Cidade

Cerca de 3548 frases e pensamentos: Cidade

Hoje de manhã quando olhei pela janela, visualizei um horizonte nebuloso. Uma cidade onde o desemprego aceleradamente cresce, pessoas entristecidas, jovens ociosos, e perseguição politica desenfreada, um povo sem esperanças e sem ter o que fazer, cunhenses sob pressão, povo tomado pelo desespero e perca de fé, esperança indo aos ralos e tomando os esgotos. Indícios e ameaças de que tudo poderá sair do controle, vejo a população desalentada com a corrupção generalizada, com um governo que não produz mais esperança e com os resultados produzidos em pouco tempo ameaçadores, sem um futuro pródigo, a certeza da estabilidade instalada em nosso pequeno habitat. Que Deus possa olhar por nós e banir o mal que possa estar sendo instalado em nossa pequena morada Chamada Cunha...
nene policia

Inserida por nenepolicia

Enfrentando ainda uma ressaca de Políticos corruptos, que me encaram nas ruas da cidade como se botassem medo em mim...
Com o medo eu fiz uma aliança; ele já não faz parte de meus sentimentos e sonhos, pois tornei-me a sua própria essência no convívio que me expunha as suas mazelas...
nene policia

Inserida por nenepolicia

Minha ultima definição: "Uma cidade onde impera a individualidade e a falta de coragem, será uma eterna latrina"
nenepolicia

Inserida por nenepolicia

Onde eu moro, na minha cidade mora a intolerância e o egoísmo, que também moram em todos os lugares...Penso então como podem essa tal intolerância e egoísmo, habitarem todos os cantos ao mesmo tempo, como são capazes de manipular a mente de todos nós seres humanos no mesmo instante...E dessa relação nasce a covardia, que cresce como uma parasita cancerígena e sem cura, levando a humanidade contaminada a não crer em mais nada, que não seja seus interesses interpessoais egocêntricos...
nenepolicia

Inserida por nenepolicia

Estamos em uma cidade sem administração e sem Leis...O politico rouba e os representantes da Lei usam venda nos olhos como o próprio simbolo da justiça isinua!!!
nenepolicia

Inserida por nenepolicia

Cunha é digna de piedade, não pela cidade que é maravilhosa, sim pelas pessoas que fazem dela um pandemônio da inveja e da miséria decadente...terra onde somente os abutres de garras e bicos ferozes se alimentam, degustando a carniça fétida de mentes atrasadas, que se reproduzem e se espalham como ervas daninhas... terra de herdeiros do medo e covardia em lutar por dias melhores!!!
nenepolicia

Inserida por nenepolicia

Incompetência e corrupção, a marca de um administrador descabido...Uma cidade, sem saúde, sem segurança, sem lei e sem propósitos de melhorias...Falta médicos competentes, falta remédio, falta paz e falta homens empossados honestos....Resta desesperança, Resta desordem, Resta desiquilibrio e caos. De tudo isso ainda sobra o fanatismo, a conivência e as migalhas do desperdicio corrompido...
nenepolicia

Inserida por nenepolicia

O que dizer de uma cidade, onde primeiro vem o estômago, depois a moral; contudo, um viva aos imorais que alimentam os famintos...
nenepolicia

Inserida por nenepolicia

⁠Visitei a cidade que minha mãe foi criada e agora indo rumo a cidade que meu pai nasceu. Estou me perguntando como eles conseguiram se encontrar de lugares tão distantes ?! A vida é magnífica e surpreendente!

Inserida por emiliaboto

VAI TOCAR NO RADIO

Vai tocar no radio a cidade vai saber
vou declarar pro mundo inteiro
que eu amo você

namoramos pouco tempo
já foi o bastante pra querer casar
agente se casou e Deus coroou
O nosso casamento
com um lindo filho
um amor assim eu só vi na novela
e o nosso é real você é minha Cinderela
agora eu sei que bom te encontrei

Vai tocar no radio a cidade vai saber
vou declarar pro mundo inteiro
que eu amo você

Antônio Luís Compositor
29/07/2015

Inserida por PoetaAntonioLuis

O GARANHÃO CHEGOU

Aluguei um flete no centro da cidade
Tô morando sozinho
Solteiro de verdade
Todo dia vou pra balada pensando em maldade.

