Condolências de Falecimento

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O mundo dos que tiveram a graça da convivência fica profundamente entristecido com a sua partida, mas com a esperança de vê-la (o) laureada (o) no céu!


Vá em paz!⁠


Hoje o mundo amanhece mais silencioso…


Há partidas que não fazem barulho — mas desorganizam o coração dos que ficam.


Fica a saudade que aperta, a memória que visita e revisita sem pedir licença, o riso que ecoa nos cantos da casa e até da alma.


Fica a ausência física… mas também fica tudo aquilo que foi semeado: gestos, palavras, exemplos, afetos…


E isso, não há tempo que possa recolher.


A dor da despedida é o preço inevitável do privilégio de ter convivido.


Só sente profundamente quem amou verdadeiramente.


Entristece-nos a partida, mas consola-nos a esperança.


A esperança de que todo bem vivido não se perde, de que todo amor verdadeiro encontra eternidade, de que a história não termina no adeus.


Que vá em paz!


E que, entre lágrimas e lembranças, possamos sustentar no peito a fé de que a sua trajetória aqui foi apenas o início de algo muito maior — e que um dia o reencontro transformará a enorme saudade em abraço.


Até breve!⁠

⁠Se a Partida dos que amamos não fosse tão Dolorosa, talvez quiséssemos fazer baderna no céu.


Talvez quiséssemos habitá-lo antes do Tempo de Deus — e sem ao menos nos dar ao trabalho de construí-lo.


Talvez a saudade nos parecesse menos absurda se pudéssemos atravessar os limites do invisível, arrombar as portas da eternidade e exigir de Deus, em voz alta, a devolução de quem o nosso coração ainda insiste em procurar.


Talvez fizéssemos perguntas inconvenientes aos anjos, contestássemos os decretos do Altíssimo e reclamássemos, sem qualquer reverência, que o céu não deveria ter o direito de nos parecer tão distante quando abriga justamente aqueles que nos fazem tanta falta.


Porque há dores que não sabem rezar em silêncio.


Há ausências que transformam os joelhos em pedras, os olhos em fontes e a fé em uma espécie de luta íntima entre aquilo em que acreditamos e aquilo que não conseguimos suportar.


Há dias em que a alma não deseja compreender os mistérios da providência; deseja apenas um abraço.


Não quer explicações sobre a eternidade, quer ouvir novamente uma voz conhecida, reconhecer um sorriso, tocar uma mão e experimentar, ainda que por um instante, a mentira mais doce que a morte nos roubou: a de que certas despedidas jamais aconteceriam.


E quem poderia condenar um coração que, de tanto amar, se revolta contra a própria finitude?


Talvez a nossa vontade de fazer baderna no céu seja apenas outra maneira de confessar que ainda não aprendemos a conviver com a imensidão de uma ausência.


Afinal, quando alguém que amamos parte, não é somente essa pessoa que deixa de estar entre nós.


Parte também de uma versão do mundo, uma geografia de afetos, uma coleção de pequenos hábitos que, sem percebermos, havíamos transformado em eternidade cotidiana.


A cadeira continua no mesmo lugar, mas já não é apenas uma cadeira.


A mesa permanece posta, mas alguma coisa falta à sua volta.


O telefone continua funcionando, mas há números que se tornam santuários de uma impossibilidade.


E a casa, por mais que conserve as paredes, os móveis e os retratos, aprende a falar uma língua que somente os enlutados compreendem: a linguagem de tudo aquilo que permanece sem poder voltar.


É nesse lugar que a teologia encontra o seu maior desafio.


Porque falar de Deus diante da morte é fácil quando a morte está longe.


É relativamente simples defender a soberania divina quando não somos nós que precisamos enterrar um pedaço da própria história.


É confortável falar sobre os desígnios celestes quando o céu ainda não nos parece o endereço de alguém cuja ausência nos desorganiza.


Mas, quando a despedida chega, a fé deixa de ser apenas aquilo que professamos e passa a ser aquilo que tentamos sustentar enquanto desabamos.


Talvez seja por isso que tantos salmos tenham nascido de perguntas, e não de respostas.


Talvez seja por isso que Jó tenha discutido com o silêncio, que Jeremias tenha chorado sobre os escombros e que Jesus, diante do túmulo de Lázaro, não tenha oferecido imediatamente uma explicação sobre a morte, mas tenha chorado.


Sim, Jesus chorou.


E há uma revelação profundamente humana nesse detalhe: o Deus que, segundo a fé cristã, conhece o fim desde o princípio não despreza as lágrimas de quem ainda está preso ao meio da história.


