Carne
Cada cicatriz é escritura da guerra, marcas talhadas na carne, poemas de sangue e vitória. Superar é escrever com lágrimas ardentes, um livro em que a dor e o riso se fundem, tinta eterna da vida.
ENTRE A CARNE E O ESPÍRITO
Existe uma guerra silenciosa
dentro de cada ser humano.
A carne grita com orgulho,
o ego exige razão,
a ira acende incêndios
e a vaidade constrói muros.
Mas o Espírito…
ah, o Espírito sopra diferente.
Ele fala baixo ao coração,
ensina a perdoar quando dói,
a abraçar quando seria mais fácil partir,
a amar quando o mundo escolhe ferir.
Em Gálatas está escrito
que a carne produz inveja, discórdia e divisões.
E como isso tem destruído famílias, amizades e sonhos…
Pessoas que poderiam caminhar juntas
se afastam por palavras impensadas,
por opiniões diferentes,
por orgulho disfarçado de verdade.
Mas quem vive no Espírito
aprende um mistério poderoso:
não é preciso vencer alguém
para vencer uma discussão.
Às vezes, a maior vitória
é preservar o amor.
Porque o fruto do Espírito
não nasce nos lábios…
nasce na alma.
Ele floresce em forma de amor, alegria, paz, paciência, bondade, mansidão e domínio próprio.
E quando esse fruto amadurece dentro de nós,
o coração deixa de procurar inimigos
e começa a encontrar irmãos.
O sábio não transforma diferenças em guerra.
Transforma em aprendizado.
Escuta para compreender,
fala para edificar,
e estende a mão
mesmo quando recebeu pedras.
A carne quer ter razão.
O Espírito quer trazer vida.
A carne alimenta o orgulho.
O Espírito alimenta a comunhão.
A carne aponta falhas.
O Espírito revela esperança.
E no fim de tudo,
o amor continua sendo a maior força que existe.
Porque o amor verdadeiro não humilha,
não disputa grandeza,
não se alegra com a queda de ninguém.
O amor aproxima, cura, reconstrói.
Foi esse amor que fez Cristo sentar-se com pecadores,
tocar feridos,
abraçar rejeitados
e ensinar que ninguém cresce sozinho.
Talvez o mundo esteja cansado de pessoas certas demais
e necessitado de pessoas humanas de verdade…
daquelas que sabem ouvir,
pedir perdão,
demonstrar empatia
e permanecer leais até nos dias difíceis.
Onde o Espírito de Deus governa,
a sabedoria vence o orgulho.
A empatia vence a indiferença.
A paz vence a discórdia.
E o amor…
sempre vence a carne.
Porque no final,
não serão nossas opiniões que nos definirão diante de Deus,
mas a forma como tratamos o próximo durante a caminhada.
Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor.
O ateísmo devora deuses como um lobo faminto rasga carne podre, deixando apenas ossos para os tolos que ainda uivam preces vazias.
RISCO N’AGUA
Escrevo muito,
uma hora algo que preste,
a ser vida ou defunto,
a carne corta a gilete.
Em contradição,
vive um ser a poetar,
homem hoje, inabalável,
uma criança amedrontada,
de ontem a esperar,
no colo da mãe a chorar.
E nas cordas,
digo em plural,
pois a vida de todos
que nessa terra vivem,
é um risco na água,
feito sabor doce sem caldas,
hora doce, hora amargo,
depende do que ao destino convêm.
Seres,
todos viveres,
e nem sabereis,
como sereis,
o amanhã de sabores,
ou disabores,
amores ou dores,
apenas o agora,
sabemos no respirar,
que somos ainda seres a viveres.
Somos máquinas de carne metáforas de caos que predomina num mundo caótico que mesmo que sejamos cegos... num caminho distante da evolução existencial somos metáforas do fomos no passado.
Hoje em dia conflitos sociais e existencial atravessa nossos pensamentos fragmentos fragis de uma predominância que rasteja em nossas emoções.... somos imagens nas deepfakes e resenha de fakes news são reunidas no labirinto da tecnologia.
Nos deixando caótico nas sombras da existência social no labirinto de ideias falsas de uma relação humana digitalizada como máquinas servis a um mundo complexo cheio de paradigmas.