Porém tudo que começa
Um dia tem um fim
Encontrei uma namorada
Encontrei uma mulher pra mim

Acabei de encontrar o caminho da felicidade
Fica na rua de baixo
Onde está situada
A casa dela
Se bobear eu vou morar com ela.

garanhão chegou
garanhão chegou
Pode se preparar que a noite tem amor
garanhão chegou
garanhão chegou
Pode se preparar que o garanhão chegou.

Poeta Antonio Luis

Inserida por PoetaAntonioLuis

"Eu não sou daqui, sou de outra cidade
Não és Árabe ?⁠ Não sou Português!
Talvez seja esse o problema...
Bem-vindo a Portugal !!!
Ainda não tens cartão de cidadão, trabalho e casa ?
Então és sem abrigo de nacionalidade Portuguesa..."

Inserida por FernandoLachado

Uma Crônica

Na pequena cidade de um interior pernambucano, cercada por três serras altivas e vigiada pela igreja matriz, erguia-se uma família moldada pela aspereza da vida e pela obstinação dos sentimentos. Janeiro , o pai, era um homem de palavras ásperas e álcool constante, cuja presença pesava como nuvem carregada sobre o lar. Sua voz, embriagada e intempestiva, era tanto um fardo quanto uma sombra que apagava o brilho da casa humilde.
Maria da Esperança, porém, era o contraponto àquele caos. Pequena em estatura, mas gigante em esperança, carregava no peito um desejo indomável de dias mais claros. Via no horizonte das serras a promessa de um amanhã menos duro, e mesmo em meio à penumbra, plantava sonhos nos corações dos seus quatro filhos, cada qual um universo singular.
Setembro, o primogênito, era a encarnação das paixões do pai. Seu mundo era feito de noites de viola, copos cheios e risadas ruidosas. Herdara o sangue fervente e a alma boêmia de Janeiro , para o desespero de Maria, que, mesmo assim, enxergava nele uma bondade oculta, uma centelha de redenção entre as cinzas.
Novembro, o segundo, vivia em outro compasso. Era o sonhador, o arquiteto de palavras e ideias. Passava as noites sob a luz trémula das velas, rabiscando versos e planos que prometiam libertar a família das garras do destino. Queria ser professor, escritor, um viajante nas asas da imaginação.
Abril, o terceiro, era o centro de gravidade. Um pilar de racionalidade e coragem. Com sua mente afiada de advogado e o coração de filósofo, ele trazia ao mundo a ordem que a vida tantas vezes negava. Era o conselheiro, o estrategista, o guardião das esperanças da mãe e o guia dos irmãos.
Ariano, o caçula, era um cometa de energia. Ariano de alma, trazia consigo a marra e a confiança de quem desafia a gravidade. Tinha nos olhos o brilho de quem acredita no próprio destino e nos gestos a audácia de um guerreiro pronto para enfrentar o mundo.
A infância dos quatro foi forjada na aridez do sertão, sob a sombra de Janeiro , cuja violência feria tanto quanto a seca. Até que Maria, exausta e ferida, decidiu partir. Deixou para trás não apenas o lar, mas também o medo, levando consigo apenas a esperança de que seus filhos sobreviveriam.
Sozinhos, os irmãos aprenderam a lutar contra o vento. A solidão assumiu a liderança com sua bravura impulsiva; Novembro encontrou refúgio nas ruas e no sitio logo depois; Abril seguiu Novembro, mas tinha seus planos próprios, e Ariano, com sua confiança inabalável, encarou o futuro de frente.
Com o passar dos anos, as serras continuaram a guardar a memória daquelas lutas. A igreja matriz, sempre firme, testemunhou o retorno de Maria, agora mais forte e com os olhos brilhando de orgulho por seus filhos. Janeiro permaneceu o mesmo, mas os filhos o perdoaram, compreendendo que o amor que herdaram vinha de outro lugar — da coragem inquebrantável de Maria.
Assim, na simplicidade daquelas terras, escreveu-se uma história de dor, esperança e redenção. As serras, eternas vigias, e a igreja matriz, guardiã dos sonhos, testemunharam o triunfo da família que ousou desafiar o destino e encontrar, no meio da tempestade, o sol.

