Luis da camões

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Há pobres tão ricos...
...e ricos tão pobres...!

Luis Miguel

Inserida por Luis_Miguel_73

"Mil vezes, mil falhas, mil desculpas, tudo em instantes mil."

Celso Luis de Lima

Inserida por Celso38

ROTA NORDESTE!

A pessoa aqui é bem vinda
a cultura vem da raiz
de São Luis a Olinda
toda essa rota eu já fiz
se você não fez ainda
vem ver que terra tão linda
lugar de gente feliz.

Inserida por GVM

Texto inspirado no conto “Não me acorde” de Luís Fernando Veríssimo e na Carta-Testamento de Getúlio Vargas.
O passado é prólogo. Certos eventos consolidam essa frase, tudo que veio antes se torna uma história de superação, um prefácio. Você se da conta de que tudo que houve até ali, 500 anos de uma história foi simplesmente preparação para aquele certo momento. E o passado ganha uma lógica que não tinha. Você passa a entender tudo em retrospecto, tudo ganha um sentido. O golpe de 64, os anos de ferro, a distensão lenta, segura e gradual, as guerras, os impeachments, tudo é prólogo para o amanhã. Está claro, a própria fuga de Dom João para o Brasil fez parte da preparação. Tudo é armação para aumentar a nossa glória, tudo se encaixa, ou você acha que a chegada de Cabral foi obra do acaso? Tudo está sendo construído aos poucos, desde antes de 1500, antes das cruzadas, antes de Jesus.
Forças se articulam contra o povo, contra a liberdade, contra o progresso, não nos dão direito de defesa, sufocam a nossa voz, impedem nossas mãos. Seguimos o destino que nos é imposto, calados e estamos desamparados. Mas devemos ter força, dar nossa vida, não se deixe humilhar, precisamos reagir, mas ao ódio responderemos com perdão, a opressão responderemos com o nosso sangue em direção à glória.
Eu vi você na rua, estava cercado por ignorância, por corrupção, por desrespeito, pelo jeitinho... Eu não sei o seu nome, nem de onde você é ou o que faz, mas você continuava lá, firme e forte. Posso imaginar como tem sido sua vida, o martírio, as decepções, a desilusão. Muitos da sua geração se perderam, levaram pais e avós ao desespero. Não tiveram acesso à educação, não tiveram acesso à noticias, não tiveram como dar asas a mente, e acredite, são muitos!
Você não sabe, mas é um herói, e quando chegarmos ao topo, seremos certamente o povo mais dedicado, fiel, convicto e feliz do mundo, porque será o país dos que resistiram. Aguente só mais um pouco, meus respeitos.

Inserida por O-PAI

Bagulho cheio de glitter e vamo matar bixinho, negócio é tiro na cara.(Luis em resposta sobre LoL ser jogo de macho)

Inserida por Frasescapivarescas

Meu lugar!

Meu talo é dessa raiz
onde sou cabra da peste
de Virgulino a Seu Luis
respeita o couro que veste
o meu coração quem diz
que eu nasci pra ser feliz
no sertão do meu nordeste.

Inserida por GVM

Andre Luis Aquino: Carrego seu coração- poema de E. E....

Carrego seu coração- poema de E. E. Cummings)

Eu Carrego seu coração comigo
(Eu o carrego no meu coração)
Eu nunca estou sem ele
(onde quer que eu vá, você vai, minha querida;
e o que quer que eu faça sozinho, eu faço por você, minha querida)

Eu não temo o destino
(porque você é o meu destino, minha doçura)
Eu não quero o mundo por mais belo que seja
Porque você é meu mundo, minha verdade.
Este é o maior dos segredos que ninguém sabe.

(Você é a raiz da raiz, e o botão do botão
e o céu do céu de uma árvore chamada vida;
que cresce mais alta do que a alma pode esperar
ou a mente pode esconder.
Este é o milagre que distancia as estrelas

Eu Carrego seu coração
(carrego no meu coração)

Inserida por renatha0307

SÃO LUÍS DO MARANHÃO

Caminho
na Ilha
conheço
as trilhas
mar
e marés
mariscos
e mangues
mistérios,
magias
sotaques
e poesia.

