Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Deus existe. Existe, sim. Mas não como uma desculpa para que possamos fazer todo o tipo de asneiras para por Ele serem sanadas.
Chegue perto....ou melhor, não chegue
Porque de perto sou desafeto
O desenho nato e belo de uma realidade sem alma.
Não não chegue perto
Mal acabado meu contorno, sem status minha função.
De fato, calouro, não chegue perto mestre
O perigo é se achegar, gostar, se encantar...
E encanto é irmão do ciúme, e ciúme da ira, e ira da dor de buscar o que não existe.
Encanto é ilusão. É uma pequena fração de tudo que não posso ser.
Sou paixão. Sou emoção. Mas não dou razão nem fidelidade nem contravenção.
Sou o verso belo na poesia desmembrada do ego que insiste, sem forma, em se moldar
Mergulho na Cegueira...
Como empregado da Estação Balneária, você não tem direito a uma opinião individual e solitária. (...) Como empregado, disse eu. Como cidadão, você pode pensar o que quiser. Como funcionário da Estação Balneária, você não tem o direito de externar uma opinião que não esteja de acordo com a dos seus superiores". (Peter, prefeito da cidade, para o médico da E.Balneária) (Um inimigo do povo)
Nos tempos em que quadrilha era só uma dança.
Quando eu tinha uns quinze anos, no mês de junho não se falava em outra coisa a não ser nas festas caipira.
Santo Antônio, São Pedro e São João.
Quermesses, barracas de comidas, dança de quadrilha, faziam com que a gente se aconchegasse numa fogueira, comesse pipoca, pinhão, milho cozido, caldo verde e um sem número de outros quitutes, quase sempre à beira de uma fogueira e olhando os balões que coloriam o céu.Alguns mais ousados tentavam escalar o pau-de-sebo e todo mundo usava fantasia, ou pelo menos algo que estilizasse o tema, como remendos coloridos nas calças de barras viradas e nas saias rendadas. Camisas xadrez, lenços no pescoço, chapéu de palha e botas eram imprescindíveis.
As meninas mais bonitas se fantasiavam de noiva, usavam grandes tranças e espalhafatosa maquiagem vermelha, tudo cobrindo totalmente o corpo, mal se vendo as mãos. O ápice da festa era o casamento caipira.
Não havia celulares, whatsapp, twitter nem Facebook e o negócio era mesmo o correio elegante, com recados inocentes e promessa de beijos que na maioria das vezes não passavam da imaginação.
A dança era a das quadrilhas, sempre bem ensaiadas e nada parecidas com as de agora, que têm uma corrupção que sempre existiu, mas se comparada à do bandidão da época, o Adhemar de Barros e a atual do Lula, poderíamos dizer que ele foi um trombadinha aprendiz do grande ladrão.
As festas terminavam sempre com uma grande queima de fogos de artifício que ou eram mais seguros, ou o pessoal mais cuidadoso, porque pouco me lembro de acidentes com rojões, queimaduras de bombas ou incêndios provocados por balões.
Quem não tem saudades dos seus quinze anos?
A frouxidão no amor é uma ofensa,
Ofensa que se eleva a grau supremo;
Paixão requer paixão, fervor e extremo.
O amor não se força, o amor se conquista e não há uma fórmula especial para isso, simplesmente ele acontece...
Ninguém entende minhas atitudes
Mais o que parece uma atitude insignificativa
Para mim é um motivo dentro do meu mundinho
Os nossos êxitos mais felizes têm uma mistura de tristeza, por isso somos uma mistura de traumas e tramas que tem atos e factos.
Cada instante é
uma expressão de amor...
Cada momento
ideal para compartilhar este amor...
Quando ama
a sua própria existência
e vive totalmente entregue
Amar o outro
é algo possível!
Quando é capaz de se relacionar
e continuar sendo si mesmo,
por inteiro...
sem ter que ser diferente,
sem renunciar a nada,
apenas compartilhando amor...
Este compartilhar, lhe da asas ...
para ir além de velhos padrões...
e mesmo juntos
cada um aprende a ser si mesmo....
Quando este relacionar-se
é amoroso, carinhoso,
total... dando sem cobrar...
recebendo sem julgar e
vivendo este amar até o último gole...
É sinal de que seu amor
tornou-se
incondicional...
Eu não sou excêntrica. É só que eu sou mais viva do que a maioria das pessoas. Sou uma enguia elétrica impopular em uma lagoa de peixe-gato.
A vida parece, às vezes, nada mais do que uma série de perdas, do começo ao fim. Esse é o dado. Como você responde a essas perdas, o que você faz do que resta, essa é a parte que você tem que improvisar.
