Cores
Bem vinda
sejam as flores
de muitas cores
que plantei outrora.
Perfume suave
no ar, primavera
chega para que
a amor possamos
enfim, celebrar!
Cada vez que olho atentamente para os tons que a vida me dá, mais força para procurar novas cores eu tenho.
Retribuições têm sabor e agradecimentos têm suas cores. E assim, o simples vai ganhando espaço e mais vivacidade.
As cores mais lindas e a essência da vida estão nos menores gestos e nas profundezas invisíveis, quase imperceptíveis aos nossos olhos no cotidiano.
Somos artistas silenciosos. Registramos a história da vida. Clicamos as cores do mundo (e a alma, em preto em branco). Somos Fotógrafos. Artistas da luz.
As experiências que batem à porta da nossa vida com todas as cores, as geometrias, os sons, as formas e de tudo que é criado em infinitas possibilidades é a própria realização e cocriação divina. Você é a própria cocriação indo abrir a porta e sentindo-se parte daquilo que está na porta. Isto é conexão divina — sem julgamentos, sem preconceitos.
A mulher é a arte e beleza cor de rosa que se reflete nas cores puras do arco-íris, mesmo sendo zungueira, empresária, jurista, economista ou até estudante, é a expressão mais eloquente e importante de uma SOCIEDADE.
Já vai o tempo decorando o céu com as suas cores reluzentes sobre o espetacular cair do sol e, numa alegria inexplicável, dou a minha alma ao vento para me deixar embalar numa paixão sem igual.
A vida é um arco-íris, cujas cores significam os vaários momentos que passamos pelo mundo e, as pessoas que cruzam a nossa caminhada, são rios por onde repousamos em um determinado momento da nossa marcha.
"E que fique claro: quem escolhe as cores que pintam a minha vida sou eu e não você. Dê meia volta e tente com o próximo da fila."
-Aline Lopes
São variáveis as cores de batom
Uma sintonia entre a boca e o tom.
Claro transparente escuro, ou um forte Vermelho uma relação entre mulher, batom e espelho.
Balada isolada de cores
Meus sentimentos levitavam em um breu recheado de desesperança, receoso de si próprio. Tentava segurar-me nas relvas que deparava, mas nada era páreo para a revanche... que me assolava.
Fingi-me morto quando na verdade nem tinha luz.
Joguei-me triste pelos cantos quando na verdade estava em sobrevida.
Encarei-me já na esquina, não havia mais como atravessar a rua.
