidades das partes.
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Ainda creio que a fidelidade é a maior prova de amor,
Necessário alicerce firmado em respeito e lealdade,
Sustentáculos dos elos da corrente e porto seguro.
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Luiz Carlos Paiva / Estiva – MG / 21-11-22
D. A. Reservados por Lei 8610/89 e Lei 9.610/98®©
Pombal assim nos dá
a felicidade que nos adorna
foi na terra de maringá
de vovô Luiz Barbosa.
E saudando a vida
esbanjando sorrisos e amor
recordo-me de Valdecira
na Budega de vovô
E sentada no recanto
espreitando as idas e vindas
está vovó Belarmina
nossa mãe de acalanto.
Pelas ruas de Pombal há esperas
que encontro na imensidão
o amor de Dona Vera
que preenche meu coração
Em homenagem ao grande botafoguense -Luiz Roberto Porto enterro 4/12/2014
Vai amigo???
Sei que sofrestes esse ano
Sei que não foi por engano
Mas o nosso botafogo
Que esse ano foi o engodo
Das nossas ilusões e desilusões
Mas tu amigo sempre verá .....
por aqui ou por aí !!!
Que nossa estrela solitária NUNCA se apagará
Tbm te garanto, que saudades
Saudades .... Isso sim amigo
TU DEIXARÁ !!!!!
Martírio e angústia de Luiz Davi neste século presente.
O sabor e o paladar neste mundo me fugisse os sentidos, e o sofrimento me apresse mais ajustado do que os prazeres deste mundo, pois em angústia vim a nascer e em sofrimento partirei, a paz me cabe nos céus na nova Jerusalém junto a Cristo, mais não perto dele, pois não sou digno, sim fazendo-se alguém que mora na eternidade, mais sem fazer enxergar por Cristo, não porque sou especial, mais porque ele é mais do que tudo, e lembrando-me novamente de onde estou, será que meu amargor é pior do que Jó, não, nem um pouco, somente meu mundo é pequeno e me contento com isso, e na minha pequenez ele seja engrandecido, a saber Jesus Cristo...até a glória o que me resta é somente amargura e até mesmo o pouco que me resta, nesta vida passageira e um teste de resistência à eternidade, que se não me falha a memória, do prazer de ler a palavra, e me deleitar em práticar e espero somente nele um punhado de alegria presente sem ter que me comprometer de viver eternamente no paraíso celestial.
Poesias Líricas ao Rei Jesus Cristo.
LUÍZA LUIZ E LUZIA
Ela sabia que era homem quando vinha a noite
Ela sabia que era homem quando vinha o dia
Ela só não queria ter essa certeza quando via Luzia
Sonhava ser mulher para estar em seu braços,
Luzia também pensava que era homem
Quando vinha a manhã
Quando vinha o cheiro de hortelã
Que a horta expandia
Luzia e Luíza se conheceria
Ambas sabiam que eram homem
E o que consome a alma consome o que é proibido
Ambas se desejavam mas quem seria o marido
Luzia cuidaria ainda muito tempo da horta
Luiza ainda assaria muitas tortas
Mas até que o primo Luiz de uma das duas entrou na história
E a marra de macho das duas desabaria,
Mas, más línguas juraria que a mais fêmea da história era Luiz
E do trio era ele o mais feliz...
A PROCURA DA FELICIDADE
Andamos sempre a procura da felicidade,
Pedindo a Deus que nos mostre o caminho,
Mas pare um pouco, olhe a sua volta...
Veja aquele pássaro que voa,
A chuva que cai para nos dar a vida,
Aquele jardim com flores multicores,
O Sol que brilha intensamente,
Iluminando nosso dia, e a noite,
A Lua se irradia junto com as estrelas,
Um espetáculo da natureza.
A felicidade está tão perto que não a vemos,
Estamos surdos, mudos e principalmente cegos,
E não percebemos que ela está presente em tudo.
