Luis da camões
A Camões, honra e valor!
Porque foi poeta do amor.
E falou de Portugal…
Do seu grande historial!..
Oh! Velho do Restelo, cala-te!
Porque, Portugal ainda será…
Cala-te! Cala-te!... Cala-te!...
Porque Nuno, Álvares Pereira, ressuscitará.
E Dom Dinis, foi rei trovador.
E Dona Isabel, foi rainha…
E Inês de Castro, morreu por amor.
Cala-te! Porque o Brasil e Angola, são reais!
E Portugal, é sempre, terra linda!...
E nela eternamente, não haverá, mais ais!...
Disse eu no meu coração!
Oh vos que sois Deuses do além...
E vós Ninfas de Camões, que foi poeta também.
Da-me Divino dom, para esta canção...
Com a minha alma cantar.
Com ousadia a voz levantar.
Neste mundo ingrato nele ainda há...
Gentes que como não são de cá,
Estes que em ação permanecem,
Com as armas do bem lutam...
Para afastar o mal, que quer vencer.
Mas tu céu e terra, ajuda estes,
Que já deram testemunho do mal, não temer.
São pessoas impecáveis...
E muito tem de amáveis...
Estes estão em grupo.
Para os fracos de coração ajudar.
Têm coragem que é virtude.
Todos os dias estão na frente.
Nesta tarefa de fazer o Bem.
Levantam as mãos como gente,
Que não olha para trás.
Mas têm convicção de dar...
Ainda neste tempo, aos pobres de espírito,
Um consolo para que sintam o seu amar.
Já o Divino mestre dizia:
"Aos pobres sempre os tendes convosco".
Este trabalho tem a ajuda dos anjos,
E do poder santo, que sempre assim agia.
E tu Miguel príncipe do bem.
Afasta o mal desta terra,
Que ao Bem faz Guerra,
Oh Deus dos deuses, ajuda esta gente,
Que continua a dar aos cansados...
Os lírios do campo da manhã,
Para que os pobres doentes possuam...
Um novo dia e olhem para a frente,
Como estando já aliviados.
A vida do tempo do amanhã,
A possam sentir, para que eles continuem,
À espera da boa ação. ..
Que estes da paz servos lhes dão.
E assim todos juntos,
Façamos uma canção em alto tom!
Uma canção de felicidade,
Que estes do bem, para isso...
Têm imensa liberdade.
Oh vós grupo de líderes do bem,
Continuai este trabalho!
Com a força que vem do além,
E conduzi estas almas às terras...
Dá verdadeira paz que sempre vem.
Assim como os ajudaste até ao momento.
Continuai a tirar lhe todo o sofrimento.
Até que está gente doente.
Chegue a terra Eterna...
Terra sem dor, terra fraterna!
Para que venhamos a ter um dia...
Um novo sentimento de alegria!
Chá com os Poetas e a Moça Bonita
Quando ainda não vinha a noite,
Camões adentrou sobressaltado.
Tinha visto na Caravela,
O mar inteiro lamuriar-se.
Deixavam, pois, como aferira,
restos de tudo a enturvar as águas.
Logo em frente estava Quintana,
vindo de longe no vagão de um trem,
a confabular com uma andorinha,
que em frase pausada silabava:
- No ar há tanta fumaça,
que nem se pode mais voar sozinha.
Enquanto se aguardava o Mia
a descrever Um Rio Chamado Tempo,
perceberam Shakespeare acomodar-se,
frente ao sol que já não se via,
proclamando sem muito assombro:
- Falta humano no divino, mais virtude no humano.
O saber não deve destruir a vida,
feito punhal a ferir o coração dos homens.
Escutaram-se ruídos vários, ao ouvir-se o abrir de portas.
Era Pessoa com Ricardo junto com os demais heterônimos.
Todos apóstolos frente ao pão, resolveram recitar Drummond,
que bem se diga, já havia previamente antecipado:
- Saí cedo de Itabira, vou embora para Pasárgada.
Quem sabe acho Bandeira, coberto num trono de palavras.
Neste instante chegou Vinícius e sua elegante diplomacia.
Asseverou solenemente. Trouxe-lhes taças e o vinho.
Não lhes privei do chá inglês, mas devem considerar com atenção.
Melhor é sorver o sentir com um espumante entre as mãos.
Já não se sabia mais as horas. O ar estava em cantoria.
