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Cores

Cerca de 4240 frases e pensamentos: Cores

⁠A luz ilumina o
coração que é como
um diamante que
Jaz brilhar em
todos os tons de
cores
principalmente em
vermelho que
simboliza o amor.

Inserida por franciscodjayr

"Como descrever o amor"

Quantas cores, imagens e poesia poderiam descrever o amor.

Amar é fazer da lua a musa do amor...

Amar é fazer do vento um mensageiro do destino...

Amar é fazer da noite um labirinto de saudade.

Amar é fazer das rosas o jardim do coração...

Amar é contemplar as estrelas no infinito sem fim.

Amar é sofrer um instante de saudade...

Viver uma grande paixão.

Amar é sentir a ausência de alguém...

Amar é fazer do mundo um paraíso, encantado, o jardim dos namorados.

Amar é tudo isso e muito mais...

Por isso amo você e sempre te amarei.

As palavras às vezes não dizem tudo que o coração sente...

Mas ele está presente em todas as emoções...

Em todas as canções.

A maior beleza está no fundo dos seus olhos...

Na brisa do mar...

No cantar dos pássaros...

No verde das florestas...

Na luz do luar...

Até mesmo no teu perfume.

Ouço no vento tua voz...

Ondas de amor encobrem meu corpo suavemente...

Repouso então em seu coração.

Sinto meu corpo aquecido pelo calor que vem do corpo seu.

Não me importa o saber do mundo...

Apenas quero que o mundo saiba que te amo.

O tempo consome minhas lembranças e sem apagar minhas esperanças...

Eu sei que levarei esse amor eternamente...

A solidão não tem mais espaço o meu coração...

Pois ele está completamente cheio de amor.

Um amor que é a razão da minha existência...

É o amor que eu sinto por você.

Com seu amor aprendi a enxergar tudo mais belo...

Aprendi a ver tudo com mais alegria...

Com mais brilho e mais serenidade.

Hoje já não tenho mais medo de ser feliz...

Pois você é tudo o que sempre sonhei...

Tudo que procurei em você eu encontrei.

Minha felicidade faz parte de você...

Só você sabe como conduzir meu coração...

Entrego-me totalmente em seus braços na certeza de um amor infinito.

Deixa-me cuidar de você...

Deixa todos esses dias passarem, e o passado ser esquecido...

E nosso amor eternamente vivido.

Fique mais um instante comigo.

Deixa eu me perder no teu sorriso...

Deixa a noite cair e a tristeza cessar.

E saiba que estou aqui.

Deixe que, eu te faça feliz em meus braços...

Quero ouvir tua respiração...

Quero acalmar meu coração sentido cada batida do seu coração.

Quero me fazer valer em cada linha de seus braços, e ter seu suspiro...

No delírio do amor.

Deixe-me ficar.

Feche os olhos e livre sua mente de tudo que te atormenta...

Alcance-me e passeie pelo paraíso que fiz para nós dois...

Transforme meus sonhos em realidade.

Se entregue a este amor sem medo de sofrer...

Eu vou fazer por você tudo que não fizeram por mim...

Teus olhos serão meus faróis nas noites escuras...

Teu corpo minha estrada...

Teu coração minha direção.

Deixa eu te amar como jamais alguém te amou.

Se eu pudesse descobrir, todas as cores do amor...

Então eu saberia definir todo meu amor.

Nosso amor pode ser branco como a paz...

Ou azul da cor do mar.

Se eu pudesse descobrir os segredos do amor...

Seria como desvendar os mistérios deste do seu olhar.

Nosso amor não tem cor é como a brisa...

Ele vem no frescor das manhãs.

E foi no teu olhar então que eu pude perceber...

Que todas as cores do amor, todas as imagens e flores...

Toda poesia eu vejo em você.

Inserida por Marylucy

Não importam as tristezas e os desamores.
Pincele seu dia com cores fortes.
Abra um sorriso e seja feliz!

Inserida por romatos

Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Capítulo XVIII
A Liturgia das Cores Que Nunca Ascenderam.

Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

No âmago subterrâneo onde o mundo superior se desfaz em murmúrios irrelevantes, o porão respira como uma entidade antiga que lembra, em sua própria penumbra, a negligência de todos os que caminham sobre suas vigas sem jamais perceber o âmago que pulsa sob seus pés. Ali, onde as cores secas se acumulam como lágrimas petrificadas, onde o cinza parece ser a única língua capaz de traduzir a dor, ergue-se a presença de Camille Monfort.

