Caderno
Trechos retirados do Caderno de Atenção domiciliar vol.1
Podemos afirmar que o modelo de atenção à saúde predominante no Brasil ainda é centrado no hospital e no saber médico, é fragmentado, é biologicista e mecanicista. A consequência desse modelo de atenção, o chamado" modelo médico hegemônico liberal" ou modelo de medicina científica SILVA JR...,2006), é a ineficiência, constatada nos crescentes custos gerados pela incorporação acrítica de tecnologias com uma contrapartida decrescente de resultados. A ineficácia diz respeito à incapacidade de enfrentar problemas de saúde gerados no processo de urbanização desenfreada e complexificação das sociedades, tais como as doenças crônico-degenerativas, psicossomáticas, neoplasias, violência, entre outras. Entre essas modificações, destaca-se a " transição epidemiológica", definida como as modificações ocorridas nos padrões de morte, morbidade e invalidez que caracterizam uma população e que, normalmente, acontecem atreladas a outras transformações demográficas, sociais e econômicas (SCHRAMM et al.2004)
A transição epidemiológica pode ser considerada componente de um processo mais amplo denominado "transição da saúde, que pode ser dividido em dois aspectos: a transição das condições de saúde" (mudanças na frequência, magnitude e distribuição das condições de saúde, expressas por meio de mortes, doenças e incapacidades) e a resposta social organizada a essas condições, representada pelos modelos de atenção à saúde ( Transição da atenção sanitária"), denominada em grande medida pelo desenvolvimento social, econômica e tecnológico mais amplo. (FRENK et al,1991 apud SCHRAMM et al.,2004).
Além disso com o aumento da expectativa de vida ao nascer (80 anos até o ano 2015) e melhorias nas condições de vida (saneamento, educação, moradia e saúde), além da queda nas taxas de natalidade. (transição demográfica), muitas mudanças nas necessidades de saúde têm se dado, ampliando, consequentemente, os problemas sociais e os desafios no desenvolvimento de políticas públicas de saúde adequadas (MENDES,2001."EM ALGUNS ESCRITOS DA LITERATURA QUE DISCUTEM A ATENÇÃO DOMICILIAR (AD), O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO É DESCRITO COMO UM DOS PRINCIPAIS FATORES RESPONSÁVEIS PELO DESENVOLVIMENTO DAS PRÁTICAS DE CUIDADO EM SAÚDE NO DOMICÍLIO. JUNTO A ELE O AUMENTO DAS DOENÇAS CRÔNICO-DEGENERATIVAS E SUAS COMPLICAÇÕES, ACIDENTES AUTOMOBILÍSTICOS E VIOLÊNCIAS (CAUSAS EXTERNAS) MENDES, 2001.CONCLUI-SE QUE AS MUDANÇAS DAS SOCIEDADES, CARACTERIZAM-SE POR UMA TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E UMA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA, APONTAM PARA UMA NECESSÁRIA REFORMULAÇÃO DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE, DE MODO QUE SEJA POSSÍVEL, ALÉM DE GARANTIR O DIREITO À SAÚDE, LIDAR DE FORMA MAIS ADEQUADA (EFICIENTE E EFICAZ) COM AS NECESSIDADES DE SAÚDE RESULTANTES DESTE CENÁRIO.
O tempo que tiver em casa pare pra ler livros ou revisar o caderno pra saber se tem algo pra fazer, no tempo de sobra você sempre será uma pessoa dedicada nos estudos.
peguei um caderno
em linhas tentei expressar meus sentimentos
não é possivél
não a palavras que descreva
nem cançoes que expresser
a somente DEUS pra me sondar
e meu amor por ti provar.
Te esquecer!!!
Quando resolvi te esquecer peguei um caderno e comecei a escrever
cada coisa que ouvi de sua boca que me fizeram recuar e por vezes
até mesmo chorar.
Quando resolvi te esquecer quebrei todas as regras que me faziam um
alguém melhor, me tornei amarga, triste.
Quando resolvi te esquecer, senti um um breve momento de satisfação,
uma breve liberdade, acompanhados de um breve sorriso.
Quando resolvi te esquecer vi algo florescer, pensei ser algo bom
que por fim traria o esquecimento do que foi "você"...
Então floresceu em mim, desesperança, tristeza, uma escuridão gélida e sombria.
porque tudo o que eu entendia de mim, era "amor".
E quando eu resolvi te esquecer, forcei-me a negar a mim mesma,
pois tudo que sinto por você é reflexo do que sou...
E quando resolvi te esquecer, quase me esqueço junto a ti.
Desalinhada
Sempre quis ter um caderno arrumado
Uma mente organizada
Mas são sempre bagunçados, estropiados e desordenados
Desfeita de macumba mal amada
Gosto da forma que agiu em minha vida
Desse antro de criatividade sem porque
Essas idéias bem vividas
Com cheirinho de saquê
Perfume francês, cigarro e café
Tal moço reparou um dia
Concordei com sua palavra de fé
E gosto de minha anomalia
Do meu cheiro e manias
Cada uma desenvolvida pro meu nascer
Cantiga dos aristogatos das gatas vadias
Ter tanto prazer em analisar meu próprio ser
Principalmente antes de dormir
Não dá pra escrever uma história nova quando o caderno já está cheio de rabisco. Se você deseja recomeçar, apague o que não te faz feliz e preencha o seu coração do que te torna uma pessoa melhor.
It's not possible write a new story when the copybook is already full of scribble. If you want to start over, delete what doesn't make you happy and fill your heart of what makes you a better person.
Jandira Ferreirajandamel- post InHI5 no profile de amigos
Jandamel in Séculos de luz, amor e vida.