Ela está dentro de nós, basta deixar fluir nossos sentimentos.
Deus nos deu todos os sentidos,
Para usufruirmos desta maravilha que é a vida,
Mas somos tão mesquinhos e não percebemos,
Os mínimos detalhes que temos no dia a dia.
ESTRANHO MUNDO
O mundo mudou enquanto eu dormia,
Acordei e perdi minha fantasia.
Cadê os amigos, os amores que tinha?
Tudo está estranho, um vazio me domina.
O mundo gira e no lugar nada fica,
O som dessa engrenagem me embriaga, contamina.
Nos olhos um brilho com água cristalina,
Lembranças dos sonhos com luz alcalina.
O tempo não me esperou, fiquei na esquina,
Partiu no vento a vida colorida.
O amor morreu enquanto eu dormia,
Saudades de mim, vida vazia.
Somos meros espectadores dessa vida sofrida,
Meu corpo cansado inerte definha.
Minha perna teimosa ainda caminha,
Leva-me pro nada, abismo da vida...
Pensando em voce.
Passo o maior tempo da minha vida pensando em você
Desde que te conheci, você não sai da minha cabeça,
Não sei por que isso esta a acontecer.
Só sei que sinto muito sua falta, e que a cada segundo da minha vida eu penso em você.
A distância nos separa agora, nessa noite fria, mas nossos corações estão aquecidos pelos sentimentos que agora floresce a cada palavra, a cada gesto de carinho.
Hoje vivo pensando em você,
Com o coração apertado,
Longe mais ao mesmo tempo perto,
Sempre pensando em você.
Hoje vivo pensando em você Por que Ti Amo
E num consigo mais te tirar do minha cabeça
E nem do meu coração.
Ti Amo Hoje e sempre.
Jesus está para voltar, para muitos que acreditam na sua existência, sua vinda será de muitas alegrias.
Ele irá resgatar o seu rebanho, aqueles que acreditam nas suas escrituras estarão salvos, e herdarão o reino dos céus. E lá sentarão com o pai, para seiarem, e desfrutarem da vida eterna.
CILADAS DA VIDA
Amo-te e nem sei porque
Como a brisa da manhã
Entra em nossas casas
Você entrou em meu coração
E nele fez morada.
Por que as coisas acontecem assim?
Sem esperarmos e sem razão.
A vida nos prega cada ciladas,
Mas sei que nada é por acaso
Se um dia cruzamos nossos olhares
E convivemos alguns momentos juntos
Seja ele qual for, é porque tinha que acontecer.
O difícil é entender o porque tão tarde,
Quem sabe um dia encontrarei a resposta.
O que hoje eu sei é que me apaixonei por ti
E isso é real dentro de mim.
Pena que não posso sentir teu abraço,
Nem o calor dos teus beijos.
Sei também que é um amor impossível,
Pois o amor que dedico a ti
Em teu coração não faz abrigo.
Como é inexplicáveis essas encruzilhadas da vida,
Mas tenho certeza que em algum lugar
Haveremos de nos encontrar,
E decifrar os enigmas dessa vida.
MEUS POEMAS, MEU REFUGIO
Meus poemas, meu refugio,
Sonhos descritos em rascunhos.
Amores que a tempos fujo,
Sentimentos diários, noturnos.
Meus poemas, meu abrigo,
Onde o infinito é um ponto.
Verdades que em papel rabisco.
Mentiras que imagino e conto.
Meus poemas, minhas rimas,
Meus desejos escondidos.
Minha vida em letras descrita,
Meus segredos em versos escritos.
Meus poemas, meu parceiro,
Sempre socorre-me quando estou aflito.
Ajuda-me na timidez que tenho,
Confesso-me a ele, pois a nele confio.
Não Consigo Te Esquecer
Eu não consigo esquecer
Seu jeito simples de olhar
Seu jeito meigo de falar.
Eu não consigo esquecer
Seu jeitinho sapeca
Teu corpinho de boneca.
