Carta de uma Futura Mamae
Um coração partido, uma conversa entre a lua e a maré
Uma cachoeira, amores entre uma lágrima e outra
Um dia nublado e chuvoso, A menina de olhar cor de mel sozinha em um banco de praça
Que cada gotícula de chuva seja um amor correspondido
Que a cada olhar uma vida seja salva pelo sentimento que existe dentro do coração
Que o bom humor faça parte da vida de cada ser
Que a magia de um beijo mude o mundo...
Que o prazer pela vida se faça presente em cada periferia, não se perca diante dos problemas
Que suas asas a façam voar além do horizonte e que seu olhos enxerguem a pureza da alma
A dor da solidão traz o ardor que a distância não consegue apagar, vou cantar uma canção de amor a ela dizendo que a quero até o fim dos meus dias.
Sou agradecido pela existência de uma rosa tão bela como ela, sinto falta de suas tranças, do sorriso, do beijo e de como ela é capaz de ser tornar a luz que me traz paz.
Todas as faces de uma poesia anacrônica
De qual poesia estamos falando?
Da sua, da minha ou da de Drummond?
A qual classe social pertence os teus versos?
Pois se falas de um sobrado com vistas para o mar,
a poesia é uma.
Se falas de um puxadinho a beira córrego,
a poesia é outra.
Se escutas o estampido seco dos disparos ao longe,
mas não vês a cor do sangue que pinta a calçada de vermelho
e o choro triste da mãe que escorre em silêncio de seus olhos avermelhados
e envolve o corpo morto de seu filho, ainda (adolescente), caído na sarjeta
a poesia pode até te dizer algo, talvez, não te diga tudo.
E o mais provável é que não te diga mesmo tudo!
Mas dirá algo com toda certeza.
Mesmo que pense, (in)conscientemente, não ter mais nada a ser visto.
Se não vês o sangue urdir a tua consciência
e tomar-te de indignação por completo
de certo, talvez até critiques o que lê.
Pois não sabes de que poesia se está falando.
Não sabes de qual estética poética falo
e eu de certo, na mesma medida que ti,
não faço ideia de que versos você se veste
quando investe sua ira contra mim.
De quem é a poesia?
De quem a escreve,
de quem a lê,
de quem?
Dizem que a poesia não tem classe social, gênero, cor, raça, etnia, religião...
Tudo mentira!
A poesia é pretensiosa, escolhe e se faz escolher, manipula.
A poesia se disfarça e se versa em faces diversas,
só para manter o disfarce, da grande farsa que somos todos iguais.
Inclusive quando escrevemos versos.
Eu minto, tu mentes, ele mente...
Drummond, não.
Fragmento da poesia:
"Todas as faces de uma poesia anacrônica"
Dizem que a poesia não tem classe social, gênero, cor, raça, etnia, religião...
Tudo mentira!
A poesia é pretensiosa, escolhe e se faz escolher, manipula.
A poesia se disfarça e se versa em faces diversas,
só para manter o disfarce, da grande farsa que somos todos iguais.
Inclusive quando escrevemos versos.
Eu minto, tu mentes, ele mente...
Drummond, não.
Era bela, como nenhuma outra.
Era dela, a leveza de uma flor solta.
E singela, com luz de intensa nobreza.
E amava, a vida com perfeita destreza.
E levava, a vida com a simplicidade.
Tão madura, apesar da sua precoce idade.
E dizia, ser do mundo apenas um pedaço.
Não negava, a quem quer que fosse um abraço.
Sempre livre, com seu olhar voltado a frente.
Refletindo, sua graça nos olhos da gente.
Pensador
Tao grande sou perto de uma formiga
Mas tao pequeno em relação ao mundo que me abriga
Tão jovem perto do mendigo que na rua habita
Mas tao velho ao se falar de uma criança recém nascida
Tao sábio aos olhos do interessado
Mas tão fraco na vista de um critico
Belas palavras espalhadas por todo lado
Mas este assunto se torna tao místico
Disseram que ate posso ser esforçado
E que não existe uma só receita
Para poeta basta ser apaixonado
E ter alguem para considerar perfeita
Na rima romantica ou no verso cruel
No fim do namoro, ou no caminho do céu
No juri ou na vitima julgando o hell
Para poesia basta um papel
Não ha motivo
Para parar de pensar
Abrir um sorriso
Também é expressar
Poesia é arte
Para inspiração
O artista faz parte
De toda nação
Escrevendo num verso
Ou qualquer estrofe
Continue esperto
Fazendo o que goste
Pensando e vivendo
Passo o tempo a escrever
Livros vou lendo
Para conhecimento eu ter
Quero viver na ideologia
De grandes mestres
E passar sabedoria
Para quem for que me teste
Nos próprios passos eu ando
Tentando me conter
Assim vou levando
Do meu modo de ser
O Homem do Espelho
Essa noite encontrei com o homem do espelho
Tivemos uma conversa muito seria
De fato ele foi o meu conselheiro
À tempo não encontro um amigo assim pra desabafar
eterno confidente, escoteiro e leal amigo
É bom quando paramos para ouvir alguém que toca
o nosso coração...
