Ciências Sociais
Quem tem a arte como atmosfera vital não tem tempo hábil para perder se em medos, dogmas sociais e preconceitos.
O paralogismo é o que mais tem em redes sociais. Seria mais fácil o sofismo. Pelo menos não tem burrice embutida.
Pedido de adesão em redes sociais deveria ser acompanhado de um questionário nosso de 200 páginas. Respondido.
Duvide daquele que se proclama bom e generoso, mas não abre mão de postagens em redes sociais. Trata-se apenas de mais um caso de marketing pessoal com segundas intenções, não caridade e boas intenções.
Descobri que expor minha opinião sobre política nas redes sociais, resultam em perder amigos.
Escolhi me calar.
Tudo acha que estão com inveja dela, tudo postado nas Redes Sociais é para ela, tudo que falam é dela, todo mundo queria ter a vida dela e ser ela. Hein, pare com essa doença chamada perseguição e vai viver. As pessoas têm mais o que fazer do que querer viver a sua vida, que inclusive nem é tão boa para querer ser vivida.
Umas escaparam de mim, de outras eu escapei.
Antes das redes sociais, raramente a gente ficava sabendo como foi e como está a vida das antigas namoradas. Com quem casaram? Tiveram filhos? Continuam casadas ou se divorciaram? Engordaram desbragadamente ou mantiveram a linha?
Agora na modernidade do Facebook a gente pode acompanhar a vida das ex e a recíproca é verdadeira.
É bem provável que elas de vez em quando ou pelo menos uma vez na vida deem uma bisbilhotada nos ex-namorados.
Devem como eu comentar, para si próprias e com amigas reminiscentes da juventude: Nossa! Como ele está velho! Barrigudo! Os olhos continuam os mesmos mas o resto... Pelo menos parou de beber porque se continuasse já estaria morto.
E foi assim mesmo, passei os primeiros quarenta anos da vida bebendo e trocando de namorada e só parei com as duas coisas depois de um grande susto que me salvou.
Escrevendo essas linhas parece um filme. Lembro da primeira namorada
com quem fui ao cinema. Nós teríamos uns 14 ou quinze anos. Ela está aqui no Face e eu adoro ver que continuamos a ter grande sintonia com as músicas do passado. Ela ama todo tipo de arte, conhece o assunto compartilha telas lindas de pintores famosos e outras coisas de bom gosto. Fico feliz de tê-la conhecido apesar de nossos caminhos terem sido diametralmente opostos depois de algumas sessões de cinema.
Minha segunda namorada teria uns dezesseis anos que eu me lembre.
Não está no Facebook mas lembro de ter ido várias vezes ao cinema à tarde, pois era o programa dos namorados na época e com aquela idade. Interessante é que com dezesseis ou dezessete anos já dirigia o carro do meu pai que o liberava nas tardes de sábado e domingo, mas a mãe dela nunca deixou que fossemos de carro, era a pé ou de Táxi.
Tenho visto aqui uma outra ex namorada, irmã de um grande amigo. Ela prestigia curtindo minhas fotos e textos, já é avó mas quando vejo fotos atuais seu rosto parece o mesmo de quando namorávamos.
Nem tudo são flores e tenho encontrado umas poucas ex namoradas verdadeiras ruínas.
Bem, foram muitas até perto dos quarenta anos quando desacelerei, mas pelo que tenho visto, umas escaparam de mim, mas de outras eu escapei.
A transparência da vida refletida através das redes
sociais...escancarando a necessidade de um afeto...
um elogio...um bom dia...oi...estou aqui.
Ela sempre foi meio esquisita e avessa a convenções sociais, mas tinha textura de flor, um arco-íris no olhar e cheirinho de jasmim.
Diante todo processo evolutivo nas esferas sociais, pode-se dizer, o mais que destacou foi à conquista da mulher nos aspectos ligados à profissão, principalmente, quando se relaciona a força de vencer os obstáculos e se faz ser vista como aquela que tem decisão própria.
Neste momento que todos declaram suas crenças pelas redes sociais, sinto-me acossado nos dogmas laicos! Não tenho igrejas, santos ou orixás para devoção. O meu Deus continua a ser aquele que se me apresentaram e que insisto (e gosto) em acreditar, apesar de dogmas e cisões. Sou fruto de um conceito moral religioso judaico cristão. O meu Deus é o de Abraão, e não acredito em santos e milagres, pastores e orixás,dogmas ou igrejas, não, apenas devo satisfação ao Deus que sei, um dia terei que prestar conta da minha rebelião ao mundo!
O que eu observo nas reuniões sociais e de famílias, é cada um querendo ostentar mais, ao ponto de deixar o outro inferiorizado.
Uma das maiores utilidades das redes sociais será provar no Último Dia que a falta de oração não era por falta de tempo e a falta de pregação por falta de oportunidade. Como você tem gasto seu tempo aqui? Vendo bobagens? Cresçam, queridos!
SÃO DETALHES...
Tudo vai bem conosco? - Pelo menos no que falamos nos grupos, nas redes sociais, sim. A questão é que não falamos dos DETALHES. A atitude até aparece correta, mas a motivação não conseguimos enxergar, pois está no profundo de cada coração, SÃO DETALHES. São nas pequenas coisas (detalhes) que descobrimos a verdadeira realidade de uma vida cheia de rascunhos, que esconde a história real que vivemos onde os olhos não podem alcançar.
"As mídias sociais deram a palavra a uma legião de imbecis que antes só falavam numa mesa de bar depois de uma taça de vinho, sem causar qualquer prejuízo à coletividade". A frase do escritor italiano Umberto Eco, morto recententemente, não poderia ser mais certeira para o atual momento do mundo. A certeza do anonimato é diretamente proporcional à acidez dos comentários na internet. Nunca se ofendeu tão gratuitamente quanto nos dias atuais. Comparativamente, nunca se teve tanta oportunidade para se dizer qualquer coisa que não se teria coragem de dizer pessoalmente e na maioria das vezes, de forma totalmente impune. Uma pena.