Eu não consigo esquecer
O sabor dos seus beijos
Nem dos nossos desejos.
Eu não consigo esquecer
Nossas grandes aventuras
Nossas doces loucuras.
Eu não consigo esquecer
Aquela velha canção
Doce momento de recordação.
Eu não consigo esquecer
Sua nobre beleza
A mais perfeita
Obra-prima da natureza.
CARTA AO AMIGO RAUL
Meu amigo chega de viajar,
Pegue seu disco voador,
E venha nos contemplar.
Você aqui faz falta,
Quero ouvir teu cantar.
Já ouvi tanta besteira,
Meus ouvidos não agüentam,
A poesia carece de tuas letras.
Meu amigo se aprece,
Logo sai o Trem das Sete,
Venha logo pra ficar.
Nesse hospício falta alguém
Para nos alimentar.
Venha tentar outra vez
Mudar essa sociedade maluca.
Estamos órfãos com certeza,
Das tuas irreverências.
Hoje aqui está mudado,
As fardas estão guardadas,
Venha impor a tua lei,
Mudar esse mundo maluco.
Não demore meu amigo,
Nos alerte com teu grito,
Esse mundo sem você não faz sentido...
Seriedade por aqui é besteira,
Precisamos de um Maluco Beleza,
Para ativar a nossa consciência.
Precisamos de uma sociedade alternativa,
Para termos uma metamorfose todos os dias.
Por isso meu amigo volte logo,
Precisamos de você para nos fortificar,
E nos ensinar as palavras do Gita...
TU ÉS MARAVILHOSO
Tu és único, Tu és invencível,
Tua palavra tem poder.
Nela vemos o impossível,
Basta nela crer.
Tu és verdadeiro, Tu és amigo,
Em teus braços me sinto seguro.
Nas tormentas Tu és meu abrigo,
Tuas mãos me guiam no escuro.
Tu és Pai, Tu és maravilhoso,
Teu amor é incomparável.
Sou teu filho orgulhoso,
Sou teu servo inseparável.
Tu és paz, Tu és amparo,
Imensurável é teu poder.
Por Ti estou apaixonado,
Teu amor não vou deixar de ter.
Ele é Rei, Ele é milagroso,
Ele te resgata quando estás a deriva,
Ele te ampara em todos os momentos,
Ele é quem te dá a vida...
Tu és Deus de amor, Tu és Deus de respostas,
Tua luz me guia nos caminhos da vida.
Teu poder é que me abre as portas,
Quando parece que não há mais saída...
cuidado com o mau humor
Uma das características mais comuns de pessoas “inteligentes“ tanto de Q.I. quanto emocionalmente é o Bom Humor.
Pessoas mal humoradas, rabugentas, que vivem “emburradas“ , são pessoas carentes, emocionalmente inseguras, pobres de espírito.
Pessoas com as quais ao se conversar ou tratar temos que saber antes como está o seu humor, são pessoas fadadas ao fracasso no relacionamento interpessoal e portanto distantes do sucesso que tanto almejam.
Abaixo o Mau Humor!
Nada, justifica o mau humor no trabalho, na família, nas relações sociais. Ele só serve para afastar as pessoas.
Chefes mal humorados distanciam-se de seus subordinados que com eles não querem falar, não querem comentar nada, evitam falar das coisas sérias do trabalho.
Subordinados mal humorados são horríveis. Os chefes acabam evitando essas pessoas e a cada dia que passa elas ficam mais distantes de uma promoção, criando um círculo vicioso – mau humor = fracasso = mau humor pelo fracasso.
Faça uma auto-análise e veja se você, seja chefe ou subordinado, não está “viciado” em ser mal humorado. Há pessoas que pensam que ser mal humorado seja sinônimo de “seriedade”.
Nada mais falso.
Lembre-se que o bom humor é um dos mais visíveis sinônimos de inteligência.