Camille não entra. Camille emerge de todos os lugares e anseios. Sua existência não lisa o chão, o transforma como antes o contempla. Há nela um teor etéreo, quase translúcido, como se sua alma tivesse sido tecida com os fios mais delgados da noite. Sua figura é mística, não por ostentar mistérios e questões , mas por ser, ela própria, um mistério que se dobra sobre si mesma. Sua respiração lembra um pergaminho sendo aberto devagar. Seus olhos são clarões antigos, portais onde a memória se dói no que não busca, mas sempre vem em espirais. Camille caminha como quem revisita um mundo que nunca a compreendeu.

O porão a reconhece. A madeira parece suspirar. As sombras fazem menção de saudá-la, como se cada lasca de poeira soubesse que ela não veio apenas observar, mas decifrar a verdade que o mundo de cima insistiu em ignorar do seu tão íntimo cerne de mente, lembranças e rejeição. Camille, com suas mãos longas e gestos sacerdotais, colhe do ar as lamentações que ali habitam. Ela sabe que toda escuridão possui uma biografia estranhamente destinada só aos eleitos que não se reconhecem ainda e que o porão é uma biblioteca sombria das almas que vão se elevando, repleta de histórias que jamais encontraram ouvidos.

Há uma dimensão antropológica em seu olhar. Camille percebe no abandono das tábuas e na displicência que escorre das vigas um retrato fiel das estruturas humanas. A sociedade que ignora seus subterrâneos repete a cegueira com que ignora seus próprios desamparos. O porão é mais que um espaço. É um espelho. Ali se desenha a angústia coletiva, a incapacidade de acolher o que é frágil, o que não vibra com as luzes artificiais, o que não convém ao discurso das superfícies.

As paredes do porão carregam o tom sociológico tão perdido de uma comunidade invisível. O pó que se acumula é memória de passos que nunca desceram. O frio constante é a prova de que ninguém aquece o que não vê. Cada cor desbotada é um grito mudo de algo que almejava existir e foi silenciado pela pressa de quem vive acima. Ali, Camille percebe, reside a verdadeira crônica do desamparo humano.

Ela inclina o rosto. As lágrimas cinzentas que se condensam nas beiradas da escuridão em notas de cores apagadas, começam a cintilar como se o porão tentasse finalmente falar. Camille recolhe essas lágrimas com uma devoção quase litúrgica. Sabe que elas não pertencem apenas ao espaço, mas às consciências que o esqueceram. O porão não é apenas um lugar. É um estado psicológico já em cuidados. É a parte do espírito que o homem teme tocar.

Camille, porém, não teme. Ela se aprofunda. Seus pensamentos se tornam copiosos, derramando-se como rios noturnos que buscam o mar do entendimento. Ela observa o modo como a escuridão se organiza por entre um mundo que se move , como se contivesse uma inteligência própria. Ali, na densidade muda e severa, Camille descobre que o porão guarda não apenas dores, mas também uma forma secreta de esperança. Uma esperança bruta, áspera, ainda sem nome, que pulsa como uma brasa escondida sob o pó dos que a tudo ignoram.

Ela se aproxima desse pulso. A claridade sutil que emana de seus gestos começa a se misturar com o negrume gélido do ambiente. É como se a própria noite, cansada de ser noite, buscasse nela um renascimento. Camille Monfort , sabe que não é possível iluminar totalmente o que é feito de sombra, mas é possível administrar homeopática mente à escuridão uma compreensão mais profunda de si mesma. O porão treme, quase imperceptivelmente, como se respirasse pela primeira vez.

E então, pela primeira vez, a cor cinza parece estremecer. Um brilho tênue, tímido, quase inexistente, tenta se soltar das camadas de poeira. Camille o observa com delicadeza. Não o força, não o arranca, apenas o acolhe. É um lampejo incipiente de um quase anjo , mas é cor. Não é arco íris. Ainda não. Mas é um gesto. Um prenúncio. Uma mínima revolução no silêncio dos gritos.

E assim, no cerne de sua introspecção, Camille compreende. O porão não quer tornar-se claro. Ele quer ser ouvido. Ele não suplica por luz, mas por reconhecimento e mesmo que seja o silêncio de quem o ouça. E é nisso, nesse instante em que o espaço e o espírito se entreolham, que Camille Monfort quase se liberta. Quase. Pois sua libertação depende da redenção do porão, e a redenção do porão depende do entendimento daqueles que vivem acima.