É bom quando temos alguém para nos queixar e
ouvir as nossas lamurias.
De todos os conselhos que já ouvir, o que abstrai
foi o de MUDANÇAS.
Me perdi no meio da caminho... Quem nunca de perdeu?
Foi preciso retomar há essência que havia se esquecido
Quem realmente eu sou? Já se fez essa pergunta...
Como sou um menino que acredito muito em Deus
Decidi deixa tudo nas mãos Dele, coloquei diante do
seu altar.
Como também as mudanças só acontecem quando queremos
Lutamos, prossigamos em busca esse necessidade...
Encontra? Só depende de você!
O homem do espelho disse-me uma coisa que por mas que
tenha esquecido no meio do caminho, estagnei-me e fez-me
relembrar de coisas que as lagrimas jorraram e sobreveio
aquela paz que excedi todo o entendimento
Disse-me ainda mas... Você é melhor do que tudo isso que
está acontecendo em sua vida. Mude tudo em sua vida!
Mude sua maneira de pensar, de falar, de agir, de sentir,
de olhar para as pessoas, seja mas humilde do que você
já é.
Viva uma vida radical consigo mesmo. transforme o seu
corpo, alma e espirito... Seja diferente, faça a diferença.
Dia desses, ainda viro mar
“Há uma santidade nas lágrimas. Não são marca de fraqueza, mas de força. São mensageiras da dor incontrolável e de amor indescritível.” Washington Irving
Daqui, ando com um choro pouco religioso. Meu choro é calado, mora apertado no peito. Tem momentos que eu o sinto revirando-se desajeitado, procurando um lugar mais confortável para ficar. Porém não escorre. É choro acrobata, conhece a complexidade da vida, contorce-se, mas não fica onde deveria estar e não encontra o caminho do rio onde as lágrimas vão de encontro ao sol.
Somos amigos antigos e ele se lembra de cada dia em que a vida o fez pulsar e aumentar seu volume. Ele é sensível, é poeta que rima dentro de mim.
Às vezes luto para que ele se vá, encontre as portas do olhar que lhe abrirão horizontes, mas meu choro é confuso, teme o abismo da liberdade que a expressão do sentimento proporciona.
Ah, choro carente, não percebe que sua gota é semente, que seu sal é força e que sua queda pode ser voo?
Mas hei de me programar e guia de um choro perdido serei. E chorarei. Por três dias e três noites em tempestade e calmaria. Até que a pressão termine, até que o coração se acalme, até que a vida se lembre que ser sensível para fora também é uma opção.
Um dia desses, ainda viro mar.
Toda gentileza é uma declaração de amor
Gentil é aquele que passa pela vida do outro, toca-o com leveza e marca-o onde ninguém mais pode ver.
Lembro-me que, quando pequena, sempre saia com meu avô pela rua. Figura agradável e prestativa, não economizava sorrisos ou negava favores. Jamais o vi reclamando que alguém não pagou pelo seu trabalho ou que foi explorado. Brincava com as meninas da padaria, dava gorjeta, ajudava aos irmãos, aos filhos e mimava as netas. Quando trabalhava, fazia-o assoviando. O que o tornava tão especial e querido por todos? O que o mantinha nesse estado de equilíbrio com o ambiente? Gosto de pensar que ele era gentil consigo e com a vida.
Todos passamos por situações complicadas. Somos ludibriados, destratados e, muitas vezes, até mal amados. Sofremos com a falta de dinheiro, temos preocupações com a nossa saúde, com a saúde dos filhos, dos nossos pais, do nosso cachorro. Entretanto, o que difere o ser gentil é que ele não coloca seus problemas no centro do mundo e nem acha que todos têm que parar com suas vidas porque ele não está bem. O verdadeiro entendedor da gentileza sabe ser suave com o outro, percebe que somos interligados por algo maior que nossos próprios interesses, que as relações humanas são pétalas de uma mesma flor.
Ainda hoje, embora tenham se tornado espécimes raros, diz a lenda que, quando vistos, são facilmente reconhecíveis. São aqueles que nos olham verdadeiramente nos olhos, que, quando íntimos, nos dão abraços apertados, que cumprem suas promessas e que não pensam antes de se levantar e oferecer seu lugar no banco.
