Chuva
Ame o sol
E reconheça a importância da chuva
Procure sempre as alegrias
Mas reconheça que as tristezas lhe farão mais forte
Às vezes a felicidade transborda
Entenda que aumenta quando a transmitimos
Acorde agradecendo a vida
E durma sonhando ainda mais
Goste de ser feliz!
“Como é prazeroso andar sob a luz da paz, do calor radiante da bondade, da chuva benevolente do amor, sim, isto é aceitar aquele capaz de nutrir o mundo com a água da vida.”
Giovane Silva Santos
Encho me de satisfação quando vejo a chuva embeber o solo,não por causa do ciclo da agua,mas filosoficamente,porque a chuva parece uma coisa tão errada,ela atrapalha muita gente molhando a chapinha das meninas que correm quando começa o chuvisco,e ainda pro cima vem acompanhada de todo aquele vento que faz as saias voarem,olho para janela do meu apartamento e vejo garotas e jovens de todo o tipo correndo para fugir da garoa,raios e clarões no céu destacão as nuvens,predizendo a tempestade,as chuvas logo engrossam,só consigo ver luzes do poste e árvores dançando feito loucas,logo fecho a minha janela,por que a chuva não perdoa nada o que toca,como se fosse um remelento imparcial,tudo tem o mesmo veredicto,condenado a ficar frio e úmido,a secar devagar e ficar duro como rocha,a chuva entra egoísta no meu quarto,condenando meu lençol,minha fronha e meu travesseiro e por menos importante minha pele pálida e calorosa,deixo só uma brecha para espiar todas aquelas pessoas correndo na rua,de repente,um besouro entra pelo espaço entreaberto da janela,o espaço que eu abri meticulosamente,fui descoberto,descoberto por esse bichinho pequeno e escandaloso,entrou pela janela e começou a batucar em tudo,caindo desajeitadamente no teclado do meu notebook de barriga para cima,e suas perninhas iconicamente balançado para todos os lados tentando se virar do avesso,do do outro lado do quarto,no meu cantinho de estudos,desdobro meus joelhos,eles se erguem duros e inflexível,fiquei muito tempo espiando a janela,ergo meu dedo na frente do inseto,ele confiantemente sobe no meu dedo e começa a explorar a palma da minha mão,seria muito rude da minha parte fechar a palma da mão e esmagar o pobre inseto,levo ele para janela e ele começa a voar em direçao a algum poste,logo,ele desaparecer na chuva densa,fico olhando para cima como se apreciando o luar,procurando um besouro,um som de chuva monótono,um cheiro de terra vulgar,uma visão embaraçada,que me lembra memorias passadas e enterradas,a rua finalmente esta vazia,olho pro relógio do computador,minúsculos ensetinhos se aglomerão pouco a pouco na luz da tela,olho de novo para a rua monótona,manu,manuela,correndo,com aquele sueter vermelho estampado uma rosa,me olhando com aqueles olhos sombreados,e o cabelo molhado todo bagunçado,e com toda certeza pensando em alguma coisa,era isso que me enchia de frio a barriga,ela sempre estava pensando em alguma coisa...outro besouro entra pela janela,idêntico ao primeiro,nao pode ser o mesmo,agora que eu parei para pensar,seria impossível alguém usar maquiagem na chuva,que ideia boba a minha imaginar
Entre pernas molhadas
Relações frias
Te, abrigar da chuva
Não faz do meu, corpo
Tua casa!
Se depender
Da minha pele
Seu, amor morrerá
De hipotermia.
Chuva de papel
Vem para meus braços minha pequena luz,
feito estrela vai sentir o calor do céu tocando seu corpo sua mente para sentir-se gente no espaço gravitacional de nossos beijos...
repousarás acalentada entre o espaço do nosso quarto e o vento que coroa nossas janelas..
Caminhos pisados e esquecidos no pecado...
Uma ventania de esperança soprando e seus pés formigam querendo saltar nesse desconhido oceanos de desejos.
Esse sobe e desce de pessimismo e otimismo e vai sem freio galopando dentro da mente da gente, bem alto onde tem nuvens brancas de puras imaginações...
Essa dança envolve poeira cósmicas de contemplar essa constelação ao céu da boca...
Ainda consegue-se perceber que a origem de tudo, ainda vem de sua alma de virtude belas...