Inserida por RMCardoso

Lai a procura de Agustina Bessa-Luís


Já tinha escrito uma vez como conheci Agustina. Foi no museu da Língua portuguesa. Foi em um sábado, eu e as moscas. Nunca vou em exposição, a única exposição que frequento com prazer, sem tédio, tipo: me tirem daqui! É das flores, das gaivotas, dos patos, das gramas e do mar... Foi um amigo que tive aqui no facebook que um dia me perguntou: Terá uma exposição da Agustina Bessa no museu da língua portuguesa ai em SP, você vai? Sabedor que era do meu fascínio por essa mulher, fez por bem me avisar. É claro que fui. O que me deixou furiosa não foi ter sido eu a única visitante naquele dia e não duvido nada que em todos os outros dias também. O que me incomodou foi não ter nenhum livro dela ali exposto ou alguém contando a sua história. Só havia fotos dela e nada mais. Olha, sei que vocês devem estar desconfiados, mas tempo depois aquilo lá pegou fogo e juro que não tenho nada com isso.
Ai um dia me deu na telha: vou para o Porto. Porque o Porto e não Lisboa? Por causa do vinho. Todo mundo na minha vizinhança fala desse vinho e eu pensava com meus botões: que raios tem esse vinho que os outros não tem? E também queria só de raiva conhecer Agustina Bessa e dizer a ela onde já se viu uma exposição daquelas. Pedi para um amigo bem informado que mora no facebook, um advogado de nome... melhor esquecer o nome, se ele saberia dizer onde morava a Agustina. Respondeu que iria confirmar e depois de me fazer esperar uma semana e alguns dias, passou o endereço e eu anotei. Para quem não sabe o esposo da Agustina é advogado e foi encontrado por ela nos classificados. Sorte grande teve o estudante de direito Alberto Luís ao responder o anúncio. Não sei por que digo isso, talvez pelo mesmo motivo que a malta portuguesa tem de dizer séculos depois que o pobre do Camilo esteve preso na cadeia da relação por adultério.

Um belo dia entrei naquele avião sem medo e sem asas e atravessei o oceano. Somente vim a descobrir a grandiosidade e a delicia que é esse oceano Atlântico na Vila do Conde, quando em uma bela manhã calma e ensolarada eu vi com esses olhos que a terra não há de comer a nau (uma miniatura tamanho gigante) de Cabral e meus olhos se encheram de lágrimas diante de tanta coragem daquele homem teimoso como uma mula.

Hoje quando penso nisso meu coração ainda pula. Por causa de Cabral? Não mais, agora é por causa de mim mesma.
E aqui, fiquei saracoteando por ai. Conheci Camilo Castelo Branco, sua última morada e fiquei estarrecida com seu paradeiro. Os dias passando... Até aquela tarde em que eu caminhava feliz como uma noviça pela Rua Campo Alegre, e então a surpresa. Foi como se alguém tivesse segurado meu pescoço e dito: Olha! E fiquei assim tipo estatua olhando para aquela placa com o nome de uma rua. Sabe quando você vê algo que queria e não esperava, fiquei ali olhando, dando voltas sobre ela, parecendo um altar de adoração. Como fiz para chegar até a casa contei isso no verão passado.

E contei também da moça que estava no andar de baixo e eu olhei... E a chamei e ela veio e me mandou ir ate o portão de entrada e eu fui... A empregada atendeu. Empregadas são treinadas para serem muralhas... Mas eu pedi a ela e ela disse que iria levar meu livro para ser autografado. Não era isso que eu queria. Mas entre isso ou o nada. Preferi isso. Foi e quase não voltava mais. É que o Dr. Alberto Luís deve ter levado longo tempo lendo a crônica da Agustina no livro de vários autores que eu tinha. Ou estava ocupado sei lá, não me disseram... Sei que ela voltou com seu passo apressado, não sei o que deixa essas mulheres assim tão pesadas. Entregou-me o livro que carregava nas mãos como se fosse um empecilho dos seus afazeres e fechou o portão. Ali estava a dedicatória... Não era isso...Não era isso sua mula. Quem era mula? Eu ou ela? Não sei quanto tempo fiquei ali parada na porta de ferro verde. Minha mão batia no nada e eu dizia: Não é isso, não é isso... volta aqui!
Tentei encontrar um buraco de ferrugem onde eu pudesse olhar...

Dei uns passos atrás e sentei em um resto de muro. Ah, foi tão triste. Queria tanto dizer, queria tanto que sentissem o tamanho da minha tristeza naquele dia. Se soubessem viriam aqui e derrubariam todas as portas, abririam todas as trancas... Teria que fazer algo não podia ficar ali parada.

