Cotidiano
Na rua movimentada, passos apressados ecoam
Cenário do cotidiano, onde histórias se destoam.
Nas esquinas da vida, sorrisos e olhares se cruzam
Um mosaico humano, onde sonhos se conduzam.
O aroma do café nas manhãs serenas incertas
A rotina começa, a cidade inteira desperta.
Escritórios e escolas, um turbilhão de atividades
No palco do cotidiano, desdobram-se realidades.
Crianças brincam nas praças, risadas ao vento
Enquanto o sol dourado pinta o céu no firmamento.
Trabalhadores almoçam, pausas na correria
No ritmo cotidiano, cada minuto é histeria.
No trânsito congestionado, buzinas e suspiros
A pressa e a paciência em um duelo de tiros.
Mas entre os momentos de caos e agitação
Há instantes de calma, de contemplação.
Ao entardecer, no crepúsculo céu em tons de fogo
A cidade adormece, a noite traz seu jogo.
Luzes nas janelas, estrelas no alto a brilhar
No teatro do cotidiano, a vida continua a dançar.
Em lares iluminados, histórias são compartilhadas
Vidas alvoroçadas, amores e risadas costuradas.
No palco do cotidiano, enredos se desenrolam
E em cada dia vivido, novos capítulos se formam.
Assim segue a vida, em sua jornada constante
O cotidiano, um poema vivo e vibrante.
Nas pequenas coisas, na rotina que se repete
Encontramos beleza, onde o coração reflete.
No Brasil, os ditados populares são parte essencial do discurso cotidiano, refletindo a sabedoria coletiva que passa de geração em geração. Segundo levantamento recente, “O barato sai caro” é, disparado, o ditado mais recitado pelos brasileiros, com 65,4% de menções. Em seguida vêm “A mentira tem perna curta” (64,3%) e “A esperança é a última que morre” (61%), completando o pódio das expressões mais usadas.
Essas máximas resumem ensinamentos práticos:
“O barato sai caro” alerta para os riscos de escolhas motivadas apenas pelo preço, lembrando que economias imediatistas podem resultar em prejuízos maiores no futuro.
“A mentira tem perna curta” reafirma que a verdade, cedo ou tarde, sempre se revela; por mais que alguém tente prolongar um engano, ele não resiste ao tempo.
“A esperança é a última que morre” substitui o otimismo inabalável, enfatizando que, mesmo diante de adversidades, a fé em dias melhores persiste até o fim.
Curiosamente, são pais e mães — em 67% dos casos — os principais transmissores desses saberes populares, indicando que o lar continua sendo o principal ambiente de aprendizado cultural e moral. Em cada conselho ou advertência, esses ditos trazem não apenas uma lição de vida, mas também o elo afetivo de quem os compartilha, fortalecendo valores como prudência, honestidade e perseverança.
No Brasil de hoje, onde as incertezas econômicas e sociais se misturam ao cotidiano acelerado, os ditados populares seguem sendo bússolas simples e eficazes para guiar decisões, reforçar princípios éticos e manter viva a chama da esperança. Eles provam que, muitas vezes, as maiores verdades estão nas palavras mais simples.
"ORAI E VIGIAI -- expressão bíblica de suma importância para o nosso cotidiano: temos que orar (rezar), e ficar atento para que às nossas escolhas sejam às corretas e não sermos enganados"
Na política, na religião e na realidade do cotidiano é o dinheiro que tem poder.
Entenderam porque Jesus desagradou aos poderosos da sua época?
A sua vida mais humanizada, espiritualizada e menos material não passava de uma ameaça e de um mau exemplo, sob a ótica daqueles que, verdadeiramente, controlavam as pessoas e, consequentemente, a sociedade, naquele tempo. E nada mudou, apenas foi repaginado para atender aos novos tempos. O povo continua sendo a fonte de enriquecimento de todos que têm poder o conduzir a mente humana. E ai daqueles que tentam acordar o povo que vive adormecido.
O dinheiro tem o poder de mandar, inclusive, na alma. E até pode determinar quando a prática dos bons valores deve ser exercida.
