Cidade

Cerca de 3615 frases e pensamentos: Cidade

Vida de Poeta

Andei procurando, na minha cidade
O bem estar, a felicidade
Não encontrei, não esperei
Bati asas e voei

E assim vou viajando, seguindo sem rumo
Cada dia um lugar, eu não me acostumo
Um novo amor, uma nova canção
Uma nova vida e uma desilusão.

Andei, voei, chorei e até cantei
Nos caminho tortuosos da vida só eu sei
Quantas coisas eu passei

A vida me apronta, um pró e dois contra
Mas onde o homem se perde
O poeta se encontra.

Nas docas da insônia, entre rios e mares
Outro céu outro sol, outra aurora, outros ares
A saudade no olhar, recuado em brumas
E um sonho no mar, naufragados em espumas

Mas em busca de um sonho, vou com persistência
E o tempo me joga, rumo a experiência
Com gente que odeia, com gente que explora
Com gente que ama e com gente que chora.

Andei, voei...

Inserida por AntonioSabino

É incrível como amanhece cedo nesta cidade. A gente já acorda na pressa, com caminhão buzinando, cachorro do vizinho latindo, radialista contando a extensão do engarrafamento como se fosse final de novela. Mais uma estranheza à qual a gente se acostuma, mas que não precisava estar aqui. Bastaria alguém e força de vontade. Bastaria dizer chega.

Inserida por pensador

Todos nesta cidade fingem ser tão perfeitos, sempre doces, sorridentes, serenos, e quando a vida explode, temos que fingir que tudo continua bem?

Inserida por pensador

Caminhar

A caminhar pela cidade vou
Pelo caminho, pessoas venho a encontrar
Em cada rosto existe um olhar.

Em alguns rostos eu via a tristeza no olhar
Em outros, eu via a saudade
Que doía tanto quase a matar.

Em poucos vi a felicidade
Que eu vagamente procurava encontrar,
Felicidade, esta que a tristeza escondia.

Alguns logo que eu passava de dor
Começava a chorar, mais ali eu pude ver como eu era infeliz sem saber.

A Felicidade que eu tinha,
Era uma máscara que a tristeza escondia,
Para que não pudesse perceber.

Inserida por poeta_douglaspereira

⁠Eu não sou daqui
Ainda me perco nesta cidade.
Um caminhar descalço que ferem
os pés da alma.
Não me acostumo com esses monstros,
Cheios de gente, iluminados, imponentes!
Sou das montanhas de Minas. Lá ficou
Morando minha infância,depois que vim
Para cá,correndo nos terreiros, subindo
Os manguerais, driblando as carreiras
De café.
Lá ficaram minhas despreocupações,
No colo de minha avó, no banco da cozinha.
Aqui tem gente demais; têm pedras demais...
Corremos demais, buscamos demais, e
Nos perdemos.

Inserida por arletedeandrade

⁠o faminto come
PUB(l)cidade
consome imagens
& montagens

Inserida por O_Carpinteiro

⁠Não queremos deixar pegadas na neve, dissemos, mesmo que nunca tenha nevado em nossa cidade.

Inserida por pensador

Vejo uma linda cidade e um povo brilhante surgindo do abismo (...). Vejo as vidas pelas quais doei a minha vida, serenas, úteis, prósperas e felizes (...).

Charles Dickens
Um conto de duas cidades. Rio de Janeiro: Nova Cultural, 2011.
Inserida por tiagoramostigre

⁠O poeta

O poeta viajava pela vida e fez pousada em uma linda cidade.
O mesmo se encontrava triste, pois a solidão, era companheira de muitas jornadas.
Parou em frente à um jardim, onde havia belas flores e dentre estas,uma que lhe chamou a atenção.
Era a flor em forma de menina,uma menina flor, linda menina.
Tal menina, possuía o mais lindo sorriso,daqueles que faz qualquer um perder o juízo.
O seu perfume era alucinador e sua beleza, era tão bem representada em suas frágeis pétalas,que arrebatava o poeta a uma outra dimensão.
O poeta então se apaixonou pela flor menina e resolveu mudar-se para o jardim onde esta habitava.
Desde então,a flor o inspira nessa difícil caminhada e adaptação.
O poeta e a flor, no palco dessa vida, vivendo e aprendendo o significado de um grande amor.

Lourival Alves

Inserida por Diariodeumcravo

Moram ⁠na mesma cidade, não se encontram a 1 ano. "Amigos"

Inserida por DhiHK

⁠SIMPLES ASSIM.

Muita gente da cidade
que nunca foi no sertão
acha que a felicidade
é pra quem tem aquisição
pra se feliz de verdade
basta ter simplicidade
e muito amor no coração.