O ser gentil é naturalmente educado, pois valoriza o outro como pessoa. Sabe que respeito é afeto, que delicadeza é cuidado e que toda gentileza é uma declaração de amor.
'Estou hoje em estado de "Mutação sentimental" entre uma mistura do "sem noção" com o "nada a ver". Acho que na verdade estou querendo por uns segundos estar "sem nexo" cansei de me deparar com atitudes de gente "sem pé nem cabeça", que ou me camuflo com os "sem base" ou passo a ser uma "sem alma" no sentido de não tem sentimentos e não liga para o que os outros pensam.(Coisa que sempre foi, hoje mais ainda).'
—By Coelhinha
03-08-2015 - 16:12 hs.
Um camarada passou na frente de um mercado e viu um anúncio, de uma promoção. Massa com ovos, R$ 1.50 o pacote. O sujeito entra lá e sai com um carrinho cheio de pacotes de massa, chega no caixa e paga. Fica por ali até a moça do caixa pergunta à ele, Sr. está faltando alguma coisa? Ele respondeu estou esperando os ovos.
É que você é assim , tão linda,
me pego distraído
olhando os teus olhos diante de uma
foto que já tem um tempo
só não me dou ao luxo de olhar nos seus olhos
pessoalmente pois sei que não vou parar de te olhar,
de longe pelo menos tenho uma chance de ir embora,
mas de perto , bom .. Você já sabe...
Livro Fechado
Em tempos, já tive nome de livro aberto
Uma chuva de lágrimas assim me chamou
Sob notas musicais, alma a descoberto
Revelando ao mundo aquilo que sou.
Livro que contava o tempo que passou
Página a página, o tempo que chegava
Eu era a tinta que nele se cravou
Palavra a palavra que tagarelava.
Mas o vento deslocou as páginas por ler
E a metade já lida do seu lado cresceu
Páginas não lidas com pouco espaço a ser
Desfolhando-se todas o vazio nasceu.
Porém, um dia, a última página virou
Não sobrando lugar para se escrever
Com o tempo também a capa se fechou
E aquele branco calado acabei por esquecer.
Sou livro fechado, selado, trancado
Que teve um nome, uma causa, uma vida
Não existe mais força para ser forçado
Este livro fechado a letra dorida.
Na fúria do tempo, das palavras sem tinta
Frases sentidas presas no emaranhado
Talvez seja o tempo que no peito minta
Nas letras perdidas deste livro fechado.
DESPIDOS RAMOS
- Despe-me o corpo
Como se de uma árvore tratásse
Nas tempestuosas chuvas do outono
-Toma-me nas noites quentes de verão
Nos beijos dados da minha boca
- Rouba-me os calafrios da primavera
Onde pintei o teu corpo em torno de meu
- Ama-me com os ramos despidos de folhas
Com a veracidade com que caiem no chão.
As horas passam... O tempo está contra mim.
A cada batido do relógio meu coração dispara. Uma hora a menos para enfim o sol voltar a brilhar.
Eu sei, não posso ter o controle de tudo, não posso apressar as horas, nem adiá-las.
As horas passam… percebo então que, não tenho controle sobre nada. Nem sobre mim.
Sinto o vento soprar em meu rosto, me lembro que o tempo vai com ele. E assim também meus dias se vão. A vida é passageira.
Tantas incertezas, muitas palavras não ditas.
Nada pode deter o tempo.
Somos reféns dos minutos...
Mas eu… quero ser apenas como o vento, leve. Seguir de mãos dadas ao tempo, ir onde ele me levar.
Me dê as mãos, seja vento... Vamos deixar que o tempo nos leve a algum lugar, ou a lugar nenhum.
Vem, me dê as mãos… seja leve.
Um dia me perguntaram, como faço para não sofrer mais?
Sofrimento é uma opção. Problemas sempre vão existir, então é aprender a lidar. É só mudar seu olhar e perspectiva. Quem decidi como as coisas te afetam, é apenas você mesmo. Parar de criar expectativas ou esperar algo dos outros ou da vida, e só esperar algo de si, ser sempre melhor. Eu diria que no geral é, ter/desenvolver amor próprio.
Hoje uma amiga me disse: "Prefiro ficar magoada do que magoar as pessoas!"
Fiquei com aquela frase na cabeça, pois é uma frase terna, de gente doce...e eu senti que azedei!
Já passou meu tempo de aceitar que me magoem, sei lá, já deixei muita pomba sem vergonha cagar na minha cabeça. Acho que isso me tornou mais atenta, mais disposta a me defender da mira de coisas que vão me chatear, entende?
Se magoar for falar umas verdades ou não engolir sapo nem levar desaforo pra casa, prefiro magoar!