Prático Cotidiano e Nítido
Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto
E hoje, quando me sinto
É com saudades de mim
E o que podia fazer de mim, não o fiz
Nessa vida em que sou meu sono
Não sou meu dono
Tudo
Necessita ser equivalente
Tudo
Necessita de reciprocidade
Se em seu cotidiano isso não ocorre
faça com que ocorra
A partir de agora
Não existe uma obra prima tão verdadeira quanto o amor, que vem de um cotidiano tão comum.
Mas que uniu dois caminhos tão distintos em uma coincidência tão divina, que se chama paixão.
Nada comum
Motivador
Cotidiano
De nossas
Crenças
Adrenalina
De quem
Crê
Transcende
A
Razão
Uma
Esperança
Sempre
O que
Creio
Existe
Lado Oculto Comum
Cotidiano
Em
Desordem
Momentos
De
Solidão
Sustos
Tempo
Bestano
Papo
Furado
Destaque
Nenhum
Nenhuma
Atenção
Saudade
Juntano...
Nada
Como ser
Comum
Uma gaivota planando alto, absorta no cotidiano hábito de voar...que coisa mais linda e mais sábia. Cada um fazendo o que sabe de melhor, com amor e dedicação. Isso é viver.
Ansiedade... Atravessamos por esse afeto em diversos momentos do nosso cotidiano, inclusive naqueles que envolvem decisões importantes e sentimentos.
É normal sentir medo diante de situações que não estamos habituados, ou quando sinaliza perigo para a nossa vida de modo geral, isso é inevitável.
Entretanto, existem ferramentas que favorecem o autoconhecimento e o controle desses gatilhos emocionais... Psicoterapia!
Solução convivacional, ou mero luxo cotidiano?
Estando prestes a iniciar nossa compulsória passagem, partida derradeira, recolhimento à vida eterna, insólito retorno ao pó, ou mera inexorabilidade da morte... Quero acreditar, nisso preciso acreditar! que isso venha a ocorrer comigo segundo a velha e calejada expressão “desta para a melhor” ...
...Ocorre que ainda há pouco eu e minha amedrontadora e quase sempre obedecida cara-metade, a babezinha, concordantemente (será isso mesmo?...) decidimos passar a habitar em separado debaixo do mesmo teto. E então, alegres ou tristemente, cada qual tentará sobreviver da melhor forma possível, relaxados ou perigosamente mergulhados em seus próprios cheiros, fedores, ruídos próprios da idade, sonhos, decepções, pensamentos e dúvidas, muitas e muitas dúvidas a respeito de quase tudo e com mínima comunicação ou impertinência...
Será que isso possivelmente venha a caracterizar alguma adrede e necessária preparação espiritual para a decantada “vida melhor”, isso que ninguém pode afirmar categoricamente realmente vir a acontecer, fundamentados em inexistentes experiências próprias?!... Tomara isso assim fosse, principalmente no caso de certos casais sentimentalmente calejados após algumas dezenas de anos de afetiva, palpitante (ou imprecativa...) convivência inicialmente passional e amorosa, depois só conjugal mesmo, e beeeeem depois ainda, mera ou felizmente familiar.
Mas será que esse sou eu mesmo?!...
Armeniz Müller.
É na sutileza do cotidiano que se aprende a desvendar a poesia oculta e sem pudor...
Nunca se aprende por completo, mas se completam por uma vida inteira na busca de aprender, que:
"Amar é aceitar que o cuidado de uma vida inteira, vale a dor da sua perda."
O homem tem origem nômade. Atualmente, nosso cotidiano é uma armadilha, as horas, os dias, meses e anos… trabalho, diversão e casa; férias de 30 dias corridos, dentro de quantos meses trabalhados? Quem trabalha não lucra, quem lucra não trabalha; tem capital que gira pra produzir, mas não existe moral, cumplicidade da parte de quem obtém os meios de produção. Existem leis que favorecem os donos. Se chamar de alienação, eles chamam de “teoria da conspiração”.
