Ciências Sociais
3264 📜 Já notaram? Nos Debates (Perdidos) nas Redes Sociais, a Segunda Reação de 'Uns e Outros' é dizer que o Interlocutor é doente, que precisa de tratamento, de terapia, de psiquiatra, de psicólogo e de internação. Que Desfaçatez ou será Patifaria?
3417 📜 Entre as Irritantes e Repetitivas 'Dicas' nas Redes Sociais, as que falam em Golpes são muito frequentes. Numa dessas, comentei bem assim: 'Imagino que as Autoridades estejam (ou já tenham) criado Instrumentos para acabar com Golpes relacionados a isso. Não pode é algo tão funcional, como o PIX, passar a ser evitado pela população, por receio de cair em Golpe. Alguém sabe de algo a respeito? HeuHein!
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Foi em:
https://k.kwai.com/p/qBCAncoF
Os Líderes Religiosos poderiam pautar demandas sociais sem politizar as igrejas, mas isso não os levaria ao Poder e ao Dinheiro.
Talvez uma das principais tragédias da fé contemporânea seja perceber que muitos púlpitos deixaram de ser lugares de consciência para se tornarem palanques emocionais.
A espiritualidade, que deveria servir para confrontar ego, vaidade e ambição, passou, em muitos casos, a ser usada justamente como combustível para essas mesmas coisas.
Existe uma diferença muito profunda entre uma liderança religiosa que orienta a sociedade moralmente e uma liderança que transforma fiéis em massa de manobra política.
A primeira desperta senso crítico, responsabilidade, compaixão e humanidade.
A segunda exige alinhamento, cria inimigos convenientes e transforma divergência em pecado imperdoável.
Igrejas poderiam — e talvez devessem — participar das grandes questões sociais.
Poderiam falar sobre pobreza, violência, abandono, vícios, solidão, corrupção, dignidade humana e justiça sem se tornarem extensões de projetos partidários.
Poderiam cobrar ética sem vender ideologia.
Poderiam ensinar valores sem sequestrar consciências.
Mas isso exige renunciar a algo que seduz quase todo poder institucional: influência irrestrita.
Porque, quando a fé deixa de buscar transformação espiritual e passa a disputar espaço político como objetivo central, o fiel deixa de ser alma e vira capital.
Capital eleitoral, financeiro e capital de influência.
E talvez o mais perverso disso tudo seja a embalagem moral.
Quase tudo pode parecer legítimo quando é feito “em nome de Deus”.
O abuso ganha verniz sagrado.
A manipulação ganha aparência de missão.
O medo vira ferramenta de fidelização.
Enquanto isso, questões reais seguem sem solução.
A miséria continua.
A violência continua.
O abandono continua.
Mas a sensação de pertencimento político dá às pessoas a impressão de que estão lutando por algo muito grandioso, quando muitas vezes estão apenas retroalimentando estruturas que dependem da própria tensão social para sobreviver.
A fé deveria libertar o indivíduo do medo e da idolatria.
Inclusive da idolatria política.
Porque, quando uma igreja se torna incapaz de existir sem um inimigo político constante, talvez ela já tenha trocado o evangelho pela estratégia.
E, quando líderes percebem que indignação mobiliza muito mais do que consciência, o caminho para o poder se torna tentador demais para ser ignorado.
No fim, a pergunta mais desconfortável talvez seja:
quando a religião entra na política para “salvar valores”, quem salva a própria religião da corrupção, da sede por dinheiro e poder?
Basta chegar o Carnaval para as redes sociais desfilarem santidade, mas basta acabá-lo para o mundo virar um inferno.
Entre os que se valem da folia para se divertirem e os que se valem do nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover, fico com os assumidos e previsíveis.
O calendário mal anuncia o Carnaval e as redes sociais se fartam de santos improvisados: perfis austeros, discursos moralistas, dedos em riste…
A fé, a virtude e os bons costumes desfilam com mais rigor que qualquer escola de samba instrumentalizada.
Mas é curioso como, ao soar da última batucada, esses mesmos altares virtuais se esvaziam — e o mundo, sem aviso, volta a parecer um inferno cotidiano.
Talvez o problema nunca tenha sido a folia, mas o julgamento dos que se acham mais dignos da Misericórdia de Deus do que os outros.
Porque há quem não goste do Carnaval — e isso é legítimo.
O que soa dissonante é a necessidade de condenar a alegria alheia, como se o gosto pessoal fosse mandamento divino.
A virtude que precisa julgar e humilhar para existir já nasce manca.
Se os “santos” que rejeitam a festa julgassem menos e evangelizassem mais, talvez a hipocrisia não tivesse tanto espaço para sambar.
Faltaria palco.
Afinal, moral que só aparece em datas específicas não é princípio — é só outra fantasia.
E essa, convenhamos, também acaba na Quarta-feira de Cinzas.
Se tivéssemos nos interessado pela política — antes da instrumentalização das Redes Sociais parir essa corja de Políticos Influencers — talvez não estaríamos tão apaixonados por esses Criadores de Conteúdos brincando de governar.
Sabem o que é irônico?!
Existem pessoas que promovem cidadania de graça através das redes sociais.
Porém, há quem tenha seus salários grandes e gordos, e não fazem qualquer ato similar.
Por que será?!
Suas redes sociais continuam sendo uma das minhas favoritas, talvez a principal entre todas as outras.
