Boca

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Muito além dos sonhos,


alinhado com o infinito,


nos vagalumes do pensar,


na boca molhada do sentir,


juntos, juntos, juntos...

Será que estou ficando famosa?!
Estou na boca do povo, do Serasa e até na do sapo já me colocaram.
Ou isso já é perseguição? Né? 👈🤭😏


#humor#devonaonego#esperança

"Não sejais como o cavalo ou a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para obedecer, pois do contrário não se aproximam de ti."
(Salmo 32:9)


Deus deseja filhos que O obedeçam por amor e entendimento espiritual, e não apenas por imposição ou pressão. Cavalo e mula precisam ser forçados a andar no caminho certo; mas o coração quebrantado, que teme ao Senhor, segue Sua voz com disposição e reverência.

Tem púlpito que Deus vai calar, e boca que Ele vai abrir — porque o som do arrependimento é mais poderoso que o som do microfone.

A boca que Deus abriu, homem nenhum cala.

Toda boca um dia vai confessar — melhor fazer isso hoje por amor do que amanhã por obrigação.

Arrependimento não está na boca — está no caminho que você escolhe.

Quem tem Deus na boca, mas não tem Deus na vida, é apenas religioso.

Que a nossa boca seja instrumento de edificação e não de divisão; que possamos ouvir a voz do Espírito e não as línguas da fofoca.

Seja instrumento de Deus, não da sua língua grande, quem serve a boca perde a unção.

⁠Como uma
canção que
caiu na boca
da população.

Não vejo o
porquê manter
em detenção
a tropa só
porque discorda.

Ela não é
ameaça para
a Nação,
insisto pela
libertação.

Por ela venho
há tempos
e de longe
pedindo,
e pelo nobre
e bom General.

No futebol brasileiro, um jogador meia-boca custa R$ 50 milhões. Como o clube não tem essa grana, prefere pagar multas aos técnicos demitidos: sai mais barato trocar de treinador do que admitir que o elenco é ruim. Afinal, enganar a torcida sempre sai mais barato.

Benê Morais

Ela sempre foi movimento.
Casa girando em torno dela.
Mão que fazia, boca que orientava, olho que via tudo.
Era dessas mulheres que acordam antes do sol
e dormem depois da vida.
Sabia onde estava cada coisa.
Cada conta.
Cada remédio.
Cada problema.
Ela era memória viva da família.
Era calendário, era agenda, era conselho.
E agora…
O tempo resolveu brincar ao contrário.
O nome das coisas escapa.
Os rostos às vezes embaralham.
As histórias ficam pela metade.
Mas tem uma coisa que não foi embora:
a essência.
O jeito de segurar a mão.
O olhar que ainda procura cuidado.
A doçura que aparece em lampejos.
O Alzheimer não apaga quem ela foi.
Ele embaralha caminhos,
mas não destrói o que foi construído em décadas de força.
Existe uma inversão silenciosa:
quem foi porto vira mar aberto.
Quem guiava agora precisa ser guiada.
E dói.
Dói porque a gente lembra de tudo.
E ela… às vezes não.
Mas amar alguém com Alzheimer é aprender outra língua.
É repetir sem irritação.
É contar a mesma história como se fosse a primeira vez.
É segurar firme quando o mundo dela fica confuso.
Ela continua sendo a minha mãe.
Mesmo quando não sabe dizer seu nome.
E talvez agora o papel seja meu:
ser memória por duas,
ser paciência por duas,
ser colo por duas.
O corpo pode esquecer.
Mas o amor não desaprende.
E isso, ninguém tira dela. Nem de mim.

O amor é oração quando a boca se cala, no peito, o pedido vira ponte e passo, sentir atravessa o desejo e a graça, assim o coração faz igreja silenciosa.

A doçura de sua boca é a única mirra que meu sono aceita, repousar em seus braços é a única maneira de apagar a aridez da ausência.

O beijo de sua boca é o pergaminho que reescreve o meu passado, transformando todas as minhas cicatrizes em mapas para o seu abraço.

Que a sua boca se torne a adega onde a minha alma bebe o vinho do esquecimento de todas as tristezas passadas.

O clamor da alma é um grito interno que o universo escuta antes mesmo que a sua boca se abra.

Eu carrego um deserto na boca do estômago, onde cada passo é areia movediça e cada sonho, um miragem que não se aproxima.

Não é a boca que entrega a maldade, é o comportamento.