Cristo não precisou negar a dor para anunciar a ressurreição.


Não precisou diminuir o luto para demonstrar a esperança.


Diante da morte, o amor divino não se apresentou como uma teoria impecável, mas como uma presença capaz de chorar com os que choram.


Talvez precisemos reaprender essa verdade: a fé não é a obrigação de sofrer sem reclamar.


A esperança não é uma mordaça colocada sobre a saudade.


E a confiança em Deus não exige que chamemos de leve aquilo que nos esmaga.


Há lágrimas que também são orações.


Há revoltas que escondem um amor imenso.


Há momentos em que a única maneira de continuar acreditando é permitir que Deus nos encontre exatamente onde a nossa crença parece insuficiente.


E, se Ele é verdadeiramente Pai, talvez não se escandalize com a nossa "baderna" .


Talvez compreenda que, por trás de cada pergunta desesperada, exista um filho tentando entender por que o amor, que nos ensina a desejar a eternidade, precisa atravessar a experiência tão brutal da despedida.


Ainda assim, existe uma contradição bonita e dolorosa em tudo isso: queremos o céu, mas queremos chegar lá apenas para buscar quem partiu; queremos a eternidade, mas, muitas vezes, não pensamos em construir nada que a anuncie aqui na terra.


Queremos reencontros sem travessias, respostas sem amadurecimento, consolo sem transformação.


Queremos que Deus antecipe o amanhã porque o hoje se tornou insuportável.


Queremos habitar o destino antes de compreender o caminho.


E talvez seja justamente aí que a saudade, além de ferida, se torne também uma convocação.


Porque, se não podemos antecipar o tempo de Deus, podemos aprender a santificar o tempo que ainda nos pertence.


Podemos transformar a ausência em presença oferecida aos vivos.


Podemos continuar uma gentileza que alguém nos ensinou, repetir uma oração que ouvimos de quem partiu, cuidar de alguém com a mesma delicadeza com que um dia fomos cuidados.


Podemos fazer da memória não um túmulo onde aprisionamos o passado, mas uma semente que devolve ao presente alguma coisa do amor que julgávamos perdido.


Não se trata de substituir quem morreu.


Ninguém substitui ninguém.


O amor não funciona como uma cadeira vazia que outra pessoa pode simplesmente ocupar.


Cada vínculo possui uma linguagem própria, uma história irrepetível, um lugar que não se reproduz.


Trata-se de compreender que o amor, quando é verdadeiro, não termina necessariamente onde a presença física termina.


Ele muda de morada dentro de nós.


Deixa de ser encontro de mãos e passa a ser encontro de memória; deixa de ser conversa cotidiana e passa a ser voz interior; deixa de caminhar ao nosso lado e passa a participar, silenciosamente, daquilo que escolhemos nos tornar.


É uma permanência diferente, imperfeita e insuficiente para calar a saudade, mas ainda assim capaz de nos ensinar a continuar.


E talvez construir o céu comece exatamente aí.


Não porque nossas boas obras possam comprar a eternidade, nem porque tenhamos o poder de determinar os mistérios da salvação, mas porque a esperança cristã nos convida a antecipar, na história, os sinais do Reino que aguardamos.


Cada gesto de misericórdia, cada reconciliação sincera, cada mão estendida a quem sofre, cada injustiça enfrentada e cada vida tratada com dignidade tornam o mundo um pouco menos estranho ao amor que esperamos encontrar plenamente em Deus.


Talvez não possamos fazer baderna no céu, mas podemos nos recusar a fazer do mundo um lugar ainda mais doloroso, sobretudo para quem já está sofrendo.


Talvez não possamos arrombar as portas da eternidade, mas podemos abrir as portas da nossa casa, do nosso coração e da nossa indiferença.


Talvez não possamos exigir que Deus antecipe os reencontros, mas podemos impedir que a pressa, o orgulho e a vaidade nos roubem os encontros que ainda são possíveis.


Porque existe uma tragédia silenciosa em passar a vida inteira desejando reencontrar no céu aqueles a quem não tivemos tempo, coragem ou disposição de amar suficientemente bem enquanto estavam aqui.


E, se a partida dos que amamos nos ensina alguma coisa, talvez seja precisamente isto: a vida é breve demais para adiarmos indefinidamente o amor e preciosa demais para desperdiçarmos a presença daqueles que ainda podemos abraçar.


Não sabemos quando chegará a nossa vez de partir.