A moça junto à janela que as primeiras letras fazia,
das palavras guardava afeto para se doar em cada livro.
Foi dela a sugestão que cada um deixasse de si, apenas um verso transcrito.
Eu, mero assistente, por obra de atrevimento, também fiz provocação.
Por que não escrever os poemas em simples folhas de pipas.
Soltaríamos as Pandorgas em cada um dos cantos do mundo.
E poderiam as mesmas se irem a procurar um novo dia.
Prontamente Camões assinalou:
"...Da alma e de quanto tiver,
quero que me despojeis,
contanto que me deixeis,
os olhos para vos ver.."
Em seguida chegou-se Mia a sentenciar num repente:
"... Deixo a paciência dos rios,
mas não levo,
mapa nem bússola,
porque andei sempre,
sobre meus pés,
e doeu-me às vezes viver.
Hei de inventar,
um verso que vos faça justiça".
Quintana com seu sotaque ergueu-se com voz doce e macia, a reverberar clarividente:
" ... Porque o tempo é uma invenção da morte:
Não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia,
para nos dar a eternidade inteira..."
Vinicius após servir o vinho, pediu um aparte.
Moça com perfume de flor, por favor, escreva para mim:
"... A coisa mais bonita,
que há no mundo,
é viver cada segundo,
como se não fosse o fim..."
Alberto, ao lado de Pessoa, também se pronunciou:
"...Mesmo que o pão seja caro
e a liberdade pequena,
sei que a vida vale a pena,
quando a alma não é pequena.."
Já se adentrava a noite alta e as pandorgas versos partiam.
Foi quando fitei a moça que de olhos gris se vestia.
Então clamei a ela, antes que também se retirasse:
Agora que a lua cheia chegou,
como teus olhos em ternura,
borda-me entre o céu e a tua boca,
numa indelével tecitura.
A moça nada me disse, repousou na minha face.
Por ali ficamos embebidos de poetamento,
como se por um breve instante,
tivéssemos tocado o infinito.
Carlos Daniel Dojja
In Poemas Para Crianças Crescidas
Nada mudou
Ah Camões!!!!
As coisas não melhoraram com o passar do tempo.
Como você vejo no mundo os bons passarem graves tormentos.
Os maus se deliciarem em mares de contentamento
Os bons em eterno sofrimento.
Os maus velejando com total ajuda do vento.
Os bons em tristezas noites mal dormidas.
Os maus ilesos sem nenhuma ferida.
É a vida, dirás tu...
Faz das gentes o que quer...
Que cada um fique pronto pro que der e vier.
Grande, imenso fingidor, Fernando Pessoa, nada seria sem Camões. Os gênios dão sempre á luz a grandes monstros que os engolem.
DIA DE PORTUGAL, DiA DE CAMÕES
, Dia de viver estrofes, sílabas, dos versos emparelhados e cruzados em 8 tempos. Distinguido pela sua obra a epopeia Lusíadas
Um expandindo poeta que elevou-se ao mais alto nível da poesia, e rimou como ninguém,passou tribulações, viveu, e nas suas lutas de interiorização manifestou, um nível elevado de linguagem e jogo de palavras, onde a compreensão passa pela separação dos tempos, e continua actual.
Escrevo aqui umas linhas de Luís Vaz de Camões.
-'Das gentes populares,uns aprovam
A Guerra com que a pátria sustinha;
Uns armas limpam e renovam.
Que a ferrugem da paz gastadas tinha
Capacetes estufam, peitos provam,
Arma-se cada um como convinha,
Com letras e tensões de seus amores.
Agora escrevo eu:
Há Guerras que se vem
E outras que não se sentem
Começaram nos Céus
Entre Lúcifer e Deus
As nossa lutas internas
E batalhas externas
São uma constantes
Nada é como dantes
Bem Haja
Dia de Portugal Dia de Camões estou a escrever o meu canto pode observar a evolução.
Inspirado no "Canto Primeiro Lusiadas".
Com armas forjadas, emponhaladas no ocidente,
Luiz Vaz Camões antevia o que reparte a mente lusitana.
A procura da paz.
Para nos livrarmos das Guerras de nossa gente.
Edificaram nações neste Reinos.
Ultrupassamos mares, céus e rios.
Para chegar a concensos
Dilineamos objectivos
Para sublimar planeajamentos .
