Jean la bruyère

Cerca de 29137 frases e pensamentos para a busca por Jean la bruyère;

Quando revejo quanto já lutei e sofri, seja lá em qual for a situação, nunca saberei o valor exato da minha gratidão a Deus
Ale✍️

Inserida por Alevillela

Enquanto a chuva cai lá fora,eu fico pensando onde estará e o que você está fazendo ainda sem mim,eu aqui solitária pensando como vai ser minha vida com você,altos papos,filme,eu que escolho,sou dessas,mas enfim você cuida de mim e eu cuido de você e juntos cuidamos do nosso futuro,Hei será que estou sonhando muito?

Inserida por Fernandarosadepaulo

Embora não seja possível alcançarmos qualquer coisa apenas pelo fato de desejá-la arduamente, reconhecemos que o pensamento positivo interfere no nosso bem-estar e felicidade, e na disposição para enfrentarmos as nossas adversidades.

Inserida por luizguglielmetti

" A noite jamais será sua inimiga se você recebe-la de mente aberta e de coração puro... "

Deixa pra lá!
Como se fosse possível.
Karma!
Nunca deixa nada para lá.
Tudo retorna.
Hoje, eu sinto o que a solidão com vista para o mar.
Virou!
Em minas não tem mar.
Mas tem solidão.
E para compensar, dobrou a sensação.
Sinto que sou pouco para o mundo.
Sinto que sou imundo,
Que para nada presto.
Tudo que vem da terra, semeado foi.

Inserida por AldoTeixeira

O que vejo? um retrato?
apenas um retrato, de traços lisos, papel apenas.
Lá esta você, e em outro estamos nós.
O que vejo? um retrato?
Apenas um retrato, a imagem eternizada, o tempo preso
num pedaço de papel, apenas.
corro meus dedos sobre a película, que já gasta pelo
carinho excessivo e totalmente inútil, pois, não
o sinto e não me sentes.
Reparo outras lembranças. Um papel aqui, outro ali,
muita palavra perdida pelos deletes da vida, muita
lembrança clara na memória.
Mas, ficam sempre os momentos de amor, do meu amor, do
que fui capaz de declarar com tanta dificuldade.
E apesar desse amor imerecido, que teimo em guardar
dentro do peito escondido, que é só meu, ainda amo,
como o primeiro dia, como o primeiro olhar, como a primeira
palavra, como as primeiras letras, como a primeira poesia.
Tudo igual, sempre igual, apesar da dor cortante,
sempre igual esse grande amor,
sobre o qual escrevo nesse instante.
 
Valentina

Resposta:

Retrato ou abstrato?
Papel em branco e traços lisos
De personalidade e traços inconsistentes.
Retrato ou abstrato?
Traços em grafite ou carvão
Esperando as cores da história
Pintadas pela convivência,
Pintadas e finalizadas pela reciprocidade.
Nada é perdido, nem palavras,
Nem tempo, nem lembranças
Ficam em traços claros como rascunho
Em forma pela insegurança da mão
Que sozinha desenha.
Ficam traços claros porque a insegurança
Não deixa que os traços saiam
Firmes, definidos, são uma sucessão
De pequenas semi-retas
Que como um tremor de Parkinson
Formam o retrato de um amor doente.
Se não plenamente, amputado pela
Mão faltante onde as lembranças
Em muito são de memória única
E nunca se completa o retrato
Que deve ser em Duo.
Sempre igual não é o amor,
Mas a falta de reciprocidade.
 
Armando Moro

Inserida por Englevorin

somos abençoados com o direito de usufruir dos bens da natureza, mas temos o dever de preservá-la.

