Novembro azul

Cerca de 4006 frases e pensamentos para a busca por Novembro azul;

⁠Sou grato por existir
esse lugar que me deste
do sol que faz refletir
um mar azul cor celeste
se Deus assim permitir
eu vou chorar, vou sorrir
dizendo eu amo o Nordeste.

Inserida por GVM

⁠brilha teu azul
Tão doce tão cru
Brilha, brilha, brilha
Em teu nome azul!

Mas teu brilho acaba na última frase
Desgraça que sonha, que pensa mais
A pura verdade do mundo é que!
Nada além do universo
Sem poema e sem verso...

Que graça tem ser um poeta?
Teu nome, tu escuta tua voz
Mas que graça tem se você?

Desgraça que a mente acaba
E o teu nome fica tão claro
Fica tão escuro sem a cura

E você pensa cadê o azul?
Cadê esse azul que brilha no céu?
Cadê o pôr do sol que não quer aparecer?

Cadê as crianças que não tem mais esperança de viver?
Cadê? cadê? Cadê?
As coisas que você nunca quer mais ter
Mas além de você eu penso
Cadê o universo?

Inserida por Alessonsous2

⁠Brota teu vento em tua luz ,
Nesse céu azul sem cruz,
Brota tua falta de água a tua raiz,
Cruza tua lua a teu brilho amarelo ,

Escrevo e escrevo de baixo de te 
Uma poesia com a estrada sem fim,
Escrevo e escrevo de baixo de te 
O poema chamando alim !

Há que falta tem a esperança 
Do amor sem infinitamente sem fim,
Que falta tem o coração 
Do sonho da razão ...

Em me queimar a luz do sol,
Queimar o tempo , queimar meu uso 
Apenas só relato dos idiotas 
Só apenas uma árvore qualquer

Inserida por Alessonsous2

⁠E o tapete azul-claro?
(…) trazia, em caracteres cúficos (que só Beremiz saberia decifrar e ler) alguns versos que abalaram o coração do nosso amigo calculista (…) bordados por Telassim (...).

"Eu te amo, querido. Perdoa-me o meu amor! Eu fui apanhada como um pássaro que se extraviou no caminho.
Quando o meu coração foi tocado, ele perdeu o véu e ficou ao desabrigo. Cobre-o com piedade, querido, e perdoa o meu amor!
Se não me podes amar, querido, perdoa a minha dor.
E voltarei para o meu canto e ficarei sentada no escuro.
E cobrirei com as mãos a nudez do meu recato."

Malba Tahan
O homem que calculava. Rio de Janeiro: Record, 2001.
Inserida por carlaninivier

⁠Quando você me olha é como se o céu abrisse um nuance azul anil!

Inserida por ValMoni

⁠PRIMAVERA

O dia se vestindo de flores
Com seu azul e dourado
Pincelando outras cores
Tudo tão bem combinado.

A estação nos envolvendo
Nesse festival das flores
A poesia vem nascendo
Como jardins multicores.

Jardineiros, sementes do coração
Flores musas vão florindo
Na beleza dessa estação
A poesia vai surgindo.

Tem verso, amor e beleza
Tem muita inspiração
É o som da natureza
Declamando essa canção.

Autora- Ira Rodrigues

Inserida por Irarodrigues

Antiga Rima

Rosas são vermelhas
O Céu é bem azul
Mesmo com eu aqui
O mundo só em água 
Só se desaba.

Nesse começo clichê
Eu nem ganhei cachê 
Não entendo o porquê
Mas aceito por ser
Alguém de se esquecer
Da humanidade que vim a ter
Mesmo sem merecer
Um monstro deve viver
Será mesmo ?
Será que devo ver ?
O futuro devo ter ?
Penso e reflito sobre o que
O que mereço
O que não mereço 
Sempre tendo
Em mente
O mesmo discurso
Com o ódio em curso 
Pode ser errado, sei
Mas um monstro
Pode ser rei ?

Deveria entender
Mas não quero estender
Fui baleado na chuva
E devo esquecer
De tudo que fiz
Por que assim 
Poderei te ver
De novo nos iremos ser
Uma dupla diferente
Velho amigo
Continue crente nessa ideia
Mesmo sem ceia
Eu estarei contigo
Me abrace
Me leve contigo Amigo.⁠

Inserida por Youkai

⁠Um porta lápis cheio de canetas
Que com elas escrevo em preto, azul e vermelho
Linhas de minha vida, 
tão prazerosa vida
sem recursos econômicos, 
mas com vários motivos para contar
a felicidade de estar vivo. 

Inserida por vandercastru

 Nem tudo é azul e amarelo somos uma grande mistura de verde

Inserida por alicemelooficial

No rio azul eu fico quieto, mas no fim fico incerto. Na rua eu fico livre mas no céu me sinto firme, bem preso e seguro no manto azul que me rodeia, perto de um lar de pássaros, acho que não encontrei o presente que me devia, mas algo que eu sentia, e acho que não é alegria.

Inserida por Youkai

⁠não ensaie
faça
de primeira
de repente
uma nuvem
azul
está no
céu
e depois
ela é o
céu

Inserida por pensador

⁠Nas minhas lamúrias 
sois o céus tão azul 
quanto seus olhos que amei.
Na de despedida tive a certeza do amor...
Como riscos do disco que lamenta o amor...
Todos os motivos que tive para amar 
O amanhecer seria uma nova brisa 
Então a tive coragem amar mais uma vez...
Na solidão dos seus olhos vermelhos
Senti culpa dessas lamúrias.
Desatino belos devaneios... Como a amei.