As vezes não escrevo nada, nem sequer me atrevo a pegar no caderno, a pegar na esferográfica, quando isso acontece, é porque a minha escrita esta cansada e precisa relaxar, e eu tento ser respeitoso...
►Em Mais Um Papel
Eu simplesmente quis pegar o caderno
Talvez apenas para passar o tempo
Mesmo escrevendo em um ritmo lento
Vivo um momento de reflexão
Revendo minhas opções e opniões
Há muitas coisas na minha mente, turbilhões
Que formariam péssimas canções
Que fariam mal aos corações
Pois então quero descrever uma aqui
Acho que fará bem para mim.
Talvez seja mais sensato não escrever, mas preciso fazer
Posso expor minha vida, mas sinto que preciso de cor
E essa é a forma que encontrei para amenizar a dor
Estou compondo um texto, isso sempre me ajudou.
Uma das minhas maiores satisfações é alegrar
Se não consigo, eu me entristeço e perco um sorriso
E no mês passado pensei muito se sou bom nisso
Um grande defeito é se julgar através disso, não é certo
Mas que, ao mesmo instante eu estava tão perto
Nunca pensei que eu fosse um sujeito esperto, mas sim honesto
Eu não consegui alegrar uma "conhecida" que estava a chorar
Sei bem que em alguns casos não há o que se falar
Mas ela estava tão instável, que em pânico disse que ia entrar
Disse para mim que não conseguia se controlar, e eu queria ajudar.
Não consegui, e no final, de cabeça baixa eu segui
Nem me despedi, subi, fim
Desliguei-me do mundo, não queria, eu juro
A última vez que a vi foi no dia 18, o céu estava escuro
Meu maior erro, pelo que eu escuto, é que sempre me culpo
E me julgo, sem pensar por um minuto
A última mensagem que enviei foi "Sinto muito"
Sempre peço desculpas por tudo, merece até um estudo
Como posso continuar sendo esse burro?
Imaturo, eu presumo.
Era o aniversário dela, uma carta eu enviei à ela
Disse que gostava de ler, portanto a presentiei
Se gostou eu não sei, afinal me isolei
O que tive com ela já passou, o que restou está escrito
E é justamente isso que eu acho lindo
E ao mesmo tempo... ridículo?
Pensei tanto se é "másculo" desejar formar um livro
Apenas com rimas e tudo aquilo que gosto
Admito até que meus textos de amor são "melosos"
Mas agora só quero algo para me fazer melhorar
Rimar? Vou continuar até me esgotar
Agora só quero me levantar e o caderno fechar
Me alegrar por mais um texto terminar
Por alguns segundos o céu estrelado observar, e me imaginar lá
Deitar e sonhar
Quem sabe quando acordar, o Sol irá me guiar?
"Tive Vontade De Brincar Com Rimas,
Mas Vi Que Rimar Não Era Brincadeira,
Caderno Cheio De Rabiscos
Mic Batida Idéias Caneta
Essência Dos Anos Noventa"
Fechamento do bimestre escolar, o aluno entra na fila para mostrar ao professor o caderno sem atividades prontas: Tentativa de suborno ou de enganar, Joãozinho sem braço não tem cabeça também.
"DESABAFO"
Preciso de um caderno novo
Uma caneta nova
Um lugar de paz.
Para gritar, não quero gritar literalmente
Quero aliviar a ansiedade, acabar com o peso que me bloqueia o coração, que me embrulha o estomago.
Preciso de um caderno novo
Uma caneta nova
Um lugar de paz.
Porque quero desabafar
Quero contar minhas tristezas, meus medos, minhas vontades, minhas paixões frustradas, quem sabe um amor incondicional, meus projetos, meus sonhos.
Preciso de um caderno novo
Uma caneta nova
Um lugar de paz.
Quero contar a minha vida a um papel sem cor
Porque sou compositor
Sou escritor
Sou poeta.
Dia nublado
Um pouco de café bem adoçado,
Um lápis bem apontado,
Um caderno em branco
E um poeta apaixonado.
Desde de pequeno sempre gostei de arte, sempre gostei de tintas, lápis de cor, caderno, cores, rolos e pinceis. A arte sempre fez parte de mim.
Teu cheiro ta no caderno
Escrito
Nas minhas linhas
Tá nas manhãs sem teus olhos
Tá nos dias.
Tá nas noites
No travesseiro
Teu cheiro tá na loucura
Na procura
Nas músicas que te vejo
No vazio
Na cadeira da sala
No preto e branco do meu quarto
No azul
No mar, no verde...
No vermelho da minha roupa
No shampoo,
Nos meus cabelos
Teu cheiro tá no copo
Na cerveja
No cigarro que trago
Desespero
Teu cheiro tá nos meus sonhos
Fantasias,
Manias, tardes...
Tá na saudade
Nos meus desejos loucos
Pecados
Tá na canção das madrugadas
Proibidas
Tá no meu peito
Nas batidas...
08/10/2017
Me falta inspiração
"Repousa sobre a mesa os óculos, o caderno em branco, nos fones já não se ouve melodia alguma e a caneta, velha e inseparável amiga de longa data; há quem me dera contigo voltasse a escrever . Antes fora bem mais fácil escrever, no momento me limito apenas a te observar. Será a idade que me avança dia a pós dia, ou quem sabe uma mente abatida pelo cansaço de uma vida solitária?
Lendo e relendo, fui esquecido e abandonado por quem sempre esteve ao meu lado em noites frias e solitárias, minha grande parceira a INSPIRAÇÃO."
Eu vou pegar meu caderno meu lápis é fazer um poema simples de coração jogar minha borracha e apagar esse mundão
