Carne

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Entendo que a vida
Escapa entre os dedos
Como água, bebo
Como carne, sangro
Em ciclo me concebo
Elétricamente autônomo
Geneticamente indivíduo
Lá se vai mais uma parte
Parte pra longe vida de
Sóis que brilham distante
Brilham ambos de vididos
Mesmo sol será
Na será denovo
Talvez gema de âmbar
Talvez gema de ovo...

Ninguém é um bicho de sete cabeças; somos todos feitos de carne, osso e sonhos.

"Quando você silencia os desejos da carne, consegue ouvir com clareza a voz de Deus guiando o seu propósito e a sua prosperidade."

Arranquem-me toda pele
as vísceras,olhos,a carne sofrida.
Deixem-me apenas a poesia
no coração.
Toquem-me apenas em cada pedaço
que ainda sobram de vida e emoção .
E seguirei minha estrada feito aço.
Derretida,mas feliz ...Cicatriz
em cada traço
num derrame de inspiração.




Na imaginação
mora a fantasia
do impossível.


Andréa

Não é apenas carne, osso e vontade,
É exemplo vivo de quem sabe vencer,
Pois a sua maior e real liberdade,
É ser a guerreira que escolheu ser.


-------------- Eliana Angel Wolf⁠

⁠Não é apenas carne, é espírito e luz,
A mão que acalma, a força que conduz.
Como a águia que voa acima da tempestade,
Ela ensina o caminho da fé e da verdade.


------ Eliana Angel Wolf

Hoje é sexta-feira santa! Dia de fazer jejum e abstinência de carne, rezar e agradecer a Deus por ter nos dado o seu filho amado, Jesus Cristo, o qual morreu por nós numa cruz para apagar os nossos pecados. É bom que façamos neste dia bastante silêncio, e uma boa reflexão sobre o que temos feito em agradecimento a Deus, Nosso Pai, por tudo isso que Ele bondosamente nos tem dado. Abraços fraternos.

O Leviatã nasceu para conter os lobos, mas hoje aprecia a carne do rebanho.

Temeis a dor da alma...
Mais que a dor da carne.
Porque tudo que não se completa
É um vazio infinito.

Com sete dias de morte,
Putrefez a carne,
Evadiu-se a alma,
Nada mais além da calma.

Rarefeito ar do cemitério,
Quente é o mistério,
Quem o matou?
Dizem que o esquartejou.

O caixão foi fechado,
O velório cancelado,
Fadado ao esquecimento,
Sua alma vive em lamento.

O autor da sua partida,
Disseram a ele na despedida:
“Quem pode te tocar e viver para contar?”
Homem influente e destemido.

Amigos dizem que foi o patrão,
Tudo por um comentário em reunião.
“Quem é esse que pode ser?”
Ele é o algo além do enlouquecer.

Mística é essa frase,
Todos ficaram em análise.
De fato, o patrão pirou,
Não suportou o peso e surtou!

Afrontosa frase intelectual,
Pelo visto, ele a entendeu mal,
O questionamento era sobre o eu do patrão:
Quem ele poderia ser se fosse tudo o que pode.

Enquanto meu coração de carne sangra, o seu coração de ferro enferruja.

Carne nova no pedaço; quem não vê, só cheira.

Quando o homem tirar da criança a inocência, da fruta seu sabor e da carne sua dor, a essência da vinda se findou.

RISCO N’AGUA


Escrevo muito,
uma hora algo que preste,
a ser vida ou defunto,
a carne corta a gilete.

Em contradição,
vive um ser a poetar,
homem hoje, inabalável,
uma criança amedrontada,
de ontem a esperar,
no colo da mãe a chorar.

E nas cordas,
digo em plural,
pois a vida de todos
que nessa terra vivem,
é um risco na água,
feito sabor doce sem caldas,
hora doce, hora amargo,
depende do que ao destino convêm.

Seres,
todos viveres,
e nem sabereis,
como sereis,
o amanhã de sabores,
ou disabores,
amores ou dores,
apenas o agora,
sabemos no respirar,
que somos ainda seres a viveres.

ENTRE A CARNE E O ESPÍRITO

Existe uma guerra silenciosa
dentro de cada ser humano.
A carne grita com orgulho,
o ego exige razão,
a ira acende incêndios
e a vaidade constrói muros.

Mas o Espírito…
ah, o Espírito sopra diferente.
Ele fala baixo ao coração,
ensina a perdoar quando dói,
a abraçar quando seria mais fácil partir,
a amar quando o mundo escolhe ferir.

Em Gálatas está escrito
que a carne produz inveja, discórdia e divisões.
E como isso tem destruído famílias, amizades e sonhos…
Pessoas que poderiam caminhar juntas
se afastam por palavras impensadas,
por opiniões diferentes,
por orgulho disfarçado de verdade.

Mas quem vive no Espírito
aprende um mistério poderoso:
não é preciso vencer alguém
para vencer uma discussão.
Às vezes, a maior vitória
é preservar o amor.

Porque o fruto do Espírito
não nasce nos lábios…
nasce na alma.
Ele floresce em forma de amor, alegria, paz, paciência, bondade, mansidão e domínio próprio.
E quando esse fruto amadurece dentro de nós,
o coração deixa de procurar inimigos
e começa a encontrar irmãos.

O sábio não transforma diferenças em guerra.
Transforma em aprendizado.
Escuta para compreender,
fala para edificar,
e estende a mão
mesmo quando recebeu pedras.

A carne quer ter razão.
O Espírito quer trazer vida.

A carne alimenta o orgulho.
O Espírito alimenta a comunhão.

A carne aponta falhas.
O Espírito revela esperança.

E no fim de tudo,
o amor continua sendo a maior força que existe.
Porque o amor verdadeiro não humilha,
não disputa grandeza,
não se alegra com a queda de ninguém.
O amor aproxima, cura, reconstrói.

Foi esse amor que fez Cristo sentar-se com pecadores,
tocar feridos,
abraçar rejeitados
e ensinar que ninguém cresce sozinho.

Talvez o mundo esteja cansado de pessoas certas demais
e necessitado de pessoas humanas de verdade…
daquelas que sabem ouvir,
pedir perdão,
demonstrar empatia
e permanecer leais até nos dias difíceis.

Onde o Espírito de Deus governa,
a sabedoria vence o orgulho.
A empatia vence a indiferença.
A paz vence a discórdia.
E o amor…
sempre vence a carne.

Porque no final,
não serão nossas opiniões que nos definirão diante de Deus,
mas a forma como tratamos o próximo durante a caminhada.

⁠Encontra-me onde as almas são de carne.

⁠Cravemos os dentes
na carne um do outro,
em busca do sangue
de um amor já morto.


A fatalidade do acaso
fez do instinto o desejo
e a sobrevivência do querer:
sangrar para existir.


Cravemos os dentes
na boca um do outro,
em busca da saliva
de um beijo roto.

Todos temos um espinho na carne, algo que não desencarne pelo homem, mas Deus entende nosso interior, nos desvia do mal, e pela fé, mesmo com espinho, Jesus é o verdadeiro caminho!

Um perfume invadiu a sala e, num segundo, ela estava ali. Não em carne, mas em memória.. no ar, no canto do tempo, no friozinho que arrepia.
Era o mesmo cheiro, e com ele vieram os risos, os silêncios, o jeito de existir dela. Fechei os olhos e sorri, mesmo que a saudade apertasse. Porque às vezes o passado chega perfumado, só pra nos lembrar que certas pessoas nunca nos deixam de verdade.

Quando eu paro de esperar grandeza de mim,
eu viro humana.
Eu viro falha.
Eu viro carne.