Inserida por jottaandrade11

⁠Com você:
Descobri um amor
Te amei de verdade
Em cada ponto da cidade
Lembrei de você
Conheci no meu corpo
O que te guardei
Senti por você
Tudo que tanto esperei
Te amo de verdade !

Inserida por RafaelZafalon

Sou como uma criança solitária em uma cidade grandiosa; livre! Porém, cativo pelas nuances das emoções.
Tímido ao ser abordado, mas radiante ao testemunhar a serenidade nas pessoas.
Sou como uma criança prodigiosa; porém, obscurecida na multidão. Que valor tem o conhecimento se não posso sequer vislumbrar dez passos à frente?
Inseguro e temeroso de não poder depositar confiança nas almas que cruzam meu caminho. Sinto que eu poderia ser grandioso se não me sentisse solitário.
Sou como uma luz! Uma luz, porém, translúcida; modesta em sua beleza, eu diria.
Mas afirmo com convicção, o coração de toda criança floresce em êxtase na presença de uma paixão.

Inserida por LucasCoelhu

Portimão! Cidade onde cresci,
Mas em ti não nasci…
Foi por te amar, contudo,
Que eu por ti ainda, canto p’elo mundo.
Canto-te, um poema, como Aleixo.
Que cantava, seus poemas de amor.
Assim, também não te deixo.
Minha alma, te exalta, com clamor!
Em ti me formei,
Nesse teu liceu.
Poeta António Aleixo, onde estudei!
Por ti, choro, por te amar,
Porque esse Arade, teu…
Um dia, vim a deixar!

Inserida por Helder-DUARTE

Eis que voltei! À cidade, que sempre amei.
A Coimbra, onde também, no passado, o amor, encontrei.
Vim à cidade, onde estudar, não o fiz,
Porque Deus, assim não o quis.


Tanto desejei, Coimbra da universidade,
Mas não fui lá estudar, em verdade.
No passado, só encontrei, lá o amor.
Mas também, logo acabou, esse de Camões ardor.



Mas voltei a ti meu amor, à universidade hospital;
Tu minha cidade, do Mondego e do Sobral.
Onde Isabel, pão aos pobres, deu sem medo…


O rei enfrentou, porque teus filhos amou.
Também, oh Coimbra! De nada, tenho medo.
Mesmo doente! Porquanto, em ti, estou!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Viriato


Oh Lamego!
Cidade das partes de Viseu,
Onde Viriato, sem medo,
Morreu, pela sua coragem, mas venceu,

Os algozes romanos,
Ao morrer, sem perder as convicções.
Que não eram emoções!
Nem tão pouco enganos.

Oh terras de além e aquém Douro!
Lutai ao meu lado,
Com nossas espadas de ouro!

Contra a gente daquela terra,
Que como a Viriáto,
NOS QUEREM MATAR NA GUERRA!!!

Inserida por Helder-DUARTE

Hegemonia

Ouvi vós torres altas da cidade do comércio imundo,
vós que dizeis, esta cidade é minha, eu a edifiquei,
todos os altos montes e vós que sois donos de tudo,
que dais passos largos, e dizeis isto fui eu que criei.

Vós que dizeis sou melhor do que tu, não vou à prisão,
sei muito, leio muitos livros e tenho uma boa educação.
Todos vós grandes da sociedade, que ides às festas sociais,
e que pelos homens, sois adorados e considerados especiais.

E vós pobres, de espírito, que sois muito altivos,
E vos considerais sempre, muito desventurados.
Confiais no vosso muito estado diminutivo.

Vós todos diante do rei do universo, que já vem,
vós que diante dele estais nus, sereis julgados.
Vesti-vos das roupas dele, que só ele tem!



Inserida por Helder-DUARTE

⁠Me Mataram


QUE TENS TU CONTRA MIM,
Oh cidade de Lamego?
Que me odiaste assim!
Afinal havia razão para ter medo!

ELES E TU VENCERAM,
Mas eu perdi...
Sonhos meus já acabaram!
E minha luta não venci...

E AQUI VOU EU,
Como quem morreu...
A caminho de Viseu...

DEPOIS VOU MAIS PARA SUL,
Afastando-me do ar teu,
Morrendo sem encontrar o que já não procuro...

Inserida por Helder-DUARTE