Chuva que Cai
Gotas que distrai
A chuva cai
As gotas me distraem
O vento vai
Não consigo segurar o guarda-chuva
A água é forte
As gotas ainda me distraem
Olho para o céu
Caminho sem rumo
A chuva cai
As gotas me distraem
Ando em direção ao rio
Neste tempo sombrio
CHUVA DE FRAGAS🌸
A chuva cai intensamente
O rio transborda nas margens
Lameiros cheios de água donde
A ponte velha de fragas vai submergir
As lágrimas descem na saudade
A solidão perdeu o ar e não se consegue ver
A alma chora o que é inevitável
O coração sofre como a chuva que cai
Onde o rio transborda de dor
Num mundo de ilusão, sem sentimentos
Um temporal de emoções , voz amarga
Gasta de esquecimento, ferida no horizonte
A chuva cai o rio vai transbordar na ponte
Das lágrimas perdidas
Na dor, com um sinal de esperança
A angústia que falo que o amor às vezes
Faz sofrer demais ausência de alguém
Aquela que por ti sofre na solidão
Angústia tão grande deixa-me tão vazia
Faz parar no tempo tira-me a alegria
Faz-me ter medo lindo segredo
Jamais esquecerei jamais o terei
Sei que nada sei sinto o que falei
A dominar o olhar que descobriu não ouviu
Poderá me tirar a angústia de que falo
Que sinto, que vejo sou a tempestade que passa
O tempo que foge a flor de um jardim
O aroma do café um perfume forte
Uma carta rasgada as dores de alegria
As lágrimas de esperança na chuva de fragas
O arco-íris é uma arte divina! Primeiro, cai a chuva molhando e refrescando a terra. Logo, disponta no céu, esse belíssimo fenômeno da natureza, deixando tudo mais colorido, mais harmonioso e mais alegre ao nosso redor.
O mar grita
A chuva cai
O vento assopra
O sol esquenta.
A pessoa inventa
O som ostenta
O tempo é lento
Mais passa rápido.
Entende o que eu falo?
A chuva cai no telhado e um vento forte bate lá fora, estou aqui dentro na solidão, um frio com intensidade e morrendo de vontade de estar em teus braços, sentir teu cheiro e teu corpo no meu e teus beijos que há tempos meus lábios procuram por eles.
Se estou te esperando?
Nem sei explicar o que sinto agora, só sei que sinto saudades, eu sei que você não é mais aquilo que sempre sonhei, então fico assim nessa saudade que dilacera meu coração, não sabendo como te esquecer,
Não é que eu seja boba, é que desapegar não é tão fácil assim, afinal, você passou muito tempo na minha vida.
Eu sei, daria tudo pra ser diferente, mas o que sobrou de mim foi saudades do que não volta mais, ah como eu o amei, como tudo foi verdadeiro, como amava tudo o que você tinha, mas o cristal quebrou, só lamento não poder mudar nada, sinto tanta saudades que chega a doer, mas vai passar.
A chuva cai abençoada
batendo na janela
trazendo o cheiro
da terra molhada
Tudo com muito carinho
zelo e amor
por parte do nosso Criador
é a primavera
que chega para fazer brotar
bons sentimentos
em nosso coração!
só cai do céu
aquilo que merecemos
uma chuva de bençãos
ou de flores
mas que tal
uma chuva de esperanças!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo instagram: mentepoetica2020
Medo da chuva....
Medo de tudo...
Medo da vida...
Temor a Deus...
Cada gota...
Que cai....
Uma lágrima sentida...
O Amanhã eu não sei....
Sou apenas uma borraça...
Que aos poucos....
Sendo usada....
Vai se desgastanto com o tempo...
Uma grande intensidade...
Que te sinto...
Dentro de mim...
Terra humida....
Mares calmos...
E violentos....
Folhas molhadas....
Não resiste...
Com os ventos...
Ao caí-las no solo....
Vem o sol e se secam...
Não consigo parar...
Uma tempestade de vontades...
De desejos...
Se apodera de mim...
Para envolver o absurdo.....
Nem um turbilhão...
De braços...
Conseguem me controlar....
Vontades oprimidas....
Devagar vou seguindo a vida...
Percorrendo com o tempo...
Levado pelo vento...
Deixando alagado...
O meu leito...
De outrora...
Do prazer...
Em viver....
Até agora....
As previsões meteorológicas....
Quem saberá dizer....