Não conhecemos os caminhos pelos quais Deus conduzirá a história até o seu desfecho.


Não temos acesso a todas as respostas que a morte arranca de nossas mãos.


A fé não nos concede o controle sobre a eternidade; concede-nos, antes, uma maneira de atravessar o tempo sem entregar a alma ao desespero.


E, no centro dessa esperança, permanece a promessa cristã da ressurreição: não a negação da morte, mas a confiança de que ela não terá a palavra definitiva sobre aqueles que pertencem a Deus.


Talvez o céu seja, para nós, muito mais do que um lugar para onde desejamos ir.


Talvez seja também a promessa de que o amor não foi criado para terminar em um cemitério, de que a história humana não se encerra necessariamente na última respiração e de que as despedidas, por mais definitivas que pareçam aos nossos olhos, não são maiores do que a fidelidade d'Aquele em quem depositamos a esperança.


Até lá, porém, teremos que aprender a viver com as mãos vazias de algumas presenças e o coração cheio de tudo o que elas nos deixaram.


Teremos de aceitar que a saudade não obedece ao calendário, que a fé nem sempre impede o choro e que existem dias em que continuar vivendo é, por si só, um ato de coragem.


E, quando a falta apertar a garganta, quando o nome de alguém nos atravessar como uma oração involuntária, quando olharmos para o céu com a sensação de que Deus está perto demais para ser ignorado e longe demais para ser compreendido, talvez possamos apenas dizer:


"Senhor, hoje eu não quero entender a eternidade. Hoje eu só queria mais alguns minutos."


Alguns minutos para ouvir aquela voz.


Para dizer o que ficou preso na garganta.


Para agradecer o que a rotina nos fez tratar como garantido.


Para abraçar demoradamente quem, agora, só conseguimos abraçar por dentro.


E talvez Deus, que conhece a fragilidade da nossa condição, compreenda que essa pequena súplica não é falta de fé, mas a confissão mais honesta de um amor que ainda não sabe o que fazer com a ausência.


No fim, talvez a nossa vontade de fazer baderna no céu seja apenas a saudade tentando negociar com a eternidade.


Mas, enquanto o céu não se abre e os reencontros permanecem guardados no mistério de Deus, que não nos falte coragem para fazer do tempo presente uma morada de amor.


Que não esperemos perder para reconhecer o valor de uma presença.


Que não precisemos de um túmulo para aprender a dizer "eu te amo".


Que não transformemos a esperança do céu em desculpa para abandonar a construção de um mundo mais humano.


E que, quando finalmente compreendermos aquilo que hoje apenas esperamos, possamos olhar para trás e perceber que, mesmo sem antecipar o tempo de Deus, fizemos da nossa passagem pela terra um testemunho do amor que desejávamos encontrar na eternidade.


Porque talvez a questão nunca tenha sido apenas chegar ao céu.


Talvez a questão seja aprender a viver de tal maneira que, quando a saudade nos fizer olhar para cima, não encontremos somente o lugar onde imaginamos que os nossos amados estejam, mas também a memória de tudo aquilo que o amor nos ensinou a construir enquanto ainda caminhamos por aqui.


Afinal, se a partida dos que amamos nos faz desejar tanto o céu, talvez seja porque o amor, desde sempre, carregue dentro de si uma saudade de eternidade.

A Partida

Na rodoviária, lugar de fins e começos
Onde há lagrimas de tristeza e alegria
Talvez a ultima chance de trocar abraços
Com quem você nunca pensou que perderia.

No aeroporto, as dores e sonhos viajam no mesmo avião
E as dúvidas nos enchem a mente
E lembra como o colo dos seus pais é quente
E confortável, e você diz tchau, acenando com a mão.

Peço que tome cuidado,
Haverá momentos de solidão,
Se não houver alegria no presente, busque no passado
E se isso te deixa alegre, lembre-se do seu irmão.

O desconhecido é assustador
Então não tome um grande susto
É verdade, na vida o crescimento tem um custo,
Mas não se esqueça do meu amor.

Inserida por vitorap

Ferida aberta a sangrar...Dor, a sempre relembrar que depois da tua partida, ela começo a ser minha fiel companheira; legado, para eu perceber que ainda tenho um castiçal tremulando dentro de mim!