Para sair com Fé,
da Guerra, da fome, da miseria, da doença.
Para encontrar esperança.
Contando as multidões.
Que há muitas soluções.
No que conserne a poesia, a religião, a politica, a cultura,a saúde,a educação, a arte, a filosofia.
A razão de ser, de estar e de existir , entre outros poréns,além terra, além mar, além Céus, além ar, e por ali além.
Encontrando e desencontrando almas de corações dedicados no viver e no amar.
Da sabedoria do grego da cidade de Homero.
A arvore plantada e o passaro.
Entuavam as sonoranidades
das liberdades
Expressas por poemas de verdades.
Em vitorias carregadas ao peito pelas conquistas.
Do conhecimento dos astros de Neptuno e das Musas.
Com desejo de conhecer melhor outros mundos, como Marte.
O sol brilha na nossa humilde essência.
Queimando pestanas
No calor ardente.
Em analises e pesquisas.
Celebrando o banquete alegremente.
Da descoberta de outro continente.
Colinizando outra gente
Unindo-nos a outra
corrente.
Para sermos patriotas e mais convergentes.
Compratiotas de uma pátria unica.
Saindo desta causa nostalgica
Monotonica dos tumultos da agonia
A favor e contra a vida.
Que nos obriga a viagens.
Para outras margens.
Quando deveriamos
Apreciar a nossas paisagens.
Lusitanos nós queremos esperança.
Mais segurança nas verdades e nas liberdades vivenciadas.
A realidade contida na cristiandade
Dá-nos fé e a força para nos mantemos fortes.
Para nos levar a hemisférios com maior perseverança.
Nossos Governantes e Lideres que tenham directizes para nos guiar.
Para tratar com o Oriental,America a Asia, a India.
Atravessem o Atlântico
Que sejam justos.
Para nascer a Europa.
Ninfa de olho grande
Que atravessa o oceano.
Plante-se arvores.
Floresça mais uma planta.
Exista amor na vida.
Contemplando alegria.
Na pátria.
Construindo infra-extruturas
Criando bases solidas para as pessoas.
Aqueles que tem o seu poiso e ninho.
Devem zelar e cuidar
O premio é o bem estar.
A saude e a conexão com supremo.
Sendo excelente em excelencia
Saindo de artimanhas e façanha
Da fantazias, das mentiras
Para adorar e louvar a sua musa divina.
O senhor!
No sonho de um Deus.
Verdadeiro e puro dos céus.
De um coração repleto glória.
Com aura da Vitória.
Disse que somos:
Descentes de Afonso.
Muitas vidas e mortes.
Enquanto posso declamo e canto.
A sublime palavra ao povo
Não iludo e não quero infortunio de meu mano.
Da África as terras do Oriente ao Ocidente aos mares de exercito a Russia Roménia até a Guerra.
Encontrando os Mulcumanos e o Cristãos
Não fazendo distinções.
Nem protestantes e Católicos.
Que muitas vezes andam em contendas.
Reza a lenda.
Que a senda que vem de a seculos.
Enquanto o tempo perdura como vento.
Regemo-nos para subreponjar catastrofes
Tumultos e tormentos.
Por:
Emanuel Bruno Mota Veiga Escrita de Emanuel Andrade
Canto de Portugal e de Camões
No peito a Pátria, em verso navegada,
Por mares de epopeia consagrada,
Ergue-se o canto, firme, em luz segura,
De um povo em alma, em fé, em voz tão pura.
Camões, bandeira ao vento do destino,
Na lira ergue o império cristalino,
Que não se mede em ouro ou em batalhas,
Mas sim na arte, em ondas e muralhas.
Cantaste a glória e a dor de ser-se gente,
De ir mais além, com peito resistente,
E ao mundo deste a língua que enlaçamos,
Nos cantos e saudades que levamos.
Numa gruta escondida e solitária,
Forjaste o verso em chama visionária,
E o Tejo ouviu tua pena iluminar
O céu dos navegantes pelo mar.
Trazias na memória a antiga grei,
Dos deuses, dos heróis e de um rei,
Mas foste mais: a voz da liberdade,
Do povo e seu anseio por verdade.
Neste Dez de Junho ergue-se o clarão
Do verbo que é espada e coração;
Portugal, nome vasto como o vento,
Que vive no silêncio e no lamento.
