Corpo e Mente Nietzsche
Tenho saudade de ti...
Saudade do teu corpo
Saudade daquele sorriso
As vezes fico imaginando o teu corpo nu
E as minhas mão viajando pelo teu corpo
És mais que deusa
És mais qui sublime
Eu, nunca esqueceria pós guardo como lembrança o teu sorriso
A sensação do teu corpo junto ao meu..
A sensação de viajar em cada abraço apertado e em cada olhar trocado
Tudo era tão lindo
Queria ser a brisa, para sua face tocar;
Queria ser o sol, para seu corpo aquecer;
Queria ser a água para seu corpo molhar;
Queria ser o sorriso, para em seus lábios viver.
Queria ser o céu, para ter você minha estrela;
Queria ser jardineiro, para ter você minha flor;
Queria ser um sonho, para viver em seu coração;
Queria ser um anjo, para ir onde você for.
A fragilidade do corpo não se compara a força da esperança
Os pulmões exprimem agonia e insuficiência
A ausência de oxigênio caminha para incapacidade
A recordação quando plenos pulmões corriam pelos ventos
Agora como uma víscera cruel arranca o sopro que existia
Uma canção fazia mudar seu animo
Agora a melodia da agonia e composta e soa como um ritual mortal
Como um câncer que se impregna e suga toda a pujança
Levou, e ao tempo mesmo tirou de todos
Carrapato oculto, jamais se vê apenas sentir
Sentir a sua partida e cruel
Sem chances para perdurar
Seu corpo desorientado
Mente desconexa, uma cruz a carregar
Um ser fora do seu eixo, assim como uma ave sem voar
A dor um dia vai passar a recordação vai ficar, é o recado vai ficar
Ninguém nasce para padecer.
seu corpo representa a composição
do amor que transborda em meu coração;
Seu beijo me dá água na boca, me fazendo
delirar com desejos impulsivos;
Assim é como o meu corpo senti as tuas ameaças de invadir o meu coração;
E as minhas ansiedades são de que você liberte toda minha paixão;
venhas e sequestre a minha intimidade com violência e me faça o teu vilão;
pois tenho muito sentimento inquieto de amor e paixão;
Quando cheguei do trabalho o corpo clamava pelo sossego da casa vazia.
Os ombros espremidos feitos limões depois de um dia inteiro vivenciado no antes e depois. Nunca agora.
O agora pertence ao reino das pessoas bem resolvidas, do presente selvagem, da ausência de dores e dúvidas. Por isso tal lugar me é tão fantasioso e desconhecido. Estou sempre presa entre dois tempos. Meus limões e eu.
E a silenciosa ordem da casa vazia era a única coisa de que precisava para que o dia terminasse afinal. Não haveria ninguém me esperando, não precisaria contar como foi o dia, o que fiz. Tudo estaria no exato lugar que a mão desatenta deixou pela manhã.
Estaria… do Pretérito mais que perfeito condicional.
Condição em que eu teria encontrado a casa se tivesse deixado a bendita janela fechada.
Mas a mão (aquela mesma descuidada que nunca repara o que está fazendo) abriu a janela antes de sair e foi embora despreocupada como só as mãos sabem ser. Nem pensou em olhar a tempestade que se anunciava desde cedo no horizonte.
Suspeito, na verdade, que exista uma relação profunda entre mão e vento. É o que percebo toda vez que minha mão esgueira para janela aberta do carro quando ninguém está olhando. Estende-se para o vento que corre livremente do lado de fora, finge que voa enquanto o ar se espreme entre suas partes sempre tão guardadas por anéis.
Em todo caso, a mão não estava lá quando o vento entrou enfurecido procurando por ela. Raivoso brandiu com força papéis para todos os cantos, derrubou aquele vaso feio que ficava sobre a mesa, o único que aceitou receber a estranha planta que eu nunca sabia se estava viva ou morta. Agora entre os cacos de vidro no chão não restava dúvida: morta.
Os papéis que permaneceram sobre a mesa molhados pela água do vaso, o restante espalhado no chão.
As cortinas caídas sobre o sofá como se cansadas de lutar contra o vento e tivessem simplesmente desistido. Ficaram observando enquanto o caos reinava na casa.
Nada naquele lugar lembrava a paz que eu buscava quando entrei.
A mão primeiramente cobriu os olhos com mais força do que o necessário, foi se agarrando a cada osso do rosto até se prostrar entre os dente a espera de ser castigada. Respirei fundo e a coloquei em seu devido lugar ao lado do corpo.
Caminhei entre vidros, cortinas, papéis e flores que já estavam mortas muito antes do vento chegar.