Que no gesto parou o tempo...
Que no olhar destruiu a inveja.
Que no sorriso salvou as flores do nosso jardim ressequido..
Que no silenciar cada um salvou-se a si mesmo... assim resolvemos continuar de mãos dadas e olhando para mesma direção...
Depois que a chuva passou,
Levou com ela,
Os amores, os sonhos,
As dores e as doses,
Ficaram apenas os copos vazios,
Alguns com marcas de batom,
E a certeza de beijos alcoólicos,
Dia de chuva
O som que me agrada
O som que me conforta
O som que me relaxa
Os dias chuvosos alegram minha alma
E esvazia minha mente
Mas seria possível sentir tudo isso no amor?
Todos procuram amor
Todos procuram se sentir amado e desejado
Mas tudo que quero é dormir em um dia chuvoso
Passarinhada sem nome,
Eles erguem os bicos,
Gregários voadores,
Festejam alto,
A chuva que chega,
E desce precípite,
Do seu salto feminil,
Um pedaço do tempo presenciado,
Desprendido de novidade,
Da Paulicéia alvoroçada,
No fim desta tarde veranil,
E a chuva?
Ela veio,
E não caiu sozinha,
Sei que lágrimas caíram também,
E são suas,
Então,
Chore Maria,
Faz bem,
Logo passa,
Mas saiba,
As ações soluçam as reações,
A vida mole não é nobre,
Como é bom ser valente,
Então,
Sorria Maria!
Montevideo
As ruas são como plumas
Até da chuva eu gostava
Tantas histórias não acabadas
Teu povo, Montevideo
É poesia
É prosa
É verso
No teu mundo totalmente imerso
Por lá já houve celebridade
Celebração
Futebol
Carnaval
Animação
Já houve calma de um mate de domingo
Já houve 40 dias de carnaval
Já houve minha voz que ecoa até hoje nas ruas no natal
Montevideo, você não sai de mim
É as ruas
É as praças
É o churros
O churrasco
É futuro, presente e passado
Você ocupa meus sonhos
Meu imaginário
É o melhor lugar para se estar quando está solteiro ou casado
Ah! Montevideo!
Já pensou se o mundo soubesse de você?
8 bilhões de pessoas iriam querer te conhecer
Ainda bem que não sabem porque eu iria morrer de ciúmes
O que eu iria fazer com aquele seu resto de perfume?
Falando em perfume, que cheiro é esse que tem?
Naquela noite perto do trem?
Te lembra Montevideo?
É tipo um cheiro de chuva quando cai na terra...
Não, não é isso
É tipo um cheiro de pele depois do banho...
Não, não
É cheiro de mar?
De amar?
Não...
É um cheiro de café passado?
De roupa limpa?
Não é o cheiro é a sensação
Sensação de liberdade de estar no mundão
Montevideo, porque você foi me deixar ir?
Minha única certeza era não querer partir
Eu sempre irei sentir saudades
Daqueles ladrilhos
Daquela cidade.
OUTONO AMOR
O nosso amor
É como a chuva que o Outono trás
O nosso amor
É como o frio que o Outono trás
Ao nosso coração meu amor
CÉU NUBLADO
Se o tempo já fechou
E a chuva vai chegar
Se proteja nesse dia
Logo tudo vai passar
Céu nublado e dia frio
Recife sombrio
O mistério está no ar
Em dias chuvosos, ficar debaixo da chuva pode até ser bom, pois assim, ninguém notará suas lágrimas.
Em dias de ensolarados, ficar debaixo das cobertas pode ser uma decisão sábia.
uma manhã que sabe a fruta, retorna a chuva e abrem se as romãs num sorriso sem fim...ah felicidade minha, eras por acaso um sorriso sem fim?
Vi os dias passarem como um raio, observei a chuva cair como uma lesma em sua velocidade, admirei as estrelas com dor e saudade.
Derramei gotas de tristeza presas entre lembranças, cada segundo passei apenas sendo um. Não fui muito, mas existi, infelizmente só existi. O que me restou foi apenas a dúvida se devo seguir quem me chamas, eu deveria?. Ainda não consigo responder.
Quando você rezar para chover entenda que com a chuva também vem a lama,
Quando você admirar as rosas,
entenda que ela tem espinhos.
Se ama alguém, entenda que nem todos os dias serão de sol e risos.
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