Vive também no riso das crianças,
Na alma emigrada, cheia de esperanças,
E em cada canto, onde um português
Se lembra de quem é, de quanto fez.
Assim te celebramos, ó Camões,
Com vinho, sol, memória e orações,
E à Pátria estendemos a nossa mão:
Portugal é de todos — é canção.
O camelô cameleão
Comia camarão com camembert
Recitando Camões
Com os camundongos dos camburões
Agarrado à camisola de cambraia
De Camila Kâmpuchea,
A camareira cambojana
Da camanga do camacho!
Hoje sinto a dor da distância... da distância criada após sua morte e, como diz Caetano Veloso e com a minha adaptação: " Agora que faço eu da vida sem você ??? Você que só me ensionou a te querer e agora eu estou sentindo a dor de te perder !!!
A nossa vida é um conjunto de eventos concatenados e os acontecimentos duram o tempo que têm de durar, nos locais que têm de acontecer com as pessoas com quem temos de estar
Não importam as palavras que lançaram a você,
Seja de benção, ou seja de maldição, mas aproveite somente a parte boa, para que você seja sempre um campeão.
Conto Erótico
- Às suas ordens.
- Que-quem é?
- Às suas ordens.
- Acho que apertei o botão errado. Ainda não me acostumei com o painel deste novo sistema. Como é que eu faço par conseguir linha direta?
- Linha direta: comprima o botão vermelho no canto direito inferior do painel. Aguarde. Se der sinal de linha, comprima o botão marrom, depois o vermelho novamente.
Repita a operação até conseguir a linha.
- Obrigado, senhorita...
- De nada. Desligo.
- Escute!
- Às suas ordens.
- Olhe. Por favor, não pense que eu estou sendo indiscreto, mas é que não reconheci sua voz. Você é nova no escritório? Alô?
- Às suas ordens.
- Eu só queria esta informação...
- Informação: Comprima o "zero' no painel. Aguarde. Quando ouvir o sinal eletrônico, declare a informação desejada. Fale pausadamente.
- Não. Não. Eu só queria saber... Em primeiro lugar, o que é que você está fazendo aqui a esta hora? todo mundo já foi para casa. Já sei, é seu primeiro dia, você ainda está desambientada. Mas não precisa exagerar. Ninguém me disse que iam contratar uma nova telefonista. Aliás, me disseram que com esse novo sistema, não precisa telefonista. Você não responde?
- Às sua ordens.
- Só me diga seu nome. Olhe, não sei o que lhe disseram a meu respeito, mas eu não sou um patrão duro, não. Só fico até esta hora no escritório porque, francamente, este é o lugar onde me sinto melhor. Minha mulher nem fala mais comigo. Me sinto muito melhor aqui, na minha mesa, na minha poltrona giratória, as minhas coisas, agora este novo telefone... entendeu? Não sei porque estou contando tudo isto para você. Ah, é para você não ter medo de conversar comigo. Sou absolutamente inofensivo. As funcionárias deste escritório, para mim, fazem parte da mobília, entende? Jamais faltei com respeito com nenhuma delas. Aliás, jamais faltei com respeito com mulher nenhuma, ouviu? Você não tem nada para me dizer?
- Não há mensagens.
- O quê?
- Às suas ordens.
- Mas eu sou um animal. Você é uma gravação! Agora entendi. E eu aqui falando sozinho...Mas sabe que você tem uma voz linda?
- Às suas ordens.
- Quero fazer amor com você. Agora. aqui. em cima da mesa. Com a sua cabeça atirada para trás, por ima do calendário eletrônico. Com o jogo de canetas de acrílico espetando as suas costas. E você rindo, selvagemente, de prazer e de dor. Depois rolaremos pelo carpete como dois loucos. Como duas feras. Derrubaremos a mesa do café.
-Café: comprima o botão rosa.
- Ahn. Diz de novo. Comprima o botão rosa. Diz. Café.
- Café: comprima o botão rosa.
- Meu amor, minha paixão. Café,
- Café: comprima o botão rosa.
- Quero passar o resto da minha vida ouvindo a sua voz e comprimindo seu botão rosa. Nunca mais preciso sair do escritório. Só nós dois. Quero fazer tudo com você. Tudo!
- Você deixa?
- Às suas ordens.
Mas todas suas iras são de Amor;
todos os seus males são um bem,
que eu por todo outro bem não trocaria.
Que um fraco Rei faz fraca a forte gente.
