Luis da camões
VIDA...Carlos Magno... (São Luis/MA)
Na dor aprendi... Que seja lá o que for – especialmente uma relação que se acabou – solte, desapegue, deixe ir embora... Abra seu coração e sinta sair de dentro de você as culpas, os erros, as regras não cumpridas, o que fez sem querer fazer, e o que não fez querendo fazer... Enfim, tudo que já não serve mais, que acabou, que já foi! E de agora em diante, que o passado seja apenas aprendizado; experiências que tornam você mais amadurecida, menos iludida, mais autêntica, menos dolorida. Permita-se!!!
OS QUATRO CICLOS - Jorge Luis Borges.
do livro O ouro dos Tigres (1972) :
Quatro são as histórias. Uma, a mais antiga, é a de uma forte cidade cercada e defendida por homens valentes. Os defensores sabem que a cidade será entregue ao ferro e ao fogo e que sua batalha é inútil; o mais famoso dos agressores, Aquiles, sabe que seu destino é morrer antes da vitória. Os séculos foram acrescentando elementos de magia. Já se disse que Helena de Tróia, pela qual os exércitos morreram, era uma bela nuvem, uma sombra; já se disse que o grande cavalo oco no qual se ocultaram os gregos era também uma aparência.
Homero não deve ter sido o primeiro poeta a referir a fábula; alguém, no século catorze, deixou esta linha que anda em minha memória: "The borgh brittened and brent to brontes and askes". Dante Gabriel Rossetti iria imaginar que a sorte de Tróia foi selada naquele instante em que Páris arde de amor por Helena; Yeats elegerá o instante em que se confundem Leda e o cisne que era um deus.
Outra, que se vincula à primeira, é a de um regresso. O de Ulisses, que, ao fim de dez anos errando por mares perigosos e demorando-se em ilhas de encantamento, volta a sua Ítaca; o das divindades do Norte que, uma vez destruída a terra, vêem-na surgir do mar, verde e lúcida, e encontram perdidas
no gramado as peças de xadrez com que antes jogaram.
A terceira história é a de uma busca. Podemos ver nela uma variante da forma anterior. Jasão e o Velocino; os trinta pássaros do persa, que cruzam montanhas e mares e vêem o rosto de seu Deus, o Simurgh, que é cada um deles e todos. No passado, todo cometimento era venturoso. Alguém roubava, no fim, as proibidas maçãs de ouro; alguém, no fim, merecia a conquista do Graal. Agora, a busca está condenada ao fracasso. O capitão Ahab dá com a baleia e a baleia o desfaz; os heróis de James ou de Kafka só podem esperar a derrota. Somos tão pobres de coragem e de fé que agora o happy-ending não passa de um mimo industrial. Não podemos acreditar no céu, mas sim no inferno.
A última história é a do sacrifício de um deus. Átis, na Frígia, se mutila e se mata; Odin, sacrificado a Odin, Ele mesmo a Si Mesmo, pende da árvore nove noites a fio, ferido com uma lança; Cristo é crucificado pelos romanos.
Quatro são as histórias. Durante o tempo que nos resta, continuaremos a narrá-las, transformadas.
Camarada Luís da Silva, antes da revolução você elogiava os políticos safados do interior, os prefeitos ladrões. Onde está o dinheiro que essa gente lhe deu?
(em Angústia, 1936)
Estraçalhado.
É tempo de vidraça.
Felizmente o tempo passa...
© Moacir Luís Araldi - Direitos autorais reservados.
Hoje há muitos profetas do nada; raros são os que medem, erram e corrigem.
© 22 abr.1988 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Sou pai pela relação, pessoa pelo todo; um sustenta o outro.
© 11 set.2002 | Luís Filipe Ribães Monteiro
"Tambor de Mina do Maranhão e Seus Encantos"
Por Prof. Esp Fernando Luis
O Tambor de Mina é mais do que uma expressão musical; é um verdadeiro coração pulsante da cultura maranhense, que ecoa nas ruas de São Luís e nas almas de seu povo. Essa tradição, que une música, dança e espiritualidade, carrega consigo a rica herança afro-brasileira, refletindo a diversidade e a resiliência de um povo que celebra suas raízes.
No centro dessa história, encontramos figuras icônicas que moldaram e continuam a moldar o Tambor de Mina. Jorge Babalaô, com sua Casa de Iemanjá, foi um dos grandes mestres que dedicou sua vida ao ensinamento e à preservação dessa cultura. Seu legado é sentido até hoje, reverberando nas vozes de seus seguidores e na prática religiosa que ele tão bem representou. Pai Jorge foi mais do que um sacerdote; ele foi um guardião da sabedoria ancestral, cuja influência se estende muito além de sua passagem.
Hoje, Wender Pinheiro, conhecido como Obajedô, assume essa responsabilidade com um carinho e uma devoção admiráveis. Sacerdote do Ilê Axé Oba Yzoo e iniciado no tambor há mais de 21 anos sob a orientação de Pai Jorge, Wender traz consigo um vasto conhecimento acumulado ao longo dos anos. Ele não é apenas um praticante, mas um verdadeiro instrumentador da cultura, unindo o sagrado ao cotidiano, e promovendo uma conexão profunda entre as gerações.
