Ausencia William Shakespeare Amor
A solidão não é a ausência do outro na sua vida, é ausência da sua vida em outros.
Seja vida em outras vidas, que outras vidas estará sempre com você, e a solidão nunca estará te acompanhando.
A ALMA DA SAUDADE ...
A alma da saudade é misto de rudeza
De ausência, do vão, pesar e agonia
Tal uma sensação cheia de surpresa
Lágrima, suspiros na presença vazia
Ao reviver, sofrimento, que tristeza!
Uma dor no peito em pranto desfia
E nos sentimentos aquela tal frieza
Que range, inquieta de noite de dia
No silêncio a saudade soluça tanto
Que imagino ser da tristura o canto
Ou, será a solidão sendo um bardo?
Mas, no tempo passa, que contraste!
Sem que nada da lembrança o afaste
A alma da saudade, por certo é fardo!...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
08/03/2021, 17’34” – Araguari, MG
AUSÊNCIA E INCERTEZA
O distraído tropeçou
No lapso da consciência,
Sentiu a dor da ausência,
Perdendo a calma e a paciência,
Da total inexistência,
Aumenta o peso da carência,
Até mesmo a fé e a crença,
Viram fumaça e decadência.
A apartação do distanciamento
Fez na janela, o aparecimento.
Nesse desaparecimento privativo
Mora o tédio, a saudade e o medo.
Na carência do curativo
Surge o questionamento do motivo.
A exiguidade do tempo,
Desse seu alheamento,
Fez da vida esquecimento,
No apertado apartamento.
Nesse momento de apartação,
Unido na separação,
Traz no bojo, privação,
Desesperança e abstração.
No absentismo da carência
Foge do raio, a coerência.
Na exiguidade do tempo,
Força o indivíduo ao afrouxamento.
Na escassez do nada,
A soma do pouquinho constrói morada.
Faz o caminho da manada.
A esperança sai em busca do sagrado,
Mais uma vez aumenta o desespero do desesperado.
Élcio José Martins
Se o seu melhor não adiantar, ofereça sua ausência. Por mais que chegue a doer em você, o caminho da outra pessoa estará livre.
Mais uma noite se inicia, e a ausência de meu amado me trás uma leve agonia na alma. As lembranças tomam conta de meu ser, retratando em breves momentos o quanto fui feliz ao teu lado. Então em uma fútil tentativa em te sentir perto, fechos os olhos e lembro-me de teu perfume, de tua voz, de como um simples toque fazia minha'lma perder o chão e frutuar. Então entre saudades e lágrimas repetindo baixinho que tudo iria ficar bem e que aquela dor logo iria passar. Mas no fundo sabendo que sempre que alguém pronunciasse o seu nome, eu me lembraria com muita dor e amor o quanto te amei.
Aquele que fala algo desabonador na minha ausência, assim o faz, porque na minha presença deve ficar sem palavras!
Movimentos da fisioterapia…
Atrofiados pelo pouco uso…
Movimentos limitados,pela ausência de movimentos contínuos…
Pois nas adversidades, estamos sujeitos a comprometer nossos movimentos naturais…
Liberando o fluxo dos nervos que se encontravam tensos e em casos mais graves causando distençoēs ...
Assim muitos de nós, procuramos recursos a reequilibrar e ativar nossos movimentos…
Reavaliando nossos sentimentos…
Ativando e avaliando os movimentos contínuos de nossa prática…
Seguindo as recomendações de quem nos orienta com sua formação especializada…
Retirando a dor ...com água da vida em sua temperatura apropriada…
Eliminando o calor e a inflamação provocado pelas tensões…
Sabemos que com paciência e determinação,os movimentos naturais,podem se reestabelecer…e se fortalecerem...
E voltar a ter a naturalidade em seus movimentos…
Exercitando os músculos da:
- Tolerância… - Compreensão…
- Amizade... -Humildade...
-normalizando a circulação das extremidades.
Nos exercícios de Amor ao próximo…
Respirando ares de fraternidade e bondade.
Transformando a rigidez em flexibilidade com movimentos de amor e gratidão…
Levando mais oxigênio as sinapses das convivências,e elevando o nível de ligações e harmonia…
Transmitindo maior equilíbrio e naturalidade em seus movimentos,...
Restabelecendo o Ser....a caminhar...e seguir sua caminhada espiritual…
O caminho se faz ao caminhar…
Fisioterapia espiritual...
Dizeres
De tuas palavras ou da ausência delas n sei oq mais me contorce
Revivendo ações dispersas entorpecido em amargas e exageradas doses
Calma te; engulo as doses ácidas q caem em meu rosto
Orgulho não há, reluto me; engolindo com desgosto
Seu silêncio cauteloso receioso me enlouquece
Sugerindo motivos em minhas palavras rasas
Sendo mal interpretado, apontando me uma causa
Sentenciando me a morte, me fere
Calo me; pergunta me: "De onde hás o meu perdão?"
Não o nego; nem o peço de um júri indiferente
Esperasse demonstrar em minhas ações
E dizeres e mostrar oq há em mim em sua frente
Deverás haver mudança em mim
Já q contra ti; muito te feri
Dou a liberdade a ti; pois já não a mereço
Talvez um dia a veja de novo
Por enquanto um abraço; um beijo e fique com Deus.
Os homens não lamentam a morte, pois não a conhecem; lamentam, portanto, a ausência, dor e o sofrimento.
“Se a escuridão é a ausência da luz, como dizia Einstein, porque
a luz não poderia ser a ausência da escuridão?”
(teorilang)
Que fosse silêncio, saudade, dúvida, medo... até mesmo ausência, mas não poderia nunca ter sido ilusão, mentira... indiferença.
Flávia Abib
O tempo passa e a memória da ausência parece trazer nossos queridos para mais perto.
Assim vamos renascendo e nos renovando como diz a Páscoa.
"A essência do mal não está, exatamente, em um ato ruim, mas na ausência de um bom ato, quando praticá-lo está em nosso poder. Somos maus não apenas quando praticamos o mal, mas também e, principalmente, quando deixamos de praticar o bem que podíamos.
Devemos aprender que o mal não possui lugar próprio. O mal simplesmente ocupa o lugar do bem que se ausenta.
Apagados
Quero calar a saudade.
Saudade dos tempos passados...
Saudades da ausência de meus amados.
Sou a última a resistir.
Sou a última a daqui sair.
Estou em pé.
O tempo parece não querer me derrubar...
Quer me fazer durar e durar.
Então, fico aqui querendo calar a saudade... apagar memórias... enturvecer minha história.
E assim estou.
Vou de momento em momento...
Até estar apagada como poeira varrida ao vento.
Resisto. Mas não sou eu que insisto.