As máquinas de carne ainda tem vida própria.
Somos máquinas de carne...
Num mundo de máquinas
Somos copilidos a ser objetos...
Ovelhas cegas conduzidas por lobos...
Ainda assim vivemos história a beira da fogueira. Contamos histórias,
Somos copilidos por máquinas que tem
Alienação de dados e informações fraudulentas fragmentos da verdade que vivemos numa sonho de otupia.
Para tais os amante de sonhos são expostos e condenados pois ignora é simplicidade abandonado da compreensão.
Fatos são mentiras expirou a muito tempo a verdade não enche o patrocínio de ninguém, o patro vazio é retrato do abandonado mais maquiado é o prato do dia. ..
A carne perece, mas tu viverás eternamente porque fostes inteira amor! E eu nunca deixarei de te amar! Nunca esquecerei tudo o que me ensinastes, como se eu fosse parte de ti!
Pareço de carne e rosto
Porém, meu desgosto maquia meu tanto
Do pranto sei desaguar pouco a pouco
No louco tento me desatar de tempos em tempos
Enquanto minha marcha tropeça nos fardos
Os poemas me vestem de um trapo denso
Pinto-me de vento, distraio-me de branco
Alento, solto traço, ao ponto de morar no beco
Rego o tempo, como quem distrai a biografia do prazo
Pesco teatro, indico fábulas, enquanto vou morrendo...
Lasciva, bem mais que carne viva
Olho da vontade descabida
Rasgo do vestido vai até o canto da boca
Louca assumida, arrasa quando passa, cheiro de atrevida
Na pele registros, marcas, roxos, casca polida exibida
insegura se assegura dominante do vento levante
Amarga e formosa menina.
Talvez o desejo fosse maior à exposição da carne humana. Pessoas tão certas de suas “santidades”, DEVORADAS pelos seus próprios impulsos. A língua é mais bem sentida que falada, fazendo parte integrante a própria língua. Em desespero você grita: Suas vontades e seus desejos. E só me resta sucumbir a TANTOS segredos....
Vou repousar o corpo enquanto a mente viaja ao teu encontro, porque a carne não existe mais, mas o sentimento sempre existirá. Te amo.
Se a carne for fraca.. Não serve pra estar comigo.. É 8 ou 80, independente das aparencias! Cada um sabe o qe faz e o q pretende!
Carne Alheia
Pouco sente-se satisfeito com oque possui
Mesmo que em suas mãos esteja caindo pelas bordas,
Não o satisfaz, não sacia o desejo que possui.
O teu sorriso não lhe entusiasma, e sim o sorriso de outras bocas,
Oque derramava pelas laterais de sua mão
Escorregou por completo e oque escorregou era teu coração.
Viu de longe, assim como o horizonte
O teu sorriso refletindo entre outros, deslumbrante!
Viu que não mais o possuía
e agora sim sentiu oque não sentia
agora aquele sorriso não sai da sua mente,
e vê como tudo lhe escapou tão derrepentemente.
Tuas dores que não lhe vale sequer a pena,
Oque tanto possuía, e até demais
Hoje já não possui, e assim percebe
Que oque tanto possuía hoje não possui mais.
Desejo que as pessoas não sejam apenas de carne e osso,
mas que sejam de alma e coração, que façam a diferença,
nem que seja por um momento, mas que SEJA...
D - I - F - E - R - E - N - Ç - A!
As vezes é o nosso espirito que sofre, e a gente pensa que é a nossa carne, é ele que busca tanto algo, e vê que nós não estamos indo atrás de seus anseios, que estamos deixando a existência passar em vão, preocupados com desejos obsoletos, carências humanas e materiais.
Nisto vai gerando conflitos internos, sentimentos de depressão e rejeição, sentimentos que provém da carne, e não da alma.
Estes conflitos internos, nada mais é que seu espirito lutando com sua mente, e não podendo fazer nada enquanto você não abrir seu coração e ver o que está oculto.
Sinto na carne vivida, o sabor amargo da vida, deixo que o vento me leve pra onde ele quiser, pois só assim saberei onde chegar.
Pensando! Acabei Refletindo "Tudo Aquilo que é Prazeroso na Carne, Causa Dor na Alma e fere o Espírito"
