Caderno
Sempre escrevo com a tinta dos meus silêncios
no meu caderno de pensamentos.
Ah... É o meu melhor momento!
Quem que ao começar a escrever em um caderno novo ou ao simplesmente trocar a página em que se está escrevendo não começa a escrever com mais capricho?
E às vezes devido à pressa para copiar, ou pelo simples fato de se cansar do esforço para manter o padrão da caligrafia, começa a relaxar e se depara com o contraste de letras escritas?
Eu sempre fui assim ...
Isso não é bom quando maximizado ao nível VIDA, ao nível SER!
Quando começamos algo em nossa vida com ânimo, com sonhos, com paixão e nos desanimamos por algum motivo, o certo a se fazer é pensar no porquê do amor incial e o que mudou desde então. Quando a caligrafia começa a ficar pior, independente de que se esteja escrevendo, lembre-se do desejo de virar a página sabendo que escreveu o mais caprichado possível, para poder sempre ler novamente a página com vontade (Porque ninguém tem vontade de ler um texto mal escrito).
Capriche em tudo o que fizer, capriche a cada linha e não pelos outros, mas por você. E eu também me esforçarei para isso.
Ao notar o começo do desleixo e reparar que não existe mais paixão, vire a página por favor.
A professora mandava escrever até o final da folha antes de virar a página, mas o caderno da vida é você. Você faz o que quiser.
Caprichando a cada pequena linha da vida, a gente vive os ciclos da vida sem sofrer ao olhar para trás.
Caderno de poesias
Caderno de poesias
é um belo lugar.
Tantas coisas lindas
que eu gostaria de falar.
Eu falo em forma de versos
para todos poderem escutar.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Hoje eu escrevi uma poesia tão, grande no meu caderno, que estou feliz, por estar vivo., e feliz por saber, que minha criatividade vai além, nossos pensamentos estão muito evoluídos, por isso sempre ocupa sua mente com um belo livro, uma bela escritura.. E seja feliz
Não preciso de muito para ser feliz, me der um lápis, borracha e um caderno que já serei eternamente feliz.
Quer amigos verdadeiros? Te indico quatro!
Um dicionário, um livro, a Bíblia e um caderno de anotações. O dicionário? Uma coleção de palavras, te leva ao conhecimento. O livro ? Um companheiro, te transporta pra qualquer lugar. A bíblia? Uma tradução para o desenvolvimento espiritual. De certo! Ela contém luz para dirigi-lo, alimento para sustentá-lo, consolo para animá-lo e sabedoria para guia-lo. O caderno? um amigo que não vai se cansar de lhe ouvir, suporta qualquer desabafo e os guarda com resignação. Quanto aos MORTAIS ! Evite contar suas tribulações, muitos deles, julgam antes, o que não veem e o que não sentem, converse com Deus, só Ele conhece a causa e sua dor. LEMBRE-SE: Uma vez Deus acalma as tempestades, outra vez Deus acalma o marinheiro. Portanto, lhes digo ! Pra quem acredita, nenhuma palavra é necessária, para quem não acredita nenhuma palavra é possível.
Muita luz !
Élcio José Martins
CADERNO DA VIDA
A vida é como a escola,
Primeiro dia, primeira aula.
Caderno, lápis e borracha,
Sorriso nos lábios, a alegria ultrapassa.
Lápis na mão, sem direção,
Linha torta, sem noção.
Professora direciona a mão,
Aos poucos os rabiscos dão vazão.
Folhas em branco
Dão início à transformação,
Letra por letra, o primeiro nome,
Papai e mamãe, quanta emoção!
Página por página, o lápis registra,
Primeiro marco, primeira conquista.
Ano a ano, tudo é registrado,
São as marcas que ficaram no passado.
Passam-se os anos e a idade,
A infância e vem logo a mocidade.
As formaturas e os troféus de felicidade,
O dever, o discernimento e a dignidade.
Assim é a vida,
Um caderno em branco.
Nele se escreve com lápis preto
Ali são gravadas a virtudes e os defeitos.
A história de cada ele mesmo que escreve,
Mesmo com a borracha que se atreve,
Fica a marca do que na folha subscreve.
Élcio José Martins
Sempre positivo em um futuro incerto, coloco as minha inspiração sempre no caderno, no muro de concreto eu espalho a arte da vida e quando acabo é como uma missão cumprida!
Navega por entre versos
Réu confesso
Transborda a alma
Nas folhas de um caderno
Recria o inferno
Faz dele o paraíso
Declama silêncios, perfumes
Noites com ar de improviso
Escrever e chorar, velho caderno que absorve minhas lágrimas assim como ele se alimentou de minhas juras de amor. Pequenas letras que uma imensidão de dor guardam e me ajudam a suportar. Soluços que o travesseiro abafa por meus pais não poder acordar. Vontade de gritar chorar até perder a voz. por que dói, dói muito amor. sussurando seu nome disse adeus e eu te amo para o vento e que ele leve até você.
— Sua febre no calor de minhas lágrimas.
Quem nunca teve um caderno de poemas que jogue a primeira pedra.
Era tipo uns poeminhas assim :
Subi no pé de laranja para ver meu amor passar, meu amor passou e roubou minha bicicleta ...
tchátchátchátchá
Nos meus momentos tristes, o que me resta fazer é simplesmente falar com Deus e estar com um caderno e caneta na mão"
LINHAS E TONS
Num dia ensolarado, concentrada, caderno, caneta e meu pássaro, uma criança se aproxima: "Para quem escreve? Quantas rimas!" São os olhos vivos e interrogados de quem pouco aprendeu da vida, que palavras são força e coração.
"Palavras complexas e bonitas, parece que até as sábias rimas ganham coerência e coesão. Foi destarte que aprendi, no primário lá na roça, que ir à escola gastava horas", assim dizia certo ancião.
Para um filósofo que conheci, são tons coloridos em versos e linhas, palavras que expressão amor e sentimentalidade, que alguém sensível redigiu. Parece-me que alguns jovens as desdenham, marcando neles uma vida efêmera e que a esperança se apagou...
Já o artista ao lê-las interpreta em canção, teatros, romances ou ficção, o roteiro simples de palavras humildes, para aqueles que por meio da performance, conseguem ver a intensidade dessas LINHAS E TONS.
As frugais palavras mencionadas são versos em estrofes ou escorridos, que alguém sensivelmente compôs. São versos que a criança apreciou, muitos jovens não entenderam, o ancião compreendeu e o filósofo analisou. Nesses tons e linhas, os chamamos de POESIA um gênero literário em harmonia sem nenhuma métrica rígida, que na liberdade do artista, despertam sentimentos, lembranças, saudade e amor...Eis a POESIA!
Sem metáforas
Feito menino atrás da bola.
Feito caderno indo à escola.
Feito pipoca pulando na panela.
Feito príncipe na busca da Cinderela.
Toco na pele cheirosa e macia
Da mais inspirada e sensível poesia.
E do verso balançado pela ventania,
Brota sorrindo o mais belo cacho de alegria.
Sigo no sinal verde da vida.
Escrevo uma frase para nunca ser lida.
Bate a angústia intrometida,
Soa o sinal, é hora da despedida.
HAICAI * ANTONIO CABRAL FILHO - RJ / MEU CADERNO DE HAICAIS
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SANHAÇO PERSCRUTA,
SILENTE, MEU MAMOEIRO:
TEM MAMÃO DE VÊS.
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SITE: http://cadernodehaikais.blogspot.com.br/
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