Inserida por chemiral

Marquei de vê-lá!! Você sabe o que é ficar a semana toda pensando em uma desculpa para não encontrar alguém por medo?!!!
Prometi que jamais deixaria meu medo impedir de tentar algo com ela novamente, ou seja, devo tentar beija-lá?? Ahhhhh, estou tendo um ataque de pânico e parece que a qualquer momento vou vomitar todos meus órgãos de uma vez só!!!!
Bom, o dia chegou e troquei de roupa e sapato milhares de vezes parecia que tinha 13 anos e teria meu primeiro encontro com o garoto que era apaixonada a anos. Bem irônico não? Pois bem, quanto mais chegava próximo ao local meu coração acelerava mais e mais e mais ... e minhas mãos tremiam e suavam como nunca antes.
Será que estou apaixonada por alguém que não falo a anos? Isso é possível?

29/07

Inserida por Not4sobre

A razão para o encontro era beija-lá até porque eu tinha me arrependido de ter sido tão medrosa, tão idiota e tola durante um ano inteiro com medo de alguém que eu gostava... alguém que eu via por uma tela de computador todas as noites e enlouquecia quando via mordendo os lábios... aquela boca nunca me enganou!!! Espereee sem spoiler !!!!!
Voltando! A razão para isso era perder o meu medo é aquela sensação de me arrepender por algo que nunca fiz , entretanto, quando levantei meus olhos .. avistei ela bem na minha frente .

29/07

Inserida por Not4sobre

Obedeça seu coração. Porque é lá que habita o que há de mais sagrado no Universo!

Inserida por MichelaJacomeLima

Às vezes aprendemos uma coisa tão boba e aquela bobice,lá frente, acaba nos salvando.
(04.10.17).

Inserida por NemilsonVdeMoraes

A mulher perfeita existe. E aquela que tem um Homem que sabe amá-la.
~ Giovane Conink

Inserida por giovaneconink

Viver é um ato urgente! Vai lá e vive!

Enquanto fotografia é tudo sobre a luz, é exatamente na ausência dela que a vida acontece lá fora.

Inserida por leovcastro

COMIDA FRIA

Lá em casa, habitualmente, não cozinhamos aos sábados. Saí para buscar o almoço com a nossa fornecedora atual, Dona Maria, que nos últimos anos abriu o portão de sua casa e começou a entregar aos finais de semana uma deliciosa feijoada, nas versões tradicional e “light”. Sorridente, falante e cortês, Dona Maria atende a todos com o seu gorro e avental branquinhos, e faz questão de dizer que tudo ali é feito com qualidade, asseio e carinho. Motivada pelo pedido de alguns clientes, estruturou a sua garagem e agora mantém meia dúzia de mesas plásticas, forradas com um tecido rendado, quatro cadeiras em cada e um freezer cheio de cervejas e refrigerantes para que os clientes possam se deliciar com a iguaria ali mesmo, caso prefiram.

Estacionei o meu carro numa rua perpendicular. Peguei a minha filha pela mão, tranquei e acionei o alarme e fui me aproximando da casa de Dona Maria. Do lado do seu portão principal, estava estacionado um carro muito bonito, com cabine dupla, cor prata e recém lavado, denotando o capricho do dono. Em um piscar de olhos, vi um rapaz de boné baixo (acho que para esconder parte do rosto) ao lado do carro, na porta do passageiro. Antes que eu pudesse processar o que estava acontecendo, o rapaz retirou a camiseta branca, enrolou em algo (que depois fui descobrir que era uma pedra bem grande) e bateu com toda a força dos seus braços finos no vidro da porta do passageiro, fazendo cacos de vidro voarem para toda lado. Mais rápido que o The Flash, meteu a mão dentro do veículo violado, retirou algo e saiu correndo. O “algo” era uma bolsa feminina, da cor vermelho escuro. O alarme do carro bonito começou a gritar alto, chamando a atenção do dono que estava no interior da casa de Dona Maria, aguardando o almoço.

O senhor careca, proprietário do veículo, também demorou alguns segundos para entender o que havia acontecido. Já com as mãos na cabeça em desespero, ouviu o meu grito abafado. Eu apontava e sacudia a mão desocupada na direção onde o rapaz decidiu correr… Mas foi em vão. A nossa capacidade cerebral de entender a cena, agir, gritar, fazer qualquer coisa útil foi infinitamente mais vagarosa do que as pernas compridas do rapaz tomando a direção já calculada.