Camille respira lentamente. O porão, pela primeira vez, respira com ela. E algo, no fundo profundo e arcaico, que começa quase sobre um fio enfim a mudar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠A Lenda dos Ipês das Três Cores. O mito antigo das tribos da fronteira de Ponta Porã.

Há muitas eras, quando os deuses ainda caminhavam entre os homens e os ventos sussurravam segredos às árvores, três tribos habitavam as colinas e vales da região onde hoje repousa Ponta Porã.

Cada tribo era protegida por um ipê: o Ipê Roxo dos guerreiros do Crepúsculo, o Ipê Amarelo dos filhos do Sol e o Ipê Branco — ainda não nascido — destinado aos que trariam a paz.

Os guerreiros do Ipê Roxo, liderados por Karay, eram conhecidos por sua bravura e lealdade. Os filhos do Ipê Amarelo, comandados por Yandira, eram sábios e espirituais, filhos da luz e da terra.

Apesar da proximidade, as tribos viviam em eterna rivalidade, separadas por ódios antigos e sangues derramados.

Mas o destino brinca com os corações. Em meio à tensão das fronteiras, Karay, o filho do chefe roxo, e Yandira, a filha da líder amarela, encontraram-se à beira de um rio sagrado, onde as folhas dos ipês flutuavam como bençãos. E ali, entre flores e silêncios, nasceu um amor proibido.

Eles se encontraram às escondidas, entre raízes ancestrais dos ipês, sob a luz das estrelas. Planejavam unir as tribos, sonhavam com um futuro de paz.

Mas o destino, moldado por inveja e medo, trouxe traição: Torai, um guerreiro ambicioso da tribo roxa, descobriu o segredo e, sedento por guerra e poder, revelou aos anciões.

A batalha foi inevitável. Tribo contra tribo, sangue contra sangue. Karay lutou não por território, mas por amor e por uma nova era.

Quando Yandira caiu ferida pelos próprios irmãos, Karay lançou um grito que calou os ventos. Ele a levou ao coração da floresta sagrada, onde ipês não floresciam havia séculos.

Lá, ele deitou seu corpo ao lado dela, selando sua dor com lágrimas de coragem. No amanhecer, quando o sol tocou o solo, do chão onde o amor morreu e a honra viveu, nasceu uma nova árvore — branca como a luz pura, com flores que carregavam a essência dos dois.

O Ipê Branco.

As tribos silenciaram diante do milagre. As armas foram abaixadas. Os anciões, comovidos, declararam o fim das guerras. E todos passaram a honrar o Ipê Branco como símbolo de redenção, coragem, sacrifício e paz.

Dizem que, até hoje, quando os três ipês florescem juntos — o roxo, o amarelo e o branco — é sinal de que o amor e a honra ainda podem vencer a guerra e a vingança.

E assim vive a lenda dos Ipês das Três Cores, contada à sombra das árvores que viram nascer heróis e deuses.

Inserida por yhuldsbueno

As cores só podem ser vistas graças a luz, por isso ilumine sempre para ver tudo colorido!

Inserida por Tisantana

Depois da tempestade, eu vi o mais mágico cores sussurrando músicas de esperança. O arco-íris me mostrou o caminho de volta para casa, o caminho de volta para o amor.

Inserida por AlexsandraZulpo

⁠⁠"Dita, meu corpo em transe,
cheio de cores espectro,
que vagueio no vale das sombras circense,
na fuga deste mundo monstro..."

Inserida por robertogbichara

⁠Vontade de ir a uma ilha
Onde haja flores sem nomes,
De cores inexistentes
E de cheiros desconhecidos,
À qual nunca foi sugada
E que nunca foi apreciada.
Vê-las florescer
Com olhos de primeira vez
E, nesse momento,
Estar em paz
E nunca mais voltar.

Inserida por yonnemoreno

⁠“Amo as cores. Elas são vibrantes e me deixam ler você, mas tenho medo da cor cinza; ela é sombria e me torna gélida.”

Inserida por yonnemoreno

⁠Esboços, pincéis e tintas!
Amo as cores e adoro quando elas ganham vida brincando em uma tela em branco. Acho fascinante e divertido ver os esboços, pincéis e tintas coloridas interagindo, em brincadeiras de faz de conta criando cenas imaginárias e trazendo nuances e conexões únicas. Essas criações são observadas por olhares variados, alguns atentos e conhecedores, outros apenas curiosos.
No final, tudo se transforma em belas obras: quadros finalizados, telas magníficas. Mas meus olhos são diferentes; eles são atraídos pelos quadros inacabados. O inacabado, afinal, possui dois polos opostos e igualmente intrigantes.

