Frases sobre corvos
Manhã Fria com Corvos
Que manhã a estara tão fria, tinha acordado com o barulho dos corvos adentrando pela janela do meu quarto, como se um aviso direto da solidão cai-se sobre minha alma.
E a terra estava tão úmida, pelo choro dos céus na quela manhã. As gostas de chuva descia beijando a terra, formando pequenas poças de água. E escorria também de forma lenta, pelo vidro da janela, todo esse choro da chuva.
Uma pequenina aranha descia pela janela, tecendo uma teia, ela descia suavemente a procura de um novo lá, na quela manhã fria. Com a solidão a me fazer companhia.
Via através do vidro da janela os corvos na varanda, seus olhos negros e penas escuras, os filhos da noite na quela manhã fria.
E o sol brilhara tão fraco entre as nuvens, que mal os seus raios adentrava pelo vidro da janela chegando ater o meu rosto, pálido pelo frio da quela manhã tão fria.
Nada como um café bem quente numa manha da quelas, então fui pra cozinha pra prepara um bom café quente, para me acompanha na quela manha sombria
E os corvos continuara a bater suas azas, balançarem suas cabeças na varanda e a Crocitarem durante a quela manhã fria.
Voltava ater a janela e me abraçava com o corpo de café em uma das mãos a me acompanha na quela manhã fria de solidão.
Um andorinha era vista passando entre os chuviscos da chuva, dirigindo-se ao seu ninho, levando no bico uma pequena lagarta para seus filhotes, logo ali em uma arvore próxima.
De repente os corvos parecia agitados como-se algo horrível estivesse para acontecer, e era o que parecia de fato. O céu escureceu como se a noite tivesse chegado sem ao menos da um aviso prévio.
Então na quele momento uma forte tempestade chegava, fazendo o céu desabar de vez.
Eu segurei com as duas mãos o corpo de café e vi que aquele temporal não passaria tão rápido a sim e voltei para os bracos da solidão.
Não alimente os corvos, traga cativo os teus pensamentos em consonância ao conhecimento de Deus, à obediência de Cristo e aos Seus santos desígnios, que Ele seja o norteador, a Luz que ilumina a tua vida. 2 Coríntios 10:5
Lembre-se se você resistir aos apelos das tentações, afugentando os corvos; com certeza, sempre terás a fidelidade de Deus pra ti livrar de toda má obra, que tenta te desviar do propósito maior para tua vida. Ele é fiel e te legará o devido escape e livramento, desde que conte com a sua cooperação e a sua sabedoria. Sem santidade, jamais poderemos agradar ao Senhor, nem muito menos, sem essa imprescindível virtude, não poderemos enxergar a Sua face amada no tão almejado encontro na glória. 1 Coríntios 10:13
Não alimente mais os corvos...Que as tentações morram de inanição, dentro de nós, no nascedouro dos nossos pensamentos, purificados totalmente no sangue do Cordeiro!
Os corvos me coroaram rei
com o meu alfanje
em meu perpetuo exílio
túmulo de vermes
espírito contrario
lado negativo
represento o profano
os espíritos malignos
a destruição da guerra
o vazio da morte
sou o sol e a noite sem lua
o véu de cailleach no inverno
a areia que abraça o deserto
o navio de uma profecia dada a uma vidente
a besta incarnada no deus pagão
a ira devastadora da cólera
sou concebido em abundância
sou parte da mentira alheia
eu sirvo ao legião
ao ódio do deus pagão
comandante das terras amaldiçoadas
as memorias póstumas do ceifador
Trevas trazem desejos, inexplicáveis.
desejos da carne, febre da alma.
como corvos que devoram o espírito,
virtude morta de tantos direitos,
sendo infinito para sempre,
de muito vidas nessa existência,
sinto teu coração no profundo...
mesmo assim me aventuro...
nas abas da morte estou,
este fato me deixei uma posição
além do conhecimento...
nessa solitude dos meus pensamentos
atravessam as amplitudes...
o prazer é uma dor profunda ainda assim
através do amor, ador tem infinito proposito.
Terras novos lavrei
Lancei minhas sementes
Corvos que abitavam por lá
comeram algumas
Outras germinaram
Colhi belos e deliciosos frutos.