Redes sociais são igualzinhas a relógios de pulso, a telefones celulares e a automóveis: todos têm ou estão doidinhos pra ter. Então, eu não preciso ter. Basta pedir emprestado!
"A origem dos desiquilibrios sociais, deve-se ao facto de, termos ultrapassado os limites da velocidade do tempo!"
A internet,sem as redes-sociais nos deixava distantemente próximos, as redes-sociais nos deixam proximamente distantes, porque em um mundo globalmente interligado, ser direto é uma seria doença. mais nas redes-sociais achamos uma forma de sermos o mais oculto possível, como se já eramos totalmente claros. Achamos um jeito de mascarar o omitir isso é possível?
Acho maravilhoso "encontrar" pessoas, que um dia foram muito próximas, pela redes sociais. Gosto de ver, e ter a certeza, de como a vida segue para todas as pessoas e que estamos, todos nós, procurando (achando-perdendo-achando) o nosso próprio caminho. Fico feliz por todos! Fico feliz por mim. Principalmente.
Quando encontro alguém que foi muito especial, bate uma nostalgia. Um pensamento do tipo "e se tivesse sido diferente"? Onde eu estaria agora? Com quem? Estaria feliz? De modo que não me restam dúvidas: "A VIDA É SEMPRE AGORA". O que não foi, não era pra ser. E isso, não é conformismo não. É, de certo modo, uma sabedoria que só o tempo te traz. É um presente!!!
Ah, o presente... Tão discreto, diante do passado e das possibilidades de futuro que, por vezes, passa batido né? Entre as muitas decisões que tomei ultimamente, dar mais atenção ao presente está no topo da lista. Está no topo porque o lugar das coisas "que poderiam ter sido" não faz mais sentido algum. Não existe. Todas as coisas que" poderiam ter sido", foram... Foram do jeito certo.
O que me interessa, agora, é o que pode ser agora! Aí a sensação do "poderia ter sido", eu entendo, é só uma saudade do que foi bom. Uma saudade generosa e cheia de entendimento do que chamo, com muito respeito, de contratos feitos com o tempo.
Carinho e respeito por todas as pessoas que passaram, pelas que estão e pelas que virão na minha vida!!!
Algumas relações simplesmente virtuais nessas redes sociais não podem passar disso. Até porque desconstruir imagens e compreender que esse universo paralelo está cheio de gente que vive de aparências dá um trabalho danado.
O que a opinião é senão uma leve expressão de sua conduta, um grito no vácuo das relações sociais atuais, que sinceramente, pode ser bem guardada e trancafiada num belo baú de tesouros, à espera de uma bela gatuna.
Chega a ser engraçado enquanto as pessoas estão apaixonadas. Colocam em todas as redes sociais, fazem questão de mostrar para todos, aumentam o ego de uma forma inacreditável. A pessoa apaixonada se sente leve, confiante, ri atoa pelos cantos só de receber uma mensagem ou de lembrar algum momento, fica leve, anda escutando música e quase dança na rua. Estar apaixonado é bom. Mesmo todos cansados de ouvir a mesma história, a pessoa “in love” conta uma, duas, cinco vezes. Sem dizer os apelidinhos que são dados: Um é o “bê”, a outra o “nem”. Fulano é o “mor” e Beutranho “amorzinho”. Outros que são dados com o tempo (aqueles característicos que só os dois sabem o motivo) e uns que deram início a tudo (pequena, fofura, “mô”, entre outros). O apaixonado chega a ser idiota. Se você pensa que é adulto, nunca se apaixonou, porque todos se revelam extremamente crianças, arrumam briguinha por qualquer coisa e fazem as coisas mais ridículas que sem ter alguém tão íntimo, simplesmente não faria. Estar apaixonado é bom… Até a parte que algo acontece e os dois terminam. Aí é um desespero. Procuram todas as pessoas que deixaram para ficar com “o dengo” em busca de refúgio, pedem desculpas aos amigos que tiveram que deixar, se arrependem por ter deixado de ir naquela festa. Tudo isso é para amenizar a vontade de correr de volta para os braços da pessoa. Isso é um ciclo vicioso. Ninguém fica sem um romance, nem se quiser. Tirando as pessoas que nasceram predestinadas a ficar com apenas um companheiro, não se preocupe se terminar por algum motivo, sozinho não ficarás. O sofrimento faz parte. Lágrimas, gritos, desespero... Isso tudo é consequência. A saudade fica, mas logo aparece alguém para preencher aquele espaço. Atenção: preencher não é substituir, porque um "amor" jamais substituirá o outro. Mas a vida segue. As pessoas se preocupam demais com um romance que não deu certo e esquecem da vida que tem em volta. Bem, não fiquem assim, no final, as boas memórias prevalecerão e apenas sorrisos sairão. Chega de sofrer pelo que passou! Cadê aquela paixão? Hora de correr atrás do que não deu antes. E aí, outro amo, outros apelidos, outras memórias... Talvez dessa vez eternas.
O viver humano é extremamente interdependente, como seres sociais que somos. No entanto, devemos prestar especial atenção no nosso caminhar pela vida, visto que não só o fazemos sobre o que foi deixado em forma de genética e cultura pelos nossos ancestrais, mas também sobre os sonhos de outros seres humanos, que conosco dividem esta jornada. É necessário, pois, que aprendamos a ser gentis no nosso caminhar.