Inserida por yonnemoreno

⁠Ah, meu lindo menino,
só você percebe as minhas cores,
você é meu arco íris,
já pedi tudo que é divino,
pra te encontrar nos teus horizontes,
e ouvir os teus seletos midis,
e sair colhendo flores
pra alegrar o teu dia
enquanto escreve tuas poesias...
***

Inserida por ostra

⁠* Um dos meus pensamentos,
hoje acordou eufórico,
produziu-se em cores alegres,
vestindo-se de luminosidade...
*
Na pressa nem o portão fechou,
em aberto deixou um bilhete,
que dizia: "fui aproveitar uma liquidação",
afinal minha inspiração
viajou
e me deixou
na mão,
fui comprar versos, frases e poesias,
se eu demorar entre e fique a vontade,
que o meu coração 💝 lhe fará companhia
até eu voltar...✍️
***

Inserida por ostra

⁠*

Eu penso mais
do que faço,
junto tudo num só laço,
daí vejo as cores do arco íris,
daí é só 🛣️ caminhar numa reta.
***
😉💭

(Francisca Lucas)

Inserida por ostra

Que todos os seus dias sejam alegres,cheio de cores, rico de paz, bençãos e sobretudo, gratidão.

Inserida por EnesCarvalho

Encantos de amores que formam riquezas
servindo a nós desta terra querida
aromas e cores expressam belezas
toda paz, nosso lar, nossa vida

amando o que nos ama
floreSer plantAção

Inserida por paulocelente

Memoria de ontem...

Amar-te foi apenas pensar que fosses
Um arco íris de cores...
Não. ...Não eram versos...Nem poesia...
O amor deixou de ser um sentimento
E neste tempo de vazio profundo
Meu pranto acalmou a dor...
E plantei sonhos neste meu doìdo coração. ..
Mas o silêncio da solidão revelou aos meus próprios olhos...o sem fim...o incomensurável. ...
Agora sei...É apenas a memória de ontem. ...
Apesar de que minha alma guardará a verdade do teu coração!

Inserida por celinavasques

Palavras...ao vento!

As palavras voam ao vento...
E vão se tornando versos... Cores...
Loucos amores... Encontros e desencontros...
Minutando partituras... Em desenhos de sorrir...
sem nunca pensar em partir...
No silêncio possível do reencontro dos sonhos
Ao cerrar os olhos!

Inserida por celinavasques

No jardim da alma, o amor se faz flor,
Desabrochando em cores de um divino esplendor,
Canta o coração com doce fervor,
No compasso sagrado do eterno amor.

Nas matizes do céu, dançam os anjos,
Tece o destino em seus místicos banjos,
O amor é luz que nos guia enfim,
No firmamento, um brilho sem fim.

Oh, sublime amor, que vem e que vai,
Em cada estrela, em cada raio que cai
És o mistério que nos guia e nos faz sonhar,
Na jornada da vida, és o que nos faz amar.

Rios de paixão correm nas veias do ser,
Onde o coração, leve, começa a florescer,
Como a chama que não se apaga,
O amor é o caminho, o guia, a saga.

No silêncio profundo, na paz do entardecer,
O amor é o eco que nos faz compreender,
Que cada abraço, cada toque, cada olhar,
É a essência divina que nos ensina a amar.

E assim, no altar da nossa vida,
O amor é a luz, é a nossa lida,
Unidos em um cântico de pura verdade,
Vivemos o amor, a eterna divindade.

Inserida por SamuelRanner

Quando eu acordar de manhã
Com o céu enfeitado de cores
Apressadamente correrei no afã
Entregando a ti do jardim primeiras flores!

Quando o céu não mais te satisfazer
Nem as lindas flores enfeitando vosso jardim
Mostrarei a inspiração do poeta em reviver
Eternos sonhos de amor enfim.

Quando o sorriso do lábio intocado
Para o mundo bem querer
A felicidade do ser amado
Sempre assim quero viver

Viver desejando este momento
Passar ensinando esta felicidade
Tudo passa feito o vento
Só o que permanece é a Palavra da Verdade!

Inserida por SamuelRanner