Inserida por servamara

Apenas outras ideias

A partida começa. Pedi cara, a Vida pediu coroa. Não me surpreendi, ela ganhou. Então eu fiquei com as pretas.
1.e4
-Surpreendente! A Vida falou sorrindo. Mais um ser humano que deseja jogar contra mim. O que faz você pensar que é diferente dos outros?
Nc6
Em um tom sarcástico eu disse:
-Eu acabo de nascer e a primeira coisa que ouvi é que somos únicos, insubstituíveis. Já você é bem antiga e conheceu todo o tipo de ser, mas não todos. Eu sou um elemento surpresa.
2.Bc4
Ela deu uma gargalhada. Fez uma expressão cínica e disse:
- Mais ou menos 4,5 bilhões de anos e eles continuam com o mesmo discurso. É verdade que você é único, mas não tenha a audácia de pensar que tudo o que você faz, pensa ou sente seja inédito para mim. Diferente de você que conhece o passado de apenas alguns anos e um presente de alguns minutos, além disso, e muito mais eu posso ver o futuro. Ou seja, sem querer trapacear, mas já trapaceando, eu sei o que você fará no tabuleiro.
.e5
Eu abismado com aquela declaração, e sem ação, acabei balbuciando:
-Mas... Mas... Então, por quê?
3.Qh5
Toda aquela expressão confiante se converteu em ira, ela aparentava estar zangada e respondeu:
-Seres petulantes. Eu não sei a resposta. E invejo os seres humanos por isso. Eu sei que vou ganhar o jogo, eu sei o que aconteceu, o que acontece e o que acontecerá, mas não sei o porquê. Eu não preciso questionar, fatos são fatos.
.d6
Eu levantei, segurei a mão da Vida e fizemos o último movimento.
4.Qxf7#
-Mate! Eu exclamei sorrindo.
A Vida atônita com o meu ato, falou:
- O outro lugar está vazio.
Dando as costas ao tabuleiro, reparei que ela queria uma satisfação, e brinquei:
- Este é o nosso oponente, o vazio. Você não estava jogando contra mim, e percebi que você também não era meu oponente. Lutamos contra o vazio que até mesmo a Vida sente. Você por algum motivo não pode questionar, eu não posso simplesmente aceitar, e o espaço entre nossos atos não nos tornam necessariamente inimigos.
E mais uma vez, ela sorriu:
- Eu sabia que você ia dizer isso e mesmo assim não acreditei. A maioria das pessoas simplesmente não aceita o que acontece, e lutam para mudar os fatos. É inútil. Poucas percebem que eu não sou responsável por prazeres ou sofrimentos.
Eu saindo da sala perguntei:
- E você vai continuar ai?
- Alguém precisa ensinar os outros a jogar.
E fui embora satisfeito.

Inserida por vitorap

Encontrou dor na partida? Entenda que esta é uma maneira de oportunizar a felicidade na chegada.

Inserida por Ailamara

A partida faz doer
Mas não mata, não apaga
Cada suspiro que me arrancou
Cada sorriso que me causou.

Não pense que de ti guardarei qualquer má lembrança
Porque em minha bagagem da vida só há espaço para coisas boas
Lembranças dos bons momentos, como souvenir
Pode apostar que vou estar sorrindo, a cada lágrima que cair.

Vivi com você momentos mágicos
Ainda que você nem saiba.
Pena eu não soube fazer deles eternos
Talvez, me faltou esmero.

Mas não é hora de lamentar,
devo partir.
Quem sabe uma hora eu volte
Ou... nos vemos por aí.

Inserida por liemalgumlugar

Apesar das dores que senti
E dos momentos tristes que vivi
A dor gerada pela sua partida
não apaga a importância que tens na minha vida

Ainda que eu nunca mais volte a te encontrar
Sei que um dia irei te levar para um certo lugar

Onde o céu não é o limite para sonhar
e que as nuvens nunca apagam o brilho do luar

Onde o tempo quem faz é a gente
e o passado não se mistura com o presente

Onde ao meu lado você terá toda a segurança
e os nossos momentos jamais ficarão na lembrança
pois o amor será fato ao invés de esperança

Inserida por trombinibauru

Estou de partida . Arrumei as malas com vontade de ser feliz já, ingratidão e magoas eu deixei na sala de embarque .

Inserida por nattanpoire

Estou me preparando para um novo ponto de partida e me libertar de padrões negativos , procurando estar em contato com pessoas que saibam de verdade o que é uma amizade sincera. E você não se encaixa nesses padrões, é uma pessoa fútil e vazia de sentimentos.

Inserida por Vaniafranca

Alegria contida, tristeza escondia e a vida seguindo partida. Assim estou!!!

Inserida por cyrlene

"O fim pode ser Triste,
mas é sempre o ponto
de partida para
um novo começo.
Basta mudar o ponto
de vista."