Dei umas voltas pelos restos do que foi um dia uma aldeia e hoje esta cortado por uma rodovia dupla e rodopiei como se estivesse caindo em um labirinto.

Toquei com os olhos e com as mãos cada pedaço daquela quinta. Olhei através das janelas e encontrei as nuvens e o céu azul, tão lindo.

Fechei os olhos e imaginei como era a vida daquela mulher quando ali existia esperança e vida.

Lai em a vida como ela é os poetas da sua vida

Inserida por marcialailin

HOMENAGEM AO MINISTRO LUIS R. BARROSO
POETETRA DUPLEX CARISMA CRIAÇÃO DE NORMA APARECIDA SILVEIRA DE MORAES

MINHA SINCERA, BEM, HOMENAGEM
MINISTRO DO POVO, SEM SACANAGEM

PENSA EM HUMANOS, IGUALDADE
COM JUSTIÇA, CERTA FRATERNIDADE

MINISTRO QUE NÃO GOSTA DE INJUSTIÇADOS
TORCENDO POR JUVENS DESPREZADOS

PENSA COM CERTEZA, FELICIDADE
BUSCOU RECURSOS NA ESPIRITUALIDADE

QUE LHE AUMENTOU MUITO RESPONSABILDADE
POR CONHECER REGRAS, UNIVERSALIDADE

NA DOENÇA, EVOLUIU, ACRESCENTOU
NO JULGAMENTO, REFLETIR, USOU

QUE PARA TODOS CORRETA LIBERDADE
SEM INJUSTIÇA CLASSES, VERDADE

NÃO TEME REPRESÁLIA; HONESTIDADE
NO JULGAR SINCERA IMPARCIALIDADE

MINSITRO JOSE LUIS BARROSO
DEUS ILUMINOU CORAÇÃO AMOROSO

COM FÉ, AMOR SINCER, VERDADEIRO
REFLETINDO NOS PONTOS SALVADOREIRO

PAZ PROFUNDA NASCE DO SOFRIMENTO
DA EXPERIÊNCIA, AMOR, FIM DO TORMENTO

ADMIRO-O PELA CORAGEM ENFRENTAMENTO
O QUE APRENDEU PELOS ENSINAMENTOS

NA JUSTA MERECIDA SUPERAÇÃO
NO AMOR JUSTIÇA, COLABORAÇÃO (STF)

25/05/2014

Inserida por NormaSilveiraMoraes

... Os perfeitos não amam, porquê o amor foi feito para os imperfeitos...

Luis Carlos Badaro

Inserida por luissa05

As obras de André Luís são um bom exemplo que os sofrimentos e as alegrias continuam no pós-morte mediante o tipo de vida que elegemos na roupagem física; o autor espiritual que citamos deixa esse conceito claro no livro Libertação, quando relata a os pensamentos dos seus instrutores espirituais, abordando que "é escasso o número de pessoas que se preocuparam com a ética e a busca pelas verdades do espírito, e grande o número de seres que cultivaram paixões e emoções destrambelhadas; o resultado é que milhões dessas pessoas, no pós-morte, permanecem como "fantasmas", jungidos à crosta terrestre, dividindo espaço vibŕatil com os encarnados

Inserida por Gabriel86

O sonho do luis filips e contruir uma construir uma casa com telhado pra eu não ser sem-teto

Inserida por luisfilips

“Poesia é a visão e análise emocional do inexistente.”
(Moacir Luís Araldi)

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Sem empatia não é possível a (r)evolução humana. 

João Luís dos Santos

Inserida por joaoluissantos

⁠ADEUS até ao nosso reencontro [se ELE nos permitir] mi Hermanito Luis Emilio

Que triste eu tão fiquei, por descobrir;
Que tinhas PARTIDO, meu Lindo IRMÃO;
Deste nosso viver, com ténue chão;
Onde todos andamos, pra partir!

Oxalá que O de nós, Bom CRIADOR;
Tua ALMA Boa, Tenha Recolhido;
Num LUGAR, para ELA tão Merecido;
Dado: O Da MESMA, Tão LINDO Sabor.

Pois por cá, nesta rede social;
De TI, só assisti a UM Bom SEMEAR;
Do que em ELA tão TINHAS, com VALOR!...