O Tambor de Mina, com suas batidas envolventes e danças vibrantes, é um convite para a comunidade se reunir. É um espaço onde as pessoas se conhecem, compartilham histórias e se conectam com suas ancestrais. Em cada celebração, a energia coletiva se eleva, criando um ambiente de amor, respeito e alegria. Os rituais são momentos de encantamento, onde a ancestralidade é exaltada e a identidade afro-brasileira é reafirmada.
Wender, em sua posição como líder, traz à tona a importância da tradição em um mundo que muitas vezes tenta desviar o olhar das raízes culturais. Ele tem a missão de manter viva a chama do Tambor de Mina, não apenas como um rito religioso, mas como uma forma de resistência cultural. Sua atuação vai além dos templos; ele se envolve na comunidade, promovendo eventos que celebram a cultura e educam as novas gerações sobre sua importância.
Através do Tambor de Mina, o Maranhão se apresenta ao mundo como um mosaico de ritmos, cores e histórias. É um testemunho do poder da cultura em unir as pessoas e fortalecer laços. À medida que o tambor ecoa, ele nos lembra que, independentemente dos desafios, a riqueza cultural é um legado que deve ser celebrado e perpetuado.
Em suma, o Tambor de Mina do Maranhão é um verdadeiro tesouro que, através de mestres como Jorge Babalaô e Wender Pinheiro, continua a encantar e a inspirar. A cada batida, a tradição se renova, garantindo que os encantos do passado permaneçam vivos e vibrantes no presente, enriquecendo ainda mais a diversidade cultural da capital maranhense e de todo o Brasil.
Ser feliz não é um estatuto, é um caminho que se refaz em passos pequenos.
© 24 dez.2014 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Trocar o dia pela noite, dizia Luís Soares, é restaurar o império da natureza corrigindo a obra da sociedade. O calor do sol está dizendo aos homens que vão descansar e dormir, ao passo que a frescura relativa da noite é a verdadeira estação em que se deve viver. Livre em todas as minhas ações, não quero sujeitar-me à lei absurda que a sociedade me impõe: velarei de noite, dormirei de dia.
Composição Sai da frente
Eduardo Luis Tavares Queiroz
O crente quando ora o fogo cai
O inimigo sai, Deus manda poder
Sai da frente, ó encardido, porque o crente está Com o Senhor Jeová, dono do poder
Bartimeu clamou, clamou
Filho de Davi
Jesus perguntou
O que queres de mim?
Que eu possa ver, Senhor, para contemplar
Todas maravilhas e Seu nome anunciar
Quando o crente ora, ora o fogo cai
O inimigo sai, Deus manda poder
Sai da frente, ó encardido, porque o crente está Com o Senhor Jeová, dono do poder
Elias orou e o fogo desceu
Faça o mesmo agora e receba o poder de Deus
Ele está aqui, irmão, pode contemplar
Deus marcou esse encontro foi pra te abençoar
Quando o crente ora, ora o fogo cai
O inimigo sai, Deus manda poder
Sai da frente, ó encardido, porque o crente está
Com o Senhor Jeová, dono do poder
Nosso Deus é mistério, nosso Deus é poder
Se liga nesse manto e venha logo receber
Ele está aqui, irmão, para contemplar
Todas maravilhas e Seu nome anunciar
Quando o crente ora, ora, ora o fogo cai
O inimigo sai, Deus manda poder
Sai da frente, ó encardido, porque o crente está
Com o Senhor Jeová, dono do poder
Antes do amor acabar, não esqueça que o amor é uma decisão e não uma emoção.
Jose luis Gonçalves de Sousa
Psicólogo
Saiba que até o amor muito amado, pode morrer quando não alimentado.
Jose luis Gonçalves de Sousa
Psicólogo
Gratidão e parabéns ao ministro Luis Alberto Barroso!
A legalização do aborto é pela vida das mulheres!
No Brasil, as pobres morrem enquanto as ricas vivem, pagando clínicas caras de aborto clandestino ou viajando para países onde é legal realizar o procedimento.
Pela legalização do aborto para todas as pessoas que gestam! Mulheres, homens trans e outras identidades que podem vir a engravidar.
Não gosta de aborto? Não pensa em abortar? Acha isso errado ou pecaminoso? Ótimo, é só não abortar. Você pode ter a opinião que quiser quanto a isso, no entanto não pode querer que as leis funcionem de acordo com o seu senso de certo ou errado, assim como em um Estado LAICO nenhuma religião pode ser a base de qualquer que seja a lei!
Pelo aborto legal JÁ!
- Marcela Lobato
1517 📜 "Aquele Luis disse: 'O Estado sou Eu', lembram? Já eu digo para as Merecedoras: 'Seu prazer sou Eu e Modestia às Favas!' Este (ou Esse) sou Eu!"
São Luís, 15 de Setembro de 2012.
Hoje acordei mais uma vez com uma certeza absurda que te amo, e pior do jeito mais difícil de amar o amor que deixa passar e não reage à dor de você não estar ao meu lado e sim ao lado de outra pessoa. Ai vem mil pensamentos a minha cabeça que dizem por que ela é merecedora de você e eu não.
Resolvo deixar mais uma vez pra Deus decidir na minha falta de coragem de decidir e chutar o balde e dizer que eu não desisti eu só espero que você enxergue o que é nítido aos olhos alheios nos dois Um e o Outro nos completamos mais nada.
