Bebo
Eu já não bebo tanto quanto antes mas, mesmo assim, o meu mote é Sine coffea nihil sum. Sem café, eu não sou nada.
imagino a luz do teu corpo nu
sobre o chão, frio o suor escorre,
bebo seu prazer, que um delirio,
entre muitos momentos te amo...
sendo teu prazer seu ego,
doida desvairada pelo amor,
torna se paixão que consome até o tempo
entre esse patamar julgo ser merecedor
de um beijo eterno e perfeito.
mas tudo tem um tempo e um desejo,
coberto na imensidão do teu corpo
escorre um mel de prazeres ocultos...
RESPONDENDO A UM “CURIOSO”!
Bebo vinho há muito tempo, mas com moderação...
Gosto muito dele para acompanhar uma refeição...
O vinho é muito bom, mas não substitui a água...
Porém, o bebo desde que mulher usava anágua...
Comida para o meu estômago, vinho pra minha alma...
Um vinho, acompanhado de uma canção, me acalma...
Através dele muitos amigos eu conquistei...
E, talvez por isso, dele nunca me afastei!
Pedro Marcos
BEBO DESTE MAR
Bebo deste mar salgada água
Para não me afogar deste veneno
Que a vida me dá, trazendo-me a poesia
Na alma dilacerada no peito pelos desígnios
Inventados pelas almas que gritam
Na indistinta e confusa mente de cada um
Onde engole o sal na penumbra, consciência
Do que somos ou seremos neste mundo
De veneno, de desassossego, de inquietação
Dói-me qualquer sentimento que desconheço
Escrevo estas linhas, dou-me por insatisfeito
Pelo cansaço de todas as minhas ilusões vividas
Pois perco a razão, o pensamento desta minha
Doente mente sem vergonha de não ser intelectual
No corpo como uma forte náusea no estômago
bebo tantas drogas que esqueço quem sou por um estante,
humanos, seus prazeres fúteis, desabam em desejo.
...caminho com a morte, e muitas vezes a desejo,
porque sois assim? pois por isso deixei minha humanidade.
Eu não bebo álcool. Gosto de sentir a vida em toda a sua agonia e glória, sem anestesiar nenhuma sensação!
Ó conhecimento,
Por que não sacia minha sede, se quanto mais bebo, mais quero beber, quanto mais profundo mergulho, mais profundezas encontro, chego as vezes até parecer que estou na rasura do saber, ou será que estou? O que é o profundo? Tem fundo? Não tem! Conhecimento é um mergulhar eterno e continuo.
Quando se trata de escrever, curto quase todos os estilos, bebo em muitas fontes, mas é muito estranho e frustrante ter que falar apenas de um segmento como se esperasse o consentimento de alguém.
Preciso, e quero de vez em quando esquecer as regras do viver, aí bebo algo alcoólico onde relaxo esqueço do padecer caminhar, para me identificar com o desconhecido, talvez o algo sagrado que em mim está adormecido, uma miragem o viver...
Não bebo nada que tem álcool
Tem cristão que estufa o peito para dizer isto, Hipócrita guloso, sai do Gole e entra na glutonaria
Talvez se ele tomar uma ou 02 taças de vinho pode até ajudar na digestão deste ser comilão
TUA MÃO
tua mão,
taça refratária
onde bebo o vinho
e o sangue
da tua imperfeição!
tua mão
poderia ser calma
doce e refrigério
tua mão
é suor e lágrima
angústia e medo
afeto e repúdio.
tua mão
é sonho e pesadelo
paz e desespero
poema improvável
tua mão
taça refratária
onde bebo o vinho
e o sangue
da tua imperfeição!
Evan do Carmo
Bebo o mel da tua boca...
E nessa entrega quase inconsciente,
tresloucada e conivente,
beijo estrelas,
contemplo vaga-lumes,
faço versos.
Um momento do teu beijo.
Mas nesta breve eternidade
faço do universo desorganizado,
o mundo perfeito que desejo!
Eu bebo sim, e to vivendo, tem gente que não bebe nada e não ta dando vexame ligando pra ex se humilhando declarando pedindo pra voltar