Uma hora chove....
Outra hora Sol...
Vem nascer.....
E arder....
No chão....
Tempestades tropicais...
Em varios locais....
Se degradando....
Com enchentes....
Terras humidas e quentes...
Altas e baixas pressões...
Em qualquer altura do ano...
Seja em que hemisfério estiver...
As alterações climáticas...
Tem esse efeito em nós...
Tudo isso...
Controlada por mãos....
Que até hoje....
Nunca parou....
De abençoar....
Esse planeta....
Chamado Terra.....
Autor:José Ricardo
VENDAVAL EM CANTILENA PROSA
Cai no cerrado, ó chuva, e nos beirados
Sussurrando sons que o apavorar fiança
Em pingos d’água numa enfada dança
Purgando áridas angustias e pecados
Temporal no sertão, e tão agitados
Escoam nas planícies numa pujança
Deitando melancolias numa trança
De saudades e suspiros desolados
Do teu copioso gotejar, o luzidio
Relampejar, eriçando em arrepio
Que agita a tempestade tão furiosa
Troa lá fora, em um agravo vitupério
Estrondeando e envolto em mistério
De um vendaval em cantilena prosa...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30/11/2020, 20’51” – Triângulo Mineiro
A chuva cai lá fora, mas aqui dentro também chove. Minhas lágrimas, caem ao ritmo das gotas da chuva, as trovoadas pesam a cada instante o que se assemelha ao meu peito carregado de dor. Se não fosse tão doloroso seria belo a um texto qualquer. Sinto que estou perdendo o ar aos poucos, ao mesmo tempo o vento se torna forte. Parece que esse tormento nunca vai acabar, nem aqui e nem lá fora.
Lá fora a chuva cai.
Impiedosa e solene.
Intempéries?!
O tempo. A vida.
Um conjuga o outro.
Cai a chuva.
Bate o vento.
As gotículas atrofiam o olhar.
Esse olhar que deixa a chuva cair.
Esse momento que parece um redemoinho.
Tempo! Vida?
Pois...
É Dezembro. É Natal.
É tempo de solenidade.
Traz a vida pura saudade.
Tempo audaz.
Saudade inevitável.
Nascimento do salvador.
Que atenua um pouco a dor.
Na noite cai a chuva
Cai lentamente sobre o cinza urbano
No lúgubre cintilar dos faróis acesos
Contorno sombrio e profano
Perdidos na manada de metal
Na incerteza da vida
Na escuridão da noite
Contando cada real
Viajando pelo irreal, o irracional
O consentimento da escravidão
Cravado em cada centímetro moral
A vida acaba, voa passarinho
Voa livre, livre da selva de metal
Voa livre, de volta ao teu ninho
Assim como a chuva cai, ao brilho do sol ou das estrelas, caem as lagrimas envolvidas pelo brilho de um sorriso.
INSATISFAÇÃO
Pela manhã o silencio dos homens
Faz frio e a chuva cai
Proporciona prazer o som que
o gotejar produz ao tocar as folhas
das arvores e os telhados das casas
As nuvens no céu são densas
quase não se pode enxergar os montes
O cão ladra, uiva
talvez sentido o cheiro do cio
Os pássaros surpreendem
voam e cantam como se fosse
um dia ensolarado de primavera
E o homem que percebe tudo isso, murmura
A única coisa que cai do céu é a chuva. Você vai ter que correr atrás dos seus sonhos. Você vai ter que acreditar em sua força interior.
Num dia de chuva
Cai champanhe lá de cima
Entre as lágrimas soltas
Da cor da real ardósia
Já florida na serra.
A chuva cai de mansinho mas por vezes faz um barulho que parece ser brinquedo, batendo em lata, até na hora de dormir, chuva dedilhando seus dedos de cristal ,parece mulher lavando louça no quintal. Deixando roupa limpa no varal, regando flores sem parar, chuva chuva de noite deixe eu descansar. Chorando lágrimas, e ao redor da casa deixando a lenha molhada, chuva, chuva que barulho sem cessar. Tá nervosa tá agitada, chuva vá descansar.
Lá fora a chuva caí Não vejo mais O teu olhar Já não agüento mais Ficar sem te ver Lá fora a chuva caí Não vejo mais O teu olhar Já não agüento mais Ficar sem te ver Vou te procurar aonde for E acabar de vez com essa dor No fim do arco-íris vai estar Toda paz do nosso amor ..