Inserida por GVM

⁠Vocês pareciam tão pilhados quanto eu
Ríamos de chorar
O carro parado, rodava a cidade
A mais de 140 km por hora
O vento da madrugada repuxava o rosto desconfigurado
No vidro da janela, o reflexo de mim mesmo
Me acompanhava feito sombra
Agarrado pelos pés de um solo infinito que ruia
Íamos, íamos, íamos e nunca chegavamos
Duas e dezenove, 2:19, três, duas e dezenove
Eita, que p**** é essa?
Diga-se de passagem, mas estavam todos lá
Um a um iam se apresentando
Música, olhares, toques e sorrisos
Complexos, incertos, oportunistas, poderosos eu diria
De fato aquilo tudo era ridículo
Mas foi tudo que ficou, desde o princípio
No primeiro golpe
Fugimos no estalo do recado
Leves, tão leves, que voavam, flutuavam
Não parecia certo, mas era bom
Muito bom pra ser verdade
E não era

Inserida por eriecsoulz

⁠Ninguém Alcança méritos sem um constante esforço, como não se pode chegar á uma cidade se você volta do meio do caminho, Persista!

Inserida por Filipe_Santos

⁠Caipirinha da cidade

Caipirinha da cidade não sou eu
Caipirinha da cidade já morreu

Fui cabloca lá do morro
Da minha origem eu não corro

Da colheita fiz fartura
Trabalhei com compostura
E pra cidade me mudei!

Sei que de caipirinha me chamou
Do meu jeito até zombou

Mas, o tempo passou e aqui estou
Cidadã do mundo é o que eu sou

A caipirinha da roça a vida transformou...
Bati o limão e a pinga e tu o açúcar colocou!

Fiquei doce, doce, e todos gostam assim
Sou caipirinha da roça, sou sim!

Não sou a caipirinha da cidade,
mas em qualquer tristeza boto fim!

Maria Lu T S Nishimura

Inserida por marialu_t_snishimura

⁠Você na minha cidade
O Rio fica mais bonito
Porque sempre onde você estiver
O lugar se torna o paraíso

Inserida por pensador

"Todos Wi-Fi 's
Da cidade conectados ...
Senhas de Amor...
Login errados ..
E os corações ocupados..."

Inserida por alexsandrobraga



Eu penso grande nos muros pequenos das esquinas. Nos caminhos pelos quais me guio vejo a cidade destilar o aroma das vidas que se vem e que se vão. Eu já não sei o que será do Hoje e, o ontem, tão escuro eu enxergo ao longe, perdido na penumbra das lembranças que se somam ao esquecimento. Percorro as enxurradas das chuvas inventando o meu próprio caminho, estreitado nas sarjetas pelas quais o meu barco teima em navegar. A nados cansados e exaustos continuo o meu progresso impetuoso e discreto, no limiar tolo dos esforços pelos quais já não sei mais "sei lá..."
A minha identidade caiu-se ao chão, em uma calçada nua se irrompeu, da minha mão se perdeu, já não consigo mais abaixar para pegar de volta às recordações do bom momento que se esvaneceu. As vezes perco-me no tempo não percebido, flutuo num espaço que não me situo mais, viajo por caminhos que me levam a lugar algum. Sou o reflexo do vazio que não se vê diante dos espelhos, a voz surda dos corredores da aflição, o olhar perdido e triste envolto em lágrimas.
Olhe para mim; não me acharás mais. Ouça a minha voz; não a reconhecerás. Veja o meu semblante disperso; dirás que estou envolto na loucura. Contemplem com alegria a retribuição do meu sorriso; rirás de mim por não me entender.
Não sei me expressar, de forma alguma o sei. Perdido em tudo que aprendi, sobrou apenas o "quem sou eu?" Perdido no teu orgulho em não querer me entender.

Inserida por pheliusbr

1725 XVIII na fascinante Cidade do amor e aventura, mágica e libertina Veneza, Itália.
Nasceu um homem que seria uma inspiração para milhões de pessoas em todo o mundo e admirado por muitos até aos dias de hoje em pleno Século XXI.
Assim nasceu um homem inigualável, fascinante, especial, famoso e poderoso e foi um poeta e aventureiro pela Europa fora.
Permito a quem desejo, desfrutar de minha morada.
Permito o calor da lareira, o aconchego do lar e de um vinho gostoso.
me entrego aos ruídos que faço ao beijar!
O perfume do teu suor e do teu calor.

Inserida por richard_felix

Minha tia não acreditava em horoscopo larmente, nesse dia, ia ao centro da cidade com ela ajudar a trazer uns pacotes pra abastecer um armarinho que ela trabalhava e toda vez antes de sair costumava, como todo dia fazia, ouvir as previsões de Omar Cardoso, famoso astrólogo da época, pro seu signo, escorpião. E nesse dia após ouvir o signo dela ela pediu esperasse e ouvisse o meu. - Minha tia vamos "simbora"! Ela, - Espera, ouve o teu, primeiro. É mentira, mas... O meu vinha depois do dela. Pois bem: Sagitário! Manda, seu Omar... Sagitário... Péssimo dia para viagens!!! Eita! Vou mais não minha tia. - Menino isso é mentira! - É?! Mas ele disse que era um péssimo dia pra viagens, vou mais não! Depois o ônibus cai da ponte no Rio Capibaribe, eu não sei nadar, morro! Olha ai... - Mas, ele quis dizer, viagens longas, pra São Paulo, Rio... - Mas, não deixa ser uma viagem, pelo sim pelo não, vou mais não.

Inserida por Fg7r85

Quando edifícios-garagem forem substituídos por apartamentos, teremos uma cidade realmente mais humana.

Inserida por RodrigoVargas