No meio da sala olhei para as mãos descuidadas e famintas por vento. E por um instante me senti bem em meio ao caos. Não sabia por onde começar a arrumação e, sinceramente, não havia qualquer pressa para isso.
Soltei o peso dos ombros que pela primeira vez eram nada além de ossos, músculo e pele. Fiz um azedo suco com o saco de limões que carregava e bebi inteiro, sem açúcar.
E ali, cercada pelo silencio caótico que se estende após a tempestade não havia nenhum outro lugar em que eu pudesse estar. Só o famigerado momento presente e eu em meio a sala. Sós.
"O amor, é como perfume Divino; e cujo a fragrância é Cristo , e exala no corpo dos cristãos; Mais as falsas igrejas , falsificam a fragrância com a essência da heresia. Ora se queres um bom e verdadeiro perfume ; então não se deixem enganar pela imitação."
Corpo e alma.
Descartes via dois em um
Aristóteles um
e eu vejo apenas em minha frente
sentido apenas pelos piscar de seus olhos
que me denunciam o iceberg de emoções aí dentro
a cor deles me dizendo pra ser forte
e aguentar os dias quentes
que os frios que juntos passaremos
aqui ou acolá
há de chegar
O amor não (se) cansa; quem enfada é o corpo... É por isto que o amar pertence aos que não temem os (limites) extremos do viver.
Frio, o vento me tocou suavemente, docemente passeou pelo meu corpo...descansou nos meus braços. Senti cheiro, cheiro de vontade, de desejo...cheiro de quero mais, teu cheiro !
Quando amar for recíproco você sentir suas mãos soarem,seu corpo voar e cada batida do coração acelerar, aí sim você vai entender a magia de amar
Pra ser poderosa não precisa ter corpo de panicat ou um rosto bonito, pra ser poderosa a mulher tem que ser inteligente e saber se colocar em primeiro lugar, precisa se valorizar, ter um papo firme, se bancar, conquistar sua independência, saber onde pode chegar, não investir em relacionamentos falidos e não se sujeitar a papeis ridículos que os "amados" lhes fazem passar!!! E ai mandada, leu? aprendeu? baixou a crista de "poderosa"??? então para de se sujeitar ao ridículo e se não aprendeu lê de novo, só não lê muito pra não entrar em depressão!!! ;D
Levar muitos corpos pra cama é fácil, quero ver aguentar o tranco de conquistar corpo e alma, até o final.
'Causa efeito'
Seu jeito por mim
seu sorriso para mim
Seu corpo eu desejar
Seu jeito de me olhar
Seu jeito de chorar..
Tantas palavras que eu resumo em;
AMOR
Rugas
Essas linhas que aparecem no rosto e em todo o corpo,
Chegam para todas as etnias e classes sociais e,
Têm o nome de rugas.
E não são rugas de chorar, de sentir e sorrir
São da idade, do tempo que passou e não volta
Então, para que mentir?
Se não sentiu, não chorou e não sorriu
Elas iriam estar aí, do mesmo jeito
Com ou sem esmeros.
Pra que mentir?
Dizer que veem junto a experiência
Fazendo história e blá, blá, blá!
Pra que olhar-se tão vulgarmente,
E desculpar-se das próprias rugas
Provando da baixa autoestima.
Se tens a preocupação de justificar as rugas
Através dos ritos de passagem que envenenou o corpo
Conta outra! É resto, é o espírito que já está morto.
Moreno da cor do pecado
Ah, esse moreno da cor do pecado,
Esse moreno de corpo molhado.
Esse moreno de lábios carnudos,
Esse moreno de olhar profundo.
Ah, esse moreno da cor do pecado,
Esse moreno de jeito invocado.
Esse moreno que me alucina,
Esse moreno sorrindo me fascina.
Ah, esse moreno da cor do pecado,
Não sabe como gosto do seu requebrado!
Ah, esse moreno que vive em meus sonhos,
Esse moreno de olhar risonho.
Ah, esse moreno da cor do pecado,
Esse moreno de corpo suado.
Esse moreno que me azucrina,
Esse moreno também me alucina.
Ah, esse moreno da cor do pecado,
Esse moreno tem um gingado.
Esse moreno de riso indecente,
Esse moreno que não liga pra gente.
Esse moreno que não sabe o que faz,
Esse moreno que não me satisfaz.
Esse moreno que prefere fugir,
Esse moreno que prefere partir...
Ah, moreno você me fascina,
Perto de você, não sou mais uma menina.
Ah, meu moreno te quero em meus braços,
Oh, meu moreno da cor do pecado!