Que foi, um AMARES todos, por igual;
Que foi, Um DESSA ALMINHA, tanto a nós dar;
Que foi, um a todos nós, DAR TANTO AMOR.
Com o CARINHO, que de mim MERECES, para TI;

Inserida por manuel_santos_1

Segundo Mauro Luís Iasi, "A consciência não é algo que possa ser adquirido e não é algo dado, portanto, ninguém é capaz de conscientizar ao outro".
Penso que é algo desenvolvido por uma motivação intrínseca.

Inserida por RaidalvadeCastro

OPULÊNCIA DA VELHA SENHORA


De João Batista do Lago


São Luis – essa Velha Senhora! ‒
Quanta opulência ainda te mora
Segredada em teus casarios
Nas tuas ruas estreitas… sombrias
Em tuas pedras de cantarias
Nos becos de todos os Desterros:
Sombras que tatuam teu presente!


Teus poetas sequer desconfiam
Do mal luso em ti segredado
Desconhecem as tuas patranhas
Amam-te ‒ todos! ‒ enganados
Porém ‒ eu ‒ sei das artimanhas:
Teu altruismo de vãs veleidades
É “Quimera” colonial


Cantamos os teus azulejos
Declamamos as tuas sacadas
Nos extasiamos com telhados
Pintamos de orgulho toda Ilha
Porém não temos sentimento
Para enxergar toda obviedade:
Índios e negros marginais da cidade


O ‘fausto’ da Velha Senhora
Expande-se à Caxias e Alcântara
Onde também se cantam versos
Da nobiliarquia maranhense
Onde suas gentes nobilíssimas
São almas per se condenadas
Por algozes do algodão e arroz


Do estratagema dominante
Monta-se a treta arrogante
Miscigenam-se as nacionais
Com filhos de comerciantes
Garantia do futuro ufano
De escravagistas sociais
Casta de senhores feudais


É dessa casta que aparece o
Estupro da preta escrava
Nos casarios e nas senzalas
Sob o manto desses silêncios
Relicários da velha igreja
Estuprada pelo vintém
Perdoará pecado senhorio


É desse caráter social
De fonte lusitana tosca o
Genocídio do povo indígena
Ainda hoje aqui perpetrado
Pelo lusitano esquálido
Que se imagina proprietário
Da nação timbira sem terra


A Velha Senhora impávida
Desfilava só sua opulência
Sobre as pedras de cantaria
Sua carruagem sempre rangia
No lombo negro que sofria
A mesma desgraçada sorte
De um Souzândrade ameríndio


Atenas fez-se por encanto
Pensando ser toda sua glória
Esparta faz-se na história
Ainda hoje na sua memória
Retém os grilhões dos infantes
Almas penadas que vergastam
Ruas e becos da Velha Senhora


Índios… negros ‒ sempre! ‒ excluídos
Remetem a uma não Paideia
Mesmo que a opulência planteia
No imaginário dum só poeta
Por certo haverá miséria na
Opulenta Ática timbira


Amo-te ‒ Ó Velha Senhora! ‒
E quanto mais amante sou
Te quero livrar dos pecados
Dar-te o fogo dos numinosos
Ver-te livre das injustiças
Saber-te mãe eterna: virtude
Plena de toda alteridade

Inserida por joao_batista_do_lago

Textos e poema de Luis Fernando Veríssimo;
Textos de Arnaldo Jabor
Poemas de Cecília Meirelles

Inserida por Salvadora

Minha VIDA, Carlos Magno (São Luis/MA)

Você tem tomado conta dos meus sonhos
Você tem tomado conta do meu dia a dia
Você tem feito de mim, escrava de suas madrugadas
Você tem tirado minha paz, com as maldades impensáveis
Você não sabe o que quer e tem maltratado meu amor por Você
É assim que estou vivendo é assim que estou morrendo por
Você dia após dia.

Por Você tenho vivido meus dias maus
Por Você não me sinto dormindo em colchão
Tenho dormido em pedras e espinhos
Porque a dor que sinto quando acordo de
um sonho com Você é muito forte,
Por Você sou capaz de agüentar essa dor.

Você é tudo de bom de um sonho,
A maldade esta em sonhar com Você e não tê-lo...
A maldade esta quando me sinto em suas mãos...
A maldade é o despertar dessa paixão doida...


Te amo horrores!!!

19/julho/2010

Inserida por lenebordalo