Inserida por viviane1992100

Mova-se. Dê o primeiro passo, honre o ponto de partida. Não peça pra Deus guiar os seus passos se você permanecer inerte. Faça das pedras do caminho um lindo moinho..

Inserida por luh-qq

Todo início de vida começa com uma partida.
A partida da barriga de nossa mãe para a Terra, a partida da Terra para o Céu.

Inserida por Thiagolimamedeiros

Hoje com a mente serena eu vejo que aquela partida foi a melhor coisa que já aconteceu.

Inserida por GabrielaStacul

Partida
Quando, de longe, escutava sua voz
Sentia um grande aperto.
Sentia, não mais sentindo.
E de longe não te escutava mais

"Volta!"
Meu coração gritava.
Não podendo ter mais
Teu corpo, teu olhar, tuas mãos.
Aonde vai?
Não vai
Já foi

Inserida por KarineOliver

7 anos se passaram desde o dia de sua partida ... faz muita falta siim , e não é nem questão de costume , mais siim de convivência .. infelizmente a hora dela partir veio prematuramente para todos nós , ainda faltou alguns carões , conselhos e sorrisos dessa joia rara que tanto nos deixou de herança e que é de um valor que não tem dimensão que foram seus conselhos e ensinamentos.A saudade vai crescendo com o passar do tempo , e isso mostra o quanto a amamos porque o amor não acaba , permanece guardado para o dia em que nos encontrarmos novamente' !

Inserida por AllanFelix

"Pois este segundo ponto de partida do contínuo momento daquele errôneo eterno desencontro de duas almas carentes e eternamente gêmeas..."

Inserida por araujoerika

Qualquer um pode ver, estou vivendo em um paralelo onde metade de mim é partida e a outra metade é chegada. Me despeço de mim mesma, de minha manias, meus hábitos e juventude.
A outra metade aguarda ansiosa como quem busca seu aguardado visitante na estação. Mas não é um visitante comum, ele tem valores, desejos tranquilos e a vida o espera.
Quantas fases, amigos, amores quantos mais? não sei. hoje mais do que nunca sei que tudo isso chama liberdade, a liberdade que sempre procurei a que sempre busquei, liberdade da qual eu aproveitei.
Vivo como quem vive de verdade, minha vida não tem sentido se não me doar por inteiro a tudo oque faço e ao que sou. Me acredite quando eu disser que o amo, porque minhas verdades são absolutas e meus desejos? não me pergunte de meus desejos, nem se eu quisesse não poderia blasfemar, sou feita de palavras e delas somente sou.
Me deixe contemplando o céu e voltarei terna, fato esse de que a natureza me acalma mas não pertencemos uma a outra, somos espíritos livres assim como a fera o bicho, o anjo ou a mulher.
Independente de minhas escolhas e meus cinco minutos de fúrias eternas, ainda serei eu, mesmo que não me pareça ou que ainda me falhe a memória serei eu. De qualquer jeito que o vento soprar, para mim não me importa continuarei, como se nada realmente importasse.

Never cut my wings,

Ghraa.

Inserida por Ghraamacedo

A dor de um pensamento pode machucar mais que a partida de um sangue cortado pela faca da coragem fatal humana, quero buscar o entendimento do por que desta diferença de dores. Poucos se atrevem a questionar e entender, e muito menos levantar hipótese pois sabem que a sociedade se tornou algo de vergonha por quem se atreve a sair da caverna misteriosa dos reinos. Cansei de guarda essa vergonha dentro de mim, esse medo de comentar.
Porque estes pensamentos vem me invadindo e destruindo, um pensamento pode ocasionar a morte de todo o seu interior. Apenas um pensamento, pode fazer isso? Se é apenas um, não sei. Pode me chamar de ignorante, mas responda-me alguém ai sabe? Acho que não, né? Estes pensamentos pode destruir até o coração valente de um soldado, pois fraco é aquele que nunca derramou uma lágrima por um pensamento que lhe faz romper com a realidade, por este motivo sou a favor das ideias platônicas. Pois o viver é muito melhor no mundo das ideias, apenas lá, pois na realidade vivemos em um mundo de ilusão e sobrevive aquele que melhor consegue manipular o próximo, dou um brinde a todos que conseguem. Desculpe-me mas eu tenho o bom senso e os sentimentos de culpa que não me deixam atuar para todos, consigo apenas ser eu, querendo todos ou não.

Inserida por MarcLanfranchi