Inserida por celsonadilo

⁠Quatro pedaço de pau

Sob o céu azul 
Levantei quatro pedaço de pau
Pus um teto azul do céu 
E nela com a família eu entrei!

Fui caçar no mato o que comer 
Num rio um peixe eu fisguei...
Lá fora uma fogueira acendi 
Pra do frio nos aquecer,
E o peixe também assei

A família chamei ao ar:
- Venham comer!
E todos felizes vieram ceiar

A cabana chamei de casa
Ainda de olho na brasa
Uma canção eu cantei
Levantei as mãos pro céu 
E ao meu Deus feliz, agradeci 

Para muitos, tudo isso é muito pouco
Mas, um dia já fui ambicioso e louco,
Estressado e na soberba me perdi
A família o dia inteiro 
Viviam brigando por bens e dinheiro 
Foi então que decidi...
E de tudo me desfiz

Larguei tudo da cidade grande 
Pra's minhas raízes eu regressei 
No mesmo lugar onde nasci 
Ganhei a liberdade 
Redescobri a felicidade 
Abracei a terra de tanto verde
E na natureza me refiz

Inserida por marialu_t_snishimura

⁠O JATOBÁ DA PRAÇA 

Rasgando o azul do cerrado 
Copa densa, beleza colossal
Reina entre todas, encantado
O jatobá, é sombra, é casual

Afinal, o seu porte escultural 
É vida, cor, sabor imaculado
Gosto exótico, fruto espiritual
Tem dinamismo, e é arrojado

Há mistério na sua ramagem 
Juras de amantes, tatuagem
Entalhadas no tronco, ao léu

Ó jatobá! donairoso, de valia 
Mergulha o sol por sua ramaria
Em pique esconde com o céu.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
15/12/ 2020 – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

- Limoeiro 
Entrei em minha casa nova
Com muitas caixas no chão
O logo da empresa no uniforme azul
E no custo de todas as minhas ações
O torcedor entrou no estádio portando sua bandeira
O turista penou para suportar o calor no deserto

Inserida por sebastian

⁠Menina da capa amarela, da capa azul, quando chove penso logo em você, quem dera se fosse só quando chovesse, tu não saí da mente nem dormindo e  nem em coma alcoólico.

Inserida por rodrigo_sehnem

⁠Ela sentava-se na calçada e com olhar longínquo fitava o horizonte azul, tentando encontrar por trás da brancura das nuvens, qualquer vestígio de felicidade escondido nelas. 

Inserida por ednafrigato

⁠GRATO


Feliz em te dividir a lua com você, em dividir a mesma esfera azul com você, realmente temos que ser mais gratos, poderia nunca ter te encontrado, nunca contemplado a sua beleza, nunca ter suspirando vidrado na tua ft obra de arte, poderia estar indo dormir sem vc na mente, poderia estar sem um motivo agora. Juro vou tentar praticar gratidão.

Inserida por rodrigo_sehnem

⁠“Enxergo o rubro escarlate de Jesus, tal sofrimento do mundo, logo as gotas serenas de um azul celestial, nossos pecados transformados.”
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Ainda Assim!
Era um verde intenso que se prolongava até o azul manso,
Do meu quarto, por entre suspiros, uma contemplação serena,
Sempre assim o preferi, ainda assim!
Uma contemplação serena,
Uma atuação oculta por detrás daquela outrora montanha imensa,
Hoje pequeno monte,
Não sonhava muito mais do que aprender a sonhar,
Ainda assim o é hoje!
Não sonho muito mais do que com o dia que começarei a sonhar,
A nostalgia e a solidão que me acompanham enchem-me de uma alegria profunda e singular,
Alegria sossegada, permanente, ainda assim!
Luz que invade com o seus fulgor e calor,
Mas que se prefere, ainda assim, apenas na porta da caverna, cujo fim se reserva e é reserva!
No fundo havia o vale e como em todos os vales de verde fulgurante, havia o rio,
O rio que aprecia invadir as margens e que eu muito o apreciava invasor, ainda assim, mas menos hoje!
Na encosta do meu condado existia a vinha aprumada,
Em socalcos desenhados à lei da sachola e do suor,
Descia a encosta e mais subia a denuncia dos árduos ofícios,
Os bardos hoje espraiam-se mais além,
De resto como tudo. Não me inquieto.
Valem-me tanto agora como antes, conquanto lá continuem, ainda assim!
A minha igreja era a mais bonita,
Enchia-me de vaidade, é em talha doirada, não sei se a talho de foice,
Tanto me dá.
Penso que dela me veio a segurança e o orgulho por ser mais robusta e luzidia que as vizinhas,
Para mim era assim, julgo que hoje já não o é, ainda assim!
Tenho a alma da minha aldeia,
A minha aldeia é uma descida e uma subida,
Um sem fim de subir e descer, uma teia,
Um resumo profundo dessa minha idade ida,
Uma reserva de inconstância que incendeia,
Uma alma, ainda assim, sempre adormecida!

Inserida por ricardo_coutinho_1