Boca

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Às vezes, as palavras fogem da boca antes de passarem pelo coração, ou pior: o silêncio toma conta quando eu deveria estar falando o quanto você é importante.
Eu sei que errei. Não estou aqui para justificar o injustificável ou tentar diminuir o peso das minhas falhas. Eu sei que te magoei, e ver esse brilho nos seus olhos diminuir por minha causa é a pior sensação que eu poderia ter. Dói saber que a pessoa que mais me faz bem foi a mesma que eu acabei ferindo.
Nada do que aconteceu muda o fato de que você é a minha prioridade e o meu lugar seguro. Mais do que pedir perdão, eu quero te provar, com atitudes, que aprendi a lição. Não espero que tudo volte ao normal num estalo de dedos; o tempo é seu, e eu vou respeitá-lo. Só não queria que o dia terminasse sem que você soubesse que meu coração está pesado e que eu faria qualquer coisa para voltar atrás e agir diferente.
Você merece o melhor de mim, e eu prometo me esforçar para ser esse homem todos os dias.

Seu nome ainda é a palavra mais bonita que a minha boca não tem mais o direito de falar.

Não existe corpo mudo. Muitas vezes ele fala mais que uma boca.

De algum tempo para cá, minhas opiniões mudaram, mas a boca é a mesma.

Meu segredo, escrevo-te como quem confessa ao teclado aquilo que a boca não ousa dizer, pois há em mim uma chama que nunca se apagou desde a juventude, quando teus olhos foram o primeiro altar onde depositei meu coração. O tempo passou, as estradas se multiplicaram, mas em nenhum lugar encontrei descanso igual ao que encontro na lembrança de ti. Talvez sejamos apenas dois prisioneiros de uma memória, talvez sejamos promessa suspensa no tempo, aguardando o instante certo para florescer outra vez. Não sei. O que sei é que, mesmo no silêncio, continuo sendo guardião do invisível que nos une. Há noites em que sinto teu perfume escondido no vento, como se a vida me lembrasse que ainda és a fonte capaz de saciar a minha sede. E se um dia este amor não passar de lembrança, que seja uma lembrança eterna, pois prefiro ser condenado à saudade de ti do que absolvido de te amar.

Mastigar sem nada na boca
Ver TV sem ela estar ligada
Bater palmas p agradar
Ter decisões ser ter objetivo
Sorrir sem querer sorrir
Viver sem querer viver
Esse era o ponto que precisava chegar

⁠Você não vai ouvir da minha boca um elogio que não seja sincero, um elogio que não venha do coração, porque eu posso olhar pra qualquer um e dizer que aquela pessoa é linda, forte guerreira um exemplo a ser seguido e ser tudo da boca pra fora. O mesmo acontece comigo por várias vezes fui elogiada já perdir as contas e as pessoas que me elogiam sempre se afastam e isso é muito desgastante, como vc olha pra uma pessoa e diz que ela é uma pessoa incrível, que ela é massa e simplesmente se afasta? Eu mantenho todas essas pessoas que eu acho incrível na minha vida ao meu lado e prefiro mostrar com ações o que com palavras não podem sentir.

A boca que ministra no altar não pode ser a mesma que destrói reputações nos corredores do templo (Tg 3.10). Toda pregação é comprometida pela contradição entre as palavras no altar e as ações destrutivas fora dele.

Será que estou ficando famosa?!
Estou na boca do povo, do Serasa e até na do sapo já me colocaram.
Ou isso já é perseguição? Né? 👈🤭😏


#humor#devonaonego#esperança

Filhinha

Deus não é severo mais,
suas rugas, sua boca vincada
são marcas de expressão
de tanto sorrir pra mim.
Me chama a audiências privadas,
me trata por Lucilinda,
só me proíbe coisas
visando meu próprio bem.
Quando o passeio
é à borda de precipícios,
me dá sua mão enorme.
Eu não sou órfã mais não.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

" Esconder a tristeza faz parte, por isso muitos sorrisos são apenas da boca pra fora...

*DENTADA*
Te invadi.
Te ocupei.
Não foi guerra.
Foi convite.


A boca veio sem pedir licença
e assinou na pele o recibo:
estive aqui.
Com fome.


Não tem sangue, tem marca.
Roxo que vira amarelo,
depois some.
Efêmero como tudo que queima.


Ninguém bateu.
Ninguém prendeu.
Foi mordida de quem sabe
que a carne é fruta
e a noite é curta.


Não me venha com culpa.
Culpa é pra quem reza.
Aqui a gente devora.
Sem faca, sem garfo,
só dente e vontade.


A marca fica dois dias.
A lembrança fica dois anos.
A tensão não conta tempo.
Ela mora entre a pele e o lençol,
naquele lugar onde o arrepio
ainda não decidiu
se é medo ou se é mais.


Não foi castigo.
Foi assinatura.
Um carimbo de "estive viva"
num corpo que esquece rápido
mas que, por um segundo,
quis ser banquete.


E se amanhã não tiver nome,
pelo menos teve gosto.
E o gosto,
ninguém tira.

Deus, que hoje só saiam da minha boca palavras de amor, fé e prosperidade. Que cada gesto e pensamento sejam sementes de luz, paz e bênçãos na vida de quem cruzar meu caminho.

Que da minha boca saiam apenas palavras que abençoem, curem e tragam paz. Que eu escolha o silêncio quando não for para edificar, e que cada frase seja semente de amor, fé e esperança no coração de quem me ouvir. Que eu seja luz através do que falo.

O sangue a miséria...
Sangue na sua boca
neurolinguística escorre veneno,
O pix é do brasil não é dos Estados Unidos. Boca cheia de formigas....
Declarações que fazem o país sangrar...

O Manifesto do Sangue Digital
​O veneno escorre da boca do palanque,
Neurolinguística barata que anestesia o sangue.
Eles falam em progresso com sotaque importado,
Enquanto o povo paga o juro do plástico clonado.
​A boca cheia de formigas de quem calou a verdade,
Vendeu a nossa moeda, entregou a soberania da cidade.
O Pix é nosso, é do chão, é do Brasil, é corrente,
Mas a tarja magnética do império ainda dita o que a gente sente.
​Cada transação é um pedaço da pátria que vai embora,
Pedágio invisível que o norte geográfico devora.
Cartões de plástico, coleiras de chip e de senha,
Alimentando a fogueira com a nossa própria lenha.
​Eles dizem que modernizar é submeter,
Que para avançar, a nossa raiz tem que morrer.
Mas o país sangra na margem, no débito, no crédito, no absurdo,
Enquanto o algoritmo estrangeiro finge que é surdo.
​A revolução não será televisionada, nem impressa em dólar,
Ela nasce quando a colônia decide não mais se esmolar.
O sangue na boca agora é grito de rebeldia:
Nosso dinheiro, nossa terra, nossa própria soberania.

Na sua boca cheia de palavras são reunidas frases desconectadas,
Sentimentos relapsos.
Uma agonia de existencial.
Dentro de paradigmas sois uma obras do cubismo com ar artístico vejo as falhas de um novo formato multiastral...
Lágrimas secas num estado inerte todavia,
Sois antro perdido nas virtudes impressas alienação afetou.

Um homem inteligente fecha a boca na hora certa, mas um homem sábio não a abre nem mesmo diante das provocações.

o Beijo que você me roubou
Não foi da boca foi do que eu guardava desde então carrego teu gosto na parte de mim que nunca mais voltou ⁠

Muito além dos sonhos,


alinhado com o infinito,


nos vagalumes do pensar,


na boca molhada do sentir,


juntos, juntos, juntos...