Claro que evito isso à todo custo,mas tem gente que procura, que cutuca, que pede pra gente soltar o veneno...e a gente solta... eu solto! Minha tolerância pra gente que pensa que pode falar o que quer pra mim é zero!
Cansei de ir dormir chateada, revoltada comigo mesma por ter engolido as palavras que deveria ter botado pra fora. Cansei de deixar pra lá, pois no fundo a gente nunca esquece, e isso faz um mal danado (pra gente!) .
Tem gente que magoa as pessoas por maldade, por inveja, gente ruim por natureza, por falta de caráter, e dessas eu me defendo! Comigo o buraco é mais embaixo, e eu demorei pra aprender, viu?
Então eu resolvi fazer a minha própria frase: " Prefiro magoar do que deixar que me magoem!"
Tem quem vá questionar este meu pensamento, mas isso a gente só aprende depois de perceber que a melhor coisa que você pode fazer por si mesmo, é se defender. Sempre!
Hoje acordei com uma disposição danada pra enfrentar minhas mazelas com a vida... To tentando deixar pra trás o que não quero mais na minha frente. É um primeiro passo, mas o mais importante de todos os outros que virão à seguir, pois é este passo que puxará os outros!
Que venham as pedras e as flores... a gente aprende o que fazer com cada uma durante o trajeto!
Sabe, a vida toda eu nunca fui uma pessoa de sonhar com grandezas, riquezas e essas outras coisas que pra mim são tolas e fúteis. Sempre fui de querer coisas mais simples, dessas que fazem o olhar brilhar, o coração acelerar e a vida valer à pena. Sempre, desde que me conheço por gente, sempre mesmo, carrego dentro de mim um desejo, um descontrole, quase uma obsessão: ser feliz!
É que pra mim, a felicidade vale mais do que qualquer outra coisa no mundo!
Desço do salto, perco o tom, mas nunca - nunca mesmo - borro o batom! Mas se for por uma boca que valha à pena, sem problema!
Borro também o rímel com qualquer historinha mal contada com final feliz. Minha saia nem sempre é curta, mas a paciência... Não cutuca!
Exagero no perfume e na sinceridade e de nenhum ex sinto saudade - só dos que valeram à pena!
Uma mentirinha bem contada às vezes cai bem, mas uma verdade que dói na cara de quem não te quer bem...ah! me deixa tão zen!
E entre um gole e outro de amor próprio, descubro uma ruguinha que nunca esteve ali e fico entre o choro e o riso! Nunca me ensinaram a envelhecer com dignidade e afinal, envelhecer começa com qual idade?
Nessa minha confusão - que sempre chega na hora errada - eu vou levando a vida que não é nenhum conto de fada, enquanto brinco de ser diva mudando as cores dos meus cabelos. Um dia ainda fico careca, choro, esperneio e de repente descubro que ficaria linda uma tatoo de borboleta no alto da cabeça! Quem disse que uma boa ideia maluca não compensa?
E assim vou levando a vida, com meus momentos de lucidez e loucura, que já não tem mais salvação nem cura! Vou levando a vida como quem pula da janela e só no meio do caminho é que se lembra que esqueceu que não sabe voar... Mas dai a gente inventa um salto triplo e cai de pé na vida, de novo, pra fazer tudo o que não fez direito, ou fazer direito tudo que a gente fez de errado, ou coisa assim... Meu Deus, como a gente é complicado!
O bom disso tudo, é que eu vou descobrindo coisas sobre mim que eu nem sabia, como por exemplo, que o azul do céu fica lindo em mim, e há no céu da minha boca, estrelas sem fim!
Tá, eu sei que pareço complicada, mas é só impressão. Eu sou toda coração...ou quase toda, ou metadinha, sei lá...uma partinha pequena, pequenininha, inha inha...mas deixa pra lá, o que importa é que eu só sei ser assim, essa coisa sei lá o que, meio sem pé nem cabeça, estranha por natureza! Mas um dia eu me arrumo e tomo jeito, ou troco por um brigadeiro - enorme - desses que mata nossa fome de toda a doçura do mundo!
Tem dias que eu sou uma pessoa feliz!
Noutros, uma pessoa triste!
Porque a vida é assim mesmo: detesta figurino repetido!
Então vai ter o tempo das flores e o tempo dos espinhos, porque pra vida, estar na moda não é desfilar com falsidades pra mostrar pras "zamigas" algo que não existe, que não é verdadeiro, mas sim, cuidar do que realmente tem valor: não fazer do sorriso uma joia falsa e nem da tristeza um bijuteria barata, pois ambas são preciosidades da mesma grandeza.
A vida, apesar do bom gosto duvidoso, é de uma elegância só!
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