Na sequência, uma pequena senhora de cabelos alaranjados também apareceu e descobri que era a dona da bolsa roubada, esposa do calvo senhor. A mesma, chorosa e assustada, afirmava repetidamente que não havia dinheiro ou nada que um meliante pudesse aproveitar lá dentro, somente seus documentos, cartões, maquiagens, remédios e pertences pessoais.

Tentando concluir a minha missão ali, apesar do susto e da injeção de adrenalina, entrei na casa de Dona Maria (que nessa hora voltava da rua após procurar ajuda policial com o casal) e meu coração estremeceu diante da cena que vi. Em uma das mesas com forro rendado colocadas à disposição dos clientes, duas porções completas e caprichadas (e ainda nem tocadas) da deliciosa feijoada da Dona Maria. Aquele momento íntimo e sagrado da dupla havia sido interrompido pelo grito do alarme, e acredito que os dois, naquela mistura de emoções e sobressalto, haviam perdido o apetite.

Nessa hora, minha filha, sacudindo levemente o meu braço, pediu explicações:

– Mamãe, aquele era um ladrão?

– Sim, meu amor, era.

– Por que ele quebrou o vidro do carro do moço?

– Para pegar dinheiro, meu bem. Ele não tem trabalho e não tem dinheiro para comer. Por isso faz isso com as pessoas – Expliquei de um jeito que ela pudesse entender, sem entrar em detalhes sobre o que eu realmente pensava a respeito do destino do dinheiro (não) roubado. E ela continuou:

– Uai mãezinha, mas se ele estava com fome não era mais fácil ele pedir um prato de feijoada para Dona Maria? Ela é tão carinhosa e boazinha e faz um montão bem grande de comida…

Dizendo isso, ela pegou a sua bolsinha rosa e começou a retirar suas moedas:

– Mamãe, essas moedas aqui pagam uma feijoada?

Sem entender, respondi:

– Não meu amor, não é suficiente. Mas para quê você quer comprar outra porção? Uma só dá pra gente, mamãe já pediu e pagou.

– Eu quero comprar comida para dar para aquele rapaz. Vamos encontrá-lo. Daí ninguém fica triste. A senhorinha do cabelo engraçado não precisa chorar por causa da bolsa dela, nem o moço careca precisa ficar triste com o carro quebrado. E o rapaz não precisará mais fazer coisas ruins com outras pessoas.

Ajoelhei, abracei a minha filhinha, beijei a testinha inocente dela e nada mais consegui dizer.

Peguei a embalagem térmica com uma porção da deliciosa iguaria, busquei para mim a mãozinha miúda e fomos caminhando devagar, atravessando a rua, em silêncio.

Antes de sair dali ainda pude observar novamente a mesa posta para o casal. Corações aflitos e comida fria.

Inserida por nivea_almeida

Cultive a beleza se gosta de vê-la.
Se gosta se sentir o amor cultive-o também...

Inserida por Nelsonpensador

A gente passa a vida falando na morte; torna-se íntimo, mas esquece de levá-la a sério.

Inserida por MaluMoraes

A casa das memórias
(Victor Bhering Drummond)

A velha casa ainda estava lá.
Preservando memórias, mistérios
E provocando medos.
Eram só retratos na parede
Pinturas e rabiscos na alma
Incapazes de fazer mal a nenhuma
Criatura sequer.
Abri a porta, senti o cheiro das coisas guardadas.
Sentei no sofá; voltei nos anos
E encontrei a festa do dia do batizado
Sendo celebrada novamente
Nas sala do meu coração.
(Outono no Sul - Registros de uma Casa Velha, 2017)

Inserida por victordrummond

Tratando-se de relações humanas ganha a guerra quem tem a hombridade de vencê-la não com a força, mas com o exemplo

Inserida por rogerio_d_oliveira

Quando nos encontramos ,
prometemos que não haveria promessas...
Nossos passos seriam à "la Vinicius de Moraes",
eternos enquanto durassem.
No entanto, cá estamos nós
amalgamados até o fim,
ou até a eternidade.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin