Novembro azul
As borboletas
No meu jardim tem várias borboletas de muitas cores e letras.
Azul igual a Raul.
Amarela igual a Daniela.
Lilás igual a Tomas.
Violeta igual a Julieta.
Branca igual a Bianca.
Verde igual a Mercedes.
Marrom igual a Ramón.
Laranja igual a Anja.
Há, borboletas de diversas cores e letras, será que um dia terá minha letra.
A liberdade é um azul-turquesa e branco-pérola, algo muito simples e caloroso que nos faz sentir como um passarinho que voa sem rumo e sem direção, mas que se deixa levar pela brisa e pelo coração.
O infinito encara de volta
Ontem me peguei encarando o céu e me deixei levar pela cor azul vibrante de tal, mas não é isso que me hipnotiza, o que me hipnotiza é como esquecemos que ao encarar o céu encaramos o infinito e a vastidão do espaço e de forma automática encaramos a nossa insignificância, e o quão pequeno somos comparados ao céu que chamamos de nosso. Mas quem sabe se o infinito não encara de volta? Quem sabe se nossa existência é mais do que uma simples series de eventos e coincidências? Mas é impossível ler o infinito, não importa quão grande é a sua curiosidade.
"Assim como a lua é um pontinho iluminado na imensidão azul, nós somos pontinhos iluminados nos sonhos de Deus. Já que Ele nos nos sonhou! Então, que possamos ter sonhos de alegria neste nosso pouco tempo aqui na Terra."
Tons de azul colorem o céu, enfeitam as sombras onde a paz reina, para que o mundo interior se aperfeiçoe no amor. Novas descobertas traduzem a luz de viver momentos extraordinários. O experimentar de brisas renovadoras significa aceitar e viver novos voos rumo aos desígnios do destino. No mundo das cores a serenidade é o brilho que reluz. Que através de um detalhe não se recorde apenas o céu, mas a purificação das nuvens em harmonia com tudo que há no universo.
Reflexão que encoraja a resiliência
“Paz, tranquilidade, refúgio, concentração, percepção, clareza".
Céu cinza, mar azul
Ondas fortes, áspera areia
A beleza de um mar sem fim
O amor é uma semente em mim
Veloso
O poeta vê sem o véu para ver o azul do céu.
Vê-lo a velar pela chama duma poética vela
bela, é vê-lo veloso a velar através do céu de
santa boca, em versos simétricos a versejar e
jamais por versos ocos, tampouco, por qualquer
motivo barroco, e sim, pelo amor bondoso. Zeloso
zela pelo verso eclético ao som poético e valoroso,
mesmo que fique um louco embevecido e rouco.
Lanoso, piloso, veloso com véu, sempre no seu céu
a versejar pra dedéu incorporado ao desalento léu.
Na pureza da simplicidade suas mensagens atin
gem o ápice da verdade em poéticas imagens.
Muitas vezes no caminho da poesia se herético
irmão a cometer maior heresia no ato de mo
rer sem ser a hora, porém, agora no seu
doído padecer está a perder a vida
pelo carcomido sentido, então
chega a mensagem poéti
ca a lhe renovar o elo
do motivo de viver
sem esmaecer.
Não encurte.
Curta a sua
vida curta
sem es
more
cer.
Assim, ressurge da heresia à fênix da cinza.
Renasce com viva alegria de reviver, apesar
de duro padecer, avaliando a efêmera vida.
Ao deixar a curta vida até o dia de partida.
O poeta nasce para poetar, assim vai na vida a
velejar num barco de vela embaraçada de poemas
dia e noite, diadema a pendoar sobre qualquer mar, às
vezes veleja sobre doces nuvens brancas com sua anca
sobre a brisa a qual lhe avisa que a tempestade está para
chegar sobre sua calmaria, mas que não deveria se de
sesperar, e esperar pelo amor poético que viria para
acalmar com sua bondade qualquer tempestade
pela força delicada da poesia, em sua honrosa
potestade qual viria para lhe abençoar com
verdadeira alegria ao poetizar poemas
ou se diria poesias a sobejar contos
de fadas na sua futura fantasia,
à corsário empunhando sua es
pada, nem que seja para cor
tar a saborosa azeitona de
sua empada, quiçá, cor
tar estradas ao marulhar
do mar onde ondas cruzam
encruzilhadas, o poeta en
contraria o seu lugar,
porém, sempre ve
loso, velando o
seu velejar
glorioso
sob o
feitio
de
poesia.
jbcampos
Assim que os sons do dia se aquietam e por trás do azul do dia se estende o manto negro do crepúsculo é possível ouvir o canto dos grilos e o coaxar saudoso dos sapos junto ao coração da noite palpitando eternidades.
Linda Mulher de vestido azul,
Representando as cores do céu.
A sua beleza, não dá pra descrever;
Usando caneta e papel...
Seu sorriso é sensual,
O seu charme é sem igual...
Seu jeitinho é espetacular;
Vc é uma mulher tão especial !
"Não tem como não amar"
Seu sapatinho é branco;
Seu relógio é dourado..
Seu corpo é completo;
Assim meu coração pulsa acelerado.
No seu peito, há grandes sentimentos
E fortes emoções...
Vc é aquela que me dá contentamento;
E muitas inspirações..
Vc é tudo de bom...
"Linda mulher de vestido azul'
Mulher de blusa amarela,
De saia Jeans azul;
Sempre tão elegante e bela
Apreciada de norte a sul...
Suas vestes não são capazes de te enfeitar;
Pois tu já é uma maravilha digna de se admirar.
"Seu charme é exclusivo"
Seu encanto é infinito...
Seu sorriso é tão bonito.
Seus olhos são verdes,
Sua boca é tão perfeita
Sua pele clara se esbanja em beleza.
Sua alma exubera pureza
Quando olho pra vc, me vejo num Castelo;
"Onde vc é a mais bela das princesas"
A sua voz é como o canto de um anjo
O seu cheiro é melhor do que o das rosas.
Vc é cheia de doçura e encanto
Mulher, tu és maravilhosa.
São tantos os tons de azul que vem numa caixinha de lápis e a gente sofrendo, porque acha que o único capaz de dar cor ao céu é justamente aquele que está faltando.
O horizonte ao longe se estende,
Em tons de azul, laranja e rosa,
Um espetáculo que comove,
E o amor torna ainda mais doce.
No horizonte podemos ver,
O encontro do céu e do mar,
Assim como nós, meu bem,
Nos encontramos e aprendemos a amar.
O horizonte nos lembra,
Que o amor não tem limites,
Assim como o céu e o mar,
Nossos sentimentos são infinitos.
Com o amor ao nosso lado,
Olhamos juntos para o horizonte,
E podemos sentir a felicidade,
De ter um ao outro para sempre.
Que o horizonte nos inspire,
A seguir sempre em frente,
Com o amor como nosso guia,
E a esperança sempre presente.
Mulher de vestido azul,
Tu é aquela; enfeitada e bela...
"Como o céu ao entardecer."
É a melhor vista , Ao alvorecer .
Tu és como o canto dos pássaros;
"Na melodia mais sincera"
Vc é o sol da alegria,
É o sorriso que ilumina o meu dia.
"Tu és completa como a natureza"
O verde dos seus olhos,
É o símbolo da minha esperança.
O seu jeitinho de ser;
Me faz ter em ti, muita confiança.
O branco da sua blusa;
"Me lembra a paz..."
O vermelho da sua boca;
Me lembra o beijo que quero mais.
Vc me faz tão bem,
As palavras, as atitudes...
Tudo isso é muito lindo.
Nesta calorosa manhã de céu azul, em brancas nuvens, refaço-me ao retornar a nós mesmos com mais calor, ardor, amor.
TOCAIA (soneto)
Ao sopro do vendaval no cerrado
No céu azul da vastidão do sertão
Segue veloz os sonhos do coração
Entre os uivos do já e do passado
A quimera, se acautela na ilusão
Prudente, contra o sentir errado
Tenta equilibrar estar apaixonado
Pra não sufocar a sofrida emoção
Na procela no peito esganiçada
Brami uma dor abafante e escura
Que perambula pela madrugada
E, em aflitivos véus da sofrência
Dando-lhe, assim, ar de loucura
No amor valência é ter paciência
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/07/2020, 15’15” – Triângulo Mineiro