Não condeno o governo, que optou por preservar, a sua volta, os ratos, os corvos, os lobos, as raposas e as cobras, de ter escolhido um veterinário para conduzir o programa nacional de imunização, afinal, o povo também é um animal, só que a ciência afirma ser racional. Pode parecer difícil entender a relação, mas com um pouquinho de esforço a gente consegue perceber a coerência
Campo de Trigo Com Corvos, Contos, o Livro do Silas Corrêa Leite
A ciência é grosseira, a vida é sutil
É para corrigir essa distância
Que a literatura nos importa
(Roland Barthes)
“CAMPO DE TRIGO COM CORVOS”, Contos, o que realmente é? Primeiro: é um livro de contos, ficções, histórias, causos, narrativas e as chamadas acontecências, todas no belíssimo palco histórico e boêmio de Itararé. Segundo: a maioria dos contos premiados em concursos literários de renome, ou mesmo no próprio Mapa Cultural Paulista, representando Itararé. Terceiro: a prosa poética do autor, sua linguagem típica do “Itarareês” com o peculiar e todo próprio surrealismo e mesmo o realismo fantástico, para não dizer de, aqui e ali, um chamado transrealismo. E, o melhor de tudo: papo de bar. Na calada da memória, as bebemorações (ou rememorações) e um piá...o guri Silas contando, como se trazendo a sua infância consigo na linguagem, nos parágrafos. Para não dizer dos finais hilários ou, ponhamos: encantados. Bela capa, com autorização do Museu Van Gogh da Holanda. Orelhas bem trabalhadas. O autor tem o que se dizer dele. Prefácio arrebatador. De um poeta, ficcionista e ensaísta premiado de Portugal, o Prof. Dr. Antero Barbosa, acadêmico e professor universitário. Descasca literalmente o estilo do Silas, técnicas, vôos, criações, enlevos, símbolos de perplexidade. E valoradamente dá nomes elogiosos aos criames diferenciados do autor. Última capa, as citações de lugares midiáticos em que o Silas saiu, foi reportagem, ou entrevistado, da Folha à Jovem Pan, por exemplo. Depois e finalmente, o conto Anistia. Premiado. O macro espaço-Brasil trazido à Itararé e um menino contando. Da ditadura ao fim dela com a Era Collor e suas carroças coloridas. O muro como símbolo, metáfora. Lembra J.J.Veiga mas vai em veio próprio. Guardação. Um baita causo de Itararé. Bem construído, costurado, com um final pra lá de feliz e risador, ridente, sei lá. Boêmio...um continho joiado...lindo. Mimo. Caso de notívago. Câncer... então é um papo rueiro, de bar risca-faca, de roda de contadores de palha. O Anão é tão bonito que pinta virar filme, pelo que soube. Gente de arte (teatro, rádio, música) em Itararé de olho. Mágico. Justiça, então, tem um final altamente criativo, quase um achado fora de série. Escrever é um ato de sobrevivência, disse Eduardo Subirates (filósofo espanhol). O Apanhador de Cerejas, quando revela o que está realmente havendo (narrador direto), você sofre e chora e volta a reler para compreender a dor do narrador. A pior coisa é não sentir absolutamente nada, diz o rock do U2. Campo de Trigo Com Corvos é o melhor conto do livro. E o final se revela na última palavra. Você vai lendo, seguindo na contação do menino, quando se vê? Corvos, trigais, campos e, loucura-lucidez. Azul e amarelo, como a capa. O Inventor é cênico, fílmico, e um final que arrebata, literalmente. Endoenças é conversa de filha pra pai. Tudo em Itararé, chão e estrelas. E lágrimas. Congonha (ko goy – do tupi: o quê mantém o ser?), o conto mais premiado do autor. Como é que pode um final desses? Depois vem o Causo do Gibão e você tem ali uma graceza impressionante, andando com o autor pela narrativa e sua tessitura. O Enterro, então, é o melhor “causo” do livro. Por si só daria já um romance e tanto. Um pandareco, como volta e meia diz o autor, entre maleixo, cainho, guaiú, morfético, caipora lazarento (beirando um regionalismo sulino até), etc. Quando você pensa que já está bom, a mimese do O Osso. De novo você fica pensando: como pode escrever isso? Onde acha isso tudo? Técnica, estilo, domínio, condução, talento. Coió é triste, duro, o conto mais pungente do livro maravilhoso. O causo O Velho Martinho é bem contado em Itararé, o autor recupera pessoas, falas, expressões, dando registro à voz do povo, vox dei. E bota gente real: Tepa, Jorge Chuéri, lugares, bares (principalmente). Quando a Tragédia Bate à Sua Porta, foi elogiado e considerado belo e fílmico quando em debate online, pelo João Silvério Trevisaan. E O Silas Já foi premiado no Concurso Ignácio Loyola Brandão, Paulo Leminsky, Ligia Fagundes Telles, Salão de Causos de Pescadores da USP, etc. e tal. Então o conto de amor que faz você chorar. Ele Ainda Está Esperando. Um final que relembra kafka mas sem deixar de enlevar a leitura em prosa poética e ficar pensando no estupendo processo de criação com suas lógicas e ilogicidades maviosas, plangentes. Quando você pensa que acabou, um continho quase que meio infanto-juvenil, e o menino de novo que, na maioria das obras narra, conta, detalha, especifica, volta inteiro e completo com o conto sobre a bicicleta de um tio. Marquesinha, Periquitada. Você não leu? Não sabe o que está perdendo. Cada um arrasta um corpo atrás de si, debaixo do sossego das estrelas, disse Fernando Pessoa. Isso tudo e muito mais é CAMPO DE TRIGO COM CORVOS. Jóia rara.
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L.C.A – Professora, Área de Designer Gráfico -E-mail: artistasdeitarare@bol.com.br
Blogue: www.artistasdeitarare.zip.net
Autor: Silas Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br
Site: www.itarare.com.br/silas.htm
Por vezes o mundo é tão contrário aos justos que,como diz o poeta:mata os pombos e cria os corvos;quer dizer;sustenta aos maus e persegue os inocentes.''Fábula Esopo''
SENHOR DOS CORVOS
Senhor dos corvos das letras de um louco
Que já não encontra a felicidade sentado à janela
Do seu quarto, as coisas parecem vazias sem cores
Uma névoa encobre tudo, são os olhos embaçados
Não pelo choro, mas por proteção de não achar
Tudo que está ao seu redor, tem todo o tempo
Que precisa, mas não tem mais, os sonhos que eram
Tão preciosos, ele gostaria de pedir à vida um tempo
De amor, de esperança sem condenação, mas apenas
Ouve os seus próprios suspiros dos seus lábios presos
Sem respirar profundamente, quer sentir a entrar no seu
Peito o amor de alguém que ao longe lhe despertou o
Seu sentir ofegante por um batimento de um amor
Ele é simplesmente o magnifico senhor dos corvos
Que sente que a vida, sem amor não é vida, nem para ele.
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