Capital
Salvador, a primeira Capital do Brasil.
Nasci em três de março
De mil novecentos e cinquenta e cinco
Na primeira Capital do Brasil.
Essa Cidade amada
Por muitos idolatrada
Não fazemos acepção de pessoas,
Recebemos a todos de coração.
Todos os turistas
Que vêem a Salvador
Desejam voltar sempre.
Por causa do calor humano
que lhe foi transmitido,
eles voltam para suas casas
muito agradecido.
O Capital, sempre, não o capitão! Um tiranete que fala de nióbio e grafeno sem saber e só, com malícia, só tem a milícia e a divisa do exército dividida na dívida e dúvida interna e externa do Capital do grupo do Paulo Guedes.
O capital, na capital
É tanta especulação imobiliária na cidade fechada, que sinto no ar o vento frio da esperança, sem vírus e na quebradeira.
Preferi, na falta de opção com nova guerra na faixa de Gaza, lembrar da Revolução Francesa.
Na padaria de nome francês, onde não se tem pão jacó, mas tem francês,observei um bom pão crocante e até aquele brioche de Maria Antonieta, a rainha que mandava comer na falta do outro, mas só sobrou sua cabeça na sesta da guilhotina na praça da Bastilha.Tudo árabe fechado, mas tem Jacó que não havia na francesa, mas que no centro tem dança do ventre,não por causa da guerra de Beirute e nem pela guerra em Beirute,porém existe uma porta que só atende delivírus.
Livre Pensar
Preguiça
Da boa
É dádiva
Sem essa
De pecado
Capital
Preguiça
Alongamento
Do espírito
Preguiça
Saúde
Mental
Quanto mais se eleva o capital investido por indivíduo, mais próspero se torna o país.
Todo indivíduo empenha-se continuamente em descobrir a aplicação mais vantajosa de todo capital que possui. Com efeito, o que o indivíduo tem em vista é sua própria vantagem, e não a da sociedade. Todavia, a procura de sua própria vantagem individual natural, ou antes, quase necessariamente leva-o a preferir aquela aplicação que acarreta as maiores vantagens para a sociedade.
Em primeiro lugar, todo indivíduo procura empregar seu capital tão próximo de sua residência quanto possível e, consequentemente na medida do possível, no apoio e fomento à atividade nacional, desde que tal aplicação sempre lhe permita auferir o lucro normal do capital, ou ao menos um lucro que não esteja muito abaixo disso.
AO SAUDOSO MESTRE:
Nascido em João Pessoa
Capital da Paraíba
O menino de voz rouca
Corpo esguio ou delgado
Aos seis anos de idade
Mudou-se com a família
Para a pequena Taperoá
A quem chamava o guri
Minha linda princesinha
Aonde se projetaram
Seus primeiros madrigais
Logo imortalizados
Na memoria dos mortais
Com a mãe compadecida
Das mentiras infernais
Do chicó, e seu escudeiro
Floreando os recitais
Mais tarde, já homem feito
Fazendo o erudito
Se misturar aos cordéis
Introduzindo as artes
Ao nascente ARMORIAL
Movimento que queria
Popularizar a cultura
Do nordeste e do Brasil
Associando a ela
A linguagem do sertão
Em seu cavalo de fogo
E traseiro alardeado
Se não fosse um alazão
Carregava em seu gibão
A pedra do rei congado
Como o maior legado
Do povo de seu sertão
Sem alarde,
E bem pouca cerimônia
Apenas um violino.
Tocando em reverência
A vossa triste partida
Partiste a se encontrar
No reinado da “SARON”
Com nossa compadecida
Vou encerrar com pesar
Nesse meu coração físico
A saudade desse mestre
Nas rimas que vão ficar
Eternamente inseridas
No coração ARIANO
Do nordestino aguerrido.
O estado tem a única função de manter o lucro e a dominação do capital, deixando de lado o fim das desigualdades sociais.
Um dos princípios básicos ao empreender é aportar o mínimo possível de capital e crescer gradativamente.
O amor não é de um dia só;
O amor não é um capital!
O amor é a realidade e suas frustrações;
na alegria, e não indagações.
Ele é o elo das brigas, intrigas; é apaziguador das dores e inimigo da mentira;
O amor não é nocivo, ele é o maior bem tangível e intangível da vida.
Pena capital
A democracia no Brasil não é real. É uma curtina de fumaça expelida pela nobreza para ludibriar a visão dos servos. Os brasileiros pobres que fazem prevalecer a idoneidade, são agraciados automaticamente pela pena capital. O voto é simplesmente a escolha menos dolorosa para a execução da sentença.
291022
"Eu nasci em 1978, entre a pobreza gritante de Guaianases, extremo leste da capital. Cresci em estado de vulnerabilidade, estereotipado, pisando descalço em ruas de terra e esgoto a céu aberto, juntamente com meus seis irmãos, a sofrer, sobretudo, o abandono paterno, lutando com a mãe contra a fome, em busca das necessidades básicas, numa casa humilde, de apenas três cômodos, construída em terra de parentes que, muitas vezes, nos desconsideraram..."
O trabalho é a mediação fundamental do processo que se desdobra na contradição entre capital e trabalho, na divisão técnica e
social do trabalho, na formação das classes sociais e em suas lutas pela superação das desigualdades.
(CIAVATTA; RUMMERT, 2010